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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Modelo da Victoria’s Secret guarda-se para o marido

Kylie Bisutti, modelo da Victoria’s Secret, decidiu deixar de trabalhar para a marca porque esta não se enquadra com os seus ideais religiosos. O seu corpo é “sagrado” e deve ser exibido, em lingerie, apenas para o marido.

A californiana, de 21 anos, superou mais de 10.000 raparigas no casting, em 2009, para trabalhar para a conhecida marca de roupa interior.

A Victoria’s Secret era a meta principal da minha vida, era tudo o que eu queria para a minha carreira. Adorei o tempo que estive aqui, foi muito divertido. Mas quanto mais posava de lingerie mais me sentia mal devido à minha fé. Sou cristã e quanto mais lia a Bíblia mais me convencia de que não podia exibir assim o meu corpo”, afirmou Kylie Bisutti.

A jovem decidiu então que deveria parar de trabalhar para a marca. “Decidi que o meu corpo é algo sagrado e que devia ser exibido apenas para o meu marido. Não penso deixar as passerelles. Quero continuar a trabalhar como modelo, mas com marcas que respeitem a minha decisão de não exibir o meu corpo em roupa interior”, concluiu a modelo.

Fonte

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Consequências do pós-Cristianismo

Uma das características mais "fascinantes" dos militantes ateus é o enorme fosso que há entre o que eles afirmam acreditar na ciência e o seu comportamento observado empiricamente. A hipocrisia que frequentemente revelam não só é análoga à hipocrisia de tele-evangelistas caídos em desgraça, como excede a destes últimos uma vez que a hipocrisia é practicamente aceite entre os militantes ateus.

Desde Freud que nos é dito que o Cristianismo é mau para as pessoas. Desde Jean Meslier que nos é dito que o Cristianismo é mau para as sociedades. Por incrível que parece, nós continuamos a ouvir este mantra apesar das as evidências, dos documentários, dos testemunhos e dos dados científicos demonstrarem que o Cristianismo é bom para o indivíduo e significativamente positivo para a sociedade.

No entanto, apesar de décadas de evidências contraditórias à sua fé cega, os militantes ateus ainda lutam para uma sociedade totalmente anti-Cristã, baseada no naturalismo e tendo o mito da evolução como pano de fundo para as nossas origens. Pior ainda é que eles continuam a fazer isto mesmo quando esta visão começa a afectar o mundo à sua volta.

Mentiras, adultério, consumo de drogas, violação dos limites de velocidade, conduzir bêbado e roubar são tudo actividades que ão hoje vistas de uma forma mais aceitável que o eram no virar do século. Segundo uma pesquisa levada a cabo pela Universidade de Essex, a condenação e a censura das chamadas "desonestidades de menor grau" diminuíram, independentemente da classe social, salário ou educação.

Os níveis de integridade são ligeiramente superiores entre as mulheres, mas a maior variação verifica-se na faixa etária onde se observa uma crescente tolerância à desonestidade entre os jovens.

Fonte

. . . . . . . .

Não sei se é espantoso ou cómico que os académicos que levaram a cabo este estudo, que sem dúvida são todos avidos promotores duma sociedade livre da influência Cristã, falhem em unir o fenómeno observado com a causa adequada: redução da influência Cristã. Em vez do óbvio, eles divagam em explicações ridículas:

Nós achamos que isto ocorre porque os exemplos comportamentais existentes não são muito bons.
E porque é que as pessoas para quem os jovens olham como exemplos são eles também pobres em termos de comportamentos moralmente superiores?

A ideia de que uma sociedade pode abandonar os seus fundamentos Cristãos com apenas algumas consequências menores é um absurdo de todo o tamanho.

Os militantes ateus podem continuar a produzir uma panóplia de argumentos tendo em vista à sua tentativa de separar a moralidade de Deus, mas os dados científicos e históricos, juntamente com milhares de anos de exploração filosófica, demonstram isto não pode ser feito com sucesso.

