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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Quando os despreparados tentam dar uma aula de História

Num dos muitos ataques que a co-editora deste blogue tem sofrido online sempre que dá a sua acertada opinião conservadora e Cristã numa página esquerdista, um jovem totalmente despreparado fez o "big mistake" de a tentar convencer do seu "erro" sem se aperceber que ele mesmo é quem esta totalmente errado na sua posição. 

É normal o esquerdista ser Biblicamente ignorante (isto é, não ter o mínimo conhecimento da Bíblia), mas o que tornam as palavras que seguem mais relevantes é o facto do autor das mesmas nem se aperceber da inconsistência da sua linha de "argumentação".

Basicamente o que ele tenta fazer é relativizar a Bíblia ao mesmo tempo que confere autoridade a fontes cuja autoridade ele não justifica (nomeadamente, a sua própria opinião).

Embaixo faço breves comentários ao erros por ele proferidos:
Olá. Li seus comentários na página "moça você é machista", e te admirei por sua coragem e audácia de falar o que pensa, no meio de uma multidão que discorda do seu ponto de vista. Eu faço parte desta multidão, discordo completamente do que falou, mas mesmo assim me impressiona a sua postura. Resolvi te escrever para dizer que você tem muitas intenções boas, mas está sendo enganada, seguindo uma doutrina criada pelo ser humano
E ?

Criada pelos homens significa "errada"?
mesmo que tenha vindo de Deus, ainda passou pela mão de muitos homens que a alteraram
Evidências da "alteração", onde estão? O sentido original foi perdido? De que forma é que a Bíblia actual difere do "original"?
e ainda hoje, esta doutrina totalmente alterada
Totalmente? Não há nada de correcto na doutrina Bíblica? Evidências? Fontes?
e que pouco ou nada tem a ver com a original
Como é que era "o original"? Faça uma listagem dos pontos onde a Mensagem Bíblica actual difere da mitológica "original", e justifique a resposta. Depois disso, diz-nos como é que ele sabe que esse "original" (que s´´o ele tem acesso) foi "preservado".
passa pela interpretação de homens totalmente despreparados para tirarem algo de útil de um texto histórico.
TODOS os homens estão TOTALMENTE despreparados? Durante os 2000 anos de História Cristã não houve UM ÚNICO HOMEM preparado para retirar "algo de útil do Texto histórico"? Como é que sabes que o que TU dizes está correcto? Estás "totalmente preparado"?
Minha sugestão é que leia outras coisas
Outras coisas feitas pelos homens, e que foram deturpadas de tal modo que já não têm nada a ver com o origial? Essas outras coisas são de confiança? Foram elas preservadas da "interpretaçãi de homens totalmente despreparados"?
quem sabe livros sagrados de outras religiões
Escritos pelos homens, mesmo que tenham vindo de Deus? Ou esses textos foram preservados enquanto que a Bíblia não? Mas já vemos o motivo por trás desta "sugestão":
então irá perceber que todos os livros tem aquela mesma frase dizendo sempre algo parecido com: "Este livro é a verdade e todo o resto é a mentira, e este é o livro que Deus quer que você leia e siga"
TODOS os livros religiosos têm essa frase? Se sim, e depois? O facto de várias fontes alegarem a mesma coisa significa que todos estão erradas? Não há a possibilidade duma estar certa e as outras erradas? Se não, porque não?

O que o historicamente ignorante quer dizer é que a Bíblia é falsificada não por aquilo que ela defende, mas sim por aquilo que os outros têm em comum com a Bíblia. Ou seja, pontos comuns entre a Bíblia e outros livros é algo de mau para a Bíblia. Se o que a Bíblia e essas outras fontes têm em comum é factual ou não, é irrelevante, para este comentador. 

Isto parece sugerir a tese de que, para a Bíblia ser realmente a Palavra de Deus, ela tem que fazer alegações únicas e não-presentes em mais lugar nenhum do universo. Por exemplo, se a Bíblia diz que o Hititas viveram a Norte da Terra de Israel, e nós encontramos isso confirmado ou aludido em outras fontes religiosas, então tanto a Bíblia e essa outra fonte estão erradas. Para este jovem o facto da Bíblia alegar algo é evidência de que essa alegação é falsa. Ele não justifica esta linha de pensamento: ele diz que e assim, e pronto.
Talvez isso te faça ter um ponto de vista melhor sobre questões religiosas.
Como é que sabes que o ponto de vista que a co-editora deste hoje está errado e o teu certo? De onde retiraste a opinião de que o que te ensinaram está certo e "preservado", enquanto que o que nós Cristãos recebemos está pervertido para além daquilo que era o "original"? 

