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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Quando os despreparados tentam dar uma aula de História

Num dos muitos ataques que a co-editora deste blogue tem sofrido online sempre que dá a sua acertada opinião conservadora e Cristã numa página esquerdista, um jovem totalmente despreparado fez o "big mistake" de a tentar convencer do seu "erro" sem se aperceber que ele mesmo é quem esta totalmente errado na sua posição. 

É normal o esquerdista ser Biblicamente ignorante (isto é, não ter o mínimo conhecimento da Bíblia), mas o que tornam as palavras que seguem mais relevantes é o facto do autor das mesmas nem se aperceber da inconsistência da sua linha de "argumentação".

Basicamente o que ele tenta fazer é relativizar a Bíblia ao mesmo tempo que confere autoridade a fontes cuja autoridade ele não justifica (nomeadamente, a sua própria opinião).

Embaixo faço breves comentários ao erros por ele proferidos:
Olá. Li seus comentários na página "moça você é machista", e te admirei por sua coragem e audácia de falar o que pensa, no meio de uma multidão que discorda do seu ponto de vista. Eu faço parte desta multidão, discordo completamente do que falou, mas mesmo assim me impressiona a sua postura. Resolvi te escrever para dizer que você tem muitas intenções boas, mas está sendo enganada, seguindo uma doutrina criada pelo ser humano
E ?

Criada pelos homens significa "errada"?
mesmo que tenha vindo de Deus, ainda passou pela mão de muitos homens que a alteraram
Evidências da "alteração", onde estão? O sentido original foi perdido? De que forma é que a Bíblia actual difere do "original"?
e ainda hoje, esta doutrina totalmente alterada
Totalmente? Não há nada de correcto na doutrina Bíblica? Evidências? Fontes?
e que pouco ou nada tem a ver com a original
Como é que era "o original"? Faça uma listagem dos pontos onde a Mensagem Bíblica actual difere da mitológica "original", e justifique a resposta. Depois disso, diz-nos como é que ele sabe que esse "original" (que s´´o ele tem acesso) foi "preservado".
passa pela interpretação de homens totalmente despreparados para tirarem algo de útil de um texto histórico.
TODOS os homens estão TOTALMENTE despreparados? Durante os 2000 anos de História Cristã não houve UM ÚNICO HOMEM preparado para retirar "algo de útil do Texto histórico"? Como é que sabes que o que TU dizes está correcto? Estás "totalmente preparado"?
Minha sugestão é que leia outras coisas
Outras coisas feitas pelos homens, e que foram deturpadas de tal modo que já não têm nada a ver com o origial? Essas outras coisas são de confiança? Foram elas preservadas da "interpretaçãi de homens totalmente despreparados"?
quem sabe livros sagrados de outras religiões
Escritos pelos homens, mesmo que tenham vindo de Deus? Ou esses textos foram preservados enquanto que a Bíblia não? Mas já vemos o motivo por trás desta "sugestão":
então irá perceber que todos os livros tem aquela mesma frase dizendo sempre algo parecido com: "Este livro é a verdade e todo o resto é a mentira, e este é o livro que Deus quer que você leia e siga"
TODOS os livros religiosos têm essa frase? Se sim, e depois? O facto de várias fontes alegarem a mesma coisa significa que todos estão erradas? Não há a possibilidade duma estar certa e as outras erradas? Se não, porque não?

O que o historicamente ignorante quer dizer é que a Bíblia é falsificada não por aquilo que ela defende, mas sim por aquilo que os outros têm em comum com a Bíblia. Ou seja, pontos comuns entre a Bíblia e outros livros é algo de mau para a Bíblia. Se o que a Bíblia e essas outras fontes têm em comum é factual ou não, é irrelevante, para este comentador. 

Isto parece sugerir a tese de que, para a Bíblia ser realmente a Palavra de Deus, ela tem que fazer alegações únicas e não-presentes em mais lugar nenhum do universo. Por exemplo, se a Bíblia diz que o Hititas viveram a Norte da Terra de Israel, e nós encontramos isso confirmado ou aludido em outras fontes religiosas, então tanto a Bíblia e essa outra fonte estão erradas. Para este jovem o facto da Bíblia alegar algo é evidência de que essa alegação é falsa. Ele não justifica esta linha de pensamento: ele diz que e assim, e pronto.
Talvez isso te faça ter um ponto de vista melhor sobre questões religiosas.
Como é que sabes que o ponto de vista que a co-editora deste hoje está errado e o teu certo? De onde retiraste a opinião de que o que te ensinaram está certo e "preservado", enquanto que o que nós Cristãos recebemos está pervertido para além daquilo que era o "original"? 

Já agora, não te esqueças de dizer onde está esse "original". Como era ele? Estava preservado da "interpretação de homens totalmente despreparados"?

