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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Existem referências contemporâneas Judaicas ou Gregas a mencionar Jesus?

(Tim O'Neill responde. Capitalização das referências Divinas feitas pelo tradutor)

Não, e nem seria de esperar que houvessem por três motivos:

(i) Nós não temos referências contemporâneas da maior parte das pessoas do mundo antigo. 

Abram o livro de qualquer escritor antigo, escolham o nome da pessoa que eles mencionam e depois façam uma busca por mais informação sobre ela. 

Em 90% dos casos, este informação terá origem em referências não-contemporâneas e todas as outras referências a essa pessoa serão dum período posterior à altura em que ela viveu. Por vezes, séculos depois dela ter vivido.

Dado que não temos referências contemporâneas de alguém tão importante e famoso como Aníbal, esperar que as tenhamos em relação a Um Obscuro Pregador Camponês Judeu a viver num canto remoto do mundo é um absurdo. Fundamentar a Sua existência sobre essa expectativa é duplamente absurda.

(ii) Quase nenhum escritor do mundo antigo tinha algum tipo de interesse em escrever sobre pregadores Judeus, profetas ou reclamantes Messiânicos.

Logo, não só aqueles cujos nomes nós sabemos não são mencionados por fontes contemporâneas, como também quase não são mencionados por escritor algum. De facto, nós sabemos de quase todos deles graças a um único escritor - o historiador Judeu Flávio Josefo.

Portanto, esperar que qualquer outro escritor da altura os mencionasse, incluindo Jesus, não faz sentido. De todos os historiadores do mundo antigo, só Josefo tinha um interesse genuíno por estas figuras. E Josefo menciona Jesus - duas vezes (Ant. XVIII.3.4 e XX.9.1).

(iii) Mesmo quando Comparado com estes outros obscuros pregadores Judeus do primeiro século, com profetas e com reclamantes Messiânicos, Jesus parece ter sido particularmente Obscuro. 

Theudas, Athronges e o Profeta Egípcio arrastaram consigo vastas multidões com milhares de seguidores, e alarmaram os Romanos de tal forma que eles viram-se obrigados a mobilizar largas quantidades de tropas para lidar com eles. Mas mesmo que aceitemos os relatos exagerados [ed: não são exagerados] dos evangelhos, Jesus foi Neutralizado por uns poucos guardas do Templo, algo que dificilmente constitui uma ameaça séria.

Portanto, não é surpreendente que esta Figura Menor não tenha sido mencionada até que o Seu pequeno grupo de seguidores se tenha tornado numeroso o suficiente (depois da Sua morte) para passar a receber algum tipo de atenção.

Durante a Sua vida, Jesus foi um Obscuro Zé-Ninguém que passou a maior parte da Sua vida nas zonas remotas da Galileia - bem longe dos lugares que interessavam ao Império Romano. Até mesmo julgando pelos evangelhos, a sua carreira foi curta e os Seus seguidores poucos. E a coisa mais proeminente que Ele parece ter conseguido fazer foi levar a que fosse Morto, embora até isso pareça ter sido um evento menor até mesmo localmente.

Portanto, faz sentido que ninguém se tenha dado ao trabalho de O mencionar enquanto Ele esteve Vivo. E isto levando em conta que não havia muitos escritores atentos ao que ocorria dentro da comunidade Judaica dessa altura.

Esta ideia burra de que, como Jesus não foi mencionado por fontes contemporâneas, logo Ele não existiu, é um erro historiográfico ingénuo. O facto dele continuar a ser mencionado pelos "Mitologistas de Jesus" revela o quão competentes eles são.  (...)

- http://qr.ae/dnBWt

sábado, 27 de setembro de 2014

O mito de que as religiões são a causa principal das guerras

Por Robin Schumacher (editado por Matt Slick)
Os ateus e os humanistas seculares frequentemente fazem a alegação de que a religião é a causa primária da violência e das guerras combatidas pela humanidade através da História. Sam Harris, um dos mais vocais defensores do movimento anti-religioso, afirma no seu livro The End of Faith que a fé a religião são "as mais prolíficas fontes de violência da nossa história."
Embora não se possa negar que campanhas tais como as Cruzadas e a Guerra dos Trinta Anos dependiam da ideologia religiosa, está incorrecto afirmar que a religião tem sido a causa primária das guerras. Mais ainda, embora não haja debate em torno do facto do islão radical ter sido o espírito por trás do 11 de Setembro, é uma falácia dizer que todas as confissões religiosas contribuem de forma igual sempre que a violência e as guerras de inspiração religiosa se fazem sentir,
Uma fonte interessante de verdade em torno deste assunto são os três volumes de Philip and Axelrod com o nome de Encyclopedia of Wars, que documentam cerca de 1,763 guerras que foram levadas a cabo no decurso da história humana. De todas estas guerras listadas, os autores categorizam 123 como havendo tido natureza religiosa, que são uns espantosos e extremamente baixos 6.8% de todas as guerras. No entanto, quando se subtraem as guerras levadas a cabo em nome do islão (66), a percentagem é cortada em mais de metade para 3.23%.
 Guerras_ReligiosasGuerras_Religiosas_Grafico
Isto significa que, exceptuando o islão, todas as confissões religiosas do mundo causaram menos de 4% de todas as guerras e conflitos violentos da Historia. Mais ainda, as religiões não tiveram qualquer papel nas maiores guerras que resultaram no maior número de mortos. Certamente que isto coloca em causa o argumento de Harris, certo?
A realidade dos factos é que as motivações não-religiosas, bem como as filosofias naturalistas, são responsáveis por quase todas as guerras da História. As casualidades humanas resultantes de guerras levadas a cabo por motivação religiosa nada são quando comparadas às casualidades resultantes de guerras cujos regimes nada queriam saber do que Deus dizia - algo ressalvado por R. J. Rummel no seu trabalho com o nome Lethal Politics and Death by Government:
Ditadores_Nao_Religiosos_Casualidades

 Rummel afirma:

