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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

A alma vive depois da morte do corpo? - Debate

Como forma de não haver desvio no blogue Darwinismo, fica este post para o debate.


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sábado, 17 de março de 2012

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O que a Bíblia diz sobre o inferno

Key Facts About Eternity

(1) Everyone will exist eternally either in heaven or hell (Daniel 12:2,3; Matthew 25:46; John 5:28; Revelation 20:14,15).

(2) Everyone has only one life in which to determine their destiny (Hebrews 9:27).

(3) Heaven or hell is determined by whether a person believes (puts their trust) in Christ alone to save them (John 3:16, 36, etc.).

Key Passages About Hell

(1) Hell was designed originally for Satan and his demons (Matthew 25:41; Revelation 20:10).

(2) Hell will also punish the sin of those who reject Christ (Matthew 13:41,50; Revelation 20:11-15; 21:8).

(3) Hell is conscious torment.

  • Matthew 13:50 “furnace of fire…weeping and gnashing of teeth”
  • Mark 9:48 “where their worm does not die, and the fire is not quenched”
  • Revelation 14:10 “he will be tormented with fire and brimstone”

(4) Hell is eternal and irreversible.

  • Revelation 14:11 “the smoke of their torment goes up forever and ever and they have no rest day and night”
  • Revelation 20:14 “This is the second death, the lake of fire”
  • Revelation 20:15 “If anyone’s name was not found written in the book of life, he was thrown into the lake of fire”

Erroneous Views of Hell

(1) The second chance view – After death there is still a way to escape hell.

Answer: “It is appointed unto men once to die and after that the judgment” (Hebrews 9:27).

(2) Universalism – All are eternally saved.

Answer: It denies the truth of salvation through Christ which means that a person decides to either trust in Christ or else he/she rejects Christ and goes to hell (John 3:16;3:36).

(3) Annihilationism – Hell means a person dies like an animal – ceases to exist.

Answer: It denies the resurrection of the unsaved (John 5:28, etc. – see above). It denies conscious torment (see above).

Objections to the Biblical View of Hell

(1) A loving God would not send people to a horrible hell.

Response: God is just (Romans 2:11).

(2) Hell is too severe a punishment for man’s sin.

Response: God is holy-perfect (1 Peter 1:14,15).

Biblical Terms Describing Where the Dead Are

  • Sheol - a Hebrew term simply describing “the grave” or “death” – Does not refer to “hell” specifically
  • Hades - A Greek term that usually refers to hell – a place of torment (Luke 10:15; 16:23, etc.)
  • Gehenna - A Greek term (borrowed from a literal burning dump near Jerusalem) that always refers to hell – a place of torment (Matthew 5:30; 23:33)
  • “Lake of fire”- the final abode of unbelievers after they are resurrected (Revelation 20:14,15)
  • “Abraham’s bosom” - (Luke 16:22) a place of eternal comfort
  • “Paradise” - (Luke 23:43) a place of eternal comfort
  • “With the Lord” - a key phrase describes where church age believers are after death (Philippians 1:23; 1 Thessalonians 4:17; 2 Corinthians 5:8)
  • “New heavens and earth” – where believers will be after they are resurrected (Revelation 20:4-6; 21:1-4)

Conclusion

Our curiosity about the abode of the dead is not completely satisfied by biblical terms or verses. What we do know is that either eternal torment in hell or eternal joy in heaven awaits all people after death, based on whether they trust in Christ’s payment for sin or reject Christ.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Lázaro e o homem rico

Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia, cheio de chagas, à porta daquele.

E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas.

E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu, também, o rico, e foi sepultado. E no Hades ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio.

E, clamando, disse:

Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.
Disse, porém, Abraão:
Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em vida, e Lázaro somente males; e, agora, este é consolado, e tu atormentado; E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que, os que quisessem passar daqui para vós, não poderiam, nem tão-pouco os de lá passar para cá.
E disse ele:
Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes a casa do meu pai, Pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho; a fim de que não venham, também, para este lugar de tormento.
Disse-lhe Abraão:
Têm Moisés e os profetas: ouçam-nos.
E disse ele:
Não, pai Abraão; mas, se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam.
Porém Abraão lhe disse:
Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão-pouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.