Ficamos à espera.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O Lugar da mulher





O LAR


"Quando o coração deseja, encontra milhares de maneiras, mas, quando não deseja, encontra milhares de desculpas"
(Desconhecido)



O lugar da mulher é uma questão fortemente debatida. Essa é uma questão importante porque todo mundo é influenciado pelas mulheres e pelo papel que essas mulheres desempenham em sua vida. Henri F. Amiel disse: " A mulher é a salvação ou a destruição da família. Carrega seu fardo nas dobras do seu manto" (MCBRIDE, p. 11.). A mulher não só carrega o fardo da família em suas mãos como também a história descansa em seus braços. As crianças que nascem das mulheres em todo mundo, hoje, farão a história, um dia (MCBRIDE, p. 11.).
Portanto, vemos a necessidade que cada uma de nós tem de decidir se o lugar da mulher é o lar ou se não tem nenhuma importância se ela decide deixar o lar.

São muitas as razões que as mulheres dão para deixar o lar e, muitas delas, são superficialmente convincentes. Hoje em dia, a maior parte das meninas e jovens está sendo levada a acreditar nessas desculpas. Uma dessas razões errôneas para deixar o lar é que as mulheres não podem ser úteis e felizes (sentimento de utilidade) se permanecem no lar (HUNTER, p. 14.). Outra desculpa comum é que seria um desperdício de vida, educação e habilidades físicas e mentais da mulher gastar sua vida no lar (HUNTER, p. 13.). As mulheres que precisam de uma boa razão para permanecer fora do lar sempre colocam sua saúde em evidência. Essas mulheres ouvem histórias ou rumores de mulheres que sofrem de falta de saúde, física e mental, devido ao trabalho árduo, a rotina que nunca termina e falta de estímulo mental, tidos como desperdício de um longo período no lar (HUNTER, p. 64.).

As mulheres que trabalham fora também precisam explicar o porquê deixam suas famílias. As esposas que trabalham fora dirão "meu marido fica fora de casa durante o dia. Não preciso ficar lá". As mães que trabalham fora explicarão que seus filhos precisam aprender a ser "independentes" (HUNTER, p. 54.) ou que alguém mais pode fazer o excelente trabalho de criar seus filhos e cuidar de seu lar (HUNTER, p. 13.). Há uma pequena porção de mulheres que trabalham fora que acreditam que sua família realmente precisa delas. Acreditam que gastar tempo com suas famílias antes e depois do horário de trabalho é o bastante para satisfazer suas necessidades (HUNTER, p. 14.). A maior parte das mães que trabalham fora concordará com Brenda Hunter, uma antiga feminista, quando disse:"Acredito sinceramente que eles (seus filhos) não seriam feridos porque persegui realização pessoal através de minha carreira de instrutora" (HUNTER, p. 21.). A desculpa mais popular usada pelas mulheres que trabalham fora é a necessidade de dinheiro. Fazendo dinheiro, acreditam que podem prover um tipo de vida melhor a suas famílias e seus filhos com um número maior de oportunidades. Infelizmente a sociedade tem vagarosa mas seguramente mudado na valorização de uma mulher não pelo que ela é mas por aquilo que ela ganha" ( HUNTER, p. 44.).

Por em prática a crença de que as mulheres deveriam trabalhar fora de casa tem efeitos sobre nós mesmos, sobre as outras pessoas, lares, sociedade e sobre a história. Quando observamos os resultados de mulheres que trabalham fora de casa, é fácil pensar apenas nela, a mulher. Para ser franca, precisamos considerar não só ela, mas também aqueles a quem a sua ausência afeta (HUNTER, p. 57.).

Primeiro veremos ela. Numa primeira observação, parece que o resultado mais importante para uma mulher trabalhar fora de casa é que ela tem mais dinheiro. Teoricamente, teria roupas novas, tapeçaria nova, mobília mais moderna e qualquer coisa a mais que ela queira. Sempre constatamos o fato de que mulheres que trabalham fora também têm mais contas a pagar, tal como babá, alguém para lavar e passar roupas e talvez alguém para limpar sua casa (HUNTER, p. 50, 51.). Ajuntar mais dinheiro também abre portas para as mulheres fumarem, beber vinho e outras bebidas fortes e comer fora muito mais vezes do que em casa. Todas essas coisas podem ser nocivas à saúde (HUNTER, p. 46.). Um resultado dessas portas abertas é que o registro de mulheres alcoólatras tem aumentado rapidamente, o câncer de pulmão tem se tornado mais comum em mulheres, mais mulheres estão cometendo suicídio e a porcentagem de mulheres envolvidas em crimes graves tem aumentado significativamente (HUNTER, p. 79, 80.). Trabalhar fora de casa também tem levado muitas mulheres a serem infiéis a seus maridos (HUNTER, p. 47.). Se pararmos e olharmos a nossa volta, podemos ver o efeito que a infidelidade tem sobre lares e vidas. O trabalho fora de casa também falha ao dar às mulheres um escape para rotinas e exigências que estão ligados a ficar em casa. Os trabalhos fora de casa têm transformado as mulheres em máquinas que cumprem diariamente sua quota de produção (HUNTER, p. 50, 51.). As feministas freqüentemente desculpam-se por trabalhar fora dizendo que permanecer no lar causa depressão. Maggie Scarf, que escreveu o livro Unfinished Business (Negócio não-terminado), refuta essa desculpa. Com base nas descobertas da Yale Depression Unit, diz que as esposas que trabalham fora e as que trabalham no lar estão igualmente suscetíveis a serem depressivas. É interessante notar que ela também identificou que maridos de mulheres que trabalham fora são mais vulneráveis à depressão do que maridos de donas-de-casa (HUNTER, p. 64.). Para mim, parece que o local de trabalho oferece um sonho dourado para as mulheres, mas esse sonho não é a realidade.
Trabalhar fora de casa também roubará a paz mental da mulher. Culpa, preocupação e infelicidade geralmente acompanham uma mulher que trabalha fora. Não importa o que as mulheres que trabalham fora digam sobre o quanto é correto deixar seus lares e famílias mas a maior parte delas luta com a culpa. Como colocou um autor, "o esforço aqui é claramente interno. É a elas mesmas que procuram convencer acerca da pureza de seus motivos, da justiça de suas ações, enquanto todos os seus instintos tentam convencê-las de que estão fazendo algo errado" (HUNTER, p. 159.). É a felicidade que a maior parte das mulheres que trabalham fora professam, mas é o oposto que se observa em suas vidas. Uma mãe que trabalha fora confessou, "é difícil estar feliz com minha vida quando estou tão preocupada com meus filhos" (HUNTER, p. 45.). Ainda que essas mulheres não tenham filhos, é difícil para elas estarem inteiramente felizes quando não estão fazendo aquilo para o qual foram feitas. Além da culpa e da infelicidade, a preocupação persegue as mulheres que trabalham fora, especialmente as mães. Uma feminista convertida disse, "achei difícil esquecê-la (meu bebê) e empregar todas as minhas energias em direção ao trabalho. Preocupava-me com o seu desenvolvimento e com a qualidade do cuidado que receberia na minha ausência" (HUNTER, p. 14.). 