Quase 170 milhões de homens, mulheres e crianças foram baleados, espancados, torturados, esfaqueados, queimados, esfomeados, congelados, esmagados, forçados a trabalhar até à morte, enterrados vivos, afogados, enforcados, bombardeados ou mortos de qualquer outra forma através da qual os governos infligiram a morte a cidadãos desarmados desamparados, ou a estrangeiros O número de mortos poderia concebivelmente ser 360 milhões de pessoas. Isto é quase como se a nossa espécie tivesse sido devastada por uma Peste Negra moderna. E de facto, foi, mas foi uma peste de Poder e não de germes.
As evidências históricas são bastante claras: a religião não é a causa primária das guerras.
Se a religião não pode ser culpada pela maior parte das guerras e da violência, então qual é a causa primária? A causa primária é a mesma que despoleta todos os crimes, actos de crueldade, perdas de vida, e todas as outras coisas. O Senhor Jesus disponibiliza resposta em Marcos 7:21-23:
Porque, do interior do coração dos homens, saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfémia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro, e contaminam o homem.
Tiago (obviamente) concorda com o que o Senhor diz, quando escreve: (Tiago 4:1-2)
DONDE vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? Cobiçais, e nada tendes; sois invejosos, e cobiçosos, e não podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque nada pedis
.....
Resumidamente, as evidências revelam que os ateus estão bastante errados no que toca às guerras que eles tanto menosprezam. O pecado, e não a religião (e certamente que não o Cristianismo), é a causa primária das guerras e da violência.
* * * * * * *
O que o Senhor Jesus Cristo nos revelou há quase 2,000 anos atrás, confirmou-se de forma gráfica e brutal nos regimes ateus do século 20: quanto mais o governo se afasta de Deus, mais susceptível ele é de se tornar genocida. Portanto, se os militantes ateus realmente se preocupam com as guerras e com a violência, tudo o que eles têm que fazer é garantir que os regimes dos seus países nunca adoptem o anti-Cristianismo, como filosofia dominante.
O governo é o maior genocida da história da humanidade, e desde logo, todos os "movimentos sociais" que apoiam o aumento do poder do governo na vida social, estão a pavimentar um caminho que pode acabar em genocídio. E temos a História para confirmar isto.


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

O Testemunho de Bassam

Vivo no Médio Oriente. Nasci muçulmano, e quando tinha 18 anos, tornei-me membro dum dos grupos islâmicos, visto que eu tinha um parente que era uma dos líderes do grupo. Eu pensava que estava a fazer tudo em favor de Deus, levando em conta o que eu sabia Dele por esta altura. Depois de algum tempo, comecei a ter algum treino no uso de armas e na construção de explosivos. Eu sentia-me desconfortável com o que estava a fazer - ferindo pessoas em nome de Deus. Eu pensava que ou eu ou os membros do grupo haviam entendido mal os ensinamentos de Deus.

Comecei outra vez a estudar o Alcorão e a Tradição - com a ajuda de um dos líderes do grupo, mas sem lhe dizer o motivo para o meu estudo - para ver o que eu não tinha entendido. Depois de 2 anos, eu estava perplexo com o que tinha descoberto. Descobri que o islão não é o percurso pacífico até Deus, tal como eu acreditava, mas pelo contrário, era muito violento. Se *eu* teria que estabelecer a vontade de Deus de qualquer maneira, mesmo matando pessoas, então este não poderia ser o caminho de Deus.

Nunca coloquei a hipótese de algum dia vir a abandonar o islão em favor de outra religião, no entanto eu estava certo que o islão não me estava a levar até Deus. Eu tive uma espécie de quebra durante algum tempo quando descobri que tudo o que havia acreditado estava errado. Comecei a tomar drogas e a não falar de Deus. Foi então que eu conheci um Cristão que não sabia assim muito da Teologia Cristã mas que tinha muito amor pelos outros, independentemente de quem os outros eram. Um dos seus amigos (que era membro do mesmo grupo do qual eu havia feito parte) disse que ele tinha que ser morto porque ele era um Cristão, e porque ele não tinha pago a "Jiziah" (imposto que, segundo o Alcorão, os Cristãos e os Judeus a viver num estado islâmico eram forçados a pagar) mas isso não impediu o Cristão de amar esse homem e de lidar com ele de forma profissional.

Inicialmente, eu não sabia que ele era Cristão, e quando fiquei a saber, fiquei surpreendido; tudo o que eu havia aprendido durante toda a minha vida sobre os Cristãos, lendo os escritos islâmicos e as opiniões de Maomé sobre eles, havia-os rebaixado de forma bem vincada. Pedi a este amigo se ele me poderia arranjar uma cópia da Bíblia. Depois de dar início à minha leitura, vi que havia uma diferença enorme entre o que está escrito na Bíblia e o que eu havia ouvido as pessoas a dizer dela (quer tenham sido muçulmanos ou até Cristãos nominais).

Eu fiquei profundamente impactado com uma coisa, nomeadamente, com o ensinamento de que não há ninguém excepto Jesus que é justo; até aqueles que eram chamados de povo de Deus, tais como David, Jacó, Abraão e os doze apóstolos, haviam feito algo de errado. A Bíblia está cheia de pecados e transgressões por parte das pessoas, excepto Jesus. Ele mesmo disse aos Seus inimigos "Qual de vocês me convence de pecado?" (João 8:46a), mas ninguém foi capaz de responder. Até Judas, que O traiu e O entregou às autoridades para que Ele fosse morto, disse "Pequei ao trair Sangue Inocente" (Mateus 27:4).

Para além disso, Pôncio Pilatos, o governador Romano que eventualmente O condenou à morte, disse "Porquê? Que mal fez Ele? Não achei nada NEle digno de morte." E o centurião que testemunhou a morte de Jesus disse "Certamente, este Homem era Inocente!" Ele [o Senhor Jesus] impactou-me de forma profunda exibindo o exemplo mais elevado do ser humano, revelando-Se como Alguém que realmente merecia ser Seguido.

Demorei algum tempo até finalizar a leitura da Bíblia. Depois de um ano de batalha interior, decidi que eu queria seguir a Deus tal como Ele Se revelou em Cristo e não como alguém dizia que Ele era. Orei a Ele e Ele fez-Se presente. Pela primeira vez na minha vida senti que Deus esta presente; dizer que esse foi um sentimento estranho é um eufemismo. Eu estava tão feliz e tão triste. Feliz por saber que Ele estava ali e triste por me aperceber do que havia perdido. Senti uma paz imensa e queria que este sentimento nunca acabasse. Ainda me lembro desta primeira vez que eu orei; corri para fora do quarto porque pela primeira vez senti a Presença de Deus.

Desde então, eu tenho-O seguido, e Ele mudou a minha vida. Abandonei as drogas e tornei-me numa pessoa totalmente nova para todas as pessoas que conheço; mas tal como eu disse, eu vivo no Médio Oriente onde todas as pessoas pensam que estão certas e todos os outros estão errados. Devido a isso, tive alguns problemas com a minha família e eles expulsaram-me de casa. Tal como Jesus disse "E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão." (Mateus 10:21) foi isto que aconteceu comigo.

