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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Ateus estão zangados com Deus.

Por Joe Carter
Já agitei o meu punho contra carros que não pegavam, contra nuvens de chuva, e  contra  metereólogos incompetentes. Até já cheguei a amaldiçoar, no mesmo dia, um alternador avariado, uma sirene barulhenta e uma previsão do tempo totalmente errada. Já me zanguei com os móveis, já maldisse guardas com quem me cruzei, e até já fiquei zangado com a Gun Barrel City, Texas. Basicamente, eu já fiquei zangado com quase tudo o que podem imaginar.
Excepto unicórnios. Eu nunca fiquei zangado com unicórnios.
É bem provável que vocês também nunca tenham estado zangados com unicórnios. É possível nós ficarmos nervosos com objectos e com criaturas com e sem vida. De certa forma, nós podemos até ficar incomodados com personagens fantasiosas de livros e de sonhos. Mas criaturas tais como os unicórnios, criaturas que nós realmente acreditamos que não existem, tendem a não nos enervar. Certamente que não culpamos aos animais com um corno pelos nossos problemas.
O único grupo social que é excepcional em relação a esta regra são os ateus. Eles alegam acreditar que Deus não existe mas no entanto, e levando em conta estudos empíricos, tendem a ser as pessoas que mais zangadas estão com Deus.
Uma nova gama de estudos do "Journal of Personality and Social Psychology" apurou que os ateus e os agnósticos evidenciaram raiva contra Deus, quer seja no passado, quer seja quando eles se focaram numa imagem hipotética do que eles imaginam como Deus deve ser.
Julie_ExlineJulie Exline, psicóloga na  Universidade Case Western Reserve e autora principal deste estudo mais recente, examinou outros dados em torno deste assunto e os mesmos geraram os mesmos resultados.
Exline explica que o seu interesse foi inicialmente despertado quando um estudo prévio em torno da raiva contra Deus reportou um dado contra-intuitivo: aqueles que reportaram não ter fé em Deus tinham mais ressentimento contra Ele do que os crentes.
À primeira vista, este dado parece reflectir um erro: como é que as pessoas podem ter raiva de Deus se elas não acreditam que Ele existe? Análises posteriores levadas a cabo com outro conjunto de dados revelou padrões semelhantes. Aqueles que, em relação à crença religiosa, se classificaram como "ateus/agnósticos" ou "nenhuma/incerto", reportaram mais raiva contra Deus do que aqueles que reportaram afilicação religiosa.
Exline nota que estes estudos levanta a questão se por acaso a raiva pode influenciar a crença na existência de Deus, uma ideia consistente com dados prévios extraídos das ciências sociais relativas ao "ateísmo emocional."
Estudo de eventos traumáticos sugerem a possibilidade de existir uma ligação entre o sofrimento, a raiva contra Deus, e dúvidas em relação à Sua existência. Segundo Cook e Wimberly (1983), 33% dos pais que sofreram a morte dum filho reportaram dúvidas em relação a Deus no primeiro ano da sua perda.
Noutro estudo, 90% das mães que haviam tido um filho com problemas profundos de deficiência cognitiva vocalizaram dúvidas em relação à existência de Deus (Childs, 1985). A nossa pesquisa levada a cabo junto de estudantes universitários focou-se directamente na associação entre a raiva contra Deus e a auto-reportada queda na crença (Exline et al., 2004). Depois de se atravessarem momentos negativos na vida, a raiva contra Deus pavimentou o caminho para uma redução na crença na existência de Deus.
O dado mais surpreendente foi o que quando Exline analisou as pessoas que reportaram uma queda na crença religiosa, a sua fé era menos susceptível de ser recuperada se a raiva contra Deus havia sido a causa da perda da fé. Dito de outra forma, a raiva contra Deus não só leva as pessoas ao ateísmo, como lhes dá um motivo para se agarrarem à descrença.
Eu já avancei, em outros lugares, que, segundo a tradição Cristã, o ateísmo é uma forma auto-imposta de disfunção intelectual, uma falta de virtude epistémica, ou (para usar um termo usado pelos meus amigos Católicos) um caso de ignorância vencível.
A ignorância vencível é a supressão intencional de conhecimento que está dentro da área de controle da pessoa e que, como consequência do qual, ela responde perante Deus. Em Romanos, São Paulo é claro ao afirmar que o ateísmo é um caso de ignorância vencível:
Porque as Suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu eterno Poder, como a Sua Divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis. Romanos 1:20
Aceitar a existência de Deus é apenas o princípio: nós temos também que reconhecer vários dos Seus Atributos Divinos. Os ateus que negam isto estão, tal como disse São Paulo, inexcusáveis. Eles estão vincivelmente ignorantes.
No entanto, mesmo que reconheçamos este facto, isto não significa que a causa da disfunção auto-imposta esteja entendida.
Embora eu acredite firmemente que todas as formas de ateísmo são casos tanto de ignorância vencível como de obstinação da vontade, eu por vezes assumi, erradamente, que isso era puramente intelectual - um assunto da mente e não do coração. Só mais recentemente é que comecei a analisar como muita da resposta à dor e ao sofrimento podem empurrar a pessoa para a visão do mundo ateísta.
Muitos pastores e padres olharão para a minha epifania como um pensamento óbvio e tardio, mas eu tenho a suspeição de que não sou o único apologista amador que se encontrava cego perante esta verdade. Como regra geral, nós que nos encontramos na apologética Cristã preferimos o filosófico e não o pastoral, a estrutura sólida dos argumentos lógicos em vez da emoção humana.
É frequente nós preferirmos a resposta perspicaz (que invalida o problema do mal) do que a empatia paciente (que consola os ateus e lhes mostra que também nós estamos perplexos com o sofrimento).
Jesus_HugClaro que muitos ateus procedem negando a existência de Deus tendo como base apenas as justificações racionais. E é por isso que as abordagens evidencialistas e filosóficas serão sempre necessárias. Mas começo a suspeitar que o ateísmo emocional seja muito mais comum do que muitas pessoas pensam.
Precisamos duma nova abordagem apologética que leva em conta que a dor comum bem como os sofrimentos da vida afastam mais as pessoas de Deus do que livrarias cheias de livros anti-teístas. Ao só nos focarmos nas palavras enfurecidas dos Novos Ateus podemos  ficar cegos em relação à raiva e ao sofrimento que está a acrescentar mais descrentes às suas fileiras.
* * * * * * *
A raiva é um veneno tão poderoso que pode afastar a criatura do Seu Criador, e fazer com que ela passe toda a eternidade arrependida. Por isso é que em Hebreus 12:15 o Espírito Santo ordena:
Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.
Estes estudos científicos confirmam o que muitos apologistas já tinham notado: os argumentos da militância ateísta contra Deus são, essencialmente, argumentos emotivos e não argumentos que têm uma base racional e empírica.
Fontes:
1. Dr. Sanjay Gupta, “ Anger at God common, even among atheists - http://cnn.it/1Oshkbb
2. Julie Juola Exline and Alyce Martin, ” Anger Toward God: New Frontier in Forgiveness Research - http://bit.ly/1RipEuF
3. Joe Carter, Do Tummy Aches Disprove God? - http://bit.ly/1IKDO6J

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Estudo revela que os religiosos são mais felizes

Por Thomas D. Williams, Ph.D.