Algumas mulheres poderiam sacrificar sua paz de espírito, se isso fosse a única coisa necessária a ser sacrificada, para trabalhar fora de casa. Mas precisamos pensar nos filhos destas mães que trabalham fora de casa. Os filhos de mães que trabalham fora devem estar prontos para dizerem ou perguntarem à "mamãe" tudo o que querem nos poucos minutos quando elas os acordam ou quando elas os colocam na cama (HUNTER, p. 52, 53.). Com apenas um pouco de senso comum e experiência, percebemos que isso não é possível. Se uma mãe vai trabalhar fora, ela vai ter de abrir mão de uma grande quantidade de tempo que passa com seu filho. Uma mãe, que trabalhava fora, disse: "Se você me perguntar sobre o que tive de desistir quando voltei a trabalhar, diria que foram minhas conversas com Sally" (a filha dela). (HUNTER, p. 53.).

Mães que trabalham fora também têm pouco tempo, se de fato tiverem algum, para aproveitar com seus filhos. "Na maior parte do tempo, fico gritando ordens para eles, porque agora eles têm mais tarefas domésticas para fazer e, ainda assim, eles não são produtivos como deveriam ser", foi assim que uma mãe que trabalhava fora descreveu seu tempo em casa (HUNTER, p. 49.). Parece que o pouco tempo em que a mãe está em casa não é muito agradável para a família.

Quando a mãe deixa o lar, leva a segurança do filho com ela. Um autor bem conhecido, C. S. Lewis, cuja mãe morreu antes dele atingir a adolescência, definiu sua infância, depois da morte de sua mãe, da seguinte maneira: "Com a morte da minha mãe toda a felicidade estabelecida, tudo que era tranqüilo e confiável, desapareceu da minha vida. Havia muito divertimento, muitos prazeres e fortes sentimentos de felicidade; mas a velha segurança se foi. Ficaram só ilhas e mar, o grande continente afundou como Atlantis"(HUNTER, p. 101.). Uma mulher adulta, cujo pai morreu e cuja mãe trabalhara em período integral, disse que seu principal sentimento ligado à infância é solidão. "Mesmo agora", ela diz, "eu me lembro distintamente do modo frio que me envolvia quando eu destrancava a porta da frente no apartamento escuro""Não importava o quanto ensolarado e quente o tempo estivesse lá fora", ela continua, "a atmosfera de nossa casa vazia era sempre escura e intimidante" (HUNTER, p. 24, 25.).

Uma criança é ferida pela falta da sua segurança. Apesar de tudo aquilo que as mães que trabalham fora tentem fazer para disfarçar suas ausência diária, o número de suicídios na adolescência aumentou (HUNTER, p. 81.). Um adulto órfão de pai, cuja mãe trabalhava fora, relatou: "Apesar de minha mãe telefonar-me para perguntar sobre o meu dia, a ligação dela não me tornava amado e aquecido como um passe de mágica" (HUNTER, p. 26.). Por fim, essas crianças que se tornaram independentes prematuramente, geralmente experimentam drogas e outras coisas perigosas (HUNTER, p. 56.).
Parece-me que o custo para as mães que trabalham fora ultrapassa os benefícios. Ganhar mais dinheiro compensa perder sua família? Os sentimentos de realização e satisfação que as mães dizem sentir no trabalho se igualam aos sentimentos de medo e insegurança de seus filhos?

Antes de podermos dizer conclusivamente que a mulher pertence ao lar, precisamos determinar a importância de seu trabalho para o lar. Muitas pessoas, incluindo mulheres, consideram que o trabalho doméstico inclui apenas lavar, passar, cozinhar, limpar a casa, verificar se todos estão bem vestidos e com as orelhas limpas. Se isso fosse verdade, uma mulher poderia deixar seu lar desde que outra pessoa cumprisse essas responsabilidades em seu lugar. Contudo, para surpresa de muitos, isso não é verdade.