O meu pai entregou-me às forças de segurança e eles prenderam-me e lançaram-me na prisão por ter abandonado o islão. Passei por maus momentos por lá visto que eles torturaram-me para me forçar a regressar ao islão. Usaram choques eléctricos e espancamentos, e deixaram-me toda a noite pendurado pelos pulsos. Depois de um ano, fui colocado numa prisão solitária onde fiquei quase um ano. Mas eu não podia negar Aquele que me deu vida.

Hoje em dia, estou fora da prisão e saí da minha casa e do meu país visto que ainda sou procurado por lá por ter abandonado o islão. Ainda caminho com Jesus e amo-O porque Ele me amou primeiro, e deu a Sua Vida na cruz por mim. Eu sabia desde o princípio que teria problemas. Afinal, não disse Ele a Paulo "E Eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo Meu Nome"? (Actos 9:16)

Hoje estou livre de tudo. Tenho uma esposa amorosa que conheci depois de sair da prisão, e que me tem apoiado em tudo o que eu faço para Deus, mas o mais importante para mim é a minha segurança eterna de que estarei com Ele para sempre, independentemente do que aconteça. E como resultado disso, resolvi dedicar a minha vida a dizer as outras pessoas do Seu grande amor por nós. Tal como Ele me ordenou:

Não temas, mas fala, e não te cales; Porque Eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade. (Actos 18:9-19)

Sintam-se à vontade para me escrever se querem saber mais. Bassam.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

10 sinais de que podes estar numa seita pseudo-Cristã

Por Richard Bushey
JimJonesÉ normal eu encontrar pessoas que não se apercebem que estão numa seita "Cristã", embora os sinais da lavagem cerebral estejam bem visíveis e elas não saibam que a sua forma de analisar as Escrituras seja absolutamente consistente com a forma como qualquer outra seita existente pelo mundo fora o faz.
Se por acaso o teu grupo se enquadra em muitos destes critérios, fica sabendo que eu não fiz esta lista especificamente para o teu grupo.
O que acontece é que o teu grupo se enquadra na descrição mais comum dum grupo cultista. Com base na minha experiência, posso ressalvar pelo menos alguns sinais que demonstram que podes estar envolvido numa seita pseudo-Cristã.
1. Tu condenas o Corpo de Cristo.
Se por acaso tu dás por ti a dizer que a maior parte dos Cristãos está errada, e que só a tua congregação (ou só a tua denominação) tem a verdade, o teu comportamento é extraordinariamente parecido com o comportamento de todos os cultistas, tais como a Igreja Baptista de Westboro. Uma evidência de comportamento cultista é que aqueles que não estão na tua congregação (ou denominação) não são "verdadeiros Cristãos". Com isso em mente, ao condenares o resto do Corpo de Cristo, tu condenas o próprio Evangelho através do qual nós somos salvos, isto é, o Evangelho da Graça através da Fé (Efésios 2:8-9).
2. Tu opões-te de modo vigoroso a ideia de que o Senhor Jesus Cristo é Deus.
Os cultistas normalmente rejeitam a noção de que o Senhor Jesus é Deus, e com isso, rejeitam a própria Natureza de Deus - isto é, que Deus é Um Deus TriUno (Trindade). A Natureza Triuna de Deus sempre serviu de régua de medir para os grupos pseudo-Cristãos. Se um grupo não acredita na Trindade, quase de certeza que é um grupo cultista. Para ilustrar este ponto, consideremos os grupos seguintes que rejeitam a Trindade: Testemunhas de Jeová [Russelitas], Morminismo, Ciência Cristã, Cristadelfianos, Igreja Unificada, Cristãos Unitários Universalistas. O que é que estes grupos têm em comum e que todos eles são conhecidos como grupos cultistas.
3. Tu aprendeste as tuas crenças antes de leres as Escrituras.
Sempre que falamos da Bíblia com um cultista, normalmente perguntamos o que eles pensam dum determinado ponto e usualmente eles não sabem. Eles inventam na hora uma interpretação bizarra, que eles têm memorizado, ou rapidamente mudam de assunto. Mas eles não têm uma hermenêutica no verdadeiro sentido do termo. O que acontece é que eles aprendem as suas crenças antes de lerem a Bíblia (alguém lhes diz quais são as crenças), e então quando eles abrem a Bíblia pela primeira vez, eles já têm as doutrinas inseridas na sua mente. O que eles fazem a seguir é tentar forçar essas mesmas doutrinas na Bíblia.
4. Tens um vigário de Deus humano .
Quando eu digo "vigário", quero dizer alguém que se coloca no lugar de Deus ou alguém que alega ser a incarnação do Próprio Senhor Jesus Cristo. Os cultistas normalmente têm um líder humano, a que obedecem a todo o custo e até ao fim. Esta pessoa determina o que as Escrituras dizem, ou o que Deus revelou. Frequentemente, eles alegarâo que só eles podem interpretar correctamente o que a Bíblia diz.
5. Tens uma revelação especial da parte de Deus.
É claro que Deus interage com todos os que são Cristãos renascidos, mas eu estou a falar daqueles que alegam que Deus lhes deu nova revelação - que Ele sussurrou algo para os seus ouvidos do tipo "Tu és o Messias", ou que lhes deu um novo conjunto de textos sagrados à margem da Bíblia, e que este novo conjunto de textos tem que ser colocado ao mesmo nível da Bíblia (ou até acima da Bíblia).
6. Acreditas nas obras da salvação.
A Bíblia ensina que uma boa pessoa não consegue merecer a vida eterna, e que isto é assim porque todos pecamos. Uma vez que Deus é Bom e Justo, Ele tem que punir o pecado em nós. E nós, por nós mesmos, não conseguimos ficar ao Seu lado. Mas Deus seja louvado, visto que Ele enviou o Seu Filho Jesus Cristo, que viveu uma vida perfeita e sem pecado. Quando Ele foi executado, todo o castigo - toda a raiva de Deus - caíram sobre Ele. Três dias depois, Ele ressuscitou dos mortos, e agora nós podemos colocar sobre nós a Justiça de Cristo lançando-nos à Sua mercê e sendo nascidos de novo.
Mas isto é um dádiva gratuita (Efésios 2:8-9) que não pode ser obtida através das obras. Os cultistas negam isto.
7. Não precisas da Bíblia.
Através das gerações, Deus revelou-Se aos Profetas da antiguidade que disponibilizaram a Palavra de Deus aos Israelitas, e aos Apóstolos do Senhor, que disponibilizaram a Palavra de Deus aos gentios. Hoje, aqueles que podem ler são abençoados e sabem que têm a vida eterna com Deus quando se lançam à Sua mercê através do sacrifício do Senhor Jesus Cristo e são nascidos de novo. Somos balanceados pelas Escrituras de modo a que não nos afastemos demasiado longe para o campo do emocionalismo e das coisas sem sentido.
Mas as seitas normalmente não colocam ênfase na leitura das Escrituras, ou chegam mesmo a dizer para não as ler. A Bíblia é a Inerrante, Inspirada e Autoritária Palavra de deus e tu não a lês; a tua seita não quer que tu a leias [pelo menos sem o "filtro" de algum líder da seita].
8. Há demasiado pecado na tua congregação.
Claro que por vezes pode ser difícil de detectar, visto que o pecado é mantido oculto, mas, por exemplo, nós vêmos com frequência no movimento carismático algum líder que alega ser um pastor estar envolvido em escândalos sexuais estranhos, ou algum outro tipo de pecado se encontrar propagado na sua congregaçâo. O Senhor Jesus disse:
Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. (Mateus 7:15-16)
9. Não sabes da Bíblia nem do Poder de Deus (Lucas 22:19).
Não te preocupas em ler a Palavra de Deus embora o Senhor Jesus a tenha lido e comido como se ela fosse o Seu próprio sustento. Para além disso, o Senhor Jesus disse-nos para o "ingerir" como se Ele fosse o nosso Sustento (Lucas 22:19). É suposto nós sobrevivermos, movimentarmo-nos e existir NEle (Actos 17:28). Mas tu não fazes isso. Tu vives no pecado e não te preocupas em superá-lo. O Pai não te disciplina quando tu pecas (Hebreus 12:8-9). Não estás a ser santificado porque não nasceste de novo, porque não conheces a Deus. Tu estás numa seita.
10. Ficaste zangado e ofendido com este texto.
Repito, esta lista não foi feita para alguma congregação em particular, mas se o sapato te serviu, tira-o e lança-te à mercê de Deus através da expiação do Seu Filho.
Porque Deus amou o mundo de tal forma que deu o Seu Filho Unigénito para que todo o que Nele crê não pereça mas tenha a vida eterna (João 3:16)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O espírito de Nero


