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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Tatuagem: a marca da rebelião

De capa a capa, a Bíblia condena a rebelião. O Senhor Deus considerava a rebelião algo tão sério que comparou-a à feitiçaria. Convém lembrar que, segundo a Lei de Moisés, a feitiçaria era punida com a pena capital.
"Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria. . . " - 1 Samuel 15:23 
"A feiticeira não deixarás viver." -  Êxodo 22:18
E se há uma mensagem que é emitida de forma bem clara pelo uso da tatuagem, ela é rebelião (visto que através da História as tatuagens sempre simbolizaram rebelião). Todos os livros e artigos de tatuagens que eu pesquisei - tanto os novos como os antigos - afirmavam abertamente a rebelião deliberada simbolizada pelas tatuagens. Livro após livro, artigo após artigo, o tema era sempre o mesmo: as tatuagens eram actos de rebelião.
As citações que se seguem são todas de livros que aprovam o uso de tatuagens:
Uma vez que a arte corporal ainda não é mainstream, ter marcas no teu corpo, colocadas lá propositadamente, mostra ao mundo a tua natureza rebelde e pouco convencional. - (Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p. 32) 
Nesta cultura, a pessoa tatuada ainda é olhada como uma pessoa rebelde, como alguém que deu um passo para fora dos limites da sociedade normal.  - (Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 75) 
Sem dúvida alguma, as tatuagens não são socialmente aceites - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 179)
TATUAGEM: MARCA DE DESGRAÇA OU DA REPREENSÃO

Steve Gilbert, no seu popular livro pró-tatuagem, "Tattoo History: A Source Book," documenta que a palavra "tatuagem" significa ". . . marca de desgraça ou repreensão".
A palavra latina para ‘tatuagem’ era stigma e o significado original reflectia o que está nos dicionários modernos. Entre as definições de "stigma" listadas pelo  Webster encontram-se "picar com um instrumento pontiagudo", "marca distinta feita na carne dum escravo ou dum criminal", "marca da desgraça ou reprovação". - (Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 15)
De facto, durante toda a sua história viscosa, a tatuagem foi usada para marcar criminosos, adúlteros, traidores, desertores, depravados e proscritos; a tatuagem era a temida marca da vergonha e do opróbrio.
Também o adultério era punido desta forma [com tatuagem] em algumas partes da Grã-Bretanha, e as personagens ruins [‘bad characters’] eram marcadas com as letras "BC". . . . Em 1717 a marcação foi abolida e substituída pela tatuagem .... da letra de "D", de "Desertor". - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 162)
TATUAGEM: A MARCA DA ABERRAÇÃO DO ESPECTÁCULO

Até cerca de 1900, a tatuagem era tão "fora do comum" dentro das civilizações normais que elas eram principalmente encontradas a assustar as pessoas nos "espectáculos de aberrações" dentro dos circos.
Por volta de 1897, a tatuação havia atingido os Estados Unidos, onde imediatamente se tornou numa atracção periférica circense.  - (Laura Reybold, Everything you need to know about the dangers of tattooing and body percing, p. 17) 
A popularidade da tatuação durante a parte final do século 19 e primeira metade do século 20 deve muito aos circos. - (Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 135)
TATUAGEM: A MARCA DA INDECÊNCIA

As tatuagens são algo rebelde e nojentas para a maior parte das pessoas - eles comparam-nas com a pornografia imunda - "suja, indecente e subversiva para a moralidade".
Numa sociedade que considera a nudez como algo sujo, indecente e subversivo para a moralidade..... não é surpreendente que as decorações corporais estejam colocadas na mesma categoria. - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 179)
Até mesmo para os bárbaros e imorais Gregos e Romanos antigos, a tatuagem era considerada algo "bárbaro" e usado principalmente para marcar os escravos e os criminosos. Não deixa de ser interessante que eles tenham promovido a escravatura e outras formas de comportamento depravado, mas sentiam que as tatuagens eram bárbaras. O que é que isso nos diz da actual loucura entre os Cristãos do uso da tatuagem? Será que o próximo passo da depravação Cristã é a escravatura?
Os Gregos e Romanos não enveredavam pelo uso da tatuagem decorativa, que eles associavam com os bárbaros. Os Gregos, no entanto, aprenderam a técnica com os Persas, e usaram-na para marcar os escravos e os criminosos de modo a que eles pudessem ser identificados se por acaso tentassem escapar.
- (Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 15)
TATUAGEM: A MARCA DA DEPRAVAÇÃO

Os criminosos, os viciados em drogas, os pervertidos sexuais e os bandidos sociais são a esmagadora maioria dos tatuados. Estatísticas antigas e recentes claramente revelam que as tatuagens são largamente usadas pelos rebeldes e pelos depravados.
Para além de ser uma forma de auto-destruição, as tatuagens selam o utente para fora da sociedade normal para sempre. Não é de surpreender que o maior número de tatuados no Japão se encontre no submundo, e que nos Estados Unidos as tatuagens sejam mais prevalecentes na cadeia ou entre as bandas de hard rock. - (Danny Sugerman, Appetite for Destruction: the Days of Guns N’ Roses, p. 40) 
Era uma antiga tradição Japonesa fazer uma tatuagem aos criminosos condenados. - (Laura Reybold, Everything you need to know about the dangers of tattooing and body percing, p. 15) 
Estudo levado a cabo junto dos jovens deliquentes da Costa Ocidental dos Estados Unidos concluiu que os delinquentes tatuavam-se mais do que os não-deliquentes, e a inclinação desenvolve-se numa idade jovem sem levar em conta o futuro. - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 113) 
Nas instituições criminais Borstal [ed: centro de detenção juvenil] estimou-se que a incidência de tatuagens pode atingir os 75%. - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 113)
No que toca às estatísticas, estudos compreensivos levados a cabo na Dinamarca revelaram as esclarecedoras estatísticas que se seguem:
  • 42% dos presos com penas de curta duração tinham tatuagens.
  • 60% dos presos com dificuldades de comportamentos tinham tatuagens.
  • 72% dos jovens homens presos tinham tatuagens.
  • 52% da população prisional tinha tatuagens. - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 114) O mesmo estudo levado a cabo na Dinamarca revelou também que menos de 4.8% da população geral tinha uma tatuagem. - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 114)
  • Investigações levadas a cabo pelos oficiais policiais chegaram à conclusão de que:
    [A] presença de tatuagens corporais ornamentais podem servir para indicar a existência de desordens de personalidade que são passíveis de se manifestarem como comportamento criminoso.  - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 117) 
    Portanto, muitas autoridades associam as tatuagens com agressividade, isto é, anti-autoritarismo, e não pode ser contestado que os gangues e os delinquentes, jovens ou não, exibem evidências maciças de agressividade. - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 114)
    De acordo com variados estudos, a tatuagem personifica e estabelece de tal forma uma "atmosfera rebelde" que um dos passos mais importantes para a reabilitação prisional é a remoção da tatuagem. Ainda de acordo com vários estudos sérios, a tatuagem está tão fortemente associada ao comportamento criminoso e à delinquência que, sem dúvida alguma, a mera decoração com uma tatuagem inerentemente contribui para um padrão de comportamento criminoso.
    Isto [a tatuagem] é um dos problemas por trás da reabilitação prisional. É por isso que alguns cirurgiões plásticos ligados ao trabalho prisional estão prontos para passar enormes quantidades de tempo a remover tatuagens, especialmente em zonas [corporais] expostas. (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 181)
    Adolfo Loos, famoso arquitecto que estudou a ligação entre a tatuagem e o crime, flagrantemente disse o seguinte:
    Os homens tatuados que não se encontram presos ou são criminosos latentes ou aristocratas degenerados. Se alguém tem uma tatuagem e morre em liberdade, ele morre alguns anos antes de ter cometido assassinato. - (Adolf Loos, 1962 Ornament und Verbrechen. Samtliche Schriften, edited by F. Gluck. Vienna: Herold, 1962, cited at www.into-you.co.uk/contents/misc.htm)
    TATUAGEM: A MARCA DA PERVERSÃO
    Estudos levados a cabo por profissionais estabeleceram uma ligação entre o homossexualismo, o lesbianismo, e a perversão sexual grosseira.
    Para ser justo para aqueles que afirmam que a tatuagem está associada ao homossexualismo, investigadores duma Borstal feminina  na Nova Zelândia revelaram que das 60% [raparigas/mulheres] que se tatuavam, 90% admitiram comportamento lésbico durante o tratamento correctivo. Outras análises indicaram um rácio entre a agressividade e o número de tatuagens, e as raparigas mais tatuadas eram instáveis e inseguras, e tendiam a assumir o papel masculino nos seus encontros sexuais. - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 87) 
    Entre as condições [associadas à tatuagem] Raspa citou:  impulsividade, baixa auto-estima, falta de auto-controle, orientação [sic] homossexual, sadomasoquismo sexual, "bondage", fetichismo, bissexualismo, lesbianismo, personalidade antisocial, transtorno de personalidade borderline, transtorno de personalidade esquizóide, desordem maníaca e bipolar, e esquizofrenia.  - Raspa, Robert F. and John Cusack 1990, Psychiatric Implications of Tattoos, American Family Physician. 41: p. 1481 cited in Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 159)
    TATUAGEM E TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE

    Os estudos indicam também que as tatuagens "auto-infligidas" estão frequentemente associadas com transtornos de personalidade, ambiente familiar problemático e tendência à auto-mutilação.
    As evidências indicam que é a mera presença de tatuagens, e não o seu conteúdo artístico, correlacionam-se com certos diagnósticos. Portanto, qualquer tipo de tatuagem pode ser vista como um sinal de aviso que tem que alertar o profissional para atentar para problemas psiquiátricos ocultos. - (Raspa, Robert F. and John Cusack 1990, Psychiatric Implications of Tattoos, American Family Physician. 41: p. 1483) 
    . . . . .  estudos sugerem que as pessoas com transtornos de personalidade frequentemente têm múltiplas tatuagens pequenas . . .  - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 115) 
    As pesquisas claramente indicam . . . . . que a presença de tatuagens é frequentemente um indicador dum ambiente familiar carente e perturbado. . . . - (Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 117)
    E AS TATUAGENS NOS DIAS DE HOJE?

    É bem provável que algumas pessoas sejam levadas a pensar algo do tipo:

    É verdade que as tatuagens estiveram associadas aos criminosos, à depravação e ao comportamento imoral, mas isso foi no passado. Actualmente as tatuagens são usadas por celebridades, atletas, políticos e homens e mulheres de negócios, para além de estarem a ser adornadas por revistas da alta moda e revistas desportivas. Não há qualquer tipo de dado que remotamente sugira que há uma ligação entre o comportamento criminoso e imoral com as tatuagens.

    Não, amigo, hoje em dia as tatuagens fazem parte da alta moda e são fixes. 

    A sério?

    Um estudo bastante compreensivo e uma análise também compreensiva das tatuagens foi recentemente publicada em Abril de 2001. . . O estudo foi levado a cabo pelo Dr. Timothy Roberts, pediatra na "University of Rochester Children’s Hospital". A análise detalhada foi feita a partir do estudo de 6072 jovens pessoas, com idades compreendidas dos 11 aos 21; este estudo analisou todo o país, vários grupos étnicos e todos os estratos sociais e económicos. Dito de outra forma, foi um estudo bastante meticuloso e modelos de dados fiáveis foram construídos a partir deste estudo. De facto, esta análise levada a cabo às tatuagens é provavelmente a mais compreensiva e a mais conclusiva alguma vez feita. 

    Segundo este estudo, os jovens tatuados de hoje são:
  • Quase 4 vezes mais susceptíveis de se envolverem em actividade sexual
  • Mais de duas vezes mais prováveis de ter problemas relacionados com o álcool
  • Quase duas vezes mais susceptíveis de usar drogas ilegais
  • Mais de duas vezes mais susceptíveis de expressar comportamento violento
  • Mais de duas vezes mais susceptíveis de abandonar a escola secundária.
  • Segundo o estudo, escreve o Dr. Roberts,
    A tatuagem nos adolescentes estava significativamente associada às relações sexuais, ao uso de substâncias, à violência, e a problemas escolares em análises bivariadas e regressões logísticas ajustadas para factores soció-demográficos e uso de substâncias por parte de amigos. - (Timothy A. Roberts, M.D. and Sheryl A. Ryan, M.D., Tattooing and High-Risk Behavior in Adolescents, Division of Adolescent Medicine, Strong Children’s Research Center, University of Rochester School of Medicine, Rochester, NY)
    O Dr. Roberts "conclui" no estudo que as tatuagens "têm fortes associações com comportamentos de alto-risco junto dos adolescentes". 
    Conclusão: Tatuagens permanentes têm fortes associações com comportamentos de alto-risco junto dos adolescentes. A presença de tatuagens durante a examinação dum adolescente deve levar a uma avaliação profunda em busca de comportamentos de alto-risco. - (Timothy A. Roberts, M.D. and Sheryl A. Ryan, M.D., Tattooing and High-Risk Behavior in Adolescents, Division of Adolescent Medicine, Strong Children’s Research Center, University of Rochester School of Medicine, Rochester, NY)
    Convém ressalvar que o Dr. Roberts tem uma tatuagem; antes do estudo, o Dr. Roberts admitiu que era opinião sua de que as pessoas tatuadas eram injustamente  estereotipadas. Um dos propósitos do seu estudo era o de provar isso mesmo. Depois dos resultados sobrepujantes, o Dr. Roberts admitiu:

    Fiquei mais do que surpreendido com os resultados.

    Depois da avaliação, o Dr. Roberts disse, "A tatuagem é um sinal que deve levar os médicos, os pais, os professores a perguntar mais sobre o comportamento dos adolescentes."

    MAS NÃO ERA [O SENHOR] JESUS UM REBELDE?

    Frequentemente oiço a linha de argumento "rebelde" por parte dos Cristãos:
    Ouve lá, jovem, eu sou um rebelde tal como Jesus. Pois é, pá, Ele era Um Rebelde. Ele foi o Verdadeiro Rebelde. Ele revoltou-Se contra o sistema, pá. Pois é, pá, Ele foi o Rebelde por excelência. E é por isso que eu uso tatuagens, pá. Estou a revoltar-me contra o sistema.
    O fortemente tatuado Sonny, da banda punk-rap-metal P.O.D. "Rastafarianismo-Christianity-E-Sabe-Se-Lá-Mais-O-Quê", alega que o Senhor Jesus foi o Primeiro Rebelde - e o "Primeiro Roqueiro Punk".
    Acreditamos que Jesus foi o [P]rimeiro [R]ebelde. Ele foi o [P]rimeiro roqueiro-punk a voltar-Se contra tudo o resto. - Sonny, P.O.D
    Vamos esclarecer uma coisa: O Senhor Jesus Cristo não foi um Rebelde. A Bíblia é bastante clara ao afirmar que Ele foi Obediente até à morte - até à morte na cruz:
    "e, achado na forma de Homem, humilhou-Se a Si mesmo, tornando-Se obediente até a morte, e morte de cruz." - Filipenses 2:8
    Até mesmo no Jardim do Getsémani, sabendo que todos os pecados perversos e abomináveis alguma vez cometidos na história seriam colocados sobre Ele (2 Cor 5:17), sabendo que Ele iria beber o cálice da ira de Deus, estando Ele em grande agonia e o Seu Suor sem pecado caía tal como se fossem grandes gotas de sangue - mesmo aí, graças a Deus, graças a Deus - Ele não Se revoltou. Ele orou ".... não se faça a minha vontade, mas a Tua". 
    42. dizendo: Pai, se queres afasta de Mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a Tua.
    43. Então Lhe apareceu um anjo do céu, que o confortava.
    44. E, posto em agonia, orava mais intensamente; e o Seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue, que caíam sobre o chão.
    - Lucas 22:42-44
    Sim, o Senhor Jesus era "contra" o mundo e contra o sistema, mas isso foi assim porque o mundo estava em rebelião - e não o Senhor Jesus. Graças a Deus, Ele foi Obediente à Vontade de Deus. O mundo, a carne e o diabo revoltaram-se e encontram-se em rebelião contra a Palavra de Deus - tal como qualquer pessoa que se desgrace a si mesma com uma tatuagem proibida por Deus.

    Não estás feliz, caro amigo, com o facto do Senhor Jesus não ter sido um "Rebelde", que Ele foi Obediente à Vontade do Pai, e que Sonny dos P.O.D. está tão errado? Se o Senhor Jesus Se tivesse revoltado - por um segundo, com um pensamento e com um só pecado - não haveria esperança para a humanidade. Não estás contente com o facto do Senhor Jesus ter morrido por ti no Calvário?