As altas exigências para o trabalho descrevem a importância da posição. O lugar da mulher pode ser ocupado apenas pela mulher, e não por qualquer mulher (MCBRIDE, p. 11.). O mais sábio dos homens, Salomão, disse que o preço da mulher virtuosa está muito além dos rubis [A Bíblia (A única versão utilizada foi a Almeida Fiel) Provérbios 31:10.]. Mulheres virtuosas são raras, mas, para ficar em casa e fazer bem o seu trabalho, uma mulher tem de ser virtuosa. Ao contrário de uma secretária, a construtora de um lar deve ser compreensiva vinte e quatro horas por dia. Uma dona de casa precisa ser sinceramente amável do alvorecer ao alvorecer, e não das oito da manhã à seis da tarde com uma hora de almoço. É de vital importância também que a mulher do lar seja sábia (MCBRIDE, p. 11.). Como a Bíblia diz: "Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos" (Bíblia, Provérbios 14:1.). Ainda na Bíblia, 2 Tito 4-5, dá-nos uma lista do que Deus espera de uma mulher. Diz que a velha mulher deve ensinar a jovem mulher a ser sóbria [sóbria na mente; moderada (STRONG, # 4998.)], a amar seu marido e seus filhos, a ser discreta [auto-controlada; calma (STRONG, # 4998.)], casta [limpa; inocente pura (STRONG, # 53.)], mantedora do lar [caseira; domesticamente inclinada (STRONG, # 3626.)], boa e obediente ao marido..."(Bíblia, Tito 2: 4,5.). Como você provavelmente vai dizer, essas qualidades não são fáceis de se obter e de se manter. Por último, mas não menos importante, uma mulher deve ser corajosa para desempenhar sua posição na casa. A tarefa exige coragem não apenas para ficar em casa e enfrentar os problemas que ali aparecem, mas exige coragem também, e muita, para admitir publicamente que você é uma construtora de lar (ARNDT, p. 28.). Como vimos, as exigências para a dona de casa são muito maiores que as exigências de qualquer trabalho fora de casa (MCBRIDE, p. 11.).

Agora voltamos à questão: o lugar da mulher no lar é realmente importante? As exigências para o trabalho dizem que ele é importante, mas o trabalho em si realmente importa? A Bíblia diz que sim. Nem todo mundo percebe que a posição da mulher existe desde antes da queda do homem. Antes do pecado vir ao mundo, Deus disse: "Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele" (Bíblia, Gênesis 2:18.). Continuando, o livro de Gênesis diz como a mulher foi feita para satisfazer as necessidades do homem. Então, a posição da mulher no lar não é uma punição por um pecado que ela cometeu (MCBRIDE, p. 10.).

A história nos mostra que o que acontece no lar faz a diferença. Jonathan Edwards, que foi um homem de Deus, construiu com sua esposa um lar de Deus. Das mil trezentos e noventa e quatro pessoas estimadas das quatro gerações depois de Sr. e Sra. Edwards, catorze foram professores universitários, cem foram ministros do Evangelho, sessenta foram médicos, sessenta foram autores e editores e mais de cem deles se tornaram advogados e juízes. Contraste essa família e seus descendentes com a família de um ateu bem conhecido, que viveu na mesma época de Jonathan Edwards. Das mil e duzentas pessoas produzidas até a quarta geração desse homem que negava Deus, quatrocentos deles se arruinaram fisicamente, trezentos e dez se tornaram muito pobres, cento e cinqüenta foram criminosos e sete cometeram assassinatos (ARNDT, p. 126.). Embora a mulher não seja totalmente responsável pelo que acontece no lar e pelo modo como as crianças crescem, existem muitos casos em que crianças são educadas a temer a Deus, mesmo se o marido não é um cristão.

O mundo pode tentar diminuir a importância do lar, mas a história revela a grande influência que o lar tem sobre o mundo. A mulher doméstica passa muito tempo em casa, e ela pode determinar muito do que acontece lá. Junto com o trabalho manual exigido para manter um lar, a mulher pode nutrir a boa saúde física e mental em sua família. Dieta, exercício e repouso, todos contribuem para a boa constituição de uma pessoa, e a mulher faz muito para determinar que tipo de dieta, a quantidade de repouso e de exercício sua família recebe. A dona de casa pode também manter uma atmosfera saudável para aumentar a saúde mental. Uma dose moderada de humor, a visão correta do mundo e bons valores no lar direcionam o modo de pensar e agir das pessoas dentro e fora de casa. Vai ajudar a todos os membros da família, se a mulher da casa tiver ouvido compreensível, atitude paciente e solidária, palavras de encorajamento e crítica educacional em sua caixa de ferramentas (MCBRIDE, p. 21.). É importante a maneira como um lar é constituído, porque as pessoas refletem os lares nos quais vivem.