Professor da "Florida Atlantic University" (FAU), com o nome Deandre Poole, ensina uma aula com o nome de “Intercultural Communication” a partir dum livro escolar com o mesmo nome. Este livro fomenta uma práctica onde os estudantes escrevem o Nome do Senhor Jesus em letras enormes e pisam-No.

Ryan Rotela, estudante e aluno que segue esta aula (e que é um Mórmon devoto), recusou-se a pisar o Nome e queixou-se ao professor Poole, pedindo que "Nunca mais desse este exercicio uma vez que ele era ofensivo." Rotela disse também ao professor que faria queixas suas à universidade. Foi então, segundo Rotela, que a FAU respondeu suspendendo o professor suspendendo-o a ele (Rotela) da aula do professor Poole.

Mas as coisas ficam piores: segundo se sabe, a universidade está a desenvolver esforços para punir o aluno (e não o professor). Isto é obviamente questionável.

Uma pergunta importante é: Porque é que só um aluno achou questionável pisar o Nome de Jesus?

Não é fascinante que aqueles que negam o Senhor Jesus - desde os imperadores romanos, passando pelos muçulmanos, pela elite judaica dos primeiros 3 séculos, e acabando nos professores marxistas - tenham uma obsessão em forçar os outros a rejeitar simbolicamente o Nome do Senhor? Até parece que todos eles cantam do mesmo hinário.

Este é o tipo de "tolerância" que os pagãos e os militantes esquerdistas (ateus, feministas, activistas homossexuais, ambientalistas, etc) conferem aos Cristãos depois de terem sido bem sucedidos nas suas exigências de "respeito" e "tolerância".

Está a ficar cada vez mais óbvio que a genuína tolerância que a Civilização Ocidental Cristã conferiu aos pagãos e aos militantes esquerdistas pode ter sido um erro sério de proporções gigantescas, incluindo para os próprios pagãos e esquerdistas a quem foi conferida liberdade e que usam essa liberdade para destruir uma Civilização cuja construção durou mais de mil anos.

PS: Quais são as probabilidades deste mesmo professor pedir aos alunos que pisem no nome "Muhammad" ?

Fonte

sábado, 1 de dezembro de 2012

domingo, 22 de abril de 2012

sexta-feira, 13 de abril de 2012

sábado, 17 de março de 2012

terça-feira, 29 de novembro de 2011

sábado, 5 de novembro de 2011

Credo de Nicéia

Credo de Nicéia
(325 a.d. - revisado em Constantinopla em 381 a.d.)

Cremos em um só Deus, Pai, Todo-Poderoso, Criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis.

E em um só Senhor Jesus Cristo, o Unigénito Filho de Deus, gerado pelo Pai antes de todos os séculos, Luz da Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não criado, de uma só substância com o Pai, pelo qual todas as coisas foram feitas; o qual, por nós homens e por nossa salvação, desceu dos céus, foi feito carne pelo Espírito Santo e da Virgem Maria, e tornou-se homem, e foi crucificado por nós sob Pôncio Pilatos, e padeceu e foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus e assentou-se à direita do Pai, e de novo há de vir com glória para julgar os vivos e os mortos, e o seu reino não terá fim.

E no Espírito Santo, Senhor e Vivificador, que procede do Pai e do Filho, que com o Pai e o Filho conjuntamente é adorado e glorificado, que falou através dos profetas. E na Igreja una, santa, católica e apostólica. Confessamos um só batismo para remissão dos pecados. Esperamos a ressurreição dos mortos e a vida do século vindouro. Amém.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Perder a vida

por César das Neves
"Quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; mas quem perder sua vida por Minha causa, há-de encontrá-la" (Mt 16, 25; Mc 8, 35; Lc 9, 24; cf. Jo 12, 25)." Esta frase marca a história.

A primeira parte repugna a todas as fibras do nosso ser; apesar disso, é manifesta a cada passo. Todos nos esforçamos por ganhar a nossa vida, no amor, profissão, arte, ciência ou prazer. E todos constatamos a cada momento a incapacidade de o fazer.

Mantemos o mito de que um dia seja possível, apesar da evidência permanente da vacuidade. Isto é ainda mais patente naqueles que parecem ter salvo a sua vida. Milionários, campeões, governantes, estrelas de cinema, profissionais bem sucedidos são considerados por todos como tendo atingido a felicidade. São eles quem mais sofre a dupla maldição do sucesso.

Ter êxito na vida traz dois problemas graves. Primeiro, o sucesso é caro, raro e nunca perfeito. São muitos os que se esforçam e poucos os que conseguem o que pretendem; e mesmo esses nunca o realizam totalmente. Vemos aquilo que obtiveram, não o que perderam e o que queriam sem conseguir. Os ricos são sempre insatisfeitos.

