Poderá também gostar:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Mostrar mensagens com a etiqueta Feminismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Feminismo. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 4 de junho de 2015

A destruição dos valores morais e a mercantilização do amor romântico

Por Deep Strenght

No meu post com o título de "Destruction of morals and the idolization of romantic love", falei um pouco da mercantilização do sexo.
Se o sexo foi criado para o romance, então então le pode ser de modo incremental mercantilizado e usado como uma arma visto que viável num mercado mais extensivo (fora do casamento). A mercantilização do sexo torna-se associado ao capitalismo. Um aumento da prostituição, da pornografia, da prostituição por atenção ("attention whoring"), e do apelo sexual nos média só aumenta estas coisas.
O sexo foi criado para o romance. Logo, se a mulher sente romance, ela irá ter sexo. A moralidade do sexo é assim lançada pela janela fora. Isto é excepcionalmente mau porque um dos factores que mais motivava os homens a casar era o sexo. Se o homem consegue obter sexo fora do casamento, não há motivo para "comprar a vaca se pode ter o leite de graça".

A larga maioria das mulheres tenta trocar a "atracção sexual" pelo sexo, que, a curto prazo, lhes parece bom. No entanto, à medida que estas mulheres começam a envelhecer e ver que não conseguem forçar os homens a assumir um compromisso através do sexo, elas começam a ter ataques de raiva e a tentar envergonhar os homens, algo que é manifestado através dum vasto leque de projecções.

A moralidade do sexo coloca o sexo fora de discussão como item de comércio que pode ser mercantilizado e usado como arma. De facto, tanto os homens como as mulheres têm que casar se por acaso querem ter sexo, e dentro do casamento o sexo está associado ao compromisso e à família. Sou de opinião que esta é uma das facetas mais interessantes do porquê Deus ter criado o sexo da forma como criou: para que ele só fosse manifestado dentro dos limites do casamento.

Note-se que isto assemelha-se ao post "Identity Part 6 — performance and desire". A performance encontra-se associada à troca: Eu tenho uma performance em troca do amor [de Deus], ou eu tenho uma boa performance em busca de aprovação, ou eu tenho uma boa performance como forma de ser desejado. A performance fundamenta-se em fazer algo em troca de outra coisa, quer seja da parte de Deus, dos homens, ou de nós mesmos. Por outro lado, o desejo baseia-se na excelência porque isso é o que queremos fazer.

A transladação do acto sexual fora dos limites da moralidade para o romance é uma troca do ponto de vista do desejo para a da performance. Dentro dos limites do romance, é sempre preciso fazer alguma coisa para se ter sexo. Tem que se ser sexualmente atraente (machos alfa), ou tem que se oferecer compromisso (machos beta), ou tem que se trocar por dinheiro (prostituição), ou tem que se usá-lo como arma para se obter o que se quer (manipulação), entre outras coisas.

No final disto tudo, acabamos por ficar com a mercantilização do sexo na sociedade geral, que é o que Rollo salienta no seu mais recente post que Wives hate sex ["Esposas Odeiam o Sexo"]. As mulheres utilizam o sexo como forma de fazer com que os homens se comprometam a casar. Mal a expectativa de que o sexo pode ser mercantilizado, ele pode também ser retirado mal alguém obtenha o que quer: mal a mulher assegura o casamento com o sexo, elas já não têm que fazer sexo.

Esta mercantilização coloca uma importância primária na aparência: as mulheres só podem mercantilizar o sexo como forma de assegurar um casamento se elas forem suficientemente bonitas para levarem o homem a comprar o que elas estão a vender. Normalmente, isto ocorre com prejuízo e detrimento da beleza e do valor das características internas, e é por isso que as Escrituras lançam o aviso contra isto [1 Pedro 3:1-6]:

SEMELHANTEMENTE vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que, também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte das suas mulheres sejam ganhos, sem palavra, Considerando a vossa vida casta, em temor.

O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos, Mas o homem encoberto no coração, no incorruptível trajo de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus; Porque assim se adornavam também, antigamente, as santas mulheres que esperavam em Deus, e estavam sujeitas aos seus próprios maridos, Como Sara obedecia a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós sois filhas, fazendo o bem, e não temendo nenhum espanto.

Logo, a mercantilização do sexo gera uma vasta gama de desfuncionalidades visto que ele encontra-se fora dos limites da moralidade e desde logo, fora da bênção de Deus.

http://bit.ly/1GcoMDY.

sábado, 31 de agosto de 2013

A Igreja Efeminada

Recentemente fui questionado se seria correto dizer que, na história do mundo, dinastias e civilizações inteiras de fato naufragaram na rocha da homossexualidade. Minha resposta foi que não deveríamos pôr as coisas desse modo. Claro, eu creio que a prática homossexual é imoral e proibida pela Lei de Deus. 

Todavia, em Romanos 1.21 – 32, Paulo põe dessa forma: deixaram de servir a Deus para servirem à criatura. Como uma consequência, Deus entregou-lhes às paixões impuras. Homossexualidade é julgamento de Deus sobre uma sociedade que abandonou a Deus e adora a criatura em vez do Criador. A apostasia espiritual é a rocha na qual as culturas, incluindo a nossa, foi fundada, e a homossexualidade é o julgamento de Deus sobre tal apostasia. 

Esta é a razão porque a homossexualidade era uma prática comum entre as antigas culturas pagãs; na verdade, é uma prática comum entre a maioria das culturas pagãs, incluindo a nossa crescente cultura neo-pagã. Em resumo, a ideia de que a tolerância da homossexualidade é um mal que conduzirá ao julgamento de Deus não é bíblica, pois coloca o carro na frente dos bois. É exatamente o contrário! A prevalência da homossexualidade em uma cultura é um sinal seguro de que Deus já tem executado ou está executando sua ira sobre a sociedade por sua apostasia. 

A causa deste julgamento não é a prática imoral da homossexualidade (apesar dos atos imorais homossexuais); mas sim, sua apostasia espiritual. A prevalência da homossexualidade é o efeito, não a causa da ira de Deus visitando aquela sociedade. E em uma sociedade cristã (ou talvez devesse dizer “pós-cristã”), isso significa, inevitavelmente, que a prevalência da homossexualidade na sociedade é julgamento de Deus sobre a igreja por sua apostasia, sua infidelidade para com Deus, porque o julgamento de Deus começa com a Casa de Deus (1Pe 4.17).