    Já aceitaste o Senhor Jesus como teu Salvador?


    quarta-feira, 4 de abril de 2012

    sábado, 25 de fevereiro de 2012

    Cuidado com as imitações

    NOVA IORQUE, 17 de Fevereiro (C-FAM) Durante as duas semanas passadas, um comité de supervisão da ONU aparentemente irrelevante teve uma reunião com resultados inegavelmente importantes.

    Incumbido de examinar as solicitações de inscrição de centenas de grupos de defesa de certas causas que desejam ganhar condição e entrada oficial na Organização das Nações Unidas, o comité no final recusou-se a recomendar a aprovação de várias organizações pró-aborto e anticatólicas polémicas.

    Uma das organizações problemáticas para recomendação era a organização não-governamental (ONG) argentina “Católicas por el Derecho a Decidir Cordoba.” A organização pertence a uma rede internacional de grupos que fazem defesa do aborto na América Latina que foi fundada em colaboração com a organização americana Catholics for Choice (Católicas pela Escolha).

    Catholics for Choice (CFC) é talvez melhor conhecida por contradizer directamente a Igreja Católica ao afirmar que é possível ser católico e apoiar o aborto.

    A organização teve seu pedido de recomendação negado quando o representante do Paquistão apontou para o fato de que o nome em sua solicitação de inscrição era diferente do nome sob o qual fora registada dentro de seu próprio país.

    A Santa Sé explicou que sob a lei da Argentina a Igreja Católica é reconhecida como entidade pública e que uma organização não poderia usar o nome “católico” sem a aprovação da Igreja Católica.

    Permitir que eles entrassem sob “Católicas por el Derecho a Decidir Cordoba” em vez de seu nome legalmente reconhecido de “Associación Civil Por El Derecho a Decidir” serviria para minar a lei da Argentina.

    Outra organização pró-aborto, Women Deliver, teve também negado seu pedido de recomendação. Women Deliver é uma organização operada por defensores do aborto que militam sob a bandeira de saúde maternal a fim de fazer campanhas internacionais em favor de “direitos” mais amplos de saúde sexual e reprodutiva.

    Durante a reunião, as organizações tiveram de responder a várias perguntas relacionadas aos seus membros, missão e atividades com organizações da ONU como o Fundo de População da ONU (FNUAP). No final, elas não conseguiram a aprovação do comité porque os países que compõem o comité ficaram insatisfeitos com as respostas delas.

    Duas vezes durante a sessão, o comité foi pego em debate acalorado acerca da “Homosexuelle Initiative Wien”, uma organização homossexual com sede na Áustria. Além do fato de que Marrocos permaneceu insatisfeito com as respostas da organização às perguntas do comité, vários membros do comité, inclusive a Santa Sé, expressaram preocupação com a falta de seriedade com a qual o grupo pareceu estar tratando do processo de aprovação.

    A Santa Sé questionou, de modo particular, a controversa afirmação da organização de que o único Estado dentro da União Europeia com uma lei de consentimento sexual mais baixa do que a Áustria era o Vaticano, onde era “doze”.

    A Santa Sé não só apontou para o fato de que tal lei não existia no Vaticano, mas também explicou que a lei canónica só fazia referência à idade de consentimento para casamento que, fosse como fosse, não era doze anos de idade.

    Considerando que a declaração do grupo era tanto factualmente quanto legalmente incorrecta, e que representava um ataque difamatório ao Vaticano, solicitou-se que o pedido de inscrição do grupo recebesse uma emenda antes de ser considerado para maior recomendação.

    O comité de supervisão de dezanove membros é o principal ponto de entrada para qualquer organização não governamental que busca ganhar condição consultiva oficial na Organização das Nações Unidas.

    Seu propósito é examinar meticulosamente as actividades de cada organização e decidir se recomendar a organização para aprovação final por parte do Conselho Económico e Social (cuja sigla em inglês é ECOSOC).

    Tradução: Júlio Severo

    sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

    Manifestações ABSURDAS - David Wilkerson

    Esta profanação da Palavra de Deus e do sacerdócio santo é muito comum em algumas igrejas evangélicas. Isto é o que dá quando o homem põe as opiniões humanas acima da Infalível, Inerrante, Perfeita Palavra do Grande Deus e nosso Senhor, Jesus Cristo.

    Como me disse um comentador do blogue Darwinismo, "A Bíblia não é autoritária; a Bíblia É A AUTORIDADE".

    Enquanto os Cristãos não voltarem a ter fé de que a Bíblia é a Autoridade Suprema em todas as áreas espirituais, o mundo Cristão vai ficar sujeito a "todo o vento de doutrina".


    domingo, 20 de novembro de 2011

    Como Reconhecer Uma Seita

    Existem milhares de religiões neste mundo, e obviamente nem todas são certas. O próprio Jesus advertiu seus discípulos de que viriam falsos profetas usando Seu nome, e ensinando mentiras, para desviar as pessoas da verdade (Mateus 24.24). O apóstolo Paulo também falou que existem pessoas de consciência cauterizada, que falam mentiras, e que são inspirados por espíritos enganadores (1 Timóteo 4.1-2).

    Nós chamamos de seitas a essas religiões. Não estamos dizendo que todos os que pertencem a uma seita são desonestos ou mal intencionados. Existem muitas pessoas sinceras que caíram vítimas de falsos profetas. Para evitar que isto ocorra connosco, devemos ser capazes de distinguir os sinais característicos das seitas. Embora elas sejam muitas, possuem pelo menos cinco marcas em comum:

    (1) Elas têm outra fonte de autoridade além da Bíblia. Enquanto que os cristãos admitem apenas a Bíblia como fonte de conhecimento verdadeiro de Deus, as seitas adoptam outras fontes. Algumas forjaram seus próprios livros; outras aceitam revelações directas da parte de Deus; outras aceitam a palavra de seus líderes como tendo autoridade divina. Outras falam ainda de novas revelações dadas por anjos, ou pelo Próprio Senhor Jesus. E mesmo que ainda citem a Bíblia, ela tem autoridade inferior a estas revelações.

    (2) Elas acabam por diminuir a pessoa de Cristo. Embora muitas seitas falem bem do Senhor Jesus Cristo, não O consideram como sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, nem como sendo o Único Salvador da humanidade. Reduzem-No a um Homem Bom, a um Homem Divinizado, a um espírito aperfeiçoado através de muitas encarnações, ou à mais uma manifestação diferente de Deus, igual a outros líderes religiosos como Buda ou Maomé. Frequentemente, as seitas colocam outras pessoas no lugar de Cristo, a quem adoram e em quem confiam.

    (3) As seitas ensinam a salvação pelas obras. Essa é uma característica universal de todas as seitas. Por acreditarem que o homem é intrinsecamente bom, pregam que ele pode acumular méritos e vir a merecer o perdão de Deus, através de suas boas obras praticadas neste mundo.

    Embora as seitas sejam muito diferentes em sua aparência externa, são iguais neste ponto. Algumas falam em fé, mas sempre entendem a fé como sendo um ato humano meritório. E nisto diferem radicalmente do ensino bíblico da salvação pela graça mediante a fé.

    (4) As seitas são exclusivistas quanto à salvação. Pregam que somente os membros do seu grupo religioso poderão se salvar. Enquanto que os cristãos reconhecem que a salvação é dada a qualquer um que arrependa-se dos seus pecados e creia em Jesus Cristo como Salvador (não importa a denominação religiosa), as seitas ensinam que não há salvação fora de sua comunidade.

    (5) As seitas se consideram o grupo fiel dos últimos tempos. Elas ensinam que receberam algum tipo de ensino secreto que Deus havia guardado para os seus fiéis, perto do fim do mundo. É interessante que ao nos aproximarmos do fim do milénio, cresce o número de seitas afirmando que são o grupo fiel que Deus reservou para os últimos dias da humanidade.

    Podemos e devemos ajudar as pessoas que caíram vítimas de alguma seita. Na carta de Tiago está escrito que devemos procurar ganhar aqueles que se desviaram da verdade (Tiago 5.19-20). Para isto, entretanto, é preciso que nós mesmos conheçamos profundamente nossa Bíblia bem como as doutrinas centrais do Cristianismo. Mais que isto, devemos ter uma vida de oração, em comunhão com Cristo, para recebermos dele poder e amor e moderação.