As crianças são uma parte importante de muitos lares, e a influência que a mãe exerce sobre seus filhos é, às vezes, despercebida. Pode-se dizer que crianças são espelhos refletindo suas mães e seus lares (HUNTER, p. 108.). Abraham Lincoln é reconhecido por seu gosto pela leitura e até aonde ele ia para satisfazer esse prazer. Poucas pessoas percebem que por trás de seu gosto pela leitura havia uma mãe que andava milhas para conseguir-lhe um livro (HUNTER, p. 106.). Foi dito na história recente que: "... a influência que é exercida sobre a mente nos primeiros oito ou dez anos de existência, em grande extensão direciona os destinos da mente por muito tempo e até mesmo pela eternidade" (ABBOTT, p.7.). Thomas A. Edison percebeu isso, pelo menos até certo ponto, quando disse: "Minha mãe me fez" (HUNTER, p. 108.). Lamartine, um poeta francês, reconheceu também a influência que sua mãe teve sobre ele: "Minha educação foi totalmente centrada no olhar, mais ou menos aberto, de minha mãe. As rédeas de meu coração estavam em suas mãos...eu bebi profundamente da mente de minha mãe; e li através de seus olhos; vivi através da vida dela", ele disse (HUNTER, p. 106.). Assim como um mãe pode influenciar um filho para o bem ela pode influenciá-lo para o mal. Seria interessante fazer um estudo sobre criminosos e suas mães. À medida que uma mãe se importa com seu filho, limites se desenvolvem, a falta desses limites freqüentemente causa depressão ou uma grande tendência para drogas, etc.

...Esse é um outro modo pelo qual mães que trabalham fora exercem influência negativa sobre seus filhos (HUNTER, p. 87, 88.). Uma babá pode ter capacidade para cuidar das necessidades físicas de uma criança, mas crianças precisam de mais do que alimento, roupas ou um lugar para dormir (HUNTER, p. 140.). Crianças precisam de segurança. Mães são a principal fonte dessa segurança. Uma mãe que trabalhava fora, mas que estava convencida da necessidade de ficar em casa, disse: "Vendo meus filhos crescerem, lendo para eles e ouvindo as palavras deles, percebi o quanto contribuo para os sentimentos de segurança e de bem estar deles" (HUNTER, p. 22.). As crianças também precisam aprender sobre a vida (HUNTER, p. 140.). Pelas palavras e pelos seus atos, uma mãe pode ensinar uma variedade de coisas a seus filhos, como gratidão e sinceridade. A Fé também é um presente duradouro que uma mãe pode dar a um filho (MCBRIDE, p. 47-53.), como Eunice deu a seu filho, Timóteo (Bíblia, Timóteo 1:5.).
A Bíblia diz: "uma mulher virtuosa é a coroa do seu marido, mas a que o envergonha é como podridão nos seus ossos" (Bíblia, Provérbios 12:4.). Com isso vemos que a mulher da casa, sem sombra de dúvidas, afeta também seu marido. Ela pode destruí-lo bem como o trabalho dele, como Jezebel e Dalila dos tempos antigos e como muitas mulheres fazem hoje. Ela pode destruí-lo ou pode ser a companheira que deveria ser. Sara passou a vida ajudando seu marido a servir a Deus e o homem (MCBRIDE, p. 81.). Priscila ajudou seu marido a fazer tendas, entre outras coisas (MCBRIDE, p. 21.). Ainda que você não possa ajudar seu marido a fazer tendas, você pode ajudá-lo não reclamando, dando-lhe um lar para que ele deseje retornar todos os dias, estando sempre pronta a ajudá-lo, e sendo prudente com as finanças da casa (MCBRIDE, p. 21.). Henri F. Amiel foi sincero quando disse "que a mulher carrega o destino da família, o marido e os filhos nas dobras de seu manto".

Ficar em casa não é fácil. A mulher paga um preço por ficar em casa. Uma das grandes coisas das quais a mulher tem de abrir mão, quando se torna uma dona de casa, é gratidão (ARNDT, p. 18.). Nossas mães não estavam brincando quando diziam: "O trabalho doméstico é algo que ninguém percebe, a menos que não seja feito". Assim como o trabalho doméstico não traz gratidão para a mulher, não lhe traz glória também. Acredito que ele traz glória a Deus, e essa deveria ser nossa meta na vida (PRIDE, p.139.). Outra coisa que a mulher que fica em casa tem de esquecer é aprovação da sociedade. A autora de Para onde foram todas as mães? Escreveu isso muito bem: "Enquanto a mulher que faz carreira tem a aprovação da sociedade, a dona de casa recebe pena e desconsideração" (HUNTER,  p.38). Junto com a desaprovação da sociedade, os parentes e/ou amigos de uma mulher que decide ficar em casa podem considerar que a decisão dela é errada (HUNTER, p. 62.). A vida fica definitivamente mais difícil quando aqueles que amamos discordam veementemente de uma decisão maior.