Esta, decerto, não é uma mensagem popular aos cristãos. É fácil levantar o dedo para os pecados e imoralidades grosseiros, mas a igreja está muito menos disposta a considerar seu papel nos males sociais que maculam nossa era. A apostasia espiritual que nos levou à presente condição começou na igreja, e grande parte do fracasso da sociedade moderna, que os cristãos corretamente lamentam pode, em alguma medida, ser atribuída a esta apostasia da igreja como a causa fundamental. E mesmo agora a igreja recusa-se a assumir sua responsabilidade para preservar a sociedade deste mal tão sério, tendo abdicado de seu papel profético como porta-voz de Deus para a Nação.

Claro, isto não quer dizer que não deveríamos desafiar o lobby gay e não trabalharmos para estabelecer uma moralidade bíblica em nossa sociedade. Nós devemos. Mas, também devemos escolher as prioridades corretas; e eu temo que a igreja tenha um diagnóstico equivocado destes problemas e tenha escolhido errado as suas prioridades. A Igreja sofre com o flagelo homossexual, tanto quando, e talvez mais, do que qualquer outro setor da sociedade (com exceção da mídia e do mundo do entretenimento). 

Para maior parte deste século, a igreja tem procurado um deus feminino para substituir o Deus da Bíblia. Nós tivemos ministros que ensinaram, agiram e pregaram como mulheres há muitos anos. O Ministério Pastoral de nossa geração é, no geral, caracterizado pela feminilização. O crescente número de homossexuais no ministério é, penso, simultaneamente uma causa e efeito relacionados a isto e, ao mesmo tempo, uma manifestação do julgamento de Deus sobre a igreja. 

Muitas vezes, é claro, o julgamento funciona numa relação de causa e efeito, porque toda criação é obra de Deus; portanto, ela funcionada de acordo com Seu plano e vontade. A igreja tem se tornado completamente efeminada por causa de um clero efeminado. O Ministério hoje é dirigido primariamente por mulheres, e ministros têm começado a pensar e agir como mulheres, porque o Cristianismo tem se tornado naquilo que é chamado de “religião salva-vidas” – mulheres e crianças primeiros. E o mundo vê isso bem adequadamente.

Por exemplo, foi-me dito em mais de uma ocasião por pastores e presbíteros que, quando eles visitam os membros de suas igrejas, se porventura o homem da casa vem recebê-los à porta, frequentemente a primeira coisa que este homem diz é: vou buscar a esposa. Pastores e Presbíteros estão ali para mimar as mulheres e as crianças; ou então, como pensa o mundo, isto é simplesmente porque o ministério na igreja é frequentemente dirigido principalmente às mulheres e crianças, e não aos homens. Tenho observado o mesmo tipo de coisa em reuniões das igrejas. Se alguém levanta uma questão doutrinária ou mesmo assuntos sérios sobre a missão da igreja, o interesse é quase nulo. 

No entanto, frequentemente tem havido, e continua havendo, enormes problemas doutrinários e problemas relacionados ao entendimento da igreja de sua missão no mundo, incomodando essas igrejas; apesar disso, estas igrejas nem mesmo consideraram que isso merece discussões nas reuniões de liderança da igreja. Os líderes da Igreja falarão de maneira interminável sobre “relacionamentos” e afins, mas evitarão questões doutrinárias [como evitam] a praga porque estes assuntos são considerados causas de divisão e que dificultam os “relacionamentos”.
 
Agora, no fundo eu creio que isto é um sério problema criado pela feminização da liderança da igreja. A agenda da liderança, que é uma agenda masculina, foi substituída por uma agenda feminina, que é um desastre para liderança. A igreja tem abandonado o Deus das Escrituras pelo conforto de uma divindade do tipo feminino que não requer líderes eclesiásticos que exponham doutrinas bíblicas ou ajam com convicção de acordo coma Palavra de Deus (ambos são percebidos, muitas vezes com razão, como causador de divisão – Mt 10. 34ss); mas, em vez disso, exige líderes simplesmente para mãe de suas congregações de uma forma feminina. Isso, naturalmente, produz ministros efeminados e uma igreja efeminada. 

Mas, isto não é simplesmente uma causa e efeito impessoal relacionadas. Deus age através de causas secundárias em sua Criação para executar sua vontade. Um ministério efeminado e uma igreja efeminada são a resposta de Deus para a determinação de a igreja substituir o Deus da Escritura por um deus do sexo feminino; e esta cruzada contra o Deus da Bíblia tem sido em sua própria maneira, uma característica do evangelicalismo, como abertamente tem sido a característica do liberalismo que os evangélicos dizem abominar, mas ainda assim, estão dispostos a imitar.

Este não é um problema apenas agora na igreja, mas porque está na igreja, a sociedade em geral é agora feminizada e efeminada. Somos governados por mulheres e homens que pensam e agem como mulheres. Mas, as mulheres não fazem bons governos em geral. Em Margaret Thatcher tivemos uma situação inversa: uma mulher que pensava mais como um homem deve pensar, mas a exceção não anula a regra. Eu não estou discutindo um ponto político aqui, nem endossando qualquer posição [política]; até porque eu acredito que isto tudo é parte da situação em julgamento. 

O mundo está de cabeça para baixo, porque os homens viraram de cabeça para baixo por sua rebelião contra Deus. Jean-Marc Berthoud frisou bem este ponto em seu artigo “Humanism: Trust in Man – Ruin of the Nations”, o qual eu recomendo em relação a este tópico. Agora somos governados por mulheres e crianças (Is 3.4, 12)


Mas, a Liderança não é feminina. Líderes Efeminados não governam bem, seja o Estado, seja a Igreja. É vital que a Justiça seja temperada com Misericórdia. Mas alguém não pode temperar a Misericórdia com a Justiça. Quando a misericórdia é colocada antes da justiça, as sociedades sofrem colapsos nas situações idiotas que temos hoje, onde os criminosos são libertos e as pessoas inocentes são condenadas. 

Por exemplo, as punições infligidas aos motoristas por inadvertidamente dirigirem um pouco acima do limite da velocidade hoje, mesmo onde não há perigo envolvido, são muitas vezes mais graves do que os castigos infligidos aos ladrões. E hoje um pai pode ser punido por bater em um filho travesso – mesmo que tal castigo seja realizado num ambiente de amor e disciplina e não haja perigo para criança – mas ainda assim, alguém pode, com impunidade, assassinar os filhos ainda não nascidos. O Estado ainda paga por esses abortos, fornecendo-lhes o Sistema Único de Saúde.