Já agora, não te esqueças de dizer onde está esse "original". Como era ele? Estava preservado da "interpretação de homens totalmente despreparados"?

Ficamos à espera.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Seu Lugar nas Escrituras, mulher.





Nossos dias são de muita inquietação. O Movimento Sufragista Feminino obteve sua grande vitória -- o voto das mulheres -- há alguns anos e desde então as coisas têm avançado a passos gigantescos. 


Do ponto de vista político, essa questão não deveria preocupar o cristão. Sua "política" é celestial, pois "a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo" (Fp 3:20). Somos, contudo, naturalmente afetados pelo que nos rodeia. A anarquia no mundo tende a induzir à anarquia na igreja. Sendo assim, parece que o momento é propício para um exame deste assunto tão importante -- A mulher: seu lugar nas Escrituras.

Primeiramente, o assunto parece dividir-se em duas partes:

1. A mulher: seu lugar na natureza;
2. A mulher: seu lugar na graça.

Torna-se, contudo, impossível separar inteiramente as duas. O lugar da mulher na natureza é uma figura do seu lugar na graça, ou melhor dizendo, do seu relacionamento de mulher cristã para com Deus. Isto se destaca através da própria maneira pela qual a mulher foi criada. Foi uma maneira especial -- em extremo contraste com qualquer outro ser. E foi também de uma maneira simbólica e ilustrativa. Adão mergulhou num profundo sono -- figura da morte de Cristo. Uma costela foi retirada de seu lado, e dela foi feita uma mulher que lhe foi apresentada como ajudadora. É uma figura da igreja -- o resultado da morte de Cristo -- que Lhe será apresentada como noiva.

A expressão "Ou não vos ensina a mesma natureza" encontrada em 1 Coríntios 11:14 tem uma aplicação bastante ampla. Deus, em Sua sabedoria, colocou grandes diferenças na constituição física, mental e emocional do homem e da mulher. De uma maneira muito evidente Ele os criou para serem distintos, ainda que se complementando. A estatura, força e capacidade de raciocinar, que no homem são mais destacadas, contrastam de uma maneira afortunada com a graça, gentileza e agilidade mental naturais à mulher.

O fato de que a mulher "provém do varão" demonstra a sua igualdade. Ela não é inferior, mas igual, ajudadora. Entre homem e mulher há semelhança, identidade; entre o homem e a mulher há igualdade, mas com distinção. E é por isso que o fato de que a mulher "provém do varão" também proclama a supremacia que Deus concedeu ao homem, além do privilégio que ela tem de conceder ao homem o lugar que Deus lhe deu. 

Homem e mulher são iguais moralmente, mas o homem é, posicionalmente, a cabeça. As Escrituras declaram explicitamente: "Porque o varão não provém da mulher, mas a mulher do varão. Porque também o varão não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causa do varão... Todavia, nem o varão é sem a mulher, nem a mulher sem o varão, no Senhor. Porque, como a mulher provém do varão, assim também o varão provém da mulher, mas tudo vem de Deus" (1 Co 11:8,9,11,12). Que apresentação primorosamente comedida e equilibrada da verdade!

Tudo isto tem a intenção de ilustrar o relacionamento entre Cristo e a igreja. Em Efésios 5, o relacionamento entre marido e mulher foi desvendado. Deve a mulher se submeter ao marido? Sim, com base na declaração de que "o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja" (Ef 5:23). Da mesma forma, os maridos devem amar suas esposas "como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela" (Ef 5:25). Deve o homem abandonar seu pai e sua mãe para se juntar à sua mulher como uma só carne? Quanto a isto somos lembrados: "Grande é este mistério: digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja" (Ef 5:32).

Veja que desde o princípio o lugar da mulher na natureza é uma figura do seu lugar na graça; e constatará ainda, conforme avançarmos, que é uma figura do relacionamento da igreja com Cristo. Que coisa maravilhosa!