Este evento é dos mais reveladores que existe na Bíblia Sagrada por vários motivos:
  • 1. Esta história é das únicas (a única?) qualificada de "parábola" onde o Senhor usa nomes ("Lázaro") reais.

Façam um esforço de memória em relação às parábolas. Tentem-se lembrar duma parábola onde o Filho de Deus tenha usado um nome real na identificação dumas das personagens. Quantas conseguem listar?

Claro isto até pode ser uma parábola, mas mesmo que seja, há uma coisa que é preciso levar em conta: o Filho de Deus não diz mentiras nas Suas parábolas.

  • 2. Reparem como Deus tem o cuidado de identificar o homem salvo mas o perdido nem é identificado por nome.

Há muitas interpretações que podem ser feitas a isto, mas provavelmente a mais importante é: Deus lembra-Se de ti apesar das dificuldades que possas estar a atravessar na tua vida. O mundo pode olhar para ti de forma arrogante, mas Aquele a Quem todos nós temos que prestar contas (Hebreus 4:13) tem Um Livro onde Ele tem escrito os nomes daqueles que estão remidos pelo Sangue do Cordeiro.

Se o teu nome está lá, não te preocupes com o que o mundo te diz. Quer morramos que vivamos, somos do Senhor (Romanos 14:8).

Agora, se o teu nome não está escrito no Livro da Vida, tens que fazer alguma coisa em relação a isso antes de teres o encontro com o teu Criador.

  • 3. O homem rico nunca se tinha encontrado com Abraão, mas mesmo vendo-o de longe, reconheceu-o.

Naquele tempo não havia fotografias e máquinas de filmar; como é que ele sabia da aparência de Abraão mesmo havendo uma diferença de (pelo menos) séculos entre um e outro? Isto tem muito a ver com o tipo de percepção que adquirimos quando a nossa alma é separada do corpo. Vejam este vídeo.

  • 4. O lugar para onde o homem rico foi lançado era um lugar de tormentos.

O tormento era tão terrível que apenas uma gota de água seria uma preciosidade. Que tipo de lugar é este?

  • 5. Ninguém sai do inferno para o céu, nem (obviamente) o reverso.

Uma vez morto, o destino está selado para sempre.

  • 6. Ao aperceber-se que o seu destino é irreversível, a primeira preocupação do homem rico é a sua família (e não as riquezas deixadas para trás).

Isto é uma aviso sério que Deus deixa para nós, hoje. A tua família já serve a Deus? O que é que temos feito para que eles tenham o seu nome escrito no Livro da Vida? Se os irremediavelmente perdidos se preocupam com isso, quanto mais nós.

Alcança-os enquanto há tempo. Escreve, testemunha, dá exemplo, perdoa, passa tempo com eles, dá-lhes literatura Cristã, mas.... faz-lhes saber que o Dia do Julgamento aproxima-se e eles não estão cobertos pela Graça de Deus.

  • 7. Quem duvida da Bíblia, não vai acreditar em milagres.

Esta é talvez uma das maiores revelações que Deus nos deixou com este evento. O que o nosso Pai Abraão nos diz de forma bem aberta é que a Bíblia é o maior milagre que Deus deixou ao mundo. Se as pessoas não acreditam na Palavra Escrita, eles não irão acreditar na Palavra Feita Carne, mesmo que Ele volte dos mortos (como Ele fez).

Milagres por si só, não transformam um coração em pecado num coração arrependido; os milagres podem atrair as pessoas à Palavra de Deus, mas é a Palavra que regenera os arrependidos.

Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. (Hebreus 4:12)
Tendo por base a Palavra de Deus, podemos ficar cientes de que todos aqueles que pedem "um sinal do céu" para acreditar em Deus 1) ou estão enganados em relação a Quem Deus é, 2) ou estão a mentir. Quem nos dá autoridade para pensar assim é, como dito em cima, Deus.

A nossa função não é atrair pessoas para milagres mas sim atrair pessoas para a Palavra de Deus. Se a Palavra não os transformar, então nada o fará.

Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes, medita nele, dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho, e, então, prudentemente te conduzirás. (Josué 1:8)

Leitura recomendada: Salmo 119

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A realidade do inferno

Hell Exists

http://www.bible-teaching-about.com/hell.html

That’s right. Hell is a real place. In the New Testament Hades is referred to as a definite place 10 times (Matthew 13:42; 16:18; Revelation 1:18; 6:8; 20:13, 14; Luke 10:15; 16:23; Acts 2:27, 31). Hades is probably a temporary holding jail for those awaiting final judgment (Revelation 20:13, 14).

The final place of torment is variously described as “furnace of fire...lake of fire…prison…abyss…tartarus” (Matthew 13:42; Revelation 20:14, 15; 1 Peter 3:19; Luke 8:31; 2 Peter 2:4).

Another word Jesus used to describe the final prison for the Satan, his angels, and all unsaved people is Gehenna. It is used 12 times in the NT. He called it a place of eternal fire, and a fiery hell (Matthew 18:8, 9).

Taken together, all these references indicate a localized place. Hell exists. But, what are the conditions of that wretched place – according to the Bible?

Eternal Fire and Punishment

Jesus made a very somber declaration regarding who would inhabit Hell, the length, and nature of their existence. Jesus said, “Then He will also say to those on His left, ‘Depart from Me, accursed ones, into the eternal fire which has been prepared for the devil and his angels…And these will go away into eternal punishment, but the righteous into eternal life’” (Matthew 25:41, 46).

The Bottomless Pit

Literally, the word is “abyss” which is something of immeasurable depth (cf. Revelation 9:1, 2, 11; 20:1, 3; 11:17; 17:8; Luke 8:31). In Revelation 9:1 the inhabitants are described as “locusts,” which probably refer to demonic beings, and the place belches dark smoke. The picture points to fire, danger, destruction, loss, and heat.

Place of Torment

John describes the experience of many, “and he (they) will be tormented with fire and brimstone in the presence of the holy angels and in the presence of the Lamb. And the smoke of their torment goes up forever and ever; and they have no rest day and night” (Revelation 14:10, 11; cf. 20:10).

Wrath of God

How could a loving God get this angry? I don’t know, but I know He is God, and He can do whatever he wants. I guess another way to look at it is how can a just God not punish sin? Paul said, “You are storing up wrath for yourself in the day of wrath” (Romans 2:5). John echoes the theme, “but the wrath of God abides on him” (John 3:36).

Hell is a Prison

We are told that, “Satan will be released from his prison” (Revelation 20:7; cf. 20:1-3). In no way can a prison conjure up pleasant images.

Second Death

John writes, “And death and Hades were thrown into the lake of fire. This is the second death, the lake of fire” (Revelation 20:14). It gets worse.

Eternal Destruction

Paul writes, “And these will pay the penalty of eternal destruction, away from the presence of the Lord and from the glory of His power” (2 Thessalonians 1:9). Punishment is not temporary, nor annihilation, but eternal and conscious. The impact of destruction, or ruin, could not be eternal if the penalty was merely annihilation. Destruction, in this context, means punishment. The nature of the destruction is defined as being away from the presence of Christ and His power.

Eternal Sin

Mark wrote, “but whoever blasphemes against the Holy Spirit never has forgiveness, but is guilty of an eternal sin” (Mark 3:29). This speaks of the hopelessness of the place. Never will there be forgiveness. Once there, it is too late.

Outer Darkness

The Bible states, “but the sons of the kingdom shall be cast out into the outer darkness; in that place there shall be weeping and gnashing of teeth” (Matthew 8:12; cf. 2 Peter 2:17). Sorrow and pain are pictured here.

Unquenchable Fire

Mark records Jesus’ words regarding the denizens who, “go into hell, into the unquenchable fire…where their worm does not die, and the fire is not quenched. For everyone will be salted with fire” (Mark 9:43, 48, 49). The thought of salt is this: just as salt preserves, so the sinner will be preserved eternally in their punishment.

Eternal Worms

Vivid imagery. Jesus describes hell as a place, “where their worm does not die” (Mark 9:48). We have before us the scene of Gehenna, the city dump of Jerusalem, with maggots eating the dead bodies of animals and filthy garbage.