Creio que isto é o resultado final da feminização de nossa cultura. Pensa-se, frequentemente, que a liderança feminina é mais compassiva, mais carinhosa. Isto é um mito que a ideologia feminista tem trabalhado nas percepções populares da realidade em nossa cultura. Pelo contrário, a cultura feminista é uma cultura violenta, uma cultura que produz o aborto e ao mesmo tempo exige que se extinga as coisas tipicamente masculinas. 

Uma situação mais perversa é difícil de se imaginar. Em última análise, o feminismo é, na prática, inerentemente violento, intrinsecamente instável, intrinsecamente perverso, inerentemente injusto, porque ele é todas essas coisas em princípio, a saber, a rejeição da ordem criada por Deus; e as consequências de um compromisso religioso sempre se desenvolverão na prática. O Feminismo está, agora, desenvolvendo as consequências práticas de sua visão religiosa da sociedade (e isto é sua religião).

As igrejas têm falhado em ver isso. Elas têm abraçado o feminismo vigorosamente, e como consequência, se tornaram uma importante avenida pela qual o Feminismo tem sido capaz de influenciar nossa cultura. O clero estava envolvido na feminização da fé e da igreja bem antes do Movimento Feminista tivesse se tornado consciente na percepção popular. E a feminização de nossa cultura é um dos principais motivos para sua anarquia e violência. 

Por exemplo, o resultado da feminização da sociedade tem sido a de que os homens perderam o seu papel em muitos aspectos. O feminismo tem definido homens em nada mais do que briguentos ou efeminados. Na perspectiva feminista, estas são as duas alternativas para os Homens, embora isso não possa ser entendido por muitas feministas; talvez normalmente não seja, porque o Feminismo é ingênuo e não opera com base na razão, mas na emoção; e estas coisas trazem-nos novamente ao problema da liderança e governos femininos. Emoções não lideram ou governam bem. Para as Feministas, os homens são governantes incapazes; as mulheres devem governar.

Agora nós temos o governo de mulheres e homens efeminados. O efeito de colocar as virtudes femininas no lugar das virtudes masculinas, e as virtudes masculinas no lugar das virtudes femininas tem sido a de subverter a ordem criada. Como resultado, a justiça é desprezada e a misericórdia é transformada e colocada em seu lugar. 

A Liderança é masculina, mas é preciso temperá-la com as virtudes feministas. Quando as virtudes feministas estão na liderança, as virtudes masculinas não podem funcionar; a masculinidade é feita desnecessária. Isto é um dos problemas mais sérios da nossa sociedade. O Feminismo tornou a liderança masculina na igreja e da nação obseleta e, agora, estamos colhendo as consequências espirituais e sociais disto. A Justiça é uma vítima! A misericórdia cessa de ser misericórdia e torna-se indulgência dos piores vícios. 

Violência, anarquia, desordem e uma sociedade disfuncional são o legado da Feminização de nossa Sociedade, porque neste sentido, nem as virtudes masculinas, nem as femininas podem desempenhar apropriadamente seu papel. O mundo é posto de ponta cabeça. Até mesmo as igrejas “crentes na Bíblia” são anestesiadas na sua apostasia em relação a este e muitos outros assuntos em nossa sociedade. Temos uma igreja efeminada, e uma sociedade efeminada e, portanto, a resposta de Deus tem sido um ministério cada vez mais homossexual e uma crescente sociedade homossexual. Este é o justo julgamento de Deus sobre nossa apostasia espiritual.

A resposta é o arrependimento, voltar-se para Deus e abandonar nosso caminho de rebelião contra a ordem divina da Criação. A igreja deve começar isto. O julgamento começa com a igreja (1Pe 4.17) e o arrependimento também. Eu não creio que resolveremos o problema homossexual até reconhecermos sua causa. É o julgamento de Deus sobre a apostasia da Nação. Liderando o caminho para esta apostasia estava a igreja.

O que tenho dito acima não significa minimizar a seriedade do problema homossexual, nem sua imoralidade. Mas devemos reconhecer isto como uma manifestação do julgamento de Deus, como Paulo tão claramente ensina em Romanos, capítulo um. A resposta está em combater as causas, enquanto não deixamos de fazer as outras coisas. 

O que eu disse aqui não significa promover uma diminuição da oposição cristã aos direitos homossexuais por qualquer meio; mas significa encorajar a uma maior leitura do problema, porque é nesta vasta leitura do problema que detectamos a causa e esperamos a solução para o problema.

Além disso, este assunto não um assunto isolado. É parte inseparável da re-paganização de nossa sociedade, uma tendência de que a igreja, em grande medida, não apenas tem tolerado, mas por vezes, estimulado, por sua percepção míope de fé e sua negação prática de sua relevância para toda a vida do homem, incluindo seus relacionamentos e responsabilidades. 

Enquanto a crítica é necessária e vital na tarefa profética da igreja de levar a Palavra de Deus para influenciar nossa sociedade, ela não é o bastante. Em vez disso, a igreja também deve jogar fora o seu próprio consentimento na prática do humanismo secular e praticar o pacto da vida da comunidade redimida no momento que ela tenha qualquer efeito sobre nossa cultura. 

Portanto, o julgamento continuará ininterruptamente até a igreja mais uma vez começar a viver para fora, bem como falando a palavra de vida para sociedade em sua volta. Somente então quando ela começar a manifestar o reino de Deus; e apenas quando a igreja começar a manifestar o reino de Deus novamente, nossa sociedade começará a ser liberta do julgamento de Deus.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A Mãe Distraída - Parte II










A MÃE DISTRAÍDA [com outras coisas]



Se Satanás não pode proibir a maternidade, ele tem que pervertê-la. A " mãe distraída [com outras coisas]" tem sido estabelecida como o ideal dele. Ela não deve ser altruísta e verdadeiramente feminina. Ela deve procurar uma carreira, ou ir atrás de alguma "causa", de forma que abandone o cuidado e instrução e disciplina de seus filhos, e troque-os por outras coisas. 


Mas qual é o fruto deste feminismo?: 

Provérbios 29:15 “A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, ENVERGONHA A SUA MÃE.” 

Provérbios 31:27-28 27 Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça. 28 Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva.”