Sem o Deus da Bíblia, as sociedades degeneram-se de modo irreversível. Claro que nós sabemos que é precisamente isso que os marxistas culturais querem. O que é notável é alguém ainda acreditar na propaganda anunciada pelos militantes ateus em favor de coisas como "eu posso ser bom sem Deus".

"Eu sou bom sem Deus porque segundo a minha definição de 'bom', roubar é perfeitamente aceitável"

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A historicidade do Dilúvio

E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra, e que toda a imaginação dos pensamentos do seu coração era só má continuamente
E disse o Senhor: Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus

Génesis 6:5,7

Antropólogos que estudam lendas e histórias populares provenientes de localizações geográficas e culturais distintas consistentemente reportam um grupo particular de lendas que são comuns em practicamente em todas as civilizações.

Por todo o mundo, e em centenas de culturas dispersas pela Terra, surgiram lendas que falam de um maciço e catastrófico dilúvio que destruiu a maior parte da humanidade, e que foi sobrevivido por um pequeno grupo de pessoas e animais. Embora a maior parte dos historiadores que se debruçaram sobre este assunto tenham estimado a existência de cerca de 200 narrativas, o geólogo evolucionista Robert Schoch afirma:

[A narrativa de] Noé é apenas uma dentro da colecção mundial contabilizada na ordem dos 500 mitos em torno de dilúvios, que são os mais dispersos dos mitos da antiguidade e, desde logo, podem ser considerados entre os mais antigos.
(2003, p. 249, ênfase acrescentado (e.a.)).
Schoch acrescentou ainda:
Narrativas duma maciça inundação encontram-se por todo o mundo . . . Histórias dum grande cataclismo são encontradas em todos os continentes habitados e entre as variadas culturas e grupos linguísticos.
(pp. 103,249).

Há mais de um século atrás o famoso geólogo canadiano , Sir William Dawson, escreveu como o registo do Dilúvio

se encontra preservado nalguns dos mais antigos documentos históricos das distintas raças humanas, e é indirectamente corroborado pela tendência geral da história primordial da maioria das raças civilizadas
(1895, pp. 4ff.).

Lendas têm sido reportadas entre nações que vão desde a China, Babilónia, México, Egipto, Sudão, Pérsia, Índia, Noruega, País de Gales, Irlanda, Indonésia, Roménia — compondo uma lista que poderia se estender por várias páginas (ver Perloff, 1999, p. 167). Embora o vasto número de lendas seja surpreendente, a similaridade entre a maior parte do seu conteúdo é igualmente espantosa.

James Perloff notou:

Em 95% das mais de 200 lendas de dilúvios, o mesmo foi global (em toda a Terra):

Em 88%, uma certa família foi favorecida;

Em 70%, a sobrevivência da espécie humana foi garantida por um barco;

Em 67%, os animais foram também salvos;

Em 66%, o dilúvio foi consequência da maldade do homem e os sobreviventes foram avisados;

Em 57%, no final do Dilúvio eles encontravam-se numa montanha;

Em 35%, pássaros foram enviados do barco;

Em 9% das histórias em torno do Dilúvio, exactamente 8 pessoas foram poupadas.
(p. 168).

LENDAS ENTRE OS AMERÍNDIOS

Os Aztecas contam a história dum dilúvio global com paralelos notáveis com a Bíblia.

Apenas duas pessoas, o herói Coxcox e a sua esposa sobreviveram ao dilúvio, flutuando num barco que, mais tarde, repousou numa montanha.
(Schoch, p. 103)
Logo a seguir ao Dilúvio, gigantes construíram uma enorme pirâmide como forma de atingirem as nuvens. Tal ambição irritou os deuses, que dispersaram os gigantes com fogo enviado do céu (ver Génesis 11:1-9).

Na antiga terra que hoje conhecemos como México, os Toltecs, uma das tribos da altura, reportou a história dum grande dilúvio. Na sua lenda, o cataclismo destruiu "o primeiro mundo" 1,716 anos depois de ter sido criado. Poucas pessoas escaparam este evento global, e aqueles que escaparam, fizeram-no num “toptlipetlocali” (palavra que significa “arca fechada”).