    Augustus Nicodemus Lopes, doutor em Novo Testamento, é professor de Exegese do Sem. Presbit. José Manoel da Conceição, em São Paulo e Diretor do Centro Presbit. de Pós-Graduação Andrew Jumper, São Paulo.
    E-Mail: anlopes@mackenzie.br

    segunda-feira, 18 de julho de 2011

    O falso Cristão

    "Ray believes I was a 'false convert' and was never a 'true Christian' the entire time I believed I was a born-again evangelical Christian for many years. I spoke in tongues, had the many gifts of the Holy Spirit, laying-on-of-hands, the whole nine yards." Lehman

    He isn't the only regular on this blog who is the sad product of the false gospel. Another person continually says that he was a Christian minister, that he read the Bible many times, and that he truly believed, until he saw the light.

    But notice the above person's "evidence" of his supposed conversion. It was "gifts," when the Bible says that it is by "fruits" (not gifts) that a Christian is known.

    The Scriptures list the evidential fruits of conversion as fruit of righteousness (striving to do the right thing), the fruit of praise (giving God due praise for His kindness, etc.), the fruit of thanksgiving (having a thankful heart for the "unspeakable" gift of everlasting life, etc.), the fruit of repentance (living a life of holiness—-no longer serving sin), and the fruit of the Spirit (love, joy, peace, patience, goodness, gentleness, faith, meekness and temperance).

    Instead of possessing these fruits, the false convert is a hypocrite. He doesn't come to know the Lord because his sin still separates him from God (see Mark chapter 4). He holds onto secret sins (lust, selfishness, bitterness, etc.), and it's only a matter of time (as with Judas) until he is exposed.

    Many hypocrites are not yet evident, and so they will stay within the Church among God's people—-as goats among the sheep--and will be sorted out on Judgment Day.

    The reason the false convert had a false conversion is that he never found a place of biblical repentance in the first place. He never saw sin in its true light. That's why the Ten Commandments should be thundered from the pulpits of churches, and not the unbiblical "God has a Wonderful Plan for Your Life" false gospel.

    You can freely read about the false gospel and its tragic effects (or listen) on www.freewonderfulbook.com

    domingo, 3 de abril de 2011

    quarta-feira, 23 de março de 2011

    O fracasso do "cristianismo" liberal

    O "cristianismo" liberal é tão irracional e inconsequente que até os ateus conseguem desmontar os seus argumentos. Vejam a forma como o ateu Christopher Hitchensnd revela a posição ilógica do liberalismo:
    Maryiln Sewell: "O tipo de religião que você cita no seu livro é, em termos gerais, do tipo fundamentalista em todas as suas variantes. Eu sou uma cristã liberal e não interpreto as histórias das Escrituras de forma literal. Não acredito na doutrina da Expiação (que Jesus morreu pelos nossos pecados, por exemplo). Você faz alguma distinção entre os fundamentalistas e a fé liberal?"

    Christopher Hitchens: "Eu diria que, se você não acredita que Jesus de Nazaré era o Cristo e o Messias, e que Ele ressuscitou dos mortos e que pelo Seu sacrifício os nossos pecados estão perdoados, então você não é em nenhum sentido significativo uma cristã."
    O que é que podemos dizer do "cristianismo" liberal quando uma das suas representantes não consegue se elevar para o nível intelectual e Teológico de um dos Novos Ateus? Porque é que alguém se identificaria como "cristã" se não acredita na doutrina mais fundamental dessa mesma ideologia, nomeadamente, a Ressurreição do Senhor Jesus?

    As ideologias que se colocam contra a Bíblia invariavelmente vão entrar em auto-contradição. A posição da srª Sewell é tão fraca que até um ateu a pôde desmascarar com uma só frase. Se vocês forem ver a entrevista, vão notar que ela nem tentou defender o seu "cristianismo". Mas para quê?

    E de pensar que muitos centros Teológicos cristãos estão infestados por pessoas com este tipo de pensamento "liberal".

    Outra coisa que convém notar é que estes liberais tem todos uma coisa em comum: nenhum deles aceita o que Génesis diz sobre a Criação. Nenhum deles aceita que Deus criou em seis dias, ou mesmo que Deus enviou um Dilúvio Universal para castigar o homem pelos seus pecados. Todos eles caíram no erro de tentar acomodar a Bíblia ao limitado conhecimento do homem, e todos eles acabaram por ser coerentes com as suas crenças iniciais.

    Afinal, se o que Deus diz em Génesis não é Verdade, porque é que o que Ele diz em Mateus, ou João ou Romanos seria verdade? Quem rejeita a Criação tal como descrita em Génesis (seis dias e nada mais) invariavelmente vai ser coerente e começar a "alegorizar" ou "espiritualizar" outras partes da Bíblia.

    Quando alguém se separa da nutrição que só vem pela Palavra de Deus, a apostasia é consequência lógica. Não é por acaso que o pais de Darwin é hoje um dos países mais anti-cristãos que existe no mundo. Pior provavelmente só a Coreia do Norte.

    "A fé vem por ouvir, e por ouvir a Palavra de Deus" (Romanos 10:17)

    segunda-feira, 21 de março de 2011

    Al Capones evangélicos

    Por J. Lee Grady, editor da Revista Charisma:
    Houve um tempo em que Al Capone controlava toda a cidade de Chicago. O notório gangster da década de 1920 subornou o prefeito, comprou a polícia e, como um rei, presidiu um império de cassinos, redes de contrabando e botecos em pleno vigor da Lei Seca. Ele se esquivou das balas por muitos anos e viveu acima da lei – ganhando assim a reputação de “intocável” porque ninguém podia levá-lo à justiça.
    Antes que Capone fosse finalmente preso em 1932, ele justificou seus crimes dizendo: “Tudo o que faço é para atender a demanda do público.” Ele nunca assumiu responsabilidade pelo estrago que causou porque prefeitos, policiais, líderes comunitários e estelionatários o apoiaram todo o tempo.
    Odeio ter que comparar ministros de Deus a um mafioso. Mas a triste verdade é que atualmente há alguns (talvez mais do que só alguns) pastores que possuem algumas das características mais abomináveis de Al Capone. São mestres do engano e da manipulação. Eles compraram seu espaço na subcultura evangélica carismática e usaram suas místicas habilidades hipnóticas para controlar grandes redes de TV cristãs.
    Mas a exemplo de Al Capone, seus dias estão contados. A Justiça logo os agarrará.
    Estes falsos profetas provavelmente começaram com um chamado genuíno da parte de Deus, mas o sucesso os destruiu. Eles se desviaram da fé verdadeira e foram seduzidos pela fama e pelo dinheiro; quando seus ministérios cresceram, eles apelaram a táticas questionáveis para manter a máquina religiosa rodando. Mas agora, em meio à Grande Recessão Americana, Deus está tratando com eles.
    Mas antes que nos regozijemos por estes impostores estarem sendo despejados de seus púlpitos e varridos das emissoras, pausemos por um minuto e reflitamos: como tais falsos profetas alcançaram tanta popularidade? Jamais teriam conseguido sem a nossa ajuda.
    Nós fomos os idiotas. Quando eles diziam: “O Senhor lhes dará riquezas incontáveis se vocês semearem mil dólares agora”, imediatamente pegávamos o telefone e nossos cartões de crédito. Que Deus nos perdoe.
    Nós fomos os cegos. Quando eles diziam: “Preciso que hoje vocês façam uma oferta sacrificial para que eu possa consertar meu jatinho particular”, sequer perguntávamos por que um servo de Deus não era humilde o suficiente para voar em classe econômica para alguma nação de Terceiro Mundo. Que Deus nos perdoe.
    Nós fomos os tontos. Quando ficávamos sabendo que eles estavam vivendo em imoralidade, maltratando suas esposas ou povoando cidades com seus filhos bastardos, dávamos ouvidos às suas desculpas ao invés de exigir que estes pastores vivessem como verdadeiros cristãos. Que Deus nos perdoe.
    Nós fomos os ingênuos. Quando eles imploravam por dois milhões de dólares extras para tapar algum rombo no orçamento, nos sentíamos incomodados em perguntar por que eles precisavam dormir em suítes de hotel cuja diária custava dez mil dólares. Na verdade, sempre que questionávamos algo, outro cristão rapidamente retrucava: “Não critique! A Bíblia diz ‘Não toque o ungido do Senhor!’” Que Deus no perdoe.
    Tratamos estes charlatões como Al Capones, como se eles fossem intocáveis, e como resultado a corrupção se espalhou pelas igrejas carismáticas como uma praga. Nosso movimento está contaminado pelo materialismo, orgulho, engano e imoralidade porque tivemos medo de dizer o que estes palhaços realmente são: inseguros, egoístas, egocêntricos e emocionalmente confusos.
    Se tivéssemos aplicado discernimento bíblico há muito tempo atrás, teríamos evitado todo este caos. Jamais saberemos quantos incrédulos rejeitaram o Evangelho porque viram a Igreja apoiando pilantras que se gabavam, coagiam, mentiam, manipulavam, subornavam, roubavam e, com lágrimas, conquistavam espaço em nossas vidas – enquanto os aplaudíamos e depositávamos dinheiro em suas contas.
    Sempre que cristãos bem intencionados citam 1 Crônicas 16:22 (“Não toqueis os meus ungidos e não façais mal aos meus profetas”) para encobrir a sujeira e o charlatanismo, eles cometem uma injustiça contra as Escrituras. Esta passagem não ordena que nos calemos quando um líder está abusando do poder ou enganando as pessoas. Pelo contrário, somos chamados a confrontar o pecado em amor e honestidade. E certamente não estamos amando a Igreja se permitimos que os Al Capones carismáticos de nossa geração a corrompam.
    Fonte: Charisma Magazine. Tradução: Pão & Vinho.
    Divulgação: www.juliosevero.com

    quinta-feira, 10 de março de 2011

    Mórmons: quem são e no que REALMENTE crêem.