Existem outros sacrifícios que uma dona de casa deve fazer. Uma dona de casa deve sacrificar a si mesma. A vida de uma dona de casa é exigente (HUNTER, Introdução.). A esposa e mãe tem de estar pronta a desistir de seu tempo sozinha, de umas poucas horas de sono extra e outras coisas que gostaria de fazer para satisfazer as necessidades de sua família. Além de se sacrificar, a dona de casa pode ter de desistir também de sua vida de solteira e de suas velhas amigas. A velha vida e as velhas amigas não podem ser considerados mais importantes do que a nova família e suas necessidades (MCBRIDE, p.18, 19.). À medida que a esposa ajuda seu marido com as finanças, a mulher tem de abrir mão de seus sonhos dourados, e de todas as conveniências que ela gostaria de ter (ARNDT, p.16.). Esses sacrifícios parecem pequenos para você, quando você considera a importância do lugar da mulher no lar?

Os benefícios que advém de uma mulher dona de casa não são necessariamente materiais, mas são valiosos. Produtividade é um dos benefícios. A mulher será mais produtiva apenas se ela fizer aquilo para que foi feita (MCBRIDE, p. 10.). Assim como um vagão vermelho no meio de um lago está fora de lugar, a mulher no local de trabalho também está fora de lugar. Quando todos desempenham suas funções no lar, existe paz (PHILLIPS, p. 132.). A paz é valiosa, pois não pode ser comprada nem com todo o dinheiro que uma mulher ganharia trabalhando. Trabalhar em casa, ao contrário de trabalhar fora, pode aumentar muito o caráter de uma mulher. O lar é o lugar para aprender a ser paciente, perseverante, controlada, gentil, assim como é o lugar para se aprender a estabelecer prioridades (ARNDT, p. 33.). Essas qualidades nunca são demais, e o melhor de tudo é que quando uma mulher cristã fica em casa ela está servindo a Deus e sendo uma boa testemunha dele (MCBRIDE, p. 49.). Para a mãe que se sacrifica cuidando da casa e criando seus filhos dentro dos caminhos corretos a Bíblia diz: "Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele" (Bíblia, Provérbios 22:6.). Na terceira idade, a certeza de ter sido correto na vida é mais reconfortante do que os anos de aprovação do mundo ou dos momentos de reconhecimento do mundo.

Existem exceções. A morte vem ou o inesperado acontece, e a mulher fica definitivamente como única mantedora da família. "Eu tenho que trabalhar fora", você diz. Você realmente tem de trabalhar fora, ou será que você poderia trabalhar em casa? Costurar ou fazer artesanatos, dar aulas de musica ou culinária, etc. ...são opções a serem consideradas. Trabalhar meio período, enquanto as crianças estão na escola, é uma possibilidade em certos casos (HUNTER, p. 120.). E uma ideia sábia buscar na oração nossas prioridades, antes de tomarmos a decisão sobre qual trabalho assumir. Em qual ordem de importância estão: ganhar dinheiro, criar os filhos, cuidar da casa, e Deus (HUNTER, p. 121.). Uma mãe, que era a única fonte de renda do seu lar, achou que, se tivesse as prioridades certas, embora ela nunca teria os seus sonhos materiais, Deus forneceria suas necessidades, mesmo que o dinheiro faltasse (HUNTER, p. 22.). É difícil decidir sobre trabalhar fora ou não. 1Tiago5, diz: "E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada".

Tentamos visualizar todos os prós e contras da mulher trabalhar em casa ou fora. É obvio que uma escolha deve ser feita, e prioridades precisam ser estabelecidas. A escolha não é complicada. Essa questão ardentemente debatida pode ser colocada em preto e branco, do modo certo ou errado, em termos da Bíblia ou do mundo. Não há tons de cinza. Você não pode servir a Deus e aos homens. Lembre-se de que aquilo que fazemos hoje afeta nosso futuro.

"Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém" (II Pedro 3:18).

Perceba, você que é solteira, seria fácil dizer: "Bem, eu não sou casada, então não preciso me preocupar com essas coisas". É verdade que vocês não tem vossos lares para cuidar ainda, mas podem ficar prontas para eles. A jovem mulher que gosta de sair agora vai querer sair depois de casada. Uma mulher jovem rebelde será uma esposa rebelde. Não existe um "big bang" (marcante mudança) durante a solenidade do casamento, que nos transforma imediatamente naquilo que gostaríamos de ser.
BIBLIOGRAFIA


A Bíblia (A única versão utilizada foi a Almeida Fiel)
Silva, Valdenira - Sola Scriptura
ABBOTT, Jonh S. C. The mother at home. Sterling: Gracec Abouding Ministries, 1984.
ARNDT, Elise. A mother´s touch. Wheaton: Victor Books, 1989.
HUNTER, Brenda. Where have all the mothers gone?. Grand Rapids: Zondervan Publishing House, 1982.
MCBRIDE, Terry Lois. By his side " the woman´s place. Fort Worth: Brownlow Publishing Company, 1967.
PHILLIPS, Sheree. Mothers at the heart of life. Ann Arbor: Servant Publications, 1985.
PRIDE, Mary. The way home-beyond feminism back to reality. Westchester: Crossway Books, 1985.
STRONG, James. Strong´s exhaustive concordance. Nashville: Crusade Bible Publishing.


***

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Women Preachers are Forbidden in the Bible

The Bible forbids women preachers, pastors, and leaders. The Communist agenda of feminism has turned American society upside down—deceiving women to murder their babies by abortion, destroy their families with rebellion, and throw away their marriages by divorce.