EVA
Foi-nos dito: "Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão, não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão" (1 Tm 2:13,14). Temos aqui a primeira e mais poderosa advertência contra a mulher assumir a liderança. Um farol poderoso bem no começo da viagem do homem através do oceano do tempo.

Ao invés de repelir o avanço da serpente, buscando a ajuda e a proteção da cabeça que Deus lhe dera, a mulher agiu com independência. Não há necessidade de explorar a seriedade do ato, nem a indizível tristeza dos seus resultados.


SARA
Depois de Eva, a primeira mulher na Bíblia a receber mais do que apenas uma observação passageira foi Sara. Evidentemente ela era uma mulher de personalidade vigorosa. Ela não era um mero objeto, sem capacidade de raciocínio ou vontade própria. Pelo contrário, podemos deduzir que ela foi uma mulher hábil e decidida. Mas ela permanece como o exemplo das "santas mulheres que esperavam em Deus, e estavam sujeitas aos seus próprios maridos", pois lemos "como Sara obedecia a Abraão, chamando-lhe senhor; da qual vós sois filhas, fazendo o bem" (1 Pd 3:5,6). Isto demonstra claramente a posição da mulher em relação ao homem, e a prática seguida pelas piedosas mulheres da antiguidade.


DÉBORA
Débora ocupa um lugar de destaque nas Escrituras. Foi uma profetisa -- também era mulher casada e juíza em Israel. Ela foi uma exceção à regra, mas a exceção comprova a regra. As Escrituras não falam contra o lugar que ela ocupou, mas também não o aprovam. Contudo é suficiente o que foi dito pela própria Débora para vermos o que ela pensava sobre o assunto -- condenou, pelo menos, a negligência dos homens, para não dizermos mais (Jz 4:4-10).

Ela convocou Baraque para que atacasse Sísera. No papel de profetisa, disse-lhe que o Senhor entregaria o inimigo em suas mãos. Mas Baraque, em sua covardia, não quis ir, a não ser que Débora o acompanhasse. Ela prontamente concordou com seu pedido, mas o informou que daquela missão ele não teria nenhuma honra -- Sísera seria apanhado pela mão de uma mulher. Certamente a observação de Débora implicava que, se era motivo de vergonha para Baraque que uma mulher matasse Sísera, não era menos vergonhoso que uma mulher fosse obrigada, pela covardia dos homens, a julgar Israel.


MULHERES DO NOVO TESTAMENTO

Quando nos aproximamos do Novo Testamento, descobrimos a posição das mulheres piedosas, honradas e belas no mais alto grau. A virgem Maria -- "agraciada" -- "bendita entre as mulheres"; sua prima Isabel, mãe de João Batista; Ana, idosa viúva de oitenta e quatro anos, dedicada ao serviço de Deus, são as mais belas personagens conectadas ao nascimento de Cristo.

Maria, a irmã de Lázaro, assentava-se aos pés do Senhor para ouvir a Sua palavra. Foi ela que O ungiu para o Seu sepultamento, uma ação que jamais perderá a sua fragrância -- "onde quer que este Evangelho for pregado, em todo o mundo, também será referido o que ela fez para memória sua" (Mt 26:13). Ela recebeu um elogio que não poderia ser mais elevado: "Esta fez o que podia" (Mc 14:8). À Maria Madalena foi concedida a alta honra de transmitir a maravilhosa mensagem da ressurreição de Cristo aos Seus discípulos: "Dize-lhes que eu subo para o meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus" (Jo 20:17). Pensem nas mulheres que serviam o bendito Senhor Jesus (Lc 8:3). Que honra!

E quando chegamos ao tempo quando Cristo já havia subido aos céus e o Espírito Santo já havia sido enviado, somos lembrados das "mulheres gregas da classe nobre" (At 17:12) que creram e do elogio que Paulo fez às mulheres que trabalharam no Senhor (veja Rm 16). Ou Priscila, que sob a liderança de seu marido, teve o privilégio de instruir o eloquente Apolo, declarando-lhe "mais pontualmente o caminho de Deus" (At 18:26). Que belo e honrado caminho foi esse trilhado pelas mulheres cristãs!