A segunda maldição é pior. Os que chegam exactamente onde sonharam, enfrentam então a desilusão do sonho. Porque aquilo que brilha tanto à distância rapidamente fenece ao perto. Ao sucesso segue-se sempre o tédio, que alguns iludem na ânsia viciante de novas campanhas. Esses vivem numa ilusão de vitórias até à morte. Quem quiser ganhar a vida, perde-a mesmo.

Como se pode viver sabendo isto? Salvar a vida é a questão central de toda a existência, aquilo que preside a cada passo do nosso quotidiano. Todos queremos sempre ganhar a vida. Os outros animais têm o instinto da auto-preservação; o ser humano, além disso, sente uma ânsia de mais e melhor. Busca incessantemente algo que o ultrapassa. Constatar o falhanço dessa tensão vital não a nega. Além de sobreviver, nós procuramos um desígnio, um propósito, uma finalidade.

-Fonte-

sábado, 13 de agosto de 2011

O dia em que Hollywood entendeu a Bíblia

Original
Houve um tempo em Hollywood em que os produtores descobriram que a Bíblia podia lhes render um bom lucro. A fórmula era fortão se apaixona por mulher ideal e detona um império. O ator podia ser podia ser um gladiador, um rei, um escravo, um romano, um hebreu como Sansão; a atriz podia ser uma escrava, uma cristã, uma plebeia, às vezes uma pagã fatal como Dalila; o império derrotado ou era o filisteu ou era preferencialmente o romano.

Claro que não basta ter a receita na mão. Sem o cozinheiro certo, tudo podia virar um tremendo fiasco ou, no mínimo, perder a noção do ridículo. De todos aqueles filmes, a única obra-prima é Ben-Hur (1959), que tem a vantagem de ter como diretor o genial William Wyler, capaz de equilibrar as cenas grandiosas e épicas com o drama intimista.

Ben-Hur dura pouco mais de três horas que passam voando. A edição é uma aula para esses filmes monstrengos de hoje que pegam um naco de enredo e o enchem de barulho pra ver se passa rápido. Ben-Hur conta uma história de vingança e arrependimento, tem um casto romance, batalha naval, revolta de judeus contra o despotismo de Roma, corrida de bigas contra o romano Messala, seu ex-amigo de infância, e passagens da vida de Jesus. E não se sente o tempo passar.

Se o personagem principal é Judá Ben-Hur, o coadjuvante é simplesmente Jesus, que dá água a Ben-Hur, lhe vê passar ao longe enquanto fala a uma multidão nas colinas, ou carrega a cruz rumo ao Gólgota. Judá vê a Cristo, Cristo sempre dá atenção a Judá, mas o rosto de Cristo nunca é mostrado no filme. É como se o filme dissesse que o povo judeu, embora tivesse a Cristo ali perto, não Lhe retribuísse a atenção devida.

Uma cena extraordinária é aquela em que muita gente começa a se assentar aos pés de Jesus, mas Ben-Hur O olha de longe e decide continuar andando. A imagem corta para Jesus sendo mostrado de costas, mas Sua cabeça se movimenta acompanhando os passos de Ben-Hur ao largo. Essa cena me tocou bastante pela sugestão de que Cristo se importa com os que se achegam a Ele, mas não deixa de demonstrar interesse pelos que se distanciam.

No regresso de Ben-Hur a sua terra natal, ele encontra um árabe alegre com seus convidados e inflexível quanto ao tratamento mais humano de seus belíssimos cavalos de corrida. Entre esses convidados recebidos num dia de calor, está alguém que conta a Ben-Hur que presenciou o nascimento de Jesus e que Ele já teria a idade de Ben-Hur. O ancião acredita que Jesus é o Filho de Deus, e diz que Ele é Alguém que naquele dia quente “também viu o sol se por”.

Pouco a pouco vai se configurando o grande inimigo de Ben-Hur: ele mesmo, e não Roma, não Messala. Sua esposa lhe diz que esse Cristo, ao qual ele não dá crédito, ensina que se deve amar os inimigos e orar pelos que lhe perseguem. Esse é um ensinamento radical demais para seu coração ainda cheio de ódio. Afinal, ele não só esteve preso por mais de três anos nas galés, como também sua mãe sua irmã ficaram confinadas nos subterrâneos de uma imunda prisão onde contraíram da grave doença da época: a lepra.

A mudança de atitude de Ben-Hur começa quando ele passar a acreditar que Cristo pode curar sua família. Mas ele aparentemente chega tarde, pois Jesus está naquele momento carregando uma cruz. Ben-Hur passa a acompanhar com renovado interesse aquela caminhada dramática. Olhando para a cruz, ao lado do ancião que lhe falou do Filho do Homem, ele tem seu ponto de impacto, percebendo o abismo entre a alienação pecaminosa do ser humano e o sentido da salvação divina.

O teólogo da arte Paul Tillich dizia que a revelação é “a resposta às perguntas implícitas nos conflitos existenciais da razão”. Os conflitos de Ben-Hur não têm resolução na vingança. Ele ainda tem sede, como ele diz. Na cena da cruz, não apenas há revelação, mas sobretudo reconciliação, um momento em que ele sente acolhimento, perdão, amor e um novo propósito e sentido de vida.

Quantos filmes hoje têm os conteúdos cristãos trabalhados de forma tão simples e profunda? Ben-Hur é o filme mais cristão de todos os tempos porque, além de apresentar excelência técnica e estética em todos os detalhes, valoriza a mensagem cristã do chamado à transformação individual por meio da reconciliação espiritual. “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo" (2 Coríntios 5:19).

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Tatuagens: "Vós adorais o que não sabeis"

Durante toda a História do homem as tatuagens sempre estiveram associadas ao paganismo, demonismo, misticismo, xamanismo, adoração de baal, canibalismo e practicamente todas as prácticas pagãs conhecidas. As tatuagens NUNCA estiveram associadas ao Cristianismo nem a Cristãos firmes crentes na Palavra de Deus.

Para além disso, sempre que o Cristianismo entra numa cultura, as tatuagens (tal como o paganismo) desaparecem. A única excepção são os mornos, carnais, e desobedientes "Cristãos" laodecianos.

O nascimento das tatuagens deu sempre origem ao crescimento de religiões pagãs e misticismo. Sem excepção, pesquisa após pesquisa, estudo após estudo, livro após livro confirmam exactamente isso: as tatuagens estão relacionadas ao paganismo.

A documentação que se segue é apenas uma pequena gota de água no oceano de documentação que comprova a origem ocultista e demoníaca das tatuagens.