Depois destas poucas pessoas terem saído da arca fechada, vaguearam pela Terra até encontrarem um sítio onde construíram um “zacuali” (torre alta) como forma de se protegerem de um outro hipotético dilúvio. Nesse momento da construção do “zacuali”, a língua dos Toltecs foi confundida e eles separaram-se, estabelececendo-se em diferentes partes da Terra.

Outra tribo antiga do México reportou a história dum homem chamado Tezpi que escapou do dilúvio num barco que estava cheio de animais. Semelhantemente a Noé, que enviou um corvo que nunca mais regressou mas que enviou um pombo que regressou com uma folha de oliveira, “Tezpi libertou um abutre, que ficou longe, banqueteando-se nos cadáveres. Foi então que ele libertou um beija-flor que mais tarde voltou com um ramo(Schoch, p. 104).

ANTIGA MITOLOGIA GREGA

Segundo a lenda grega em torno do Dilúvio, os humanos haviam-se tornado muito maldosos.

Zeus, o líder dos muitos deuses da mitologia grega, tencionava destruir a humanidade com um dilúvio, e posteriormente criar um novo grupo.

No entanto, antes que ele pudesse fazer isto, um homem com o nome de Deucalião e a sua mulher Pirra foram avisados do desastre eminente.

Esta casal afortunado foi colocado numa enorme arca de madeira por um dos imortais com o nome de Prometeu. Durante 9 dias e 9 noites, as ondas do dilúvio cobriram a maior parte da Terra. Apenas umas poucas montanhas permaneceram visíveis.

Depois da arca de madeira ter repousado no Monte Parnassus, Deucalião sacrificou a Zeus.


E edificou Noé um altar ao Senhor;
e tomou de todo o animal limpo, e de toda a ave limpa, e ofereceu holocaustos sobre o altar.
Génesis 8:20

LENDAS CHINESAS E ASIÁTICAS

Nas terras chinesas, existem bastantes lendas em torno dum grande Dilúvio. Uma destas lendas vem dum grupo de pessoas conhecidas por "Nosu". Segundo a sua lenda, Deus enviou um mensageiro pessoal à Terra para avisar 3 filhos que um Dilúvio se aproximava. Apenas o filho mais novo, Dum, atendeu aos avisos do mensageiro.

Devido a isto, Dum construiu um barco como forma de se preparar para o Dilúvio eminente. Quando as águas chegaram, Dum entrou no barco e foi salvo. Quando as águas começaram a recuar, o barco aterrou nas montanhas do Tibete, onde Dum e os seus 3 filhos repovoaram a Terra (ver Génesis 7:13).

Curiosamente, mesmo o símbolo chinês para "barco" possivelmente revela a história de Noé e das outras 7 pessoas que com ele entraram na arca. Os três elementos que simbolizam um barco são:

Chinese Symbols

Os Sarawak de Iban contam a história dum herói chamado Trow, que flutuou numa arca com a sua mulher e muitos animais domésticos (Schoch, p. 252).

Nativos da Índia conta uma história dum homem chamado Manu que construiu uma arca depois de ter sido avisado dum dilúvio. Mais tarde, as águas recuaram e ele aterrou numa montanha (Schoch, p. 250).

MITOLOGIA BABILÓNICA ANTIGA

Com a excepção do registo Bíblico provavelmente o mais famoso relato do Dilúvio vem do império babilónico. O Épico de Gilgamesh, escrito em 12 tabuletas de barro (século 7 Antes de Cristo), conta-nos a história dum herói chamado Gilgamesh.

Na sua busca por vida eterna, Gilgamesh foi à procura de Utnapishtim, um homem a quem havia sido dada vida eterna por ter salvo várias pessoas e vários animais numa barcaça durante um grande Dilúvio.