O LUGAR DA MULHER NO MINISTÉRIO

Seu lugar enfaticamente não é o do testemunho público. Temos sessenta e seis livros na Bíblia e todos os seus autores foram homens. Não há uma mulher entre os autores. Foram diretamente escolhidos por Deus. Houve doze apóstolos, e foram todos homens. Nenhuma mulher foi escolhida para apóstolo. Foram setenta os enviados pelo Senhor, além dos apóstolos. Não fomos informados de que houvesse uma mulher entre eles. A suposição de que todos eram homens é tão forte, em associação com os ensinamentos gerais das Escrituras a este respeito, que resulta em prova positiva. Houve "sete varões de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria", escolhidos em Atos 6 para "servir às mesas". Nenhuma mulher foi escolhida.

Houve muitas testemunhas citadas em 1 Coríntios 15 para provar a ressurreição do Senhor. Homens foram mencionados como testemunhas, mas não se citou nenhuma mulher. Isto torna-se extraordinariamente significativo em razão de Maria ter sido a primeira pessoa que viu o Cristo ressuscitado, e recebeu a incumbência de transmitir a maravilhosa mensagem aos discípulos. Sua exclusão da lista das testemunhas é a prova mais forte possível de que as Escrituras não concedem à mulher um lugar de testemunho público.

Houve bispos escolhidos na igreja primitiva; foram todos homens. Nenhuma mulher estava entre eles. Diáconos e anciãos também foram escolhidos na igreja primitiva, conforme descrito em 1 Timóteo e Tito. Foram todos homens. Temos duas testemunhas em Apocalipse 11. São profetas -- não profetisas ou um profeta e uma profetisa, mas profetas -- homens.


A MULHER FORA DO SEU LUGAR

Quando as mulheres saem do seu lugar, parece que se transformam em presas especiais do diabo. Na parábola foi uma mulher que introduziu o fermento nas três medidas da massa -- tipo da introdução de princípios corruptos, que permearam a fé cristã (Mt 13:33; 16:12). Foi uma mulher -- Eva -- que "sendo enganada, caiu em transgressão" (1 Tm 2:14).

"mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências" (2 Tm 3:6) que são cativadas por homens perversos nestes perigosos últimos tempos. É uma mulher -- Jezabel -- que permanece como exemplo histórico no Antigo Testamento de tudo o que é repugnante e perverso; que permanece figuradamente no Apocalipse como exemplo da corrupção eclesiástica e depravação religiosa da pior espécie (Ap 2:20).

Hoje em dia, a grande maioria dos médiuns espíritas são mulheres; o espiritismo moderno começou com mulheres -- as irmãs Fox nos Estados Unidos. Foi uma mulher histérica -- a Sra. White -- que através de suas blasfemas pretensões tornou-se a líder e principal inventora desse sistema maligno chamado Adventismo do Sétimo Dia. A Ciência Cristã -- que não é cristã nem ciência -- deve sua origem a uma mulher, a Sra. Eddy. A teosofia, assim conhecida no hemisfério ocidental, foi popularizada por uma mulher -- Madame Blavatsky -- e sua obra foi continuada por outra mulher, a Sra. Beasant.


INSTRUÇÕES BÍBLICAS DECISIVAS

Lemos em 1 Coríntios 14:34,35: "As mulheres estejam caladas nas igrejas; porque lhes não é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é indecente que as mulheres falem na igreja." Está bem claro que a mulher participar publicamente na igreja é um desafio às Escrituras.

Mas dizem que a palavra "falar" significa "tagarelar." Dizem-nos que os homens sentavam-se de um lado e as mulheres de outro nas assembléias cristãs como era o costume nas sinagogas judias daquele tempo. Dizem-nos que as mulheres causavam escândalo nos cultos públicos "tagarelando." Mas a palavra "falar" não significa tagarelar -- significa mesmo falar e é a mesma palavra usada na Bíblia quando se faz referência a Deus falando.

Outros insistem que isto só se aplica às mulheres casadas. Mas parece absurdo demais supor que uma mulher poderia falar um dia antes de seu casamento, para não poder fazê-lo um dia depois. O fato é que as Escrituras consideram as mulheres de forma generalizada como estando casadas, daí terem de interrogar a seus maridos em casa (1 Co 14:35). Naturalmente uma mulher solteira poderia apropriadamente interrogar algum irmão casado e ficar bem dentro do espírito das instruções divinas.