Segundo um novo estudo levado a cabo pelo Austin Institute for the Study of Family and Culture, existe uma forte correlação entre a religiosidade e a felicidade pessoal. O estudo apurou que as pessoas que frequentam os cultos religiosos semanalmente são duas vezes mais susceptíveis de se descrevem como "muito felizes" (45%) que as pessoas que nunca tomam parte de cultos religiosos (28%).

Reciprocamente, as pessoas que nunca tomam parte de cultos religiosos são duas vezes mais susceptíveis de declarar serem "muito infelizes" (4%) do que as pessoas que frequentem cultos todas as semanas.

Baseando-se em pesquisas prévias, este estudo extenso dos adultos Americanos tinha uma amostra representativa de 15,738 Americanos com idades entre os 18 e os 60 anos.

O estudo indicou que não só a frequência religiosa, mas também a auto-declarada "religiosidade" e a "afiliação" religiosa se encontravam também associadas aos níveis de felicidade. No entanto, dos três indicadores, a frequência aos cultos tinha a mais elevada correlação com uma maior felicidade.

O estudo apurou que níveis mais elevados de frequência religiosa "vaticinavam uma maior satisfação de vida," mesmo depois de se levar em conta o quão importante a fé religiosa era na vida das pessoas.

A correlação entre a religiosidade e a felicidade era óbvia, mas as explicações para a ligação e as causas relacionais possíveis eram menos óbvias. Uma teoria sugere que o apoio social que as comunidades religiosas podem disponibilizar pode ser um factor que contribua para uma maior felicidade, visto que "os Americanos religiosos eram mais susceptíveis de se envolverem nas suas comunidades."

No entanto, mesmo aqui o estudo apurou que "aqueles que frequentam cultos religiosos regularmente eram mais felizes que os seus pares, mesmo tendo estes níveis similares de envolvimento na comunidade."

Estas estatísticas que associam a felicidade com a religiosidade têm-se mantido com o passar do tempo. Uma pesquisa semelhante levada a cabo há 10 anos atrás obteve resultados semelhantes, levando os pesquisadores a extrair as mesmas conclusões.

Quando em 2004 o General Social Survey perguntou  aos Americanos, "Você qualifica-se como muito feliz, bastante feliz, ou infeliz?" as pessoas religiosas eram duas vezes mais susceptíveis que os não-religiosos de dizer que eles eram "muito felizes" (43%-21%).

As pessoas seculares, ou aquelas que nunca frequentem os cultos religiosos, eram maciçamente mais susceptíveis de dizer que não eram pessoas felizes (21%-8%). (..)