Lake of Fire and Brimstone

Let the Bible speak, “And the devil who deceived them was thrown into the lake of fire and brimstone…and if anyone’s name was not found written in the book of life, he was thrown into the lake of fire” (Revelation 20:10, 15cf. 21:8, 27; 22:11).

Conscious Activity

According to Jesus (Luke 16:23-31), people will see, hear, talk, understand, feel, and remember. However, the activities will be awful. This is where the character of Satan, demons and the unsaved will be confirmed (Revelation 22:11, 15).

We must know that sinners would be miserable in heaven. In heaven there is no lying, robbery, torture, and raping – bad things. However, this is the constant activity of hell. Killers will still be killers, liars will still lie. Wickedness will reign. The neighbors will be folks like Hitler, Stalin, Satan, and demons. Not a nice neighborhood to live in.

I have used several terms to describe the nature of hell. Question: are these words figures of speech, or, are we to take them literal? It is uncertain. I hope it is literal. Why? Because figurative language is a miniature symbol of what cannot be fully expressed in normal words.

A symbol is less, not greater than the reality pictured. In other words, if these words are only symbols, then the actual reality is far greater.

With these words, Esmie and I urge you to take seriously the biblical teaching of Hell. Take comfort in your position in Christ and its guarantee of Heaven. If you are not a Christian, then please go to the study on salvation (link) and make your decision now.

Dr. Willis and Esmie Newman

BIBLE STUDY QUESTIONS

1. What do you think about hell?
2. Do you think Jesus would lie to us about such a terrible place? Explain.
3. Where do you think the place is?
4. What do you think life would be like with Satan, demons, and wicked people as neighbors?
5. Do you think the descriptive words are to be taken literal, or are they figurative? Explain your position.
6. Would God be just to not punish evil? Explain.
7. How can a loving God punish evil? Explain.
8. According to the evidence presented here, do you think that someday God will forgive everyone, and let them out of that eternal prison? If yes, on what basis could He do that? Explain.
9. If Jesus talked so much about Hell, do you think we should talk about it? Or, should we just emphasize the love of God only? Explain.
10. What stands out to you the most about this Bible teaching about Hell? Explain.

sábado, 2 de julho de 2011

Enquanto há vida, há esperança

"And he said unto Jesus, Lord, remember me when thou comest into thy kingdom. And Jesus said unto him, Verily I say unto thee, Today shalt thou be with me in paradise." (Luke 23:42-43)

One of the two thieves on the cross continued in unbelief right up until the time he died (Luke 23:39), but the second repented and believed unto salvation. The one assures us that no one need despair, since it is always possible to accept Christ at any time before death. The other warns us, on the other hand, that no one should presume. Long-continued rebellion against God is likely to become so fixed in one's character that sincere repentance may become impossible.

The repentant thief, beholding Christ and hearing the first of the seven so-called "words from the cross" (Luke 23:34), came to believe that Jesus truly was Lord and that He could, indeed, grant forgiveness and salvation.

The penitent thief had no opportunity to be baptized, to change his lifestyle, or to do anything whatever except repent, believe on Christ, and confess his faith (Romans 10:9-10). And that was sufficient!

Both thieves would die that day, and the soul of the unrepentant thief would soon descend into Hades, there to await condemnation at the future judgment day. The other, because of his trust in Christ, would go with Him to paradise.

The tragedy is that far too many people, assuring themselves that it is never too late, keep waiting until it becomes forever too late! "Boast not thyself of to morrow; for thou knowest not what a day may bring forth" (Proverbs 27:1). The overwhelming majority of people who come to trust in Christ for salvation do so when they are young. Very few come to the Lord when they are old or about to die. "Behold, now is the accepted time; behold, now is the day of salvation" (2 Corinthians 6:2). HMM

sábado, 4 de junho de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Imagem

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O Plano da Salvação de Deus

A Bíblia diz que só há um Caminho para o céu.

O Senhor Jesus disse: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por Mim." (João 14:6)

As tuas boas obras não te podem salvar.