Lesbianism is flourishing in America, and every other sin because of the evils of feminism (which is rebellion against God's authority). Feminism has nothing to do with women's rights; it has to do with rebellion against masculine authority.

Just as Lucifer wanted to “be like the most High” in Isaiah14:14, and Eve wanted to be “as gods” in Genesis 3:5; likewise, so do evil feminists today want to be equal in authority in the marriage, home, and church.

The Word of God tells women to obey their own husband, remain silent in the church, and to “marry, bear children, guide the house, give none occasion to the adversary to speak reproachfully. For some are already turned aside after Satan” (1st Timothy 5:14-15). Career woman are turned aside after Satan, freezing their eggs, and living for filthy lucre.

Here is an excellent quote from the mighty evangelist, Dr. John R. Rice (1895-1980)...

And again Paul says that the weakness of a woman and her aptness to be misled is shown because “Adam was not deceived, but the woman being deceived was in the transgression.”

Satan found he could deceive Eve easier than he could deceive Adam. God made a woman after such a fashion that she should be a comfortable and obedient helpmeet, a mate who would fit to his will and plans.

So, in the nature of the case, women are not as well fitted for executive authority. If women are more easily led, they are not as good leaders. Every pastor knows that women are easier to enlist in good work.

But careful observers must admit that women are also easier led into false doctrine and into errors of various kinds.

But the argument here in 1 Timothy 2:14 is that Satan was able to deceive Eve when he could not deceive Adam, and that this is an evidence that women should not be placed in authority in churches and in Christian work. If he could deceive Eve easier in the Garden of Eden, he could deceive women easier now.

This means that women leaders are more likely to lead into heresy in doctrine and unscriptural practice than men. Women are not fitted to teach men or usurp authority over men, says this Scripture.

But also, in verse 15, God has a special duty and privilege for women in childbearing. If they submit themselves to God's plan in humility and meekness, then they shall be rescued, and preserved, when pangs of childbirth are come upon them.

When godly women have found sweet comfort and ease and help in the time when they go down into the valley of the shadows to bring forth a child for the Lord, receiving help from God because they were willing to take a woman's place in submission.

Let us consider carefully verses 11 and 12.

1. The woman is to learn in silence, with all subjection.

2. A woman is not to teach. Certainly not to teach men, but evidently not to teach general groups, including men.

3. A woman is never to have authority over men.

4. And then again it is emphasized that a woman is to be “in silence” in such public services.

We know well that God does not want Christian women to remain silent outside the mixed public service. Titus 2:3,4 plainly commands “the aged women likewise . . . that they may teach the young women.”

Here we are plainly told that old women may teach young women, and should do so. But they are to teach them, among other things, “to be obedient to their own husbands” (v. 5).

Women are to be in silence, then, as far as teaching the whole church is concerned, or teaching men, or groups including men, but older women may teach younger women.

...So when Paul said, “I suffer not a woman to teach, nor to usurp authority over the man, but to be in silence,” it seems clear to me he is forbidding a woman to take a place as a public teacher of men. A woman is to be silent in the public assembly in the sense that she is not to teach as an official of the church.

She particularly is to be silent as far as teaching men is concerned. That is plainly forbidden. No woman, according to this passage, is to be allowed to teach a class of men, or to teach a mixed class including men, nor to teach the church in a public assembly, including men.

It is equally clear that no woman is to take a place as an official of a church, having authority over men. No woman could be pastor of a church, according to this plain verse. To do so would be a usurpation of authority that was forbidden her.”

In New Testament churches a woman's place was to be taught, not to teach. A woman's place was to be silent, not to be a public speaker. A woman's place was to be in submission, and not to be in authority. Certainly this Scripture forbids any woman to be a preacher or pastor or evangelist.”

SOURCE: Dr. John R. Rice; quote from Bobbed Hair, Bossy Wives, and Women Preachers; pg. 41-43; copyright 1941 by SWORD OF THE LORD publishers, Murfreesboro, Tennessee; ISBN 0-87398-065-4

Women are going to ultimately do what they want to do, and then look for excuses in an attempt to justify their decisions. For example: Women don't have an abortion for any particular reason; but rather, have an abortion because that's what they wanted to do in the first place, and then they look for reasons to justify their decision.

The Evils of Divorce and Feminism

Women do the same thing when they file for divorce, grasping for any and all reasons they can find in a sinful attempt to justify divorce. Nearly all women who file for divorce demonize their husband, sinfully railing against him in self-righteous hypocrisy; but God hates divorce and there are no Biblical grounds for it.

Only by wrestling the Scriptures can the sin of divorce be justified. Jesus plainly taught that divorce only happens “because of the hardness of your hearts”(Matthew 19:8).

Satan has deceived feminist women today, INDOCTRINATING them to feel liberated by killing their own babies, steal their own future of a happy family, and destroying their own marriages.

Satan saw you coming and you swallowed the bait hook, line, and sinker. Satan skinned you alive and left you miserable, childless, and lonely. I don't care how much money you make, how many vacations you take, how successful a career you may have, how big of a house you may own... a house does not make a HOME! It is God's will for every woman who is able, to bare children and raise them AT HOME.