Satanás está tentando enganar as mães para que percam a bênção do versículo 28! Ele quer que mães acabem com vergonha e arrependimento, e alienação de seus filhos. Isto pode ser visto em uma recente manchete de notícias sobre outra líder feminista que deixou um caminho de destruição atrás dela: 

"A ícone do dia, feminista Alice Walker, demitiu-se como minha mãe - Em meados da década de 1980, The New York Times publicou um perfil da escritora e ativista americana Alice Walker. Seu romance, ‘The Color Purple’, tinha ganho o prêmio Pulitzer e foi transformado em um filme de Steven Spielberg. O artigo foi ilustrado por uma fotografia de Walker sentando sobre o joelho. de sua filha adolescente. Era para significar uma fotografia engraçada, mas, em retrospectiva, de acordo com Rebecca Walker, o fotógrafo, inconscientemente, retratou a verdadeira natureza de seu relacionamento com sua mãe... O sucesso de Walker como uma militante foi prejudicial a ela como uma mãe. À semelhança da senhora deputada Jellyby Dickens, que negligencia a sua casa e seus filhos enquanto dirige a sua energia para os pobres da África, do mesmo modo a ícone da América muitas vezes foi para os comícios e reuniões feministas e deixou Rebecca prover a si mesma. Sua filha experimentou drogas e ficou grávida aos 14 anos de idade... mãe e filha estão afastadas [uma da outra] com pouca esperança de reconciliação... 

[De acordo com Rebecca:] ‘Ter uma filha que estava questionando feminismo - era visto como uma ameaça’ ... ‘Você tem mulheres jovens, dizendo: <Isso realmente não funciona para mim> e as mais velhas, dizendo: <Desordeiras, porque isto é como deveria ser>’. ‘Penso, algumas vezes, de... feminismo como estando perto de uma seita...’ ” ( "Times Online", 4 de maio de 2008) Será que esta criança crescerá e a chamará de bem-aventurada? Não. Ela [a filha] abandonou a seita, e ela [a má mãe] deve ser desprezada e rejeitada. 

Muitas crianças estão crescendo e abandonando "a seita feminista," a vários níveis. Algumas querem apenas [o de direito de ter] uma escolha, e elas se ressentem sendo perseguidas se elas decidem fazer os seus lares crescerem por um caminho tradicional, pois elas têm visto a destruição do feminismo radical (divórcio, amargura, infelicidade, filhos instáveis, etc.). Outras, legitimamente, vêem todo o programa como diabolicamente inspirado, através de homens maus, para fins de controle populacional e de refazer a sociedade de modo que o Estado substitua a família. Qualquer que seja o grau dele, este regresso à modesta vida doméstica, à educação escolar em casa, à submissão, etc, é chocante para muitos. Mas não é rejeição da antiga geração, é uma rejeição do conspirar de homens e demônios que enganaram a antiga geração. As únicas escolhas nestes dias da apostasia final são (a) ir na direção oposta à apostasia geral, ou (b) afundar-se cada vez mais profundamente na direção da apostasia geral. 

O que é que vem a seguir? Depois do “vestuário cruzado” [de homem para mulher, de mulher para homem, e “indefinido”] veio a revolução sexual e a homossexualidade. Será que alguém que tenha olhos quer perscrutar minuciosa e profundamente, ao redor, para ver contra que coisa a próxima geração vai se rebelar? Será que serão canibais com perversões que nem podemos mencionar? É melhor que eles se revoltem contra as coisas erradas da antiga geração (não importa quanto possam ser dolorosas, se forem tomadas pessoalmente), do que continuar a cair na direção para dentro do inferno e da tirania! 


***

Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB)
Silva, Valdenira N. M. Do coração - Tradução - Joey Faust - solascriptura


sábado, 15 de junho de 2013

A Mãe Banida - Mãe Parte I







 “Levantam-se seus filhos e chamam-na BEM-AVENTURADA ...” 
(Pv 31:28 ACF)






Há algumas idéias modernas, chamadas "progressistas", sobre o que é uma mãe. Estas novas e pervertidas idéias estão em contraste com o que Deus tem ordenado ser uma mãe, e o que grande parte da humanidade tem compreendido ser uma mãe através da história: 





A MÃE BANIDA: 

No "Brave New World" de Huxley ele previu que viria um tempo quando "mãe" seria vista como uma má palavra. Hoje, há pressão nas escolas e em todo o mundo, por ativistas sodomitas, para se livrar de palavras como "mãe". Os australianos apenas rejeitaram a alteração, por enquanto. Mas há outros que não estão resistindo à insensatez: 

"Ativistas homossexuais de todo o mundo estão utilizando linguagem como uma grande frente [de batalha] para a sua agenda ... Após a aprovação da legislação de ‘casamento’ entre o mesmo sexo, na Espanha, o governo ordenou que ‘mãe’ e ‘pai’ eram para ser substituídos no livro de registros civis da família, no estado, por “progenitor A” e “Progenitor B”. . . . Neste mês de fevereiro, as enfermeiras na Escócia foram ensinadas ... elas têm que evitar usar os termos ‘mãe’ e ‘pai’ ... a província de Ontário baniu 'mãe' e 'pai'... de todos os estatutos de Ontário". ( "United Press International") 

As escolas da Califórnia são todas, agora, oficialmente e abertamente, centro de doutrinação homossexual, desde que Gov. Arnold [Schwarzenegger] assinou o projeto 777; que proíbe palavras como "Mamãe"! Ele ordena que as escolas ensinem que o sexo é relativo! Isso mostra que você pode fazer muitos exercícios físicos e desenvolver muito os seus músculos, mas ainda ter a espinha dorsal de uma tulipa espiritual! 

Satanás, através deste sistema mundial, está trabalhando não só a favor da proibição da "palavra" mãe. Ele quer que as mulheres que poderiam ser chamadas para o casamento, venham a arruinar as suas vidas e futuros, vivendo por prazer e desprezando a "maternidade". Há pessoas que querem que a população mundial seja drasticamente diminuída - especialmente no Ocidente. 

Por isso, as mulheres estão sendo estupidamente manipuladas para usar a beleza de sua juventude, não para construir uma família, mas para tirar partido dela e desperdiçá-la com homens que não se importam. Este é um terrível truque do Diabo. 

A comunista Betty Friedan ( "The Feminine Mystique" [A Mística Feminina], 1963; fundadora da NOW) convenceu toda uma geração de mulheres que o trabalho de casa era um "campo de concentração". Milhões acreditaram que a verdadeira felicidade e liberdade eram para ser encontradas ao permitir que a beleza delas fossem exploradas e esbanjadas. Ela ensinou às mulheres que a maternidade, em uma família tradicional, era "opressão"! 