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie."
(Efésios 2:8-9)

Confia em Jesus Cristo hoje! Isto é o que tens que fazer:


  1. Admitir que és um pecador.

    "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3:23)

    "Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram." (Romanos 5:12)

    "Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós." (1 João 1:10)

  2. Estares disposto a te arrependeres e a te afastares do pecado.

    Jesus disse: "Não, eu vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis." (Lucas 13:5)"Mas Deus, não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todo lugar se arrependam" (Actos 17:30)

  3. Acredita que o Senhor Jesus Cristo morreu por ti, foi enterrado, e ressuscitou dos mortos.

    "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)

    "Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós." (Romanos 5:8)

    "Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo." (Romanos 10:9)

  4. Através da oração, convida o Senhor Jesus para o teu coração de modo a que Ele Se torne o teu Salvador pessoal.

    "pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação." (Romanos 10:10)

    "Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Romans 10:13)


    O que orar:

    Querido Deus, eu sou um pecador e eu preciso de ser perdoado. Eu já menti na minha vida.

    Eu já roubei, já tive maus pensamentos, já fui desobediente aos meus pais, já me relacionei intimamente com a minha namorada/meu namorado, e sei que isso vai contra a Tua Lei.

    Sei também que todos aqueles que tais coisas façam vão ser lançados no fogo do inferno se não se arrependerem.

    Hoje tomo a decisão de mudar de vida. Eu acredito que o Senhor Jesus Cristo derramou o Seu Precioso Sangue e que morreu pelo meu pecado. Estou disposto a afastar-me do pecado.

    Eu convido agora o Senhor Jesus Cristo a vir para o meu coração e para a minha vida, e a tornar-Se No meu Salvador.


    "Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus:" (João 1:12)

    "Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." (2 Corinto 5:17)



    Se recebeste o Senhor Jesus Cristo como teu Salvador, como cristão isto é o que tens que fazer::

  5. Lê a Bíblia todos os dias de modo que venhas a conhecer Cristo mais e mais.

    "Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da Verdade. (2 Timóteo 2:15)

    "Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra, e Luz para o meu caminho." (Salmo 119:105)

  6. Fala com Deus todos os dias através da oração
    "e tudo o que pedirdes na oração, crendo, recebereis." (Mateus 21:22)"Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças." (Filipenses 4:6)


  7. Sê baptizado, adora, tem comunhão e serve a Deus com outros cristãos numa congregação onde Cristo e anunciado, e onde a Bíblia é a Suprema Autoridade.

    "Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;" (Mateus 28:19)

    "não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia." (Hebreus 10:25)

    "Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça" (2 Timóteo 3:16)

  8. Fala aos outros de Cristo.

    "E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15)

    "Pois, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, porque me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!" (1 Coríntios 9:16)

    "Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego" (Romanos 1:16)

Para alguns já é tarde demais, mas enquanto estás vivo, aproveita a salvação de Deus.

sábado, 23 de abril de 2011

Lady Gaga: "Os meus fãs vão descer ao inferno comigo"

http://i.usatoday.net/communitymanager/_photos/faith-and-reason/2010/06/08/gagax-large.jpg

Lady Gaga
se irrita com um cristão que distribuía panfletos religiosos, e diz que todos os seus fãs vão para o inferno com ela!

Na última quinta-feira, 31, a cantora pop Lady Gaga discutiu comum jovem que estava entregando panfletos com mensagens religiosas na porta no estádio onde ela se apresentaria.

Gaga estava chegando ao local quando foi abordada pelo rapaz que lhe entregou um cartão com os dizeres: “Passe livre para sair do inferno”. A cantora ficou indignada e começou a questionar o que o jovem cristão estava fazendo no local, indagando se para sair do inferno bastava apenas imprimir cartões.

O caso foi relatado pela cantora no meio do show, ela disse que depois de questioná-lo ele se irritou e disse que ela iria para o inferno. Nervosa, Lady Gaga respondeu: “Então abram os portões, pois todos eles [os fãs] irão comigo!