Lembrem-se duma coisa: a documentação que se segue é feita por livros pró-tatuagem a listar a óbvia ligação espiritual e conexão religiosa das tatuagens. Não são escritores Cristãos a tentar colocar as tatuagens sob uma má luz.

Por mais que o "Cristão" carnal e rebelde tente justificar a sua lógica distorcida para se tatuarem com a marca demoníaca proibida, os factos falam mais alto - suportados por toneladas de pesquisas e documentação escritas por autoridades pró-tatuagens:

  • O fundamento, origem, propósito e significado das tatuagens encontra-se no demonismo pagão, xamanismo, adoração de baal e misticismo ocultista.

Em muitas culturas, o tatuador é ao mesmo tempo um xamã, um "magick-man", um sacerdote ou sacerdotisa. De acordo com o dicionário, o xamã é um intermediário entre o mundo natural e o mundo sobrenatural, usando magia para curar doenças, prever o futuro e controlar as forças espirituais (www.infoplease.com/ipd/A0648969.html).

Tatuar o corpo é muitas vezes um ritual mágico em culturas mais tradicionais e o tatuador é um sacerdote ou xamã respeitado.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 73)

Nas Ilhas Fiji, Formosa, Nova Zelândia e em certas tribos índias norte americanas, tatuar era visto como uma cerimónia religiosa levada a cabo por sacerdotes e sacerdotisas.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)

O processo de tatuar um corpo, que envolvia rituais complexos e tabus, só poderia ser feito por sacerdotes, e estava associado a crenças que eram conhecidas apenas pelos membros da casta sacerdotal.... Hambly concluiu que, historicamente, tatuar se tinha originado em conexão com rituais antigos de escarificação e sangria que estavam associadas com prácticas religiosas destinadas a colocar a alma humana em harmonia com forças sobrenaturais, e garantir a continuidade entre esta vida e a próxima.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 158)

O tatuador, o xamã ou o sacerdote ocultista muitas vezes usa a tatuagem como um ponto de contacto, ou zonas de entrada para o mundo espiritual. A tatuagem não só é muito mais que só uma "decoração corporal" mas também é muito mais que uma camada de tinta cortada para dentro da pele.

De facto, até ao século 20, a tatuagem foi sempre um veículo para invocações religiosas pagãs. Mesmo hoje, em muitos países ocidentais, acredita-se que a tatuagem é uma ponte para o mundo sobrenatural. A famosa bruxa e autora Laurie Cabot escreve o seguinte sobre as tatuagens:

As origens da tatuação estão relacionadas com artes mágicas antigas.
(Laurie Cabot, Power of the Witch, cited in Masonic and Occult Symbols Illustrated by Dr. Cathy Burns, p. 301)

De acordo com Amy Krakow no sua crónica The Total Tattoo Book, 'tatuar sempre teve funções bem definidas: marcar um ritual de passagem duma fase da vida, invocar os espíritos, orgulhosamente, desafiadoramente ou sorrateiramente mostrar quem tu és através da arte corporal.'

Muitas tribos praticavam tatuação terapêutica. Os Ojibwa, por exemplo, tatuavam as têmporas, a testa e as bochechas daqueles que sofriam de dores de cabeça ou dores de dentes que eles julgavam terem sido causadas por espíritos malignos. Músicas e danças que eram supostas exorcizar os demónios acompanhavam a cerimónia de tatuação.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 90)

A tatuagem centra-se na personalização do corpo, tornando-o num verdadeiro corpo e templo digno do espírito que habita dentro dele. . .Tatuar o corpo, portanto, é uma forma de manter as necessidades espirituais e materiais do meu corpo em equilíbrio.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 8)

Entre as taras actuais no que de tatuagens se trata, existem as "tatuagens tribais" - que mais não são que puro paganismo. As tatuagens tribais são designs que possuem simbolismo místico sério e significado ocultista. As tatuagens tribais em especial são canais possíveis para a possessão espiritual e demoníaca.

Quando os designs são escolhidos com cuidado, as tatuagens possuem um poder e magia próprias. Elas decoram o corpo mas ao mesmo tempo engrandecem a alma.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 13)

O motivo pelo qual perfurar a pele pode ser considerado com algum grau de admiração não é difícil de encontrar, uma vez que, em primeiro lugar, há o derramamento se sangue - o que para o mundo selvagem é algo cheio de significado como um factor de rejuvenescimento e imortalidade.Há em adição a abertura de várias entradas por onde o mal pode penetrar. . .
(Hambly Wilfrid D. 1925. The History of Tattooing and its Significance, p. 233, cited in Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 162)

A revista Rolling Stone descreve o famoso artista tatuador durante a tatuação como alguém . . . . que permite que os seus demónios-clientes o ajudem a guiar a agulha.
(Rolling Stone magazine, March 28, 2002, p. 40)

A tatuação birmanesa tem sido associada com a religião há milhares de anos. O acto de tatuar entre os grupos indígenas da América do Norte . . . . está fundada na esfera espiritual também.
(Laura Reybold, Everything you need to know about the dangers of tattooing and body piercing, p. 15)

Crânios impressos na pele abundam e representações do Anjo da Morte (eng: "Grim Reaper") são vistas com regularidade. . . . Estas imagens, indelevelmente marcadas na pele, reflectem a incerteza em relação ao futuro e sublimam o medo universal do desconhecido.

Possivelmente, e ao mesmo tempo, o uso da figura de morte no corpo pode ser uma invocação de quaisquer que sejam as forças indefiníveis da natureza e do cosmos que existem, numa tentativa de proteger de tal destino quem carrega a tatuagem.
(Henry Ferguson and Lynn Procter, The Art of the Tattoo, p. 76)

No seu livro exaustivo Art, Sex and Symbol, Ronald Scutt foca-se em grande detalhe na história e na cultura das tatuagens. Scutt documenta que, na maioria das vezes, as tatuagens estão associadas a propósitos espirituais, religiosos e místicos. A documentação seguinte é do livro de Scutt:

De facto, tendo em vista o seu desenvolvimento subsequente, é muito mais provável que as tatuagens tenham um significado místico, ou que tenham sido usadas como um símbolo de estatuto...
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)

[Tatuar] "Em associação com a adoração do Sol, construções megalíticas, perfuração das orelhas, adoração da serpente . . . "
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)

Acredita-se que estas marcas [tatuagens] estão associadas à adoração da deusa do Sol Neith.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 24)