Mas a verdadeira escravidão foi quando estas mulheres deixaram a maternidade tradicional para se tornarem objetos escravizados das luxúrias de maus homens. Elas eram servas de homens maus, quando elas poderiam ter sido ganhadoras do amor de um homem bom e criar uma família: 

2 Pedro 2:19 “Prometendo-lhes LIBERDADE, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo.” (2Pe 2:19 ACF)

2 Timóteo 3:1,6 “1 sabe, porém, isto: que nos ÚLTIMOS DIAS sobrevirão tempos trabalhosos. 6 Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam CATIVAS mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências;” (2Tm 3:1,6 ACF)

Será que esta "liberdade satânica" torna as mulheres felizes? Não, elas logo descobriram que seu "novo mestre" é quem era o verdadeiro opressor. A beleza delas, adorada e utilizada pelo mundo, só tem a duração de um breve momento. E depois, este sistema mundial as cuspirá fora, como inúteis: 

Provérbios 31:30 “ENGANOSA É A BELEZA E VÃ A FORMOSURA, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada.” 

1 Pedro 1:24 “Porque TODA A CARNE É COMO A ERVA, E toda a glória do homem como a flor da erva. SECOU-SE A ERVA, E CAIU A SUA FLOR;”

Durante séculos, o ser humano tem conhecimento de que as mulheres são felizes quando elas são abnegadas; debruçando-se sobre suas famílias: 

"Sentir, amar, sofrer, dedicar-se, sempre será o texto da vida da mulher." (‘The Royal Path of Life’[O Real Caminho da Vida] ", 1882

Mas o que acontece quando as mulheres são desviadas de ser mulher? Será que vão encontrar felicidade? 

Betty Friedan desperdiçou e perdeu seu casamento. O seu ex-marido descreve a sua vida. Foi preenchida com as anfetaminas e o álcool, misturada com a sua fixa mente feminista, e esta situação a levou à loucura: 

"Ela iria explodir inesperadamente... Ela foi a pessoa mais violenta que eu jamais conheci. Tenho visto mulheres assustadas com um enorme medo dela. Homens, também." (Carl Friedan, "Living With Insanity”[Viver Com Insanity", capítulo

Ela o feria de modo a fazer o sangue escorrer, e arrancava pedaços dele. Os relatos são demoníacos! Não parece que o feminismo conduz à felicidade! 

Você não ouve muito sobre isso, mas a maior quantidade de violência doméstica, estatisticamente, é encontrada em mulheres que têm "deixado o uso natural", e têm se unido [como lésbicas] em uma casa! Na sua pervertida fuga da chamada "opressão masculina", elas começam a oprimir uma à outra. 

Em contraste, as mulheres que são as mais felizes, são as únicas que não competem ou temem a força do sexo masculino. Elas florescem como mulheres ao [diariamente] depositarem sua confiança em Deus e em Seus caminhos. 
Elas não estão “temendo nenhum espanto.” (1 Pedro 3:6), e isto as deixa livres para serem mulheres, de acordo com a concepção de Deus. 

Até mesmo o mundo é forçado a admitir algumas destas verdades auto-evidentes. Pesquisas de Princeton e da Universidade da Pensilvânia, revelam que as mulheres não são tão felizes como eram antes do movimento feminista!: 

"Os Homens São Agora Mais Felizes Do Que As Mulheres... Duas novas pesquisas chegam a esta conclusão. Uma dessas pesquisas fez um levantamento da felicidade tradicional, perguntando a pessoas quanto elas estão satisfeitos com suas vidas. A pesquisa constatou que as mulheres, que, no início dos anos 1970 informavam ser um pouco mais felizes do que os homens, são agora um pouco menos felizes... A outra [pesquisa] analisou o tempo de uso dos estudos ao longo das últimas quatro décadas... mulheres têm substituído trabalhos domésticos por trabalho remunerado... e, como resultado, estão gastando mais tempo fazendo coisas que elas não desfrutam [não se realizam fazendo] ... tanto mulheres como homens parecem ter pavor de seus trabalhos... Ambos, gostariam muito mais de cozinhar ou lavar roupas... " (www.cbsnews.com 2007/09/26

“O livro [de Friedan] ajudou a desencadear a revolução sexual da década de 1970 e alimentou a noção de que estas [esposas que seguem carreiras fora de casa] tornar-se-iam mais felizes. Na semana passada, dois sociólogos da Universidade de Virginia publicaram um estudo exaustivo da felicidade das esposas no casamento, e este estudo contesta aquela hipótese. Esposas que ficam em seus lares, de acordo com os autores, são mais satisfeitas do que as esposas que têm que trabalhar fora... os dados mais interessantes podem ser que as mulheres que fortemente se identificam como progressivas - os 15 por cento que mais concordam com os ideais feministas - têm mais dificuldades em ser felizes do que as outras mulheres [que não trabalham fora e que menos concordam com os ideais feministas] ... Os ideais feministas, não deveres domésticos, parecem ser os que fazem esposas infelizes... " (www.slate.com) 

Obviamente, os revoltosos e perversos caminhos de Satanás, ao final das contas, sempre conduzem à destruição - até mesmo durante esta vida. Deus disse a Caim que o seu semblante seria levantado se ele obedecesse ao que era certo (Gênesis 4). Em vez disso, Caim foi pelo seu próprio caminho, o caminho do mundo. 


- Continuação no próximo post: A Mãe Distraída. 


***

Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB)
Silva, Valdenira N. M. Do coração - Tradução - Joey Faust - solascriptura

