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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Será que os ateus são doentes mentais?

Graças a duas pesquisas feitas há alguma tempo, tem sido propagado dentro dos círculos ateístas que "os ateus têm QIs mais elevados que os crentes". Isto pode ser verdade ou não, mas um problema com este argumento é que se aceitarmos as "diferenças médias de QI entre os grupos", entramos dentro de debates sinistros que os ateus Esquerdistas bien pensant podem não gostar assim tanto.

Enveredemos então pela estrada da infelicidade. Deixemos de lado a métrica rudimentar do QI e olhemos para as vidas vividas pelos ateus e pelos crentes, e vejamos como ela se mede. Dito de outra forma, vejamos quem está a viver de forma mais inteligente. Quando fazemo isso, o que é que descobrimos? Descobrimos que quem está a viver uma vida mais inteligente são os crentes. Uma vasta gama de pesquisas, recolhidas durante as últimas décadas, demonstram que a fé religiosa é fisicamente e psicologicamente benéfica - e de uma forma espantosa.

Em 2004 estudiosos da UCLA revelaram que os estudantes universitários envolvidos em actividades religiosas eram mais susceptíveis de ter uma melhor saúde mental. Em 2006 pesquisadores populacionais da Universidade do Texas descobriram que quanto mais a pessoa ia à igreja, mais tempo ela vivia. No mesmo ano pesquisadores da Universidade de Duke (EUA) descobriram que as pessoas religiosas têm um sistema imunitário mais forte que o das pessoas não-religiosas. Eles revelaram também que as pessoas que vão à igreja têm uma pressão arterial inferior ao das pessoas que não vão à igreja.

Entretanto, em 2009 uma equipa de psicólogos de Harvard descobriu que os crentes que deram entrada no hospital com o quadril quebrado reportaram menos depressão,  menos presença nos hospitais, e podiam coxear mais além quando saíam do hospital - quando comparados com os semelhantemente aleijados descrentes.

A lista continua. Nos últimos anos os cientistas revelaram que os crentes, quando comparados com os descrentes, tinham resultados melhores no cancro da mama, nas doenças coronárias, nas doenças mentais, com a SIDA e com a artrite reumatóide. Os crentes tinham até melhores resultados com a FIV [Fertilização in vitro]. De igual modo, os crentes reportaram também níveis de felicidade superiores, eram muito menos susceptiveis de cometer o suicídio, e lidavam melhor com os eventos stressantes. Os crentes tinham também mais filhos.

Mais ainda, estes benefícios eram visíveis mesmo se ajustarmos as coisas de modo a levarmos em conta que os crentes são menos susceptíveis de fumar, beber ou ingerir drogas. E não nos podemos esquecer que os religiosos são mais simpáticos. Claramente, os religiosos dão mais dinheiro para a caridade que os ateus, que, segundo as mais recentes pesquisas, são os mais mesquinhos entre todos.

Levando isto em conta, urge perguntar: quem são os mais inteligentes? Serão os ateus, que vivem vidas mais curtas, mais egoístas, mais atrofiadas e mais mesquinhas - frequentemente sem filhos - antes de se aproximarem, sem qualquer esperança, da morte envolvidos em desespero, e o seu inútil cadáver é amarrado e lançado numa vala (ou, se eles estiverem errados, eles vão para o Inferno)? Ou serão os religiosos, que vivem mais tempo, mais felizes, mais saudáveis, mais generosos, que têm mais filhos, e que morrem com dignidade ritualista, esperando serem recebidos por um Deus Benevolente e Sorridente?

Claramente, os crentes são mais inteligentes. Qualquer pessoa que pense o contrário é doente mental. E digo isto de maneira literal visto que as evidências sugerem que o ateísmo é uma forma de doença mental. Isto prende-se com o facto da ciência mostrar que a mente humana está construída para a fé visto que evoluímos fomos criados para acreditar, e esse é um dos motivos cruciais que faz com que os crentes sejam mais felizes; as pessoas religiosas têm todas as suas capacidades mentais intactas, e estão a funcionar de forma plena como humanos.