Mais uma vez as Escrituras declaram que "se alguém cuida ser profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são MANDAMENTOS DO SENHOR" (1 Co 14:37). Além disso, a passagem em 1 Timóteo 2.8 é bastante clara: "Quero pois que os homens orem em todo o lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda." Aqui a palavra significa exatamente "homens" em contraposição a "mulheres". No versículo seguinte o apóstolo fala de mulheres, em contraposição a homens, exortando-as à modéstia e simplicidade nas roupas e ornamentos. E então o apóstolo acrescenta: "A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido (ou "sobre o homem" conforme algumas versões), mas que esteja em silêncio" (1 Tm 2:11,12).

Isto leva a questão para além de 1 Coríntios 14, onde o que se tem em vista é a conduta na assembléia. 1 Timóteo 2:11,12 trata da conduta entre homem e mulher, e poderia incluir qualquer testemunho público, onde ambos os sexos estivessem presentes.

Dois motivos são apresentados:

1. "Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva" (1 Timóteo 2:13). Evidentemente é o motivo mais forte, conforme a ordem da criação; a ilustração também se refere a Cristo e à igreja.

2. "E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão" (1 Timóteo 2:14). Aqui podem ser vistas as conseqüências governamentais como resultado da primeira mulher não ter se sujeitado à ordem Divina.

O DIVINO TIPO É ARRUINADO

Além do que já vimos, quando a mulher saiu do seu lugar, arruinou o tipo do homem e da mulher ilustrando Cristo e a igreja. Lemos: "Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo varão, e o varão a cabeça da mulher; e Deus a cabeça de Cristo" (1 Co 11:3).

Mas o leitor poderá argumentar que as Escrituras falam de mulheres orando e profetizando (1 Co 11:5); que as filhas de Filipe profetizaram (At 21:8,9), embora jamais tenha sido mencionado que profetizassem diante de Paulo, conforme muitos declaram; e que as mulheres trabalharam com Paulo no Evangelho. E o leitor poderá ainda perguntar se isto não prova seus direitos de ministrar publicamente.

Tudo isso mostra haver lugar para um serviço muito propício e abençoado. Quão bom seria se houvesse mais desse tipo de serviço! Mas claramente não inclui o ministério na assembléia, ou o testemunho público diante de uma audiência mista de homens e mulheres. Se o fizesse, as Escrituras estariam em contradição. Se o Espírito Santo levasse mulheres a praticar tal coisa, Ele as levaria a violar as Escrituras dadas pelo mesmo Espírito Santo, o que seria inimaginável.

Alguém poderá dizer que mulheres evangelistas já foram usadas por Deus. Sim, é verdade, mas não constitui prova de que estivessem certas, e com toda certeza teriam sido ainda mais usadas se o seu serviço fosse mantido dentro dos limites permitidos. "Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros" (1 Sm 15:22).

Há um campo amplo para o ministério das mulheres, entre as mulheres e crianças, reuniões de mães, trabalho com crianças na Escola Dominical, etc., além de poderem ajudar os servos do Senhor de modo semelhante ao das mulheres que trabalharam com Paulo. O conforto e o estímulo que uma mulher cristã ativa e piedosa -- movida pelo amor a Cristo e às almas e ainda assim governada pelas Escrituras -- pode prestar é incalculável. Quando encontramos tais mulheres, respeitamo-las profundamente.

Maria ungiu o Senhor para o Seu sepultamento. Marta serviu ao Senhor muito bem. Febe foi uma servidora da igreja e socorreu a muitos. Lídia hospedou o Apóstolo Paulo em sua casa. Priscila, sujeita à supremacia e liderança do seu marido, ajudou Apolo a entender melhor os planos de Deus. As mulheres trabalharam com Paulo na pregação do Evangelho. Que pudéssemos encontrar as descendentes dessas piedosas mulheres em cada cidade ou vila do mundo! Que serviço apropriado e abençoado! Não há razão para as mulheres se lamentarem das restrições divinas para o seu serviço. Há mais trabalho para elas do que jamais poderiam assumir.