segunda-feira, 22 de setembro de 2014

10 Problemas com o Ateísmo

Por Kirk Hastings
1) Cosmologia
Universo_Evidencias- Sabemos cientificamente que o universo teve um ponto inicial de existência - isto é, que não é eterno. Nada do que existe no mundo físico poderia ter surgido do nada. O Argumento Cosmológico de Kalam diz que tudo o que tem um início tem uma causa. e o universo teve um ponto inicial de existência o que implica que tem uma Causa. A melhor explicação para a origem do Universo é Deus
- Os cientistas já apuraram que tudo no universo está calibrado de forma precisa ("fine-tuned") para tornar a vida possível na Terra. O microscópio usado para sondar eléctrons revelou um mundo de complexidade irredutível que não de poderia ter construído por fases ou etapas graduais. A análise do ADN revela uma ordem altamente especificada e complexa que é o cunho do design inteligente. O design da vida biológica e o universo biocêntrico apontam para a realidade do Planeador Inteligente.
2) Moralidade
- Do onde se originaram os padrões morais? Se eles nada mais são que invenções humanas, então não existem genuínos padrões morais universais em relação ao bem e ao mal; a consequência disto é o relativismo moral. Mas as pessoas não acreditam que não existe um padrão moral supremo em relação ao bem e ao mal; pelo contrário, todos nós agimos e vivemos como se existisse um. Com Deus, nós temos um padrão real  e transcendental em torno do bem e do mal.
3) O Mal e o Sofrimento
- Os ateus frequentemente apelam para a presença do mal e do sofrimento como argumento contra Deus. Mas de onde é que os ateus obtiveram a sua ideia de "injustiça"? chamar algo de "mal" ou "injusto" requer conhecimento do bem e da justiça. De onde nos chegam estes padrões? Falhas e defeitos num mundo altamente ordenado e arquitectado é melhor explicado como resultado do mesmo ter sido entretanto estragado (tal como Génesis descreve).
4) Sábios Cristãos por toda a História.
- A História está repleta de Cristãos com elevada inteligência e que mantinham que o Cristianismo era verdadeiro e racional; o Cristianismo não só é uma fé cega racional, como também tem sido normal o mundo da filosofia académica sempre estar dominado por pensadores Cristãos.
5) Ateísmo e Niilismo
- O ateísmo inevitavelmente leva ao desespero e ao niilismo. O niilismo é definido como o acreditar que não existe significado nem propósito na vida e nem nas coisas que fazemos, e que não há bases para a moralidade e nem existem motivos racionais para a nossa existência. O ateísmo não tem nada de verdadeiramente positivo para oferecer ao mundo (a menos que "roube" algo da visão do mundo Cristã).
6) Razão e Inteligência
- Porque é que somos capazes de pensamentos racionais? Se a nossa mente é o produto de acidentes aleatórios e não Duma Inteligência Racional (Deus), porque é que as assim chamadas "capacidades racionais" são capazes de determinar o que é verdade? Se a nossa mente nada mais é que um produto da evolução irracional, então não existem motivos para se aceitar a precisão dos nossos processos mentais. Portanto, a visão ateísta do "conhecimento" é auto-refutante.
7) O argumento antropológico de Pascal
- Blaise Pascal (1623-1662) disse que o Cristianismo fornece a melhor explicação para o paradoxo da grandiosidade humana e da maldade humana, Os humanos têm uma enorme capacidade para o mal mas também para o bem. A doutrina Bíblica da queda é a que melhor explica a nossa enorme capacidade para o mal, ao mesmo tempo que o facto de termos sido criados à Imagem de Deus explica a grandiosidade humana.
8) O Senhor Jesus Cristo
- Dado que o Senhor Jesus Cristo é Uma Realidade Histórica (e existem evidências suficientes que confirmam esta posição), e o Novo Testamento é uma descrição acertada da Sua Vida (algo também confirmado pelas evidências), como é que o ateu O explica? Passados que estão 2000 anos, Ele ainda é a Vida mais inspiracional e influente que alguma vez existiu.
Será que Ele era um mentiroso? Se levarmos em conta a Sua honestidade escrupulosa, poucas pessoas avançaram com a hipótese de que Ele mentiu de forma consciente em relação à Sua Divindade. Será que Ele era lunático? Poucas pessoas iriam defender a tese de que Ele era mentalmente perturbado devido à beleza e perfeição espiritual dos Seus ensinamentos. Será que os eventos em torno da Sua Vida são lendas? Já foi confirmado que as descrições Bíblicas da Sua Vida foram escritas num curto espaço de tempo depois da Sua morte, e isto é muito pouco tempo para o aparecimento e estabelecimento de lendas em torno da Sua Vida. A única conclusão lógica é que Ele realmente foi Quem Ele disse que era.
9) A influência positiva do Cristianismo
- O Cristianismo está a crescer rapidamente pelo mundo. Até a sua existência, e a sua proliferação, passados que estão quase 2,000 anos, é um problema sério para os ateus.
- Os ateus adoram apontar para os erros dos Cristãos sempre que eles não seguem os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo, mas eles ignoram a imensa influência positiva que os Cristãos exerceram por toda a História - em tais áreas como ajuda humanitária, artes, filosofia, reformas sociais, ciência, literatura, estabelecimento de hospitais, e muitas outras coisas. Muitos estudos demonstram que seguir o Cristianismo tende a aumentar a felicidade, a saúde mental e até a saúde física das pessoas.
10) O Ateísmo é um absurdo e é perigoso
Comunismo- Durante o século 20, mais de 100 milhões de pessoas foram mortas apenas e só por 52 líderes ateus, no entanto das 1,763 guerras registadas na The Encyclopedia of Wars, só 123 (7%)  foram motivadas pela religião - e 4% dessas guerras forma motivadas pela religião islâmica.
- A maior parte dos ateus alega que não acreditam em Deus devido à "ausência" de evidências em favor da Sua existência, no entanto Thomas Nagel, um filósofo, disse a certa altura que "Eu quero que o ateísmo seja verdadeiro.... Não se dá o caso de não acreditar em Deus.... Eu não quero que Deus exista".  O cientista Stephen Jay Gould explicou o ateísmo como sendo "superficialmente perturbador e aterrador ... [mas ele é] essencialmente emancipador e emocionante".
A verdadeira motivação da maior parte dos ateus é a pura rebelião contra Deus - e não a consequência concreta da análise das evidências - e o desejo de não terem que responder a ninguém pela sua falta de limites morais verdadeiro motivo (nem nesta vida, nem na próxima).
- James Spiegel, no seu livro "The Making of an Atheist", disse:
A queda para o ateísmo é causada por factores morais e psicológicos complexos, e não por uma assumida ausência de evidências em favor da existência de Deus. O ateu intencionalmente rejeita Deus, embora isto seja precipitado por indulgência moral e por um relacionamento danificado com a figura paterna. Logo, a escolha para o paradigma ateu é motivado por factores não-racionais, alguns dos quais são psicológicos, e outros são morais por natureza.
.....
Portanto, os motivos maiores para a rejeição da existência de Deus não são racionais mas emocionais, morais e psicológicos No entanto, todos nós temos livre arbítrio para aceitar ou rejeitar a Deus - e em última análise, seremos julgados por essa escolha.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Será que os ateus são doentes mentais?

Graças a duas pesquisas feitas há alguma tempo, tem sido propagado dentro dos círculos ateístas que "os ateus têm QIs mais elevados que os crentes". Isto pode ser verdade ou não, mas um problema com este argumento é que se aceitarmos as "diferenças médias de QI entre os grupos", entramos dentro de debates sinistros que os ateus Esquerdistas bien pensant podem não gostar assim tanto.

Enveredemos então pela estrada da infelicidade. Deixemos de lado a métrica rudimentar do QI e olhemos para as vidas vividas pelos ateus e pelos crentes, e vejamos como ela se mede. Dito de outra forma, vejamos quem está a viver de forma mais inteligente. Quando fazemo isso, o que é que descobrimos? Descobrimos que quem está a viver uma vida mais inteligente são os crentes. Uma vasta gama de pesquisas, recolhidas durante as últimas décadas, demonstram que a fé religiosa é fisicamente e psicologicamente benéfica - e de uma forma espantosa.

Em 2004 estudiosos da UCLA revelaram que os estudantes universitários envolvidos em actividades religiosas eram mais susceptíveis de ter uma melhor saúde mental. Em 2006 pesquisadores populacionais da Universidade do Texas descobriram que quanto mais a pessoa ia à igreja, mais tempo ela vivia. No mesmo ano pesquisadores da Universidade de Duke (EUA) descobriram que as pessoas religiosas têm um sistema imunitário mais forte que o das pessoas não-religiosas. Eles revelaram também que as pessoas que vão à igreja têm uma pressão arterial inferior ao das pessoas que não vão à igreja.

Entretanto, em 2009 uma equipa de psicólogos de Harvard descobriu que os crentes que deram entrada no hospital com o quadril quebrado reportaram menos depressão,  menos presença nos hospitais, e podiam coxear mais além quando saíam do hospital - quando comparados com os semelhantemente aleijados descrentes.

A lista continua. Nos últimos anos os cientistas revelaram que os crentes, quando comparados com os descrentes, tinham resultados melhores no cancro da mama, nas doenças coronárias, nas doenças mentais, com a SIDA e com a artrite reumatóide. Os crentes tinham até melhores resultados com a FIV [Fertilização in vitro]. De igual modo, os crentes reportaram também níveis de felicidade superiores, eram muito menos susceptiveis de cometer o suicídio, e lidavam melhor com os eventos stressantes. Os crentes tinham também mais filhos.