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Submissão e casamento

Testemunho duma mulher visto neste site.
* * * * * * *
22:20. Saí da garagem e entrei em casa, poisando a mala do portátil e a pulseira e entrando na cozinha. Seis horas atrás, a panela de barro funcionou ao preparar a refeição para a família ao mesmo tempo que eu saía para ir dar a minha aula . . . na baixa. Agora, esta mesma panela encontrava-se no lavatório (inglês: "sink"), cheio de água e de sabão, húmida.
Pratos sujos encontravam-se no balcão. A panela com a broa de milho encontrava-se em cima de tudo, descoberta. Ouvi alguém a ressonar. Olhei para a sala-de-estar, e vi o meu marido deitado no sofá, a televisão ao fundo. Lágrimas de exaustão, raiva e mágoa escorreram pelos meus olhos.
Tirei o meu casaco, arregacei as mangas, e comecei com as limpezas. A cada prato que levava, ficava cada vez mais rancorosa. "Porque é que ele era incapaz de ver isto?" pensei. "Trabalho o dia inteiro, antes de ir dar aulas preparo um jantar caseiro para ele e para as crianças, e ele nem é capaz de se certificar que as coisas estão limpas".
O barulho do lava-louças acordou o marido dorminhoco. "Eu ia fazer isso antes de ir para a cama," disse ele, sentindo a minha irritação. "Bem, tu já foste para a  cama, não?" respondi, tentando saber quanto tempo ele tinha sido abençoado com um sono, sabendo que ambos estávamos acordados desde as 5 da manhã. "Deixa-me ajudar-te," disse ele. "Já estou quase a acabar. Não preciso da tua ajuda," menti. A sua testa franziu. "Faz como quiseres. Eu vou lá para cima," disse ele. 
Eu não sabia que ele tinha mesmo intenção se lavar os pratos mas que acidentalmente tinha adormecido no sofá porque também ele estava exausto. Não sabia que eletinha amorosamente passado o seu tempo com cada uma das crianças, lendo-lhes histórias antes de os colocar na cama, orando com eles antes deles dormirem.
Nessa noite ele foi para a cama sentindo-se desrespeitado. Eu fui para a cama sentindo-me mal amada.  Pequenas interacções como esta ocorreram com frequêmncia suficiente para criar uma divisão entre nós. Estes pequenos conflitos ficaram sem resolução, ou foram lidados de forma pouco saudável, o que causou que o nosso relacionamento fosse ficando cada vez mais estéril e no caminho da destruição. 
***
 
Cresci como produto da segunda vaga do feminismo, tendo aprendido dos média que os homens eram opressores, disparatados, e incompetentes. Talvez como consequência disso, passei quase uma década do meu casamento a "lutar pelos meus direitos" com o meu marido. Criticava-o e mandava nele sempre que podia.
Não se dava o caso dele ser má pessoa, mas sim o caso de eu ter sido treinada a ver opressão e dominação em potência nos homens. Eu ficava irritada com a sua falta de atenção em relação aos detalhes em casa, ou em relação aos detalhes em torno do bebé. Fiz questão de lhe mostrar com regularidade os seus erros, esperando que o seu comportamento mudasse. 
Os meus métodos tornaram-no defensivo e destruíram o nosso relacionamento. Rapidamente vi-me num casamento com um homem que havia parado de partilhar os seus pensamentos e sentimentos comigo.
Sendo um Cristã practicante, eventualmente cruzei-me com um versículo da Bíblia que, inicialmente, me irritou: Efésios 5:33, "e a mulher reverencie o marido."  Outro verso sugeriu que eu me "submetesse" ao meu marido, e a minha reacção foi a mesma. Nem queria acreditar que Deus tencionava que eu reverenciasse um homem que, aos meus olhos, não tinha interesse em fazer o nosso relacionamento funcionar. 
Uma década mais tarde, posso dizer que esses dois conceitos - "reverência" e "submissão" - salvaram o meu casamento.  E isto não aconteceu porque eu passei a ser um capacho, ou parei de partilhar os meus sentimentos. Aprendi que a submissão Bíblica, essencialmente, significa "não sejas uma concorrente contenciosa com ele."
Depois de aprender isso, passei a discutir menos com ele. Parei de rodopiar os meus olhos com descontentamento sempre que ele tinha algo a dizer - mesmo que eu pensasse na altura que o que ele dizia não era a melhor das ideias. Passei a practicar o verso Bíblico que diz para estar "pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar." [Tiago 1:19]
 
Comecei a perguntar-lhe sobre a sua vida e comecei a ter interesse nele como pessoa. Decidi que ele era mais importante para mim, quer houvesse loiça para lavar ou peúgas espalhadas pelo chão. Houve algumas coisas que ele fez que poderiam ser consideradas falhas graves mas que já não pareciam ter importância quando eu passei a olhar para ele como pessoa de valor. Eu conseguia perdoá-lo - e passei a ver a minha natureza falha mais claramente. 
Decidi também que passaria a fazer todas estas coisas para a Glória de Deus, e não como forma de obter algum tipo de resposta do meu marido. O meu marido levou alguns anos a notar a diferença no meu comportamento, mas por essa altura, já não importava. A minha relação com Deus havia, entrentanto, crescido, e eu já não tinha uma necessidade assim tão grande da afeição do meu marido. Deus preencheu o vazio no meu coração, o mesmo que eu havia tentado preencher com o meu marido. 
Rapidamente, o comportamento do meu marido começou também a mudar; ele começou a levar-me mais frequentemente para jantares românticos, começou a fazer mais trabalhos variados dentro de casa, e até "raptou" uma das minhas aulas nocturnas.
Num dos gestos mais românticos que alguma vez vi, ele deu uma mini-palestra de 10 minutos para cerca de 100 pessoas onde ele disse a amiga e esposa espectacular que eu era. Para além disso, ele deu-me de presente uma linda pulseira, cheia de encantos, e disse o que cada um de nós representava.Não havia um único olho seco no local. 
***
 
Correndo o risco de soar subserviente e anacrónica, eu sugiro às esposas que respeitem os seus maridos como forma de melhorar os seus casamentos. O nosso ministério sem fins lucrativos Greater Impact Ministries, ensina um curso às mulheres casadas, e eu escrevi um livro, The Respect Dare, que ensina às mulheres a forma de se unirem a Deus e aos seus maridos de forma mais profunda, aprendendo a comunicar o respeito.
Muitas das sugestões são bastante simples. Nós sugerimos às mulheres que não critiquem os seus maridos, mas em vez disso demonstrem apreciação diária e tomem atenção às coisas boas que ele faz.  Ensinamos a forma de discordar sem ser competitiva ou sem gerar atitude defensiva no marido. . . .  Encorajamos as mulheres a investir nelas mesmas e nas amizades, a serem arrojadas, valentes e encontrar o propósito de Deus para as suas vidas (e a segui-lo).
Quando elas fazem isto, elas notam que todos os seus relacionamentos melhoram - e não só o seu relacionamento com o marido. 
Muitas delas, como eu, têm agora casamentos onde elas e os respectivos esposos buscam a opinião um do outro, tomam decisões juntos e são mais felizes.  Nenhum deles é perfeito, mas o casamento é melhorado devido ao esforço de ambos. 
Escolhi dar uma chance ao respeito porque sou Cristã e tento (ênfase em "tento") seguir os ensinamentos Bíblicos em torno da forma como devo viver. Mas mesmo que não tivesse esta confiança na Bíblia, aprender a comunicar o respeito e o amor tem um impacto profundo nos casamentos.
( . . . . )

sábado, 28 de janeiro de 2012

Coabitação é degradante para a mulher

Mais casais vivem hoje em regime de coabitação do que em qualquer outra era da história, no entanto, os motivos que levam os homens a enveredar pela coabitação - e as suas preocupações - são vincadamente distintas das motivações femininas.