    Templo Mórmon em Las Vegas

    Templo Mórmon em Las Vegas

    Richard Packham,ex mórmon.

    Se o leitor está a investigar o Mormonismo (”Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias” ou “Igreja mórmon”), provavelmente está a estudar em reuniões privadas em sua casa, com missionários dessa igreja. Eis alguns aspectos chave que talvez lhe tenham dito:

    • O Mormonismo começou quando Joseph Smith, um jovem da zona oeste de Nova Iorque, foi incitado por um revivalismo cristão que ocorreu no local onde ele vivia em 1820 a orar a Deus por orientação para saber qual das igrejas era a verdadeira. Em resposta às suas orações, ele foi visitado por Deus o Pai e Deus o Filho, dois seres separados, que lhe disseram que não se devia juntar a nenhuma igreja porque todas as igrejas existentes nesse tempo eram falsas, e ele, Joseph, geraria a igreja verdadeira. Este acontecimento é chamado “A Primeira Visão.”

    • Em 1823 Joseph teve outra visita celestial, na qual um anjo chamado Moroni lhe contou a respeito de uma história sagrada escrita por hebreus da antiguidade na América, gravada num dialecto egípcio em tabuinhas de ouro e enterradas num monte próximo. Joseph foi informado que continham a história dos povos da América da antiguidade, e que Joseph seria o instrumento usado para trazer este registo ao conhecimento do mundo. Joseph obteve estas placas de ouro do anjo em 1827 e traduziu-as para inglês através do espírito de Deus e do uso de um instrumento sagrado que acompanhava as placas, chamado “Urim e Tumim.” A tradução foi publicada em 1830 como The Book of Mormon [O Livro de Mórmon].

    • The Book of Mormon [O Livro de Mórmon] é uma história religiosa e secular dos habitantes do hemisfério ocidental desde cerca de 2200 AC até cerca de 421 AD. Diz ao leitor que todos os índios americanos são descendentes de três grupos de imigrantes que foram conduzidos por Deus dos seus lares originais no oriente próximo para a América. Um grupo veio da Torre de Babel e outros dois grupos vieram de Jerusalém imediatamente antes do cativeiro Babilónico, cerca de 600 AC. Eles foram conduzidos por profetas de Deus que tinham o evangelho de Jesus Cristo, que está preservado na sua história, o Livro de Mórmon. Muitos dos descendentes destes imigrantes eram cristãos, mesmo antes de Cristo ter nascido na Palestina, mas muitos eram descrentes. Crentes e descrentes travaram muitas guerras, a última das quais apenas deixou como sobreviventes descrentes degenerados, que são os antepassados dos índios americanos. O acontecimento mais importante durante esta longa história foi a visita de Jesus Cristo à América, depois da sua crucificação, quando ele ministrou (e converteu) todos os habitantes.

    • Joseph Smith foi dirigido por revelação de Deus no sentido de restabelecer (”restaurar”) a verdadeira igreja, o que fez em 1830. Ele foi visitado várias vezes por mensageiros celestiais, que o ordenaram no verdadeiro sacerdócio. Ele continuou a ter revelações de Deus para guiar a igreja e para dar mais conhecimento do Evangelho. Muitas destas revelações estão publicadas em Doctrine and Covenants [Doutrina e Convénios].

    • Joseph Smith e os seus seguidores foram perseguidos continuamente devido às suas crenças religiosas, e mudaram-se do Estado de Nova Iorque para o Ohio, depois para o Missouri, depois para o Illinois, onde Joseph Smith foi assassinado em 1844 por uma multidão, um mártir devido às suas crenças. A igreja foi depois conduzida por Brigham Young, o sucessor de Joseph, para o Utah, onde os Mórmons se estabeleceram com sucesso.

    • A igreja Mórmon é dirigida actualmente pelos sucessores de Joseph Smith. O actual presidente da igreja é um “profeta, vidente e revelador” exactamente como Joseph Smith era, e guia os membros da igreja através de revelações e orientação de Deus.

    • A igreja Mórmon moderna é a única igreja verdadeira, conforme restaurada por Deus através de Joseph Smith. Outras igrejas, derivadas da igreja cristã primitiva, estão em apostasia porque os seus líderes corromperam as escrituras, mudaram os rituais da igreja original e muitas vezes levam vidas corruptas, perdendo desse modo a autoridade.

    • Ao aceitar o baptismo na igreja Mórmon, a pessoa toma o primeiro passo necessário em direcção à salvação e à entrada definitiva no Reino do Céu (o “Reino Celestial”).

    O que os missionários não lhe dirão

    Eis um sumário de importantes factos sobre a igreja Mórmon e a sua história que os missionários provavelmente não lhe dirão. Não estamos a sugerir que eles o estão a enganar intencionalmente — a maioria dos jovens mórmons que servem em missões para a igreja não são conhecedores da história da igreja ou de estudos críticos modernos sobre a igreja. Provavelmente eles próprios não conhecem todos os factos. Contudo, eles foram treinados para dar aos investigadores “leite antes da carne”, ou seja, adiam a revelação de toda a informação que pode tornar um investigador hesitante, mesmo que seja verdadeira. Mas o leitor deve tomar conhecimento destes factos antes de se comprometer.

    Cada um dos factos que apresentamos em seguida é fundamentado em sólida investigação histórica. E esta lista não é de modo algum exaustiva! Para consultar links de artigos em inglês que fundamentam cada um destes pontos, clique na palavra NOTAS, que está a seguir a cada item.

    • A história da “Primeira Visão”, na forma que os mórmons hoje apresentam, era desconhecida até 1838, dezoito anos depois da sua alegada ocorrência e quase dez anos depois de Smith ter começado os seus esforços missionários. A versão mais antiga da visão, escrita pelo próprio Smith, é aproximadamente de 1832 (pelo menos onze anos depois da alegada visão), e diz que apenas uma personagem, Jesus Cristo, lhe apareceu. Também não menciona nada sobre um reavivamento religioso e contradiz o relato posterior quanto a Smith já ter decidido que nenhuma igreja era verdadeira. Existe ainda uma terceira versão deste acontecimento, registada como uma recordação no diário de Smith, quinze anos depois da alegada visão, em que apenas uma “personagem” aparece, sobre a qual se diz explicitamente que não é o Pai nem o Filho, acompanhada por muitos “anjos”, que não são mencionados na versão oficial que os mórmons hoje contam. Qual das versões é correcta? Por que é que este evento, que a igreja agora diz ser tão importante, foi desconhecido por tanto tempo?NOTAS

    • Um estudo cuidadoso da história religiosa do local onde Smith viveu em 1820 lança dúvida sobre se realmente houve um grande reavivamento religioso associado com a “Primeira Visão” nesse ano, como Smith e a sua família descreveram mais tarde. Os reavivamentos religiosos que ocorreram em 1817 e 1824 ajustam-se melhor ao que Smith descreveu mais tarde. NOTAS

    • Em 1828, oito anos depois de o próprio Deus alegadamente lhe ter dito que não se devia juntar a nenhuma igreja, Smith pediu para ser membro de uma igreja Metodista local. Outros membros da sua família tinham-se juntado aos Presbiterianos. NOTAS