Our modern U.S. society is so anti-Christian, anti-family, and anti-American. We are living in a morally-toxic society where it's neighbor rising up against neighbor. Feminism even has women freezing eggs (endlessly searching for the non-existent Mr. Right). Feminism will ruin your life ladies. Don't let modern culture dictate how you live.

You don't need all of the electronic toys and conveniences of modern society. What you do need is a Christian home. Don't allow demons into your home through the TV, worldly music, and dirty women's catalogs.

These are evils plaguing American society. It's the same women who laugh and scorn at my preaching who have abortions, divorce their husbands, and support gay rights. No one has a right to be immoral. Freedom is the right to BE wrong, not to DO wrong. Sin is a choice.

The problem today is that most people today put God on trial, coming up with all sorts of hypothetical situations to question the wisdom of God. What if my husband tells me to drink beer? Should I obey him? What if a mother cannot afford to care for her baby? Shouldn't she have an abortion? These are the thoughts of the wicked. God has told us how to live in the Bible.

God tells us in Proverb 3:5-7 not to lean upon our own understanding; but rather, to trust the Lord and acknowledge Him in all our ways. God tells us to fear Him and to depart from evil. You either want to do things God's way or not.

The Bible forbids women from entering the pulpit to teach men, nor are women to take on positions of leadership over men. To do so is a sin. Eve meant well, but she destroyed her own life, and led her husband into sin. Sin always takes you farther than you wanted to go, keeps you longer than you planned to stay, and costs you more than you intended to pay. Satan is a beautiful liar (2nd Corinthians 11:13-15).

No doubt, many women today will laugh and joke about the things Dr. Rice has said from the Bible about women preachers; but the Bible says what it says. God said what He meant, and meant what He said. We live in a careless generation of scoffers, rebels, and critics.

It doesn't surprise me that whorish woman who dress immodestly, dance sensually in public, idolize Rock music stars, abort their babies, support lesbianism, and sit around watching heathen soap operas and vile prime-time TV shows, would also mock my preaching from the Word of God. There is no middle ground on the issue of women sharing authority in the home, nor in the church.

Certainly, a husband ought to submit to his wife in some areas because he loves her (Ephesians 5:21); BUT, it is wicked sin when a wife fails to completely obey her husband in any areas where the husband makes a decision.

The wife must submit first before the husband submits in any way to please his wife. Many divorces are caused by a rebellious wife who places DEMANDS upon her husband and he won't budge, so she divorces him in rebellion and hated because she cannot get her sinful way.

Rebellious women often file for divorce as an expression of a rebellious heart; she wants to wear the pants, and so she usurps authority over her husband by using her marriage license as a weapon in court against him. God will judge such women for their rebellion (witch God equates with witchcraft in 1st Samuel 15:23). It is wickedness (Jeremiah 3:20).

God will have the last Word and is our Judge. Those who obey God will be oh so glad in eternity; but those who laugh at God's man, reject the Word of God, and live selfish lives of sin doing their own thing, will be very sorry. END


“IN EVERY THING”

“Why does not the Bible limit a wife's obedience to her husband? Why does the Scripture not say, as many wish it did say, that a wife should be subject to her husband as long as he is right and true to the Bible?

Or why does it not say, as Mrs. Goforth interprets it in How I Know God Answers Prayer, that a wife should be subject to her husband in all matters but spiritual matters? But that is not what the Bible commands.

Rather the Bible says, 'Wives, submit yourselves unto your own husbands, as unto the Lord,' that is, as unto Jesus Christ, and so of course in complete submission. And again, 'Therefore as the church is subject unto Christ, so let the wives be to their own husbands in every thing' (Eph. 5:22,24).”

SOURCE: Success-Prone Christians, by Dr. John R. Rice; chapter 2; pg. 44,45

sábado, 19 de março de 2011

Protesto contra a profanação de uma capela na Espanha!

Fonte


Portanto, como Eu vivo, diz o Senhor Deus, certamente, porquanto profanaste o Meu Santuário com todas as tuas coisas detestáveis, e com todas as tuas abominações, também Eu te diminuirei, e o Meu olho não te perdoará, nem também terei piedade.
(EZEQUIEL 5:11)

Na vizinha Espanha, a capela da Universidade de la Complutense foi profanada. Segundo a notícia do Shalom, “70 jovens foram a uma capela da Universidade Complutense de Madrid proferindo insultos contra a Igreja Católica, o Papa e o clero, enquanto algumas garotas que faziam parte da profanação se despiram da cintura para acima ao redor do altar ante os aplausos do resto”.

O Hazteoír também noticiou. Os actos de vandalismo e profanação foram “cometidos por uma associação de estudantes da Faculdade de Ciências Políticas e Sociologia da Universidade Complutense, em Madrid, no último dia 10″. Aqui podem ser vistas algumas fotos o acto não foi realizado às escondidas mas, ao contrário, foi alardeado e divulgado pelos próprios manifestantes.

Clique aqui
para protestar contra esta blasfémia, exigindo ao reitor da Universidade:
1) a identificação dos estudantes que participaram do vandalismo;
2) o auxílio à polícia na obtenção do material que comprove o crime;
3) o encerramento desta citada associação de estudantes;
4) a expulsão do líder (máximo responsable) da manifestação.

Das insidias diabólicas, livrai Senhor a Vossa Santa Igreja!