Que as mulheres cristãs partam de seu estudo das Escrituras determinadas, pela graça de Deus, a obedecer às suas instruções quanto ao seu relacionamento com o homem. Que possam estar prontas a ilustrar, por seu comportamento, a maravilhosa verdade referente a Cristo e à igreja; a ser um testemunho individual de protesto contra o espírito de anarquia deste século; a se gloriar pelo lugar maravilhoso e único que lhes foi concedido. Então Deus será glorificado. Então sua verdadeira utilidade estará plenamente à disposição. Então os homens cristãos as respeitarão profundamente, sendo ajudados e influenciados por elas, e descobrirão o que significa verdadeiramente a maravilhosa palavra --AJUDADORA -- a qual só pertence às mulheres.


PENSAMENTO: O espírito de obediência é o grande segredo de toda a devoção. A fonte de todo o mal, desde o princípio, tem sido a vontade independente. Obediência é a única condição adequada à criatura, caso contrário Deus deixaria de ser Supremo -- deixaria de ser Deus. Onde quer que haja insubordinação haverá também o pecado. Se esta regra for lembrada, seremos maravilhosamente ajudados por ela em guiarmos nossa conduta.


*****
Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB)
Silva, Valdenira N. M. Do coração - A.J. Polllock - Solascriptura

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Submissão e casamento

Testemunho duma mulher visto neste site.
* * * * * * *
22:20. Saí da garagem e entrei em casa, poisando a mala do portátil e a pulseira e entrando na cozinha. Seis horas atrás, a panela de barro funcionou ao preparar a refeição para a família ao mesmo tempo que eu saía para ir dar a minha aula . . . na baixa. Agora, esta mesma panela encontrava-se no lavatório (inglês: "sink"), cheio de água e de sabão, húmida.
Pratos sujos encontravam-se no balcão. A panela com a broa de milho encontrava-se em cima de tudo, descoberta. Ouvi alguém a ressonar. Olhei para a sala-de-estar, e vi o meu marido deitado no sofá, a televisão ao fundo. Lágrimas de exaustão, raiva e mágoa escorreram pelos meus olhos.
Tirei o meu casaco, arregacei as mangas, e comecei com as limpezas. A cada prato que levava, ficava cada vez mais rancorosa. "Porque é que ele era incapaz de ver isto?" pensei. "Trabalho o dia inteiro, antes de ir dar aulas preparo um jantar caseiro para ele e para as crianças, e ele nem é capaz de se certificar que as coisas estão limpas".
O barulho do lava-louças acordou o marido dorminhoco. "Eu ia fazer isso antes de ir para a cama," disse ele, sentindo a minha irritação. "Bem, tu já foste para a  cama, não?" respondi, tentando saber quanto tempo ele tinha sido abençoado com um sono, sabendo que ambos estávamos acordados desde as 5 da manhã. "Deixa-me ajudar-te," disse ele. "Já estou quase a acabar. Não preciso da tua ajuda," menti. A sua testa franziu. "Faz como quiseres. Eu vou lá para cima," disse ele. 
Eu não sabia que ele tinha mesmo intenção se lavar os pratos mas que acidentalmente tinha adormecido no sofá porque também ele estava exausto. Não sabia que eletinha amorosamente passado o seu tempo com cada uma das crianças, lendo-lhes histórias antes de os colocar na cama, orando com eles antes deles dormirem.
Nessa noite ele foi para a cama sentindo-se desrespeitado. Eu fui para a cama sentindo-me mal amada.  Pequenas interacções como esta ocorreram com frequêmncia suficiente para criar uma divisão entre nós. Estes pequenos conflitos ficaram sem resolução, ou foram lidados de forma pouco saudável, o que causou que o nosso relacionamento fosse ficando cada vez mais estéril e no caminho da destruição. 
***
 