Na 11ª tabuleta deste épico uma descrição dum dilúvio é trazida à memória; a mesma possui paralelos com o registo de Génesis em muitos aspectos.

Segundo a história, Utnapishtim é instruído de modo a construir um barco devido a um terrível dilúvio que se avizinhava. Utnapishtim construiu o barco, cobriu-o com resina de pinheiro e colocou animais dos mais variados tipos dentro do mesmo.

Depois de Utnapishtim entrar no barco juntamente com a sua família, choveu durante seis dias e seis noites. Quando o Dilúvio terminou, o barco aterrou no Monte Niser.

Passados que estavam sete dias, Utnapishtim enviou um pombo para verificar se as águas haviam recuado. Depois do pombo regressar, ele enviou no seu lugar uma andorinha - que também regressou. Por fim, ele enviou um corvo que nunca mais regressou.

Utnapishtim e a sua família finalmente saíram do barco e sacrificaram aos seus deuses (see Roth, 1988, pp. 303-304).

. . . . . . . . . .

Qual é o significado das variadas lendas em torno do Dilúvio? A resposta é por demais óbvia:

  • (a) Temos mais de 200 lendas que falam dum grande Dilúvio - possivelmente até podem ser mais de 500 (Schoch, p. 249);
  • (b) Muitas das lendas chegam-nos das mais variadas civilizações e das mais variadas linhas temporais, mostrando que não poderiam ser cópias umas das outras;
  • (c) As lendas foram registadas muitos antes da chegada dos missionários Cristãos. Logo, não foram estes a fonte das mesmas;
  • (d) Virtualmente todas as civilizações possuem algum tipo de lenda do Dilúvio.

A conclusão mais óbvia a ser tomada, levando em conta estes factos é a de que, num passado distante, um colossal Dilúvio ocorreu e permanentemente alterou a história das civilizações.

Aqueles que viveram logo após o Dilúvio não tinham o Livro de Génesis para relatar aos seus descendentes o que havia acontecido antes destes últimos terem nascido. Como tal, o relato do Dilúvio foi passado de geração em geração durante muitos anos, até que Moisés codificou os eventos Num Livro.

Muitos pais e avós falaram aos filhos e aos netos duma grande arca, dos maravilhosos animais e do Dilúvio devastador. Como seria de esperar em tradições passadas oralmente, muitos detalhes foram alterados, mas muitos dos mesmos detalhes permaneceram na mesma.

Alfred Rehwinkel escreve:

Tradições semelhantes a este registo encontram-se virtualmente entre todas as nações e tribos da raça humana. E isto é o que se esperaria.

Se o evento catastrófico, tal como descrito, realmente ocorreu, a existência de tradições em torno do Dilúvio entre culturas primitivas e dispersas é o esperado.

É perfeitamente natural que a memória de tal evento tenha sido ensaiado nos ouvidos dos filhos dos sobreviventes vez após vez, e tenha sido até base de rituais religiosos.
(1951, pp. 127-128).

Harold W. Clark, no seu volume, Fossils, Flood and Fire, comentou:

Preservado nos mitos e nas lendas de quase todas as culturas à face da Terra existe a memória da grande catástrofe. Embora os mitos possam não ter valor científico, os mesmos são significativos ao indicar o facto duma impressão - que não pôde ter sido apagada - deixada na mente das raças humanas.
(1968, p. 45)

Depois dos dados periféricos serem removidos do cerne de verdade das várias histórias, existe uma concordância quase total entre todos os relatos do Dilúvio:

  • (a) uma destruição aquática da raça humana e de todos os seres vivos ocorreu;
  • (b) uma arca, ou barco, foi providenciada como forma de escape para alguns;
  • (c) uma semente humana ficou com a responsabilidade de perpetuar a humanidade.

Tal como Furman Kearley uma vez observou,

Estas tradições concordam em demasiados pontos para não terem origem no mesmo evento factual.
(1979, p. 11)
No terceiro volume no seu conjunto multi-volume