Mais ainda, estes benefícios eram visíveis mesmo se ajustarmos as coisas de modo a levarmos em conta que os crentes são menos susceptíveis de fumar, beber ou ingerir drogas. E não nos podemos esquecer que os religiosos são mais simpáticos. Claramente, os religiosos dão mais dinheiro para a caridade que os ateus, que, segundo as mais recentes pesquisas, são os mais mesquinhos entre todos.

Levando isto em conta, urge perguntar: quem são os mais inteligentes? Serão os ateus, que vivem vidas mais curtas, mais egoístas, mais atrofiadas e mais mesquinhas - frequentemente sem filhos - antes de se aproximarem, sem qualquer esperança, da morte envolvidos em desespero, e o seu inútil cadáver é amarrado e lançado numa vala (ou, se eles estiverem errados, eles vão para o Inferno)? Ou serão os religiosos, que vivem mais tempo, mais felizes, mais saudáveis, mais generosos, que têm mais filhos, e que morrem com dignidade ritualista, esperando serem recebidos por um Deus Benevolente e Sorridente?

Claramente, os crentes são mais inteligentes. Qualquer pessoa que pense o contrário é doente mental. E digo isto de maneira literal visto que as evidências sugerem que o ateísmo é uma forma de doença mental. Isto prende-se com o facto da ciência mostrar que a mente humana está construída para a fé visto que evoluímos fomos criados para acreditar, e esse é um dos motivos cruciais que faz com que os crentes sejam mais felizes; as pessoas religiosas têm todas as suas capacidades mentais intactas, e estão a funcionar de forma plena como humanos.

Logo, ser um ateu - tendo falta da vital capacidade da fé - deve ser vista como uma aflição, e uma deficiência trágica: algo análogo à cegueira. Isto faz com que Richard Dawkins seja o equivalente intelectual a uma pessoa amputada, agitando furiosamente as suas próteses no ar, gabando-se do facto de não ter mãos.


Modificado a partir do original: "Are atheists mentally ill?"http://bit.ly/1jQEnZr

Pessoas que frequentam igrejas são, em média, mais simpáticas

Estou pronto a fugir, mas não matem o mensageiro. Eis que nos chegam os resultados: as pessoas religiosas [ed: dentro do contexto ocidental, "religiosas" significa "Cristãs"] são mais simpáticas. Pelo menos é isso que nos diz Robert Putnam, professor de políticas públicas em Harvard.
Descrito pelo Sunday Times de Londres como o “o mais influente académico dos dias de hoje”, Putnam não é um crente religioso. Mais conhecido pela obra “Bowling lone”, livro que fez do “capital social” um indicador-chave duma sociedade saudável, Putnam, juntamente com o seu co-autor David Campbell (um mórmon), entrou no debate em torno da religião na esfera pública com a sua mais recente oferta, “American Grace: How Religion Unites and Divides Us”. O livro emerge logo após duas sondagens maciças e compreensivas terem sido feitas à religião e à vida pública nos Estados Unidos.
O seu achado mais controverso é o de que as pessoas religiosas são melhores cidadãos e melhores vizinhos. Putnam e Campbell escrevem que:
Na maioria das vezes, as evidências sugerem que os Americanos religiosamente envolvidos são mais civis, e em muitos aspectos, são mais “simpáticos”.
Em todas as escalas mensuráveis, os Americanos religiosos são mais generosos, mais altruístas e mais envolvidos na vida cívica do que os seus pares seculares. Eles são mais prováveis de dar sangue, dar dinheiro aos sem-abrigo, ajudar financeiramente os familiares ou os amigos, dar o seu lugar a um estranho, bem como mais prováveis de passar tempo com alguém que “se encontra um bocado embaixo“.
Putnam e a sua equipa entrevistaram 3,000 pessoas duas vezes durante dois, anos, perguntando-lhes uma vasta gama de questões em torno da vida religiosa das pessoas bem
como o seu envolvimento cívico, relacionamentos sociais, crenças políticas, situação económica e perfil demográfico.
A paisagem religiosa é muito diferente na Austrália, mas as informações que temos revelam que os resultados são iguais, Uma reportagem de 2004 feita pelo “Department of Families”, pela “Community Services and Indigenous Affairs”, e pela “Research and Philanthropy in Australia”, apurou que as pessoas que se dizem religiosas são mais susceptíveis de fazer trabalho voluntário do que as outras. Os dados do “Australian Bureau of Statistics” sugerem o mesmo, mas mesmo assim, um estudo local com as dimensões do estudo levado a cabo por Putnam seria interessante.
Putnam afirma que os religiosos não gostam de tudo o que está no seu livro, mas gostam do material. No entanto, apesar do que estou a escrever aqui, não estou a alegar que as pessoas religiosas são melhores que as não-religiosas. Muitos dos meus amigos não têm fé mas no entanto teriam melhores resultados que eu em muitas questões usadas nesta pesquisa.
Dentro das igrejas, tal como em qualquer outra área da vida, há uma mistura de pessoas boas, pessoas menos boas e, pode-se dizer, pessoas malucas. Mas esta pesquisa está em oposição frontal com as alegações feitas por autores famosos tais como Richard Dawkins e Sam Harris. Depois de lermos as suas obras, ficamos com a impressão de que a religião faz com que as pessoas abandonem imediatamente a racionalidade e se tornem extremistas introspectos. O que o livro de Putnam faz, pelo menos, é balancear a conversa.
Um nota sóbria para os crentes é que este estudo revela que o conteúdo da crença não é o que importa assim tanto mas sim o nível do seu envolvimento com a comunidade religiosa. Um ateu que vai à igreja acompanhando a esposa terá o mesmo tipo de resultados que um crente que vai à igreja.
No entanto, e segundo Putnam e Campbell, o que não pode ser negado é que há algo único dentro da comunidade religiosa que tem um impacto positivo nas pessoas. Portanto, da próxima vez que vires uma camião de mudanças a trazer uma família para uma casa perto da tua, não entres em desespero porque isso pode ser motivo para celebrar.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Como a organização Torre de Vigia manipula os seus fiéis

Por CARM

É importante entender o domínio psicológico que a organização Torre de Vigia tem sobre a vida do russelita comum. A organização Torre de Vigia é o guia, o professor, e aquele que explana a doutrina correcta. Todos os russelitas pensam essencialmente da mesma forma e têm o mesmo padrão de respostas-padrão porque ele lêem-nas na mesma fonte e são condicionados a pensar da mesma forma: a forma que a Torre de Vigia quer. Portanto, se alguém evangelizou um russelita, essa pessoa já ouviu os argumentos que todos eles usam.