Seja o que fôr, as tribos primitivas estavam sem dúvidas convencidas que o espírito, havendo escapado do corpo por altura da morte, retinha uma réplica do anfitrião terrestre. Devido a isso, eles usavam as tatuagens como identificação no próximo mundo e um passaporte para a futura felicidade.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Os índios Mohave instituíram a tatuação do queixo em ambos os sexos porque acreditava-se que um tipo de Juiz observava todos os que chegavam ao Sil’aid (Terra dos Mortos) e se um homem não tivesse marcas na sua face, Ele [o Juiz] enviava-o para o submundo onde os ratos do deserto estão.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Entre outras tribos índias existia a convicção que durante a viagem em direcção aos céus - em direcção às "muitas moradias" - eles seriam parados por uma mulher velha e examinados (em busca de tatuagens na testa, no queixo ou no pulso). Se não houvesse alguma, o soldado desafortunado seria empurrado de um ponto alto e lançado na Terra sem esperança de alguma vez readquirir aceitação no mundo espiritual.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Os Hindus em Bengal acreditavam que sem tatuagens os pais não seriam capazes de reconhecer os fulhos no outro mundo.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Outras tribos defendiam que as mulheres sem tatuagens serviriam de comida para os deuses.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
No entanto, a adoração do deus-Sol baal envolvia a marcação das mãos com o sinal divino [tatuagens] numa tentativa mística de adquirir força.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)

De acordo com as pesquisas e estatísticas, Scutt lista as razões que levam as pessoas a fazer uma tatuagem e a segunda razão é: "garantir um lugar no céu".

"Razões para fazer uma tatuagem:
2. Garantir um lugar no céu.
5. Aplacar os maus espíritos na altura da morte
6. Adquirir características especiais através do totemismo e a adoração de ancestrais.
9. Tornar o corpo sexualmente interessante.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 13)

O Dr. Hambly, provavelmente o maior historiador e pesquisador de tatuagens que alguma vez viveu, escreve vez após vez que as tatuagens baseiam-se em rituais religiosos e espiritismo pagão. Qualquer estudo honesto e sério em torno das origens e fundamentos das tatuagens vai claramente expôr as intenções demoníacas e sobrenaturais das mesmas.

No seu popular livro "Tattoo History: A Source Book", o entusiasta das tatuagens e historiador, Steve Gilbert cita alguns factos históricos encontrados que Hambly encontrou durante a sua extensa pesquisa.

[Hambly] recontou uma vasta gama de exemplos que ele havia escolhido da pesquisa dos antropólogos em muitas partes do mundo. O propósito das tatuagens era:

Prevenir as dores
Proteger o corpo das feridas causadas com armas
Dar força sobre-humana
Preservar a juventude
Aumentar os poderes sobrenaturais do xamã
Garantir a sobrevivência da alma depois da morte
Identificar a alma no além
Atrair a boa sorte.
Proteger o corpo da bruxaria
Garantir a protecção duma divindade
Conferir poderes ocultistas
Prevenir o afogamento
Exorcizar os demónios
Garantir a protecção por parte dum animal totémico ou guarda espiritual
Lembrar uma peregrinação a um lugar santo
etc.

O GRANDE INIMIGO DAS TATUAGENS: O SENHOR JESUS CRISTO

Segundo a História, sempre que as tribos pagãs (com o hábito de usar tatuagens) se convertiam ao Cristianismo, sem excepção, uma das primeiras prácticas pagãs a desaparecer era o uso de tatuagens [II CORÍNTIOS 5:17].

E porquê? Porque, ao contrário dos "Cristãos" desobedientes e carnais da actualidade, os pagãos convertidos SABIAM que as tatuagens são contra a Palavra de Deus. O Espírito Santo rapidamente dizia aos pagãos convertidos: "Agora que és meu, não quero tatuagens no teu corpo".

E os ex-pagãos, ao contrário dos Cristãos ocidentais, OBEDECEM.

Tal como aconteceu nas civilizações que usavam as tatuagens, quando estas tribos pagãs se converteram ao Cristianismo, os seus rituais religiosos e culturais (que incluíam o uso de tatuagens, piercing e escarificação) forma tornados banidos.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.9)

Quando o Senhor Jesus chega, as tatuagens desaparecem.

Sempre que os missionários se depararam com tatuagens, eles irradicaram-nas.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 101)
Embora estas e outras modificações corporais tenham continuado a ser praticadas no "underground" como forma dos não-Cristãos se identificarem uns aos outros, Deus te livre de seres apanhado e teres as tuas marcas reveladas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.11)

O autor deste texto diz o seguinte:

Tenho muitos amigos que fizeram tatuagens antes de aceitarem a salvação. Sem excepção alguma, todos eles estão hoje em dia envergonhados com as suas tatuagens, e sempre que podem, tentam escondê-las.

Mas antes de terem sido salvos - tal como as tribos pagãs - eles orgulhosamente exibiam as suas tatuagens.

Deixem-me acrescentar uma coisa: muitos deles começaram a sentir vergonha das tatuagens ANTES de lerem Levítico 19:28, ou antes de alguém os dizer que as tatuagens são condenáveis.

Depois de receberem o Senhor Jesus Cristo, e com a ajuda da infusão do Espírito Santo, eles SABIAM que as tatuagens desagradam a Deus.

Glória a Deus por tal evidência de unidade no Espírito.

Um testemunho poderoso em torno do autor das tatuagens é descrito por Steve Gilbert:

Quando Cortez e os seus conquistadores chegaram às costas do México em 1519, eles ficaram horrorizados por descobrir que os nativos não só adoravam demónios em forma de estátuas e ídolos, como de alguma forma haviam conseguido imprimir imagens indeléveis destes ídolos na sua pela.Os espanhóis, que nunca haviam sido expostos às tatuagens, reconheceram rapidamente isto como obra do Satanás.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 99)

Embora os Católicos espanhóis nunca tivessem sido expostos a tatuagens, eles "reconheceram rapidamente isto como obra do Satanás". No entanto, os desobedientes, carnais e rebeldes "Cristãos" actuais dizem coisas ridículas como "marcarem-se para Jesus" (!).

AS TATUAGENS E O MUNDO CIVILIZADO.

Alguém pode dizer "Mas isso foi nas idade das trevas. Isso foi nas terras pagãs. Tudo isso mudou hoje em dia. Hoje ninguém faz relação entre as tatuagens e rituais espirituais pagãos."

Fazem sim senhor!