    • Contemporâneos de Smith descrevem-no consistentemente como um vigarista cuja principal fonte de receitas era ‘alugar-se’ a agricultores locais para ajudá-los a encontrar tesouros enterrados, através do uso de magia popular e “pedras de vidência”. De facto, Smith foi julgado em tribunal em 1826 sob acusação de ter andado a desenterrar ouro [ou dinheiro].NOTAS

    • As únicas pessoas que afirmaram ter visto as placas de ouro foram onze amigos próximos de Smith (muitos deles familiares uns dos outros). Os testemunhos deles são impressos na primeira página de todas as cópias do Livro de Mórmon. Nunca foi permitido a terceiros examinar essas placas. As placas foram recolhidas pelo anjo em certo momento desconhecido. A maioria das testemunhas posteriormente abandonou o movimento. Então Smith chamou-lhes “mentirosos”. NOTAS

    • Smith produziu a maior parte da “tradução”, não através da leitura das placas usando o Urim e o Tumim (aparentemente um par de ‘lentes’ sagradas), mas sim contemplando a mesma “pedra de vidência” que ele tinha usado para procurar tesouros. Ele colocava a pedra no seu chapéu e depois usava-o para cobrir a face. A maior parte do tempo ele estava a ditar, as placas de ouro nem sequer estavam presentes, estavam num esconderijo. NOTAS

    • A história e civilização descritas detalhadamente no Livro de Mórmon não correspondem a nada que os arqueólogos tenham encontrado nas Américas. O Livro de Mórmon descreve uma civilização que durou mil anos, abrangendo tanto a América do Norte como a América do Sul, que tinha cavalos, elefantes, gado, ovelhas, trigo, cevada, aço, veículos com rodas, construção de navios, navios, moedas e outros elementos da cultura do Velho Mundo. Mas nunca se encontrou nas Américas desse período qualquer traço destas coisas supostamente muito comuns. E o Livro de Mórmon não menciona nenhuma das características das civilizações que realmente existiam nesse tempo nas Américas. A igreja mórmon gastou milhões de dólares ao longo de muitos anos tentando provar através de pesquisas arqueológicas que o Livro de Mórmon é um registo histórico exacto, mas eles fracassaram em produzir nem que fosse um fragmento de evidência arqueológica pré-colombiana apoiando a história do Livro de Mórmon. Além disso, enquanto o Livro de Mórmon apresenta uma imagem de um povo relativamente homogéneo, com uma única língua e modo de comunicação entre partes longínquas das Américas, a história pré-colombiana das Américas mostra o oposto: tipos raciais muito diversos (quase completamente asiáticos de leste — de modo nenhum semitas), e muitas línguas nativas independentes [não relacionadas entre si], nenhuma das quais está relacionada com o hebreu ou o egípcio, nem sequer remotamente. NOTAS

    • As pessoas do Livro de Mórmon eram supostamente judeus devotos que observavam a Lei de Moisés, mas no Livro de Mórmon não existe praticamente nenhum vestígio da sua observância da Lei Mosaica, nem notamos no livro um conhecimento exacto dessa lei. NOTAS

    • Embora Joseph Smith tenha dito que Deus considerou “correcta” a tradução completa das placas, conforme publicada em 1830, foram feitas muitas mudanças em edições posteriores. Além de milhares de correcções de gramática defeituosa e palavras grosseiras que existiam na edição de 1830, foram feitas outras alterações para reflectir mudanças subsequentes em algumas das doutrinas fundamentais da igreja. Por exemplo, uma mudança inicial na redacção modificou a aceitação da doutrina da Trindade, na edição de 1830, permitindo assim que Smith introduzisse a sua doutrina posterior de múltiplos deuses. Uma mudança mais recente (1981) substituiu a palavra “branca” pela palavra “pura”, aparentemente para reflectir a mudança na posição da igreja em relação à “maldição” da raça negra. NOTAS

    • Joseph Smith disse que o Livro de Mórmon continha “a plenitude do evangelho”. Contudo, o seu ensino em muitos assuntos doutrinais tem sido ignorado ou contrariado pela actual igreja mórmon e muitas doutrinas que a igreja agora diz serem essenciais nem sequer são mencionadas no livro. Exemplos são a posição da igreja na natureza de Deus, nascimento virginal, Trindade, poligamia, Inferno, sacerdócio, organizações secretas, natureza do Céu e salvação, templos, rituais por procuração em benefício dos mortos e muitos outros assuntos. NOTAS

    • Muitas das noções históricas básicas que encontramos no Livro de Mórmon já tinham aparecido impressas em 1825, dois anos antes de Smith ter começado a produzir o Livro de Mórmon, num livro chamado View of the Hebrews [Vista dos Hebreus], escrito por Ethan Smith (não era familiar de Joseph) e publicado num local muito próximo de onde Joseph Smith vivia. Um estudo cuidadoso deste livro obscuro levou um representante da igreja mórmon (o historiador B. H. Roberts, 1857-1933) a confessar que a evidência tendia a mostrar que oLivro de Mórmon não era um registo antigo, era antes um conjunto de histórias que o próprio Joseph Smith tinha inventado, baseado no que tinha lido no tal livro anterior. NOTAS

    • Embora os mórmons afirmem que Deus está a guiar a igreja mórmon através do seu presidente (que tem o título “profeta, vidente e revelador”), os sucessivos “profetas” têm repetidamente conduzido a igreja para empreendimentos que foram fracassos sombrios e noutros casos não conseguiram prever desastres que se aproximavam. Para mencionar apenas alguns: o Kirtland Bank, a United Order, a reunião de Sião no Missouri, a expedição no Zion’s Camp, poligamia, o Alfabeto Deseret. NOTAS. O exemplo mais recente é a fraude que o traficante de manuscritos Mark Hofmann conseguiu vender à igreja em 1980. Ele foi bem sucedido em vender à igreja por milhares de dólares manuscritos que tinham sido forjados. A igreja aceitou-os como sendo documentos históricos genuínos. Os líderes da igreja ficaram a saber a verdade sobre esta fraude, não de Deus, através de uma revelação, mas de peritos não-mórmons e da polícia, depois de Hofmann ter sido preso por dois crimes que cometeu para encobrir a sua fraude. Este escândalo foi noticiado a nível nacional [nos E.U.A.]NOTAS

    • O ritual secreto no templo (a “doação”) foi introduzido por Smith em Maio de 1842, apenas dois meses depois de ele ter sido iniciado na Maçonaria. O ritual secreto no templo mórmon assemelha-se muito ao ritual maçónico desse tempo. NOTAS. Smith explicou que os Maçons tinham corrompido o ritual antigo (dado por Deus), mudando-o e removendo certas partes. Disse ainda que ele estava a restaurá-lo à sua forma “pura” e “original” (e completa), conforme lhe fora revelada por Deus. Nos 150 anos que passaram desde então, a igreja mórmon fez muitas mudanças fundamentais no ritual “puro e original” conforme “restaurado” por Smith, e fizeram isto principalmente removendo grandes partes desse ritual. NOTAS

    • Muitas doutrinas que em tempos passados foram ensinadas pela igreja mórmon e apresentadas como fundamentais, essenciais e “eternas”, foram abandonadas. O ponto aqui não é se a igreja estava correcta em abandonar essas doutrinas; em vez disso, o ponto é que uma igreja que alega ser a igreja de Deus toma uma posição “eterna” numa altura e a posição oposta noutra altura, e em qualquer dos casos afirma estar a proclamar a palavra de Deus. Alguns exemplos são:

      • A doutrina que diz que Adão era Deus, o Pai; NOTAS

      • A Ordem Unida (toda a propriedade dos membros da igreja deve ser tida em comum e registada em nome da igreja);

      • Casamentos plurais (poligamia; um homem tem de ter mais de uma esposa para alcançar o grau mais elevado do céu); NOTAS

      • A maldição de Caim (a raça negra não tem permissão de receber o sacerdócio de Deus porque está amaldiçoada; esta doutrina só foi abandonada em 1978); NOTAS

      • Expiação pelo Sangue (alguns pecados — apostasia, adultério, assassínio, casamento interracial — têm de ser expiados através do derramamento do sangue do pecador, preferencialmente por alguém designado para o efeito pelas autoridades da igreja); NOTAS

      Todas estas doutrinas foram proclamadas pelo profeta reinante como sendo a Palavra de Deus, “eternas”, “durando indefinidamente”, para governar a igreja “para todo o sempre”. Todas foram abandonadas pela igreja actual.