Em oposição à organização Torre de Vigia, e segundo a Bíblia, o Senhor Jesus é o Mediador entre Deus e os homens (1 Tim 2:5). Só Ele é que revela a verdade (João 1:17) e não a organização Torre de Vigia. Como se poderá ver nas citações que se seguem, a organização Torre de Vigia toma de modo subtil o lugar que pertence ao Senhor Jesus, embora alegue que "dê testemunhe Dele" e aponte para Ele. Na verdade, e como é normal nas seitas, a organização Torre de Vigia toma o lugar do Senhor Jesus.

Eis então o que eles ensinam
  1. A Organização Torre de Vigia é a organização de Deus na Terra.

    1. "Seria de esperar que o Senhor tivesse uma forma de comunicar com o Seu povo na Terra, e Ele já demonstrou de forma clara que a revista chamada "A Torre de Vigia" é usada para esse propósito." (1939 Yearbook of Jehovah's Witnesses, p. 85).

    2. "Apressa-te a identificar a organização teocrática visível de Deus que representa o Seu Rei, Jesus Cristo. É essencial para a vida. Ao fazê-lo, completa-te aceitando todos os seus aspectos." (Torre de Vigia, 1 de Outubro de 1967, p. 591).

    3. "Não podemos alegar amar a Deus ao mesmo tempo que negamos o seu canal de comunicação" (Torre de Vigia, 1 de Outubro de 1967, p. 591).

    4. "Independentemente do local onde se vive, a Palavra de Deus continua a servir como Luz para o nosso caminho e lâmpada para a nossa estrada, bem como para a nossa conduta e para as nossas crenças (Salmo 119:105). Mas Jeová Deus providenciou também a sua organização visível, o seu "servo discreto e fiel", composta por pessoas ungidas com o Espírito, como forma de ajudar os Cristãos de todas as nações a entender e aplicar de forma correcta a Bíblia nas suas vidas. A menos que estejamos em contacto com este canal de comunicação que Deus está a usar, nós não faremos qualquer progresso na estrada da vida, independentemente do quanto que se leia a Bíblia." (Torre de Vigia, 1 de Dezembro de 1981, p. 27).

  2. A Organização Torre de Vigia é a única forma de entender a Bíblia.

    1. "Só esta organização funciona para o propósito de Jeová e para o Seu louvor.  (...)" (Torre de Vigia, 1 de Julho de 1973, p. 402).
       
    2. "Todos nós precisamos de ajuda para entender a Bíblia, e não podemos obter a orientação Bíblica que necessitamos fora da organização que é "o servo fiel e discreto." (Torre de Vigia 15 de Fevereiro de 1981).

    3. "...as pessoas não conseguem ver o Plano Divino apenas estudando a Bíblia....se então ele os coloca de lado [os Estudos das Escrituras] e os ignora, e vai directamente para a Bíblia - e só para a Bíblia - embora ele possa entender a sua Bíblia por 10 anos, a nossa experiência revela que no espaço de 2 anos ele mergulha nas trevas. Por outro lado, se só tivesse lido os Estudos das Escrituras com as suas referências, e não tivesse lido uma página da Bíblia, ele estaria na luz  no espaço de 2 anos visto que ele teria a luz das Escrituras." (Torre de Vigia, 1 de Setembro de 1910, p. 298).

    4. "Logo, a Bíblia é um Livro organizacional que ela pertence à congregação Cristão como congregação, e não aos indivíduos, independentemente do quão sinceramente eles acreditem que podem interpretar a Bíblia" (Torre de Vigia, 1 de Outubro de 1967, p. 587).
    5. "O mundo está cheio de Bíblias, que é o Livro que tem os Mandamentos de Deus. Então porque é que as pessoas não sabem o caminho a seguir? Porque elas não têm o ensinamento e a lei da mãe, que é a luz. Jeová Deus providenciou o Seu único Livro escrito para a humanidade e ele têm toda a informação necessária para que o homem possa fazer um curso que conduz à vida. Mas Deus não organizou as coisas de modo a que a Sua Palavra fale de uma forma independente ou que emita luz por si só. A Sua Palavra diz "A luz semeia-se para o justo." É a través da Sua organização que Deus disponibiliza esta luz da qual o provérbio diz ser o ensinamento ou a lei da mãe. Se andamos na luz da verdade, temos que reconhecer não só Jeová Deus como o nosso Pai mas a Sua organização como a mãe." (Torre de Vigia, 1 de Maio de 1957, p. 274)

    6. "Canal para se entender a Bíblia... Todos aqueles que querem entender a Bíblia, têm que apreciar o facto desta "diversificada Sabedoria de Deus" só poder ser conhecido através do canal de comunicação de Jeová, a servo fiel e discreto." (Torre de vigia, 1 de Outubro, 1994, p. 8

O pensamento individual é desencorajado pela Organização Torre de Vigia.

  1. "Periodicamente, surgiram de dentro do povo de Jeová pessoas que, tal como o original Satanás, adoptaram uma atitude independente e censuradora...  Eles afirmam que é suficiente ler a Bíblia de modo exclusivo, quer seja sozinho que seja em pequenos grupos domiciliários. Mas, estranhamente, através dessas "leituras Bíblicas" eles reverteram de volta para as doutrinas apóstatas que os comentários do clérigo da Cristandade ensinavam há 100 anos atrás...." (Torre de Vigia, 15 de Agosto de 1981)

  2. "Nós devemos comer, digerir e assimilar o que está disposto à nossa frente, sem rejeitar partes da comida só porque ela não está ao agrado do nosso gosto mental.... De modo passivo, devemos avançar com a organização teocrática do Senhor, e esperar mais esclarecimento, em vez de expressar uma recusa mal é mencionado um pensamento intragável para nós e avançar com desculpas e opiniões como se elas fossem mais válidas do que a provisão de alimento espiritual do servo. Os teocráticos irão apreciar a organização visível do Senhor e não serem loucos ao ponto de colocar a sua razão humana, as suas emoções e seus sentimentos pessoais contra o canal de Jeová." (Torre de Vigia, 1 d Fevereiro de 1952, p. 79-80)

  3. "Depois de termos sido nutridos com força e maturidade espiritual, será que subitamente nos tornamos mais inteligente que o ex-provedor e abandonamos a orientação esclarecedora de quem foi uma mãe para nós? 'Não deixes a lei da tua mãe' (Prov 6:20-23)" (Torre de Vigia, 1 de Fevereiro de 1952, p. 80)
Em Relação à Salvação
  1. Existem 4 requerimentos para que as Testemunhas de Jeová sejam capazes de viver para sempre no paraíso, segundo Torre de Vigia, 15 de Fevereiro de 1983, página 12. Um deles lida com a organização Torre de Vigia.