Estas tatuagens agem como talismãs protectores e conferidores de poder a quem o usa. Há até alguns artistas corporais que executam tatuagens ritualistas, piercing, marcações, e cortes. Eles podem até sugerir que tu consultes o teu quadro astrológico como forma de escolheres a melhor altura para fazer a tua arte corporal. Eles irão arder incenso e acender velas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p. 29)

Alguns tatuadores no Ocidente estão a experimentar tatuação ritualista. Este método de trabalho incorpora rituais para a criação de um espaço sagrado na área onde a tatuagem será posicionada. Usualmente incenso é queimado e os deuses convidados para abençoar os resultados.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 75)

TATUAGENS: O CÁLICE DOS DEMÓNIOS.
Não podeis beber o cálix do Senhor e o cálix dos demónios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demónios..
1 CORÍNTIOS 10:21


quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Vida Eterna é conhecer o único Deus Verdadeiro e Jesus Cristo, Seu Filho, Nosso Senhor

Fonte



Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse:


"Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho Te glorifique e, pelo poder que Lhe deste sobre toda a criatura, Ele dê a vida eterna a todos os que Lhe confiaste.

É esta a vida eterna: que Te conheçam a Ti, único Deus verdadeiro, e Aquele que enviaste, Jesus Cristo. Eu glorifiquei-Te sobre a terra, consumando a obra que Me encarregaste de realizar.

E agora, Pai, glorifica-Me junto de Ti mesmo com aquela glória que tinha em Ti, antes que houvesse mundo. Manifestei o Teu nome aos homens que do mundo Me deste. Eram teus e Tu mos deste e eles guardam a tua palavra.

Agora sabem que tudo quanto Me deste vem de Ti, porque lhes comuniquei as palavras que Me confiaste e eles receberam-nas: reconheceram verdadeiramente que saí de Ti e acreditaram que Me enviaste. É por eles que Eu rogo; não pelo mundo, mas por aqueles que Me deste, porque são teus."




Do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

terça-feira, 24 de maio de 2011

600 have become Christian in the city of Neyshabour, Iran

In the last few months a deliberate and focused campaign of threats and opposition against every and any religious belief that is contrary to those of the Shiites, especially against the Christian faith, has been underway and promoted by the Shiite clerics and all media outlets that are somehow connected with the religious elite of the Islamic Republic of Iran, reports Mohabat News.

Although in the last several years the gravitation of the populous toward the Christian faith has been a source of aggravation for the ruling and religious elite of the government, the harsh statements and intimidating conduct of the religious leaders to the repressive actions of the security forces such as those of the Pasdaran Militia and media outlets belonging to these organizations have placed an ever-increasing pressure on Christian families and those who have recently become Christians.

According to reports obtained by the Iranian Christian News Agency, «Mohabat News», from a local newspaper published in the Southern Khoarasan Province, Ayatollah Sobhani, a cleric leader in the province, in a recent meeting with several other clerics and religious leaders of the Islamic Guidance Foundation, warned these sources of the ever-increasing activities of local mystics and "false" Christian (Protestant and born-again Christians).

This high ranking cleric who has not given any definition for the term "false Christianity" has stated that, "these Christian evangelists have converted 600 people to Christianity in the city of Neyshabour". Furthermore, he has not indicated how these numbers and statistics were gathered or which organization has collected such information.

(Neyshābūr is a city in the Razavi Khorasan province in northeastern Iran, near the regional capital of Mashhad)

Mr.Sobhani has made these claims following another recent claim made by Ayatollah Vahid Khorasani, a high ranking Shiite cleric, who said that he had the statistics of how many young people had become Christian in the city of Qum. He severely criticized the security and government forces in neglecting this issue and demanded that this matter be dealt with in a strongest possible manner.

Mr. Khorasani in attacking the Pope in a very strong language claimed that he is actively attempting to spread Christianity inside Iran and warned the Vatican that such actions will result in exposing the Catholic Church for issues that would be very costly to the church.

Spiritual Awakening

These confrontations between the security forces with Christians, especially those who have recently become Christians, proves that despite the ongoing suppression of believers and measures that have made life more and more difficult for the Christian community, people still and willingly embrace the Christian faith as their personal belief.

The expansion and the ever-increasing gravitation of the youth towards Christianity is something that the Islamic Republic of Iran is well aware of.

What is clear about the young generation inside Iran is that they have reached a degree of mental maturity that propels them to research and discover various beliefs and, despite their religious heritage, the freedom to choose the belief of their choice.

domingo, 24 de abril de 2011

A Ressurreição do Filho de Deus


S. MATEUS 28

E, NO fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro; E eis que houvera um grande terramoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra, e sentou-se sobre ela. E o seu aspecto era como um relâmpago, e o seu vestido branco como neve.

E os guardas, com medo dele, ficaram muito assombrados, e como mortos. Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres:

Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide, pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dos mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis. Eis que eu vo-lo tenho dito.
E, saindo elas apressadamente do sepulcro, com temor e grande alegria, correram a anunciá-lo aos seus discípulos. E, indo elas, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram. Então Jesus disse-lhes: Não temais; ide dizer aos meus irmãos que vão à Galileia, e lá me verão.

A mentira dos líderes religiosos da Judeia


E, quando iam, eis que alguns da guarda, chegando à cidade, anunciaram aos príncipes dos sacerdotes todas as coisas que haviam acontecido. E, congregados eles com os anciãos, e tomando conselho entre si, deram muito dinheiro aos soldados, dizendo:

Dizei: Vieram de noite os seus discípulos e, dormindo nós, o furtaram. E, se isto chegar a ser ouvido pelo presidente, nós o persuadiremos, e vos poremos em segurança.
E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E foi divulgado este dito entre os judeus, até ao dia de hoje.

Jesus aparece aos seus discípulos na Galileia


E os onze discípulos partiram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes tinha designado.
E, quando O viram, O adoraram; mas alguns duvidaram.

E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo:

É-Me dado todo o poder, no céu e na terra. Portanto, ide, ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado;

e eis que Eu estou convosco, todos os dias, até à consumação dos séculos.

Ámen.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

O medo de prestar contas

The rage of atheists against Jesus Christ and God is their fear of being held accountable by God or man for their immorality. They despise authority, moral boundries, and accountablity for their choices and actions.

The godless want no restrictions on the expressions of their lusts, even when it results in the murder of the most innocent, infants, or betrayal of friends, family and their country such as Bradly Manning who gave over the classified communications of our Military and State Dept.

They are dominated by and addicted to their lusts and sexual appitites over every other consideration. The godless lie because it is their mother tongue.

They live in opaque darkness and hate transparency and anything that throws light on their actions. Atheists are incapable of shame and are proud of their dissipation and applaud those who do the same.

Read more: http://www.nydailynews.com/opinions/2010/12/29/2010-12-29_the_arrogance_of_the_atheists_they_batter_believers_with_smug_certainty.html#ixzz19ywQnSqE