Cresci como produto da segunda vaga do feminismo, tendo aprendido dos média que os homens eram opressores, disparatados, e incompetentes. Talvez como consequência disso, passei quase uma década do meu casamento a "lutar pelos meus direitos" com o meu marido. Criticava-o e mandava nele sempre que podia.
Não se dava o caso dele ser má pessoa, mas sim o caso de eu ter sido treinada a ver opressão e dominação em potência nos homens. Eu ficava irritada com a sua falta de atenção em relação aos detalhes em casa, ou em relação aos detalhes em torno do bebé. Fiz questão de lhe mostrar com regularidade os seus erros, esperando que o seu comportamento mudasse. 
Os meus métodos tornaram-no defensivo e destruíram o nosso relacionamento. Rapidamente vi-me num casamento com um homem que havia parado de partilhar os seus pensamentos e sentimentos comigo.
Sendo um Cristã practicante, eventualmente cruzei-me com um versículo da Bíblia que, inicialmente, me irritou: Efésios 5:33, "e a mulher reverencie o marido."  Outro verso sugeriu que eu me "submetesse" ao meu marido, e a minha reacção foi a mesma. Nem queria acreditar que Deus tencionava que eu reverenciasse um homem que, aos meus olhos, não tinha interesse em fazer o nosso relacionamento funcionar. 
Uma década mais tarde, posso dizer que esses dois conceitos - "reverência" e "submissão" - salvaram o meu casamento.  E isto não aconteceu porque eu passei a ser um capacho, ou parei de partilhar os meus sentimentos. Aprendi que a submissão Bíblica, essencialmente, significa "não sejas uma concorrente contenciosa com ele."
Depois de aprender isso, passei a discutir menos com ele. Parei de rodopiar os meus olhos com descontentamento sempre que ele tinha algo a dizer - mesmo que eu pensasse na altura que o que ele dizia não era a melhor das ideias. Passei a practicar o verso Bíblico que diz para estar "pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar." [Tiago 1:19]
 
Comecei a perguntar-lhe sobre a sua vida e comecei a ter interesse nele como pessoa. Decidi que ele era mais importante para mim, quer houvesse loiça para lavar ou peúgas espalhadas pelo chão. Houve algumas coisas que ele fez que poderiam ser consideradas falhas graves mas que já não pareciam ter importância quando eu passei a olhar para ele como pessoa de valor. Eu conseguia perdoá-lo - e passei a ver a minha natureza falha mais claramente. 
Decidi também que passaria a fazer todas estas coisas para a Glória de Deus, e não como forma de obter algum tipo de resposta do meu marido. O meu marido levou alguns anos a notar a diferença no meu comportamento, mas por essa altura, já não importava. A minha relação com Deus havia, entrentanto, crescido, e eu já não tinha uma necessidade assim tão grande da afeição do meu marido. Deus preencheu o vazio no meu coração, o mesmo que eu havia tentado preencher com o meu marido. 
Rapidamente, o comportamento do meu marido começou também a mudar; ele começou a levar-me mais frequentemente para jantares românticos, começou a fazer mais trabalhos variados dentro de casa, e até "raptou" uma das minhas aulas nocturnas.
Num dos gestos mais românticos que alguma vez vi, ele deu uma mini-palestra de 10 minutos para cerca de 100 pessoas onde ele disse a amiga e esposa espectacular que eu era. Para além disso, ele deu-me de presente uma linda pulseira, cheia de encantos, e disse o que cada um de nós representava.Não havia um único olho seco no local. 
***
 
Correndo o risco de soar subserviente e anacrónica, eu sugiro às esposas que respeitem os seus maridos como forma de melhorar os seus casamentos. O nosso ministério sem fins lucrativos Greater Impact Ministries, ensina um curso às mulheres casadas, e eu escrevi um livro, The Respect Dare, que ensina às mulheres a forma de se unirem a Deus e aos seus maridos de forma mais profunda, aprendendo a comunicar o respeito.
Muitas das sugestões são bastante simples. Nós sugerimos às mulheres que não critiquem os seus maridos, mas em vez disso demonstrem apreciação diária e tomem atenção às coisas boas que ele faz.  Ensinamos a forma de discordar sem ser competitiva ou sem gerar atitude defensiva no marido. . . .  Encorajamos as mulheres a investir nelas mesmas e nas amizades, a serem arrojadas, valentes e encontrar o propósito de Deus para as suas vidas (e a segui-lo).
Quando elas fazem isto, elas notam que todos os seus relacionamentos melhoram - e não só o seu relacionamento com o marido. 
Muitas delas, como eu, têm agora casamentos onde elas e os respectivos esposos buscam a opinião um do outro, tomam decisões juntos e são mais felizes.  Nenhum deles é perfeito, mas o casamento é melhorado devido ao esforço de ambos. 
Escolhi dar uma chance ao respeito porque sou Cristã e tento (ênfase em "tento") seguir os ensinamentos Bíblicos em torno da forma como devo viver. Mas mesmo que não tivesse esta confiança na Bíblia, aprender a comunicar o respeito e o amor tem um impacto profundo nos casamentos.
( . . . . )