    • Joseph Smith afirmou ser um “tradutor” pelo poder de Deus. Além do Livro de Mórmon, ele fez várias “traduções” adicionais:

      • O Book of Abraham [Livro de Abraão], a partir de papiros [rolos] egípcios que obteve em 1838. Ele declarou que os rolos foram escritos pelo Abraão de que fala a Bíblia, “pela sua própria mão”. A tradução de Smith é agora aceite como sendo escritura pela igreja mórmon, como parte da Pearl of Great Price [Pérola de Grande Valor]. Smith também produziu uma “Gramática Egípcia” baseada na sua tradução. Os modernos especialistas do egípcio da antiguidade concordam que os rolos são rolos de funeral egípcio comuns, inteiramente pagãos na sua natureza, não tendo nada que ver com Abraão, e datam de um período 2000 anos posterior a Abraão. A “Gramática”, dizem os egiptólogos, prova que Smith não tinha qualquer noção da língua egípcia. É pura fantasia: ele inventou-a. NOTAS

      • A “Revisão Inspirada” da King James Bible [uma tradução da Bíblia]. Deus teria supostamente ordenado a Smith que traduzisse novamente a Bíblia porque as traduções existentes continham erros. Ele completou a sua tradução em 1833, mas a igreja ainda usa a King James Bible. NOTAS

      • As “Placas Kinderhook”, um grupo de oito placas de metal com estranhos caracteres gravados, desenterradas em 1843 perto de Kinderhook, Illinois, e examinadas por Smith, que começou a fazer uma “tradução” delas. Ele nunca completou a tradução, mas identificou as placas como um “registo antigo”, e traduziu o suficiente para identificar o autor como sendo um descendente de Faraó. Agricultores locais confessaram mais tarde que eles próprios tinham produzido, gravado e enterrado as placas, como uma fraude. Eles tinham copiado os caracteres de uma caixa de chá chinesa. NOTAS

    • Joseph Smith afirmou ser um “profeta”. Ele profetizou frequentemente eventos futuros “pelo poder de Deus”. Muitas destas profecias estão registadas na obra mórmon intitulada Doctrine and Covenants [Doutrina e Convénios]. Quase nenhuma se cumpriu, e muitas não se podem cumprir agora porque as acções que deviam ser feitas pelas pessoas nomeadas nunca foram realizadas e essas pessoas agora estão mortas. Muitas profecias incluíam datas para o seu cumprimento e essas datas já passaram há muito tempo, sendo que os acontecimentos nunca ocorreram. NOTAS

    • Joseph Smith não morreu como mártir mas sim numa batalha de tiros de pistola, na qual ele próprio disparou vários tiros. Ele estava preso nesse tempo, sob detenção por ter ordenado a destruição de um jornal de Nauvoo que se atreveu a publicar uma exposição (que era verdadeira) das ligações sexuais secretas de Joseph Smith. Nesse tempo ele tinha anunciado a sua candidatura para a presidência dos Estados Unidos, tinha estabelecido um governo secreto e tinha-se coroado secretamente como o “Rei do Reino de Deus”. NOTAS

    • Desde a fundação da igreja até à actualidade, os líderes da igreja não têm hesitado em mentir, falsificar documentos, reescrever ou suprimir a história ou fazer tudo o que for necessário para proteger a imagem da igreja. Muitos historiadores mórmons foram excomungados da igreja por terem publicado as suas descobertas acerca da verdadeira história mórmon.NOTAS

    A sua vida como mórmon

    Se o leitor decidir tornar-se um membro da igreja mórmon, deve saber como será a sua vida na igreja. Embora seja calorosamente aceite por uma animada comunidade de pessoas saudáveis, activas e que geralmente o apoiam, muitas delas sendo felizes no mormonismo e não podendo imaginar as suas vidas sem a essa religião, existe outro lado da questão:

    • O leitor será continuamente lembrado que para entrar no grau mais alto do céu (o “Reino Celestial”), terá de passar pela cerimónia da doação ["endowment"] no templo e ter “selado” o seu casamento com a sua esposa. (Se a sua esposa não é mórmon, você não pode entrar no grau mais alto do céu.) Para obter permissão para ter estas cerimónias realizadas no templo, você tem de provar que é um membro obediente e fiel da igreja e tem fazer tudo o que as autoridades da igreja ordenam, desde o Profeta até ao nível local. Terá de passar por uma entrevista pessoal com as autoridades locais da igreja para avaliar o seu valor, na qual eles lhe fazem perguntas sobre a sua vida privada e as suas actividades religiosas e sociais.NOTAS

    • Eles esperam de si que dê pelo menos dez porcento das suas receitas à igreja, como dízimo. Eles esperam que faça outros donativos, conforme a necessidade surgir. Você nunca verá um relatório de como esse dinheiro é gasto, ou quanto a igreja recebe, ou seja o que for acerca da condição financeira; a igreja mantém as suas finanças secretas, mesmo dos seus membros. NOTAS

    • Eles esperam que você abandone o uso do álcool, tabaco, café e chá. NOTAS

    • Eles esperam que você cumpra qualquer designação de trabalho que lhe for atribuída. Estas designações podem ser posições de ensino, posições de funcionário, ajudando em várias tarefas de apoio — qualquer trabalho que precise de ser feito. Cada tarefa que realizar com sucesso torná-lo-á elegível para outras, com mais responsabilidade e mais exigências sobre o seu tempo. Os membros que realizam estes trabalhos, mesmo aqueles que envolvem conselho pastoral delicado, não recebem qualquer treino formal (não existe clero pago, treinado). Ser-lhe-á dito que Deus o chamou para as suas designações. Muitos mórmons têm a maior parte do seu tempo livre ocupado com trabalho da igreja, tentando cumprir as numerosas designações que lhes foram dadas.

    • Eles esperam que você seja obediente às autoridades da igreja em tudo o que lhe ordenarem. O slogan é “siga a irmandade”, e significa seguir sem dúvidas ou questionamentos. Eles desencorajam a discussão da correcção dos decretos que vêm de cima. Eles esperam que você tenha fé que os líderes não o podem desencaminhar. Mesmo se eles lhe disserem algo que contradiz um profeta anterior, dirão: “Um profeta vivo tem precedência sobre um profeta morto.” NOTAS

    • Poderá “votar” naqueles que foram designados para posições de autoridade sobre si, mas a votação será feita através do método de braço no ar numa reunião pública. Só se votará num candidato para cada cargo (naquele indivíduo que for “chamado por Deus”). Portanto o voto é sempre unânime a favor do candidato.

    • Será instruído a não ler qualquer material que “não promova a fé”, isto é, que possa ser crítico em relação à igreja ou aos seus líderes, ou que possa colocar a igreja ou os líderes sob uma luz desfavorável.

    • Será instruído a não se associar com “apóstatas”, isto é, com ex-mórmons. (Na entrevista em que avaliam o seu “valor”, farão perguntas sobre este ponto.) NOTAS

    • Se você não é casado(a), será encorajado(a) a casar com um(a) bom (boa) mórmon, tão cedo quanto possível. Quando casar, numa cerimónia de casamento no templo, os membros da sua família e amigos que não são mórmons não serão autorizados a assistir à cerimónia, porque apenas os mórmons “com valor” têm autorização para entrar no templo.