Assista ao relato da cantora durante a apresentação (em inglês):

Fonte

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O Que Devemos Pregar Sobre O Inferno? - Sinclair Ferguson

por Sinclair Ferguson

Dr. Sinclair Ferguson é nascido na Escócia, obteve seu PhD pela Universidade de Aberdeen. Atualmente pastoreia a First Presbyterian Church (Primeira Igreja Presbiteriana), em Columbia, na Carolina do Sul e serve como professor de Teologia Sistemática no Westminster Theological Seminary, na Filadéfila (EUA). Ferguson é autor de diversos livros e atua como preletor em conferências, seminários e igrejas em diversos países.

Falar sobre o inferno significa falar sobre coisas tão impressionantes, que isso não pode ser feito com tranqüilidade.

No entanto, o inferno existe. Esse é o testemunho das Escrituras, dos apóstolos e do próprio Senhor Jesus. Aquilo que é emocionalmente intolerável também é verdade – e nisso está o seu terror.

Cumpre ao pastor cristão familiarizar-se com o ensino sobre o inferno, sentir a sua importância, pregar sobre ele e aconselhar seu rebanho em relação ao seu significado e suas implicações.


PECAMINOSIDADE REVELADA

O pregador fala como alguém consciente de que ele mesmo tem de apresentar-se diante do tribunal de Cristo: “Importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” (2 Co 5.10). Talvez mais do que qualquer outra coisa, isso tem de se tornar a atmosfera a partir da qual os servos de Deus abordam suas tarefas como pregadores e pastores. Eles comparecerão no tribunal de Cristo. Somente aqueles que estão plenamente cônscios de que se apresentarão diante do tribunal de juízo podem falar com um senso de relevância sobre as questões da vida e da morte, do céu e do inferno.

É nesse ponto que aprendemos para nós mesmos a terrível revelação de nossa pecaminosidade. E isso, por sua vez, nos capacita a enfatizar três coisas essenciais à nossa pregação.

• A justiça de Deus

• A pecaminosidade de nosso pecado

• A absoluta justiça da condenação de Deus sobre nós

A menos que estabeleçamos esses princípios coordenados e os inculquemos na mente e consciência de nossos ouvintes, há pouca probabilidade de que lhes impressionaremos com a pregação sobre o inferno.

Todo membro da raça humana decaída precisa ter colocada diante de si a total e radical inescusabilidade do pecado e da absoluta justiça da condenação da parte de Deus. Somente assim o homem caído pode levar e levará a sério o inferno. A pregação dessas verdade tenciona remover a cegueira, despertar e aguçar a consciência dormente. Do contrário, persistimos em nossa suposição de que, não importando o destino que sobrevenha a outros (um Nero, um Hitler ou um Idi Amin), nós mesmos estamos seguros em relação à condenação divina.


O QUE DEVEMOS PREGAR SOBRE O INFERNO?

Então, o que devemos pregar sobre o inferno? Há várias coisas que precisamos afirmar.

1. O inferno é real.

Uma das características da pregação de Jesus foi advertir quanto a perspectiva do inferno, assim como lhe foi característico falar sobre os elevados privilégios do céu. Pelo menos para ele o inferno era tão real quanto o céu.

2. O inferno é descrito vividamente nas passagens do Novo Testamento.

No decorrer dos séculos, os teólogos têm debatido se o vocabulário bíblico referente ao inferno deve ser tomado literal ou metaforicamente. Minha opinião é que, em qualquer aspecto do ensino bíblico em que várias descrições contêm elementos que se encontram em tensão com outros, essas descrições são provavelmente metafóricas. Mas, havendo dito isso, precisamos afirmar também – e este é um fato crucial – que as metáforas são empregadas precisamente para descrever realidades maiores do que elas mesmas.

O inferno é uma esfera de separação e privação, de sofrimento e punição, de trevas e destruição, de desintegração e perecimento. O vocabulário do Novo Testamento inclui: trevas exteriores, choro e ranger de dentes, destruição do corpo e da alma, fogo eterno, fogo do inferno, condenação do inferno, perder a vida eterna, a ira de Deus, eterna destruição longe da presença do Senhor, perecer, separação, negridão das trevas.