    1. "Jesus Cristo identificou o primeiro requerimento quando Ele disse, em oração ao Seu Pai: "E isto é a vida eterna, que eles possam-Te conhecer, como o Único e Verdadeiro Deus, e Jesus Cristo que enviaste." (João 17:3) Conhecer Deus e Jesus Cristo inclui conhecimento do propósito de Deus em torno da Terra e do papel de Cristo como o Novo Rei da Terra. Será que obterão este conhecimento estudando a Bíblia?

    2. "Muitas pessoas acham que o segundo requerimento é mais difícil. Ele é obedecer as leis de Deus, isto é, conformar a vida segundo os requerimentos morais de Bíblia. Isto inclui evitar uma vida pervertida e imoral." 1 Cor 6:9, 10, 1 Pedro 4:3,4.

      1. ["Aceitar a mensagem da salvação e dedicar-se a Deus através de Cristo, e ser baptizado, é apenas o princípio do nosso exercício da fé. É apenas  o início da nossa obediência a Deus. Isto coloca-nos a caminha da vida eternar, mas não significa a nossa salvação final," (This Means Everlasting Life, p. 181).]

    3. "Um terceiro requerimento é que nós temos que nos associar ao canal de Deus, a sua organização. Deus sempre usou a Sua organização. Por exemplo, nos dias de Noé, só aqueles que se encontravam dentro da arca sobreviveram, e só aqueles associados com a congregação Cristã do primeiro século encontraram graça perante Deus. (Actos 4:12). Semelhantemente, nos dias de hoje, Jeová está a usar apenas uma organização para levar a cabo a Sua vontade. Para recebermos vida eterna e o paraíso terreno, temos que nos identificar com tal organização e servir a Deus como parte dela."

    4. "O quarto requerimento encontra-se conectado com a lealdade. Deus exige que os potenciais súbditos do Seu Reino disponibilizem o seu apoio ao Seu governo ao defenderem lealmente o Seu Reino sobre os outros. Jesus Cristo explicou "E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo" (Mateus 24:14) Irás cumprir este requisito dizendo aos outros sobre o Reino de Deus?

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Resumindo:
1. A organização Torre de Vigia diz que ela mesma é o "canal de Deus" na Terra. 
2. A organização Torre de Vigia afirma que quem não "ama" a organização Torre de Vigia não ama a Deus.

3. A organização Torre de Vigia afirma que ela mesma "explica" a Bíblia aos outros, e mais ninguém o pode fazer de forma certa sem ser a organização Torre de Vigia. 
4. A organização Torre de Vigia diz quem não se associa com ela, não entenderá a Bíblia.

5. A organização Torre de Vigia condena o pensamento "independente" visto que, segundo ela, quem analisa a Bíblia fora da influência da organização Torre de Vigia, nunca se tornará russelita e nem se tornará seguidor da organização Torre de Vigia. Ou seja, a Bíblia, quando lida de forma directa, não ensina o que os russelitas acreditam. Para se ser russelita, tem que se ler a documentação externa à Bíblia, documentação essa fornecida pela própria organização Torre de Vigia. 
6. A organização Torre de Vigia afirma que ler a Bíblia não é suficiente; é mesmo necessário obter algum tipo de "luz" por parte . . . . da organização Torre de Vigia.
(Seria interessante meditar no que é dito neste último ponto:  segundo a organização Torre de Vigia, a Palavra do Criador do Universo não é suficiente para alguém andar segundo a luz de Deus. Segundo os russelitas, Deus não é suficientemente Poderoso para dar entendimento da Sua Palavra sem a ajuda da organização Torre de Vigia.)

Conclusão:

Tal como é dito neste post, existem alguns sinais que nos fazem ver que certa pessoa faz parte duma seita pseudo-Cristã e a organização Torre de Vigia cumpre quase todos na perfeição.

Se por tu acaso és russelita, pensa assim: porque é que uma organização condenaria ou veria com maus olhos que tu fosses directamente para a Bíblia para obter luz e conhecimento espiritual?


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A anormalidade do ateísmo

Crianças Orar

O Dr Justin Barrett, um pesquisador sénior do "Centre for Anthropology and Mind" da Universidade de Oxford, alega que os jovens possuem uma predisposição para acreditar Num Ser Supremo porque assumem que tudo o que existe no mundo foi criado com um propósito. Ele afirma que as crianças têm fé mesmo quando não foram ensinadas pelas escolas ou pela família; ele alega também se as crianças fossem criadas sozinhas numa ilha deserta, ele acabariam por acreditar em Deus. Falando para a BBC Radio 4, Barretttt afirmou:

A preponderância de evidências científicas recolhidas durante os últimos 10 anos mostrou que há muito mais coisas embutidas no desenvolvimento natural das mentes infantis do que pensávamos - incluindo uma predisposição para ver o mundo natural como algo criado e com um propósito, e para ver algum tipo de Inteligência por trás desse propósito. Se colocássemos um grupo de crianças numa ilha e eles crescem isoladas do resto do mundo, e sozinhas, acho que elas acabariam por acreditar em Deus.

Numa palestra a ser dada no Instituto Faraday da Universidade de Cambridge na Terça-feira, o Dr Barrett citará experiências psicológicas levadas a cabo com crianças que ele afirma demonstrarem que as crianças instintivamente acreditam que quase tudo foi criado com um propósito.

Num dos estudos foi perguntado a crianças com 6 e 7 anos o porquê da existência do primeiro pássaro, ao que eles responderam "para fazer música bonita" e "porque serve para tornar o mundo mais agradável".

Outra experiência levada a cabo com bebés de 12 meses sugeriu que eles ficaram surpreendidos por verem um filme onde uma bola rolante aparentemente criou uma pilha de blocos organizada a partir duma pilha de blocos desorganizada. O Dr Barrett afirmou que existem evidências de que, aos 4 anos, as crianças entendem que, embora alguns objectos podem ser feitos pelos homens, o mundo natural é diferente.

Ele acrescentou que isto significa que as crianças são mais susceptiveis de acreditar no criacionismo do que na teoria da evolução, apesar do que lhes possa ser dito pelos pais ou professores. O Dr Barrett disse ainda que alguns antropólogos apuraram que em algumas culturas as crianças acreditam em Deus mesmo quando o ensino religioso lhes foi barrado.

O desenvolvimento normal e natural das mentes infantis faz com que elas sejam mais susceptíveis na criação Divina e no design inteligente. Em contraste, a teoria da evolução é anti-natural e relativamente difícil de acreditar.