    • Se é homossexual, será pressionado a abandonar este aspecto “mau” da sua natureza. Se não o fizer, provavelmente não será completamente aceite por outros membros da igreja. Se não permanecer celibatário, pode ser excomungado. NOTAS

    • Se é do sexo masculino, tem mais de 12 anos de idade e é “prestável” [ou "tem valor"] (ou seja, se é obediente, se assiste às reuniões, se não se masturba NOTAS, etc.), será ordenado num dos níveis do sacerdócio e, se continuar a ser fiel e obediente, subirá gradualmente através dos vários níveis do sacerdócio. Se é do sexo feminino, receberá os benefícios da autoridade do sacerdócio apenas de forma indirecta, através do seu pai ou marido mórmon. O papel da mulher mórmon é ser esposa e mãe e obedecer e honrar o seu esposo (ou pai) sacerdote. NOTAS

    • Se você provar que é fiel, que trabalha arduamente e é obediente, será posteriormente considerado digno de “receber a sua dotação [ou doação]” num templo mórmon. Não lhe será dito antecipadamente exactamente o que esperar nesta longa cerimónia, excepto que os detalhes do ritual são secretos (os mórmons preferem dizer que os detalhes são “sagrados”, mas eles tratam-nos como se fossem secretos). Como parte dessa cerimónia, será requerido de si que faça várias promessas juradas. Actualmente já não se menciona a punição pela violação dessas promessas, mas até 1990 a punição era a morte por vários meios sangrentos, como por exemplo ter a garganta cortada de orelha a orelha. Receberá sinais e palavras-passe secretos que são necessários para entrar no céu. (Embora a maioria dos mórmons que não receberam a doação ["endowment"] saibam muito pouco sobre a cerimónia, a liturgia está agora disponível por inteiro na Internet, para toda a gente ver.) Depois de receber a doação ["endowment"], será exigido de si que use sempre uma roupa interior especial. NOTAS

    • Se você alguma vez decidir que cometeu um erro quando se juntou à igreja e depois sair dela, provavelmente descobrirá (a julgar pelas experiências de outros que já passaram por isso) que muitos dos seus amigos mórmons o abandonarão e não falarão consigo [vão evitá-lo]. Se não conseguir convencer os membros da sua família a sair da igreja consigo, descobrirá que a igreja destruiu a sua família e o seu relacionamento com eles pode nunca mais se recuperar desse golpe. NOTAS

    Considere cuidadosamente estas questões antes de se comprometer e lembre-se que quaisquer dúvidas que possa ter agora só aumentarão no futuro.

    Examine cuidadosamente ambos os lados da história do mormonismo. Leia as histórias daqueles que passaram por uma experiência mórmon infeliz, não se limite a ouvir aqueles mórmons que falam de forma entusiástica sobre a vida na igreja. NOTAS

    Muitas vezes os missionários mórmons são charmosos e entusiásticos. Eles têm uma história atraente para contar. A princípio aquilo soa maravilhosamente. Mas lembre-se do velho ditado: “Se algo parece demasiado bom para ser verdade, provavelmente é demasiado bom para ser verdade!” Tenha cuidado para não cair na armadilha de acreditar em algo simplesmente porque deseja que isso seja verdade. Talvez os mórmons lhe digam que aqueles que criticam a igreja estão a mentir, a citar fora do contexto e a distorcer os assuntos. Contudo, se examinar as fontes usadas pelos críticos descobrirá que a maior parte das fontes usadas são escritos mórmons oficiais ou semi-oficiais. O leitor também deve examinar essas fontes.

    Será que o mormonismo é uma “seita”? Muitos especialistas em seitas religiosas vêem no mormonismo as mesmas características básicas que também existem em seitas que montam armadilhas para os incautos, apesar de muitas pessoas pensarem que “seitas” são sempre grupos pequenos e desconhecidos. Use uma lista de itens para avaliar o mormonismo, ou qualquer outro grupo, antes de se comprometer. NOTAS

    Para obter mais informação sobre o outro lado do mormonismo, ou para analisar evidência que fundamenta cada uma das afirmações feitas acima, sinta-se à vontade para nos contactar. O nosso único objectivo é que o leitor tenha acesso a ambas as partes. Prometemos não lhe pregar, mas apenas apresentar-lhe factos para que possa avaliar a história mórmon. Clique aquipara ver uma lista de endereços de e-mail de pessoas que pode contactar [se souber inglês]. Clique aqui para ler histórias [em inglês] de pessoas que deixaram o mormonismo.

    sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

    LifeSiteNews está sob ameaça de fechar por causa de processo de 500 mil dólares

    É com grande preocupação que temos de informar aos nossos leitores que LifeSiteNews (LSN) do Canadá está sofrendo um processo legal — por incrível que pareça, o autor do processo é um padre! (LifeSiteNews é a organização mãe de Notícias Pró-Família em português.)
    Os leitores habituais de LifeSiteNews não precisam de apresentação para o Pe. Raymond Gravel — ele é o padre de Quebec e ex-membro do Parlamento do Canadá que, conforme mostrou nossa reportagem, disse numa entrevista de rádio de 2004: “Sou pró-escolha* e não há bispo na terra que me impedirá de receber a Eucaristia, nem mesmo o Papa”.
    Então, em 2008, ele defendeu a condecoração canadense mais elevada ao “pai do aborto” do Canadá — o arqui-aborteiro Henry Morgentaler! Durante sua carreira política ele era classificado como “pró-aborto” pela ala política do movimento pró-vida. Ele também criticava de forma frequente e pública os ensinos da Igreja Católica sobre a homossexualidade e o aborto.
    Ainda que as reportagens de LifeSiteNews tenham de forma decisiva mostrado o que o próprio Pe. Gravel disse publicamente, ele está nos processando por difamação. Entre outras coisas, ele argumenta que não é pró-aborto, mas ele disse no passado que é “pró-escolha”*.
    Ele está exigindo 500 mil dólares em indenização — que, por coincidência, é o orçamento de um ano inteiro para nós. Isso levaria LifeSiteNews à falência!
    Você nos apoiará nesta ocasião em que estamos lutando contra esse processo?
    Já é difícil LifeSiteNews sobreviver financeiramente, até mesmo quando a época está favorável. Mas com a recessão econômica ficou mais difícil do que nunca. Lutar contra esse processo acrescenta um peso financeiro extra potencialmente muito grande e atualmente impossível.
    Em LSN dependemos completamente da Providência Divina; temos geralmente apenas o suficiente em nossa conta bancária para passar até a nossa próxima campanha trimestral de arrecadação de fundos (quando temos!). Nós simplesmente não temos dinheiro para gastar em honorários legais potencialmente impeditivos.
    Esse processo também chega ao mesmo tempo em que ataques contra os direitos de liberdade de expressão de cidadãos e meios de comunicação pró-vida, pró-família e cristãos estão aumentando em todo o Ocidente.
    É virtualmente importante que LifeSiteNews ganhe esse caso — não só por amor a LifeSiteNews, mas também por amor a todo o movimento pró-vida. Nós simplesmente não podemos deixar os oponentes da vida e família fecharem umas das poucas vozes que sustentam o direito à vida e a santidade do casamento e da família.
    O próprio fato de que o Pe. Gravel sente que tem de processar LSN é evidência absoluta de quanto LSN é necessário. Escrevendo sobre LifeSiteNews.com em Le Devoir em 20 de abril de 2009, o Pe. Gravel disse que quando seu bispo recebeu uma carta do Vaticano “que me forçou a me aposentar da vida pública”, anexado à carta “estava um arquivo quase que exclusivamente em inglês composto de comentários negativos sobre mim… que vieram daqueles meios de comunicação ultraconservadores”. Ele até se queixou de LifeSiteNews durante um discurso na tribuna da Câmara dos Deputados!
    E então, mais recentemente, o Pe. Gravel foi removido de uma posição como catequista chefe de sua diocese. Em sua ação legal, o Pe. Gravel indica que os artigos de LSN fizeram com que ele perdesse essa responsabilidade.
    Apesar do fato de que LSN deixou claro que não desejávamos nenhum mal ao Pe. Gravel, e que, aliás, estamos preocupados com seu bem-estar, ele lançou uma ação legal que poderia de forma grave e até permanente atrapalhar nosso trabalho de salvar a vida e a cultura.
    Nossa equipe já está tendo de dedicar o trabalho de vários dias completos para responder às acusações dele — e isso antes mesmo que o caso tivesse realmente começado. A primeira audiência preliminar é nesta quinta-feira em Joliette, Quebec.
    Embora a estupenda Sociedade Thomas More de Chicago tenha se oferecido para nos ajudar nesse caso, há muito pouco que eles possam fazer. O caso terá de ser lutado nos tribunais de Quebec, e a Sociedade Thomas More é uma organização com sede nos EUA.
    Portanto, somos forçados a contratar assistência legal profissional do Canadá. E como qualquer um que sabe a primeira coisa sobre processos legais, honorários legais podem subir… rápido.
    Nesse momento difícil, temos mais uma vez de recorrer aos nossos apoiadores sempre fiéis. O único jeito de podermos resistir a esse ataque é com sua ajuda.
    Estamos confiantes com relação à veracidade e profissionalismo de nossa reportagem nesse assunto e estamos determinados a lutar e ganhar contra esse processo injusto. Você se unirá a nós?
    Você também apelará par que outros que conhecem você nos ajudem neste momento de necessidade extra especial?
    Por favor, considere fazer uma doação. E então — divulgue essa mensagem.
    * Nota do tradutor: “Pró-escolha” se refere ao apoio que se dá para uma mulher destruir, por meio do aborto legal, a vida do seu bebê em gestação.
    Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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