O estudo presente no Journal of Family Issues baseia-se em entrevistas pessoais aprofundadas e foca-se em sessões de grupos compostas por 192 indivíduos nos seus 20-quase-30 anos.

Em termos de sexo o grupo dividia-se em 50-50 (50% homens, 50% mulheres). Em termos de divisões rácicas, havia um número equivalente de caucasianos (brancos), negros e hispânicos.

Os tópicos incluíam os aspectos positivos e os negativos da coabitação, os motivos por trás da decisão da coabitação em substituição do casamento, motivos para não se coabitar, e o tipo de mudanças que poderiam ocorrer a partir do momento que o casal passasse a viver em regime de coabitação.

A socióloga Pamela Smock (University of Michigan Population Studies Center) afirmou:

Os homens e as mulheres espressaram expectativas distintas em relação ao relacionamento coabitante. Encontramos maior variação de sexo para sexo do que para grupo étnico para étnico. Isto sugere que há uma diferença substancial no papel que cada sexo atribui à coabitação durante a formação da união.
Smock levou a cabo o estudo juntamente com Huang of the University (California Hastings College of the Law), Wendy Manning (Bowling Green State University), e Cara Bergstrom-Lynch (East Connecticut State University). O estudo teve o financiamento da Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development.

Razões.

De modo geral, as razões-chave em favor da coabitação foram:
* Querer passar mais tempo com o/a parceiro/a
* Partilhar as dificuldades económicas
* Testar a compatibilidade.

No entanto, a maneira como os homens e as mulheres falavam destes 3 motivos era muito díspares. Enquanto que as mulheres identificam o "amor" três vezes mais do que os homens como motivo para viver junto, os homens identificam o "sexo" quatro vezes mais do que a mulher como motivo para a coabitação.

Embora ambos os sexos tivessem identificado a coabitação como um estado temporário onde a compatibilidade seria "medida", grandes diferenças emergiram quando se falou nos propósitos finais da coabitação.

As mulheres olhavam para a mesma como um arranjo transicional tendo em vista o casamento, enquanto que os homens olham para o mesmo como uma forma de análise da relação - conveniente e de baixo-risco - com o objectivo de apurar se o relacionamento tinha o potencial para uma relação de longo duração.

Para além disto, aquando da qualificação deste "arranjo"alguns homens usaram termos degradantes para a mulher como "test-drive". Para estes homens, a mulher é um "objecto" a testar durante a coabitação, tal como se testa um carro antes de adquiri-lo.

No entanto, a maior diferença entre os sexos centrou-se no que cada grupo identifica como sendo as desvantagens da coabitação. As mulheres acreditam que viver junto envolve menos compromisso e legitimidade que o casamento, enquanto que os homens viam a coabitação como uma limitação à sua liberdade.

O resto pode ser lido aqui.

. . . . . . . . . .

Qualquer mulher que se deixe enganar pela coabitação está a reduzir as suas hipóteses de ter um casamento longo, satisfatório e realizador. Qualquer homem que proponha a coabitação a uma mulher, está implicitamente a dizer "Eu quero usufruir de tudo o que tu tens para dar como mulher, mas não quero qualquer tipo de compromisso sério contigo".

Que tipo de mulher aceita um "arranjo" tão degradante como este? Só mesmo a mulher que pensa que esta é a única forma de algum dia vir a casar, ou a forma mais "segura". Mas se isto é assim, e se ela se acha com tão pouco valor para ser reduzida a um "objecto" a ser "testado", então se calhar ela merece o tipo de sofrimentos que normalmente acompanham as relações sem compromisso.



quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Women Preachers are Forbidden in the Bible

The Bible forbids women preachers, pastors, and leaders. The Communist agenda of feminism has turned American society upside down—deceiving women to murder their babies by abortion, destroy their families with rebellion, and throw away their marriages by divorce.

Lesbianism is flourishing in America, and every other sin because of the evils of feminism (which is rebellion against God's authority). Feminism has nothing to do with women's rights; it has to do with rebellion against masculine authority.

Just as Lucifer wanted to “be like the most High” in Isaiah14:14, and Eve wanted to be “as gods” in Genesis 3:5; likewise, so do evil feminists today want to be equal in authority in the marriage, home, and church.

The Word of God tells women to obey their own husband, remain silent in the church, and to “marry, bear children, guide the house, give none occasion to the adversary to speak reproachfully. For some are already turned aside after Satan” (1st Timothy 5:14-15). Career woman are turned aside after Satan, freezing their eggs, and living for filthy lucre.

Here is an excellent quote from the mighty evangelist, Dr. John R. Rice (1895-1980)...

And again Paul says that the weakness of a woman and her aptness to be misled is shown because “Adam was not deceived, but the woman being deceived was in the transgression.”

Satan found he could deceive Eve easier than he could deceive Adam. God made a woman after such a fashion that she should be a comfortable and obedient helpmeet, a mate who would fit to his will and plans.

So, in the nature of the case, women are not as well fitted for executive authority. If women are more easily led, they are not as good leaders. Every pastor knows that women are easier to enlist in good work.

But careful observers must admit that women are also easier led into false doctrine and into errors of various kinds.

But the argument here in 1 Timothy 2:14 is that Satan was able to deceive Eve when he could not deceive Adam, and that this is an evidence that women should not be placed in authority in churches and in Christian work. If he could deceive Eve easier in the Garden of Eden, he could deceive women easier now.

This means that women leaders are more likely to lead into heresy in doctrine and unscriptural practice than men. Women are not fitted to teach men or usurp authority over men, says this Scripture.

But also, in verse 15, God has a special duty and privilege for women in childbearing. If they submit themselves to God's plan in humility and meekness, then they shall be rescued, and preserved, when pangs of childbirth are come upon them.

When godly women have found sweet comfort and ease and help in the time when they go down into the valley of the shadows to bring forth a child for the Lord, receiving help from God because they were willing to take a woman's place in submission.

Let us consider carefully verses 11 and 12.

1. The woman is to learn in silence, with all subjection.

2. A woman is not to teach. Certainly not to teach men, but evidently not to teach general groups, including men.

3. A woman is never to have authority over men.

4. And then again it is emphasized that a woman is to be “in silence” in such public services.

We know well that God does not want Christian women to remain silent outside the mixed public service. Titus 2:3,4 plainly commands “the aged women likewise . . . that they may teach the young women.”