Fonte: http://ow.ly/oZhMo

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Aparentemente, o cérebro humano está construído para ver propósito e ordem no mundo natural - algo que rapidamente nos leva para outra dimensão de existência uma vez que essa ordem e esse propósito nunca poderiam ser auto-imposto. Portanto, sempre que um militante ateu alega que "todos nós nascemos ateus", ele está a fazer uma declaração que contradiz as evidências.

Obviamente que se pode dizer que estas experiências foram feitas com crianças com 6 ou 7 anos, ou com as de 12 meses (e não com recém-nascidos) mas é difícil aceitar que essa natural inclinação do cérebro humano seja algo ensinado ou instalado pela sociedade. Aliás, o próprio Dr Barrett sugere que isso é algo inato e imutável.

 O que o ateísmo e a teoria da evolução fazem no cérebro humano é rejeitar a natural tendência humana de ver um propósito e uma causa nos efeitos naturais, e acreditar que o universo em si é um efeito sem causa - um sistema sem Um Engenheiro - algo que é, nas palavras do texto de cima, "anti-natural".

 Convém ressalvar que só porque uma coisa é "difícil de acreditar" isso não a torna falsa. O ponto deste texto é demonstrar que o argumento "todos nascemos ateus" é cientificamente falso. Mas como já sabemos, os ateus não ligam muito à ciência (http://ow.ly/oZoFv).

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

É a universalidade do sentimento religioso uma evidência contra o ateísmo?

Homem Orando
Um estudo maciço levado a cabo junto das mais varadas culturas do mundo apurou que a fé religiosa é natural, até instintivo, no ser humano. Roger Triggm, professor na Universidade de Oxford, afirmou:

Temos tendência para ver propósito no mundo. Vemos operacionalidade. Pensamos que algo se encontra por lá, mesmo que não sejamos capazes de a observar. ... Toda esta forma de pensar tem tendência a acumular-se até desenvolver-se uma forma de pensar religiosa.

Trigg é co-director do projecto de Oxford (com a duração de 3 anos) que incorporou mais de 40 estudos distintos levados a cabo por dezenas de pesquisadores observando países desde a China até a Polónia, passando pelos Estados Unidos e a Micronésia.

 Estudos levados a cabo por todo o mundo apuraram resultados similares, incluindo a amplamente disseminada crença em algum tipo de vida depois da morte e uma tendência instintiva para sugerir que os fenómenos naturais têm um propósito. Trigg afirma que "para as crianças, em particular, era muito fácil pensar duma forma religiosa".

Mas o estudo apurou que mesmo os adultos eram muito susceptíveis por atribuir a um Agente Invisível a responsabilidade por um evento natural. Segundo Justin Barrett, o outro co-director do projecto, o estudo não diz nada sobre a existencia de Deus, deuses ou se existe algum tipo de vida depois da morte.

Este projecto não tem como finalidade prover a existência de Deus ou a existência de deuses. Só porque uma forma de pensar é mais fácil para o ser humano não significa que é a verdadeira forma de pensar, nem que é um facto.

Trigg vai mais longe e afirma que tanto ateus como os religiosos podem usar este estudo em seu favor. Segundo Trigg, o famoso secularista Richard Dawkins "pode aceitar os nossos estudos e afirmar que nós temos que ultrapassar esta fase da nossa vida." Mas as pessoas com fé religiosa podem alegar que a universalidade do sentimento religioso server o propósito de Deus.

Os religiosos podem dizer coisas como "Se Deus existe . . . então Ele criaria em nós uma inclinação natural de O buscar."

Trigg acrescenta que o bem-sucedido estudo pode não tomar uma posição no que toca à existência de Deus, mas ele tem implicações profundas para a liberdade religiosa:

Se nós temos algo que se encontra tão enraizado na natureza humana, contrariá-lo é de qualquer forma não permitir que os seres humanos realizem os seus interesses básicos. Existe um impulso muito forte para olhar para a religião como algo privado.

Trigg discorda desta opinião e acrescenta:

[A religião] não é algo do interesse de alguns mas sim algo que faz parte da natureza básica do ser humano. Isto mostra que ela é mais universal, prevalecente e profundamente enraizada, e isto é algo que tem que ser considerado. Não se pode fingir que ela não está lá.

O estudo, com o nome de "Cognition, Religion and Theology Project", sugerem fortemente que a religião não enfraquecerá com o tempo, afirmou Trigg:

A tese da secularização dos anos 1960, a meu ver, estava irremediavelmente condenada ao fracasso.

Ateísmo Perigoso
Demasiada exposição ao ateísmo pode ter consequências mentais irreversíveis
Fonte:  http://ow.ly/oZzbg

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Este é o tipo de dado científico que seria de esperar se Deus realmente existisse, e se Ele fosse um Ser com o desejo de Ser conhecido pelas suas criaturas. Um sistema psicológico embutido no ser humano que o torna mais susceptível de acreditar em Deus (e sabemos que a fé no Deus da Bíblia tem resultados sociais, psicológicos, médicos e emocionais benéficos) só faz sentido se Deus realmente existe.

Se Deus não existe, e - como dizem alguns evolucionistas - a fé em Deus e a religiosidade são coisas danosas para o ser humano, como é que se explica que algo alegadamente tão "danoso" tenha sobrevivido tanto tempo dentro da espécie humana, e tenha efeitos sociais tão bons para quem está nele envolvido?

Não é mais lógico aceitar que o ateísmo - e não a religião - é que é uma crença anti-natural e totalmente contrária à natureza básica do ser humano?

sexta-feira, 30 de março de 2012

Pesquisa americana revela: as pessoas que frequentam a igreja são mais felizes

Uma pesquisa americana realizada pela organização Gallup, com mais de 300.000 americanos durante o ano de 2011, descobriu que as pessoas que vão à igreja com frequência, relatam experimentar emoções mais positivas e menos negativas em geral do que aquelas que frequentam menos a igreja.

As emoções positivas na pesquisa incluíam sorriso, gargalhada, alegria, felicidade, aprendizado ou fazer algo interessante. As emoções negativas incluídas eram preocupação, tristeza, estresse e raiva.

A pesquisa mostra também que não apenas a frequência de um lugar de culto de forma geral trazia benefícios, mas também que os fiéis experimentaram uma “carga extra” emocional positiva aos domingos.

Enquanto as emoções positivas daqueles que frequentam a igreja ficavam acima da média em um domingo, as emoções positivas dos seculares culminavam no sábado e ficavam abaixo da média no domingo.