O que o pregador deve fazer com essa linguagem? Deve fazer exatamente o que fazemos com qualquer linguagem bíblica: usá-la até aos limites de seu significado no texto, nem mais, nem menos. Em particular, a palavra “eterno” ressalta a magnitude do que está em vista. Essa condição não é somente uma condição de separação de Deus e desintegração de tudo que é agradável; é tudo isso com duração perpétua e permanente. Foi isso que levou Thomas Brooks, grande pregador do século XVII, a clamar em palavras que encontramos também nos lábios de seus contemporâneos:

Oh! esta palavra eternidade, eternidade, eternidade! Esta palavra eterno, eterno, eterno! Esta palavra para sempre, para sempre, para sempre, espedaçará o coração dos condenados em inúmeras partes... No inferno, os pecadores impenitentes terão fim sem fim, morte sem morte, noite sem dia, lamento sem consolo, tristeza sem alegria e escravidão sem liberdade. Os condenados viverão por tanto tempo no inferno quanto Deus mesmo viverá no céu.

3. O inferno, embora preparado par o Diabo e seus anjos, é compartilhado por seres humanos.

O inferno é o deserto da humanidade, habitado por aqueles que rejeitam a Cristo e sua revelação. Aqueles que não pertencem ao reino de Deus estão lá: “Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira” (Ap 22.15; cf. 1 Co 6.9). O homem rico está lá (Lc 16.19-31); aqueles que não amaram os irmãos de Cristo estão lá (Mt 25.41-46); alguns que profetizaram, expulsaram demônios, realizaram milagres em nome de Cristo estão lá (Mt 7.21-23); “os que não conhecem a Deus e... não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” estão lá (2 Ts 1.8); Judas Isacriotes está lá (At 1.25), porque melhor lhe fora não haver nascido (Mt 26.24); o Diabo e seus anjos, a besta e o falso profeta estão lá, “atormentados... pelos séculos dos séculos” (Ap 19.19-20; 20.10, 15).

A perspectiva desse juízo é tão terrível que, ao ser revelado:

Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande Dia da ira deles; e quem é que pode suster-se? (Ap 6.15-17)

De fato, isso é muito terrível para ser contemplado – é mais terrível do que o vocabulário usado para descrevê-lo, assim como o céu é mais glorioso do que nossas palavras talvez possam descrever.

Como milhões de outras pessoas, assisti em 11 de setembro de 2011, com horror e presságio, em tempo real, pela televisão, no Reino Unido, ao segundo avião se chocando nas Torres Gêmeas, em Nova Iorque; e, depois, vi os prédios caindo em escombros, enquanto as pessoas corriam para salvar sua vida. Foi um dos mais horríveis acontecimentos que testemunhamos “ao vivo”. Enquanto eu assistia ao acontecimento, perguntei-me: que tipo de horror cataclísmico faria homens fortes correrem para aqueles escombros cadentes a fim de acharem proteção, preferindo esse holocausto à ira do Cordeiro?

4. O mais importante em expormos e aplicarmos o ensino bíblico sobre o inferno é isto: temos de enfatizar que há um caminho de salvação. Há um lugar de abrigo para nos escondermos da ira do Cordeiro.

O evangelho não é essencialmente uma mensagem sobre o inferno. Contudo, não podemos ser fiéis às Escrituras se não pregamos sobre o inferno pela simples razão de que o próprio evangelho não pode ser entendido sem a realidade do inferno.

“Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós” (2 Co 5.21). Em resumo, o evangelho é isto: Cristo tomou o nosso lugar, levando sobre si o nosso pecado, provando o nosso julgamento, morrendo a nossa morte – para que compartilhemos do seu lugar, sejamos vestidos de sua justiça, provemos sua vindicação e experimentemos sua vida.

No entanto, ser feito pecado implica sujeição à condenação de Deus e ao justo juízo da punição do inferno. De fato, essa é maneira como o Novo Testamento (sempre à luz do Antigo) vê o significado da morte de Jesus.


O QUE OS PASTORES PRECISAM PARA PREGAR SOBRE O INFERNO?

É nesse contexto que a pregação sobre o inferno faz parte da pregação do evangelho. Quando entendemos que isso é o que a morte de Cristo significa, quando isso domina nossa alma, começamos a ver o modelo da pregação dos apóstolos reproduzida em nosso próprio ministério. Assim, constrangidos pelo amor, temos algumas implicações.