Logo, ser um ateu - tendo falta da vital capacidade da fé - deve ser vista como uma aflição, e uma deficiência trágica: algo análogo à cegueira. Isto faz com que Richard Dawkins seja o equivalente intelectual a uma pessoa amputada, agitando furiosamente as suas próteses no ar, gabando-se do facto de não ter mãos.


Modificado a partir do original: "Are atheists mentally ill?"http://bit.ly/1jQEnZr

domingo, 24 de abril de 2011

Ateu Hitchens Credita Evangélico Francis Collins por Esperança para o Câncer

Ateu famoso mundialmente, Christopher Hitchens, fez uma revelação surpreendente recentemente que o seu ex-adversário de debate, o franco evangélico cientista Francis Collins, está por trás de um novo tratamento contra o câncer experimental que ele está usando.


Ateu famoso mundialmente, Christopher Hitchens, fez uma revelação surpreendente recentemente que o seu ex-adversário de debate, o franco evangélico cientista Francis Collins, está por trás de um novo tratamento contra o câncer experimental que ele está usando.

Em entrevista ao UK Telegraph Magazine, Hitchens disse que Collins, que antigamente era o diretor do Centro Nacional para Pesquisa do Genoma Humano e agora atua como diretor dos Institutos Nacionais de Saúde, é parcialmente responsável pelo desenvolvimento de um novo tratamento contra o câncer que faz mapeamento genético do DNA do paciente e objetiva o DNA danificado.

Hitchens, autor de God Is not Great: How Religion Poisons Everything (Deus Não é Grande: Como a Religião Envenena Tudo), disse que foi solicitado algumas semanas depois que ele foi diagnosticado com câncer no ano passado para ser uma cobaia de um novo tratamento de câncer que sequencia o genoma que poderia curar o câncer.

Em junho de 2010, Hitchens foi diagnosticado com câncer de esôfago. O câncer está em estágio 4.

"E a coisa a notar sobre o estágio quatro é que não há na fase cinco," comentou Hitchens durante a entrevista publicada na sexta-feira.

Embora lhe tenham dito que não tem nenhuma expectativa para o tratamento, descobriu-se no início deste ano que já havia medicamento para a mutação genética expressa através de seu tumor.

Antes de adoecer, Hitchens tinha debatido com Collins, autor de A Linguagem de Deus: um Cientista Apresenta Evidências para a Crença, sobre a existência de Deus. Hitchens disse que ele e Collins se tornaram bons amigos, apesar de suas diferenças religiosas.

"é uma relação bastante maravilhosa," disse Hitchens. "Não vou dizer que não ore por mim, porque eu acho que ele provavelmente ora, mas ele não discute isso comigo."

Ele acrescentou: "Ele concorda que a sua experiência médica não inclui qualquer coisa que poderia ser descrita como uma cura milagrosa - ele nunca se deparou com algo."

Hitchens foi educado com a idéia de Cristãos orando por seu tratamento de câncer. Mas ele permaneceu firme em que sua luta contra o câncer não irá influenciar sua opinião religiosa sobre Deus.

No ano passado, escreveu Collins em uma peça especial para o Washington Post de "Todos Orem pelo Dia Hitchens.": "Minha oração não é tanto de uma intervenção sobrenatural - como um médico eu não vi provas de milagre médico em minha própria experiência .

"Ao invés disso, ore por mim e por Christopher ao longo das linhas de Tiago 1:5".

O versículo Tiago 1:5 diz: "Se algum de vós tem falta de sabedoria, peça a Deus que a todos dá liberalmente, sem censura, e será dado a ele."

Hitchens disse que ele não vai converter no leito de morte, a menos que ele esteja "muito doente" ou "meio demente, ou pelas drogas ou a dor em que eu não teria controle sobre o que eu digo."

Ethan Cole
Christian Post Reporter

Fonte