Segundo a pesquisa, o domingo é o único dia da semana quando os humores dos fiéis e os que não frequentam um serviço religioso muitas vezes divergem de forma significativa.

“Talvez alguns americanos seculares começam a temer o regresso ao trabalho na segunda-feira, então reduzem suas atividades sociais ou de lazer no domingo para se prepararem para o início da semana de trabalho”, afirma a pesquisa.

Fonte

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Consequências do pós-Cristianismo

Uma das características mais "fascinantes" dos militantes ateus é o enorme fosso que há entre o que eles afirmam acreditar na ciência e o seu comportamento observado empiricamente. A hipocrisia que frequentemente revelam não só é análoga à hipocrisia de tele-evangelistas caídos em desgraça, como excede a destes últimos uma vez que a hipocrisia é practicamente aceite entre os militantes ateus.

Desde Freud que nos é dito que o Cristianismo é mau para as pessoas. Desde Jean Meslier que nos é dito que o Cristianismo é mau para as sociedades. Por incrível que parece, nós continuamos a ouvir este mantra apesar das as evidências, dos documentários, dos testemunhos e dos dados científicos demonstrarem que o Cristianismo é bom para o indivíduo e significativamente positivo para a sociedade.

No entanto, apesar de décadas de evidências contraditórias à sua fé cega, os militantes ateus ainda lutam para uma sociedade totalmente anti-Cristã, baseada no naturalismo e tendo o mito da evolução como pano de fundo para as nossas origens. Pior ainda é que eles continuam a fazer isto mesmo quando esta visão começa a afectar o mundo à sua volta.

Mentiras, adultério, consumo de drogas, violação dos limites de velocidade, conduzir bêbado e roubar são tudo actividades que ão hoje vistas de uma forma mais aceitável que o eram no virar do século. Segundo uma pesquisa levada a cabo pela Universidade de Essex, a condenação e a censura das chamadas "desonestidades de menor grau" diminuíram, independentemente da classe social, salário ou educação.

Os níveis de integridade são ligeiramente superiores entre as mulheres, mas a maior variação verifica-se na faixa etária onde se observa uma crescente tolerância à desonestidade entre os jovens.

Fonte

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Não sei se é espantoso ou cómico que os académicos que levaram a cabo este estudo, que sem dúvida são todos avidos promotores duma sociedade livre da influência Cristã, falhem em unir o fenómeno observado com a causa adequada: redução da influência Cristã. Em vez do óbvio, eles divagam em explicações ridículas:

Nós achamos que isto ocorre porque os exemplos comportamentais existentes não são muito bons.
E porque é que as pessoas para quem os jovens olham como exemplos são eles também pobres em termos de comportamentos moralmente superiores?

A ideia de que uma sociedade pode abandonar os seus fundamentos Cristãos com apenas algumas consequências menores é um absurdo de todo o tamanho.

Os militantes ateus podem continuar a produzir uma panóplia de argumentos tendo em vista à sua tentativa de separar a moralidade de Deus, mas os dados científicos e históricos, juntamente com milhares de anos de exploração filosófica, demonstram isto não pode ser feito com sucesso.

Sem o Deus da Bíblia, as sociedades degeneram-se de modo irreversível. Claro que nós sabemos que é precisamente isso que os marxistas culturais querem. O que é notável é alguém ainda acreditar na propaganda anunciada pelos militantes ateus em favor de coisas como "eu posso ser bom sem Deus".

"Eu sou bom sem Deus porque segundo a minha definição de 'bom', roubar é perfeitamente aceitável"

domingo, 23 de outubro de 2011

Fãs de ‘heavy metal’ mais vulneráveis a distúrbios mentais

Os fãs de ‘heavy metal’ têm mais tendência para sofrerem de distúrbios mentais, tais como a depressão. A revelação é de um estudo australiano, da Universidade de Melbourne.

A análise centrou-se em 50 jovens, com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos, e assentou também em inquéritos junto de mais mil pessoas, o que permitiu concluir que os amantes do metal recorrem à música de forma negativa.

"Adolescentes com risco de depressão tendem a ouvir música, especialmente o ‘heavy metal’, de uma maneira negativa”, refere Katrina McFerran, médica que orientou o estudo, citada pelo portal Music Radar.

De acordo com a especialista, manter comportamentos como ouvir sempre o mesmo disco é típico dos ‘metaleiros’, o que pode gerar um isolamento e contribuir, “em larga escala” para a ansiedade, depressão e até tendências suicidas.

Fonte

sexta-feira, 25 de março de 2011

Crianças que vivem com os pais biológicos são mais felizes

Inglaterra - Segundo um estudo recente, crianças que vivem com os pais naturais possuem uma "satisfação de vida" superior. Semelhantemente o estudo declara que as refeições em família são importantes. Os achados vem do estudo da "Understanding Society", uma pesquisa que questionou cerca de 14,000 famílias.

O estudo apurou que:

Não viver com ambos os pais naturais tem um impacto negativo maior do que a sua situação financeira.
O estudo declara que "a satisfação de vida é mais elevada entre aqueles que vivem com ambos os pais naturais". Paralelamente, foi reportado que "crianças que comem uma refeição nocturna com a família pelo menos 3 vezes por semana são mais susceptíveis de reportar estarem completamente felizes com a situação familiar do que as crianças que nunca comem em família ou que comem menos de 3 vezes por semana juntos".

De acordo com a pesquisa, 60% dos jovens reportou estar "completamente satisfeito" com a sua família, mas as crianças que vivem com um só parente eram menos susceptíveis de reportar estarem "completamente felizes"

O estudo verificou que, "depois de se levarem em conta várias características, os casais que coabitam eram significativamente menos felizes nas suas relações que os em casamento.

Ressalvando a importância do sono, a reportagem diz que "os casados reportam um melhor sono enquanto que os divorciados/separados são mais susceptíveis de possuírem problemas durante o sono".


Esta notícia é mais uma a juntar a todas as outras que demonstram como a família nuclear é fundamental para a criança e, mais tarde, para a sociedade em si. Se a família não funciona, a sociedade também não.

Isto talvez explique a necessidade que os marxistas culturais tem em corromper e destruir a família uma vez que famílias estáveis geram crianças emocionalmente saudáveis, que por suas vez se tornam adultos menos susceptíveis de caírem nas mentiras dos "revolucionários".

Além disso, uma criança que cresça num ambiente saudável tem mais hipótese de avançar nos estudos e tornar-se financeiramente independente das "ajudas" do Estado. Mas isto é exactamente o que os marxistas não querem uma vez que pessoas financeiramente independentes são mais difíceis de controlar.