1. Coragem e compromisso

Pregar sobre o inferno exige coragem e compromisso. Coragem é necessária porque em alguns contextos contemporâneos apenas uma menção do inferno é suficiente para garantir a acusação de que temos um espírito severo e mente intolerante.

Compromisso é necessário porque esse ministério exige um desejo de viver para Cristo (2 Co 5.15) e de ver homens e mulheres vindo a Cristo. E isso é superior ao nosso desejo natural por segurança e popularidade. Não é possível ser apreciado por pregar a verdade sobre o inferno (embora seja possível, de modo paradoxal e com gratidão, ser amado por pregá-la).


2. Uma perspectiva verdadeiramente bíblica

A humanidade pecaminosa olha naturalmente para a vida por meio da extremidade errada do telescópio. Para eles, o tempo é longo, e a eternidade, curta; esta vida é extensa, e a vida por vir, breve; este mundo é real, e o mundo por vir, irreal. Isso é o que significa viver kata sarka(“segundo a carne”), e não kata pneuma (“segundo o Espírito” – Rm 8.4). Todavia, os olhos do cristão foram abertos e estão fixos em Cristo e na eternidade.

Um cristão olha para vida à luz do destino ao qual ela conduz e vê cada pessoa nesse contexto. As famosas palavras escritas por volta de 1834 pelo ainda jovem, mas que morreria em breve, Robert M’Cheine expressam bem esse ponto de vista e suas implicações: “Enquanto andava pelos campos, sobreveio-me, com poder quase avassalador, o pensamento de que cada pessoa de meu rebanho estará em breve no céu ou no inferno. Oh! como desejei que tivesse uma língua semelhante a um trovão, para que fizesse todos ouvir; ou que tivesse uma estrutura física como que de ferro, para que visitasse cada um deles e lhe dissesse: fuja, por amor à vida”. Por trás de todos que conhecemos e encontramos está a sombra do julgamento.

Sabendo isso, como podemos nos manter em silêncio – ou em covardia? Só podemos fazer isso se nós mesmos vivemos em negação da realidade que sabemos foi revelada no evangelho.


3. Uma profunda consciência de nossa vocação

“Deus... nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação... e nos confiou a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus” (2 Co 5.18-20).

O pregador cristão é um devedor porque, por meio de Cristo, ele mesmo foi liberto do juízo vindouro. Ele é um mordomo porque a mensagem de reconciliação lhe foi confiada. Ele tem de empregar os recursos providos por seu Senhor, não para diminuir, nem para acrescentar, nem para transformá-los. Ele é, também, um embaixador cuja tarefa consiste em representar sempre seu Senhor e anunciar fielmente a sua mensagem.

Essa é a razão por que nossas próprias desculpas jamais devem prevalecer (“Eu não sou esse tipo de pregador”; “a congregação não receberia bem essa mensagem”; “as pessoas não levam mais essas coisas muito a sério”; “estamos vivendo numa época em que esse tipo de ênfase não atrai as pessoas para Cristo”).

Quando Robert M’Cheyne encontrou-se com seu querido amigo Andrew Bonar numa segunda-feira e perguntou-lhe o que havia pregado no dia anterior, recebeu esta simples resposta: “O inferno”. Em seguida, perguntou-lhe mais: “Você pregou com lágrimas?”


CONCLUSÃO:

Portanto, somos chamados a pregar como representantes de Cristo: pregar com equilíbrio bíblico, com um foco cristocêntrico, com a humanidade daqueles que reconhecem sua própria necessidade de graça perante o tribunal de Cristo, com uma disposição de sofrer à luz da glória vindoura, com amor e compaixão em nosso coração e de um modo que recomenda e adorna a doutrina de Deus, nosso Salvador.

(Este artigo é uma condensação do capítulo “Pastoral Theology: The Preacher and Hell”, escrito por Sinclair Ferguson e publicado no livro Hell Under Fire: Modern Scholarship Reinvents Eternal Punishment, editado por Christopher W. Morgan e Robert A. Peterson. Copyright © 2004 Christopher W. Morgan e Robert A. Peterson. Usado com permissão de Zondervan.)

Fonte: Fiel

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