Here we are plainly told that old women may teach young women, and should do so. But they are to teach them, among other things, “to be obedient to their own husbands” (v. 5).

Women are to be in silence, then, as far as teaching the whole church is concerned, or teaching men, or groups including men, but older women may teach younger women.

...So when Paul said, “I suffer not a woman to teach, nor to usurp authority over the man, but to be in silence,” it seems clear to me he is forbidding a woman to take a place as a public teacher of men. A woman is to be silent in the public assembly in the sense that she is not to teach as an official of the church.

She particularly is to be silent as far as teaching men is concerned. That is plainly forbidden. No woman, according to this passage, is to be allowed to teach a class of men, or to teach a mixed class including men, nor to teach the church in a public assembly, including men.

It is equally clear that no woman is to take a place as an official of a church, having authority over men. No woman could be pastor of a church, according to this plain verse. To do so would be a usurpation of authority that was forbidden her.”

In New Testament churches a woman's place was to be taught, not to teach. A woman's place was to be silent, not to be a public speaker. A woman's place was to be in submission, and not to be in authority. Certainly this Scripture forbids any woman to be a preacher or pastor or evangelist.”

SOURCE: Dr. John R. Rice; quote from Bobbed Hair, Bossy Wives, and Women Preachers; pg. 41-43; copyright 1941 by SWORD OF THE LORD publishers, Murfreesboro, Tennessee; ISBN 0-87398-065-4

Women are going to ultimately do what they want to do, and then look for excuses in an attempt to justify their decisions. For example: Women don't have an abortion for any particular reason; but rather, have an abortion because that's what they wanted to do in the first place, and then they look for reasons to justify their decision.

The Evils of Divorce and Feminism

Women do the same thing when they file for divorce, grasping for any and all reasons they can find in a sinful attempt to justify divorce. Nearly all women who file for divorce demonize their husband, sinfully railing against him in self-righteous hypocrisy; but God hates divorce and there are no Biblical grounds for it.

Only by wrestling the Scriptures can the sin of divorce be justified. Jesus plainly taught that divorce only happens “because of the hardness of your hearts”(Matthew 19:8).

Satan has deceived feminist women today, INDOCTRINATING them to feel liberated by killing their own babies, steal their own future of a happy family, and destroying their own marriages.

Satan saw you coming and you swallowed the bait hook, line, and sinker. Satan skinned you alive and left you miserable, childless, and lonely. I don't care how much money you make, how many vacations you take, how successful a career you may have, how big of a house you may own... a house does not make a HOME! It is God's will for every woman who is able, to bare children and raise them AT HOME.

Our modern U.S. society is so anti-Christian, anti-family, and anti-American. We are living in a morally-toxic society where it's neighbor rising up against neighbor. Feminism even has women freezing eggs (endlessly searching for the non-existent Mr. Right). Feminism will ruin your life ladies. Don't let modern culture dictate how you live.

You don't need all of the electronic toys and conveniences of modern society. What you do need is a Christian home. Don't allow demons into your home through the TV, worldly music, and dirty women's catalogs.

These are evils plaguing American society. It's the same women who laugh and scorn at my preaching who have abortions, divorce their husbands, and support gay rights. No one has a right to be immoral. Freedom is the right to BE wrong, not to DO wrong. Sin is a choice.

The problem today is that most people today put God on trial, coming up with all sorts of hypothetical situations to question the wisdom of God. What if my husband tells me to drink beer? Should I obey him? What if a mother cannot afford to care for her baby? Shouldn't she have an abortion? These are the thoughts of the wicked. God has told us how to live in the Bible.

God tells us in Proverb 3:5-7 not to lean upon our own understanding; but rather, to trust the Lord and acknowledge Him in all our ways. God tells us to fear Him and to depart from evil. You either want to do things God's way or not.

The Bible forbids women from entering the pulpit to teach men, nor are women to take on positions of leadership over men. To do so is a sin. Eve meant well, but she destroyed her own life, and led her husband into sin. Sin always takes you farther than you wanted to go, keeps you longer than you planned to stay, and costs you more than you intended to pay. Satan is a beautiful liar (2nd Corinthians 11:13-15).

No doubt, many women today will laugh and joke about the things Dr. Rice has said from the Bible about women preachers; but the Bible says what it says. God said what He meant, and meant what He said. We live in a careless generation of scoffers, rebels, and critics.

It doesn't surprise me that whorish woman who dress immodestly, dance sensually in public, idolize Rock music stars, abort their babies, support lesbianism, and sit around watching heathen soap operas and vile prime-time TV shows, would also mock my preaching from the Word of God. There is no middle ground on the issue of women sharing authority in the home, nor in the church.

Certainly, a husband ought to submit to his wife in some areas because he loves her (Ephesians 5:21); BUT, it is wicked sin when a wife fails to completely obey her husband in any areas where the husband makes a decision.

The wife must submit first before the husband submits in any way to please his wife. Many divorces are caused by a rebellious wife who places DEMANDS upon her husband and he won't budge, so she divorces him in rebellion and hated because she cannot get her sinful way.

Rebellious women often file for divorce as an expression of a rebellious heart; she wants to wear the pants, and so she usurps authority over her husband by using her marriage license as a weapon in court against him. God will judge such women for their rebellion (witch God equates with witchcraft in 1st Samuel 15:23). It is wickedness (Jeremiah 3:20).

God will have the last Word and is our Judge. Those who obey God will be oh so glad in eternity; but those who laugh at God's man, reject the Word of God, and live selfish lives of sin doing their own thing, will be very sorry. END


“IN EVERY THING”

“Why does not the Bible limit a wife's obedience to her husband? Why does the Scripture not say, as many wish it did say, that a wife should be subject to her husband as long as he is right and true to the Bible?

Or why does it not say, as Mrs. Goforth interprets it in How I Know God Answers Prayer, that a wife should be subject to her husband in all matters but spiritual matters? But that is not what the Bible commands.

Rather the Bible says, 'Wives, submit yourselves unto your own husbands, as unto the Lord,' that is, as unto Jesus Christ, and so of course in complete submission. And again, 'Therefore as the church is subject unto Christ, so let the wives be to their own husbands in every thing' (Eph. 5:22,24).”

SOURCE: Success-Prone Christians, by Dr. John R. Rice; chapter 2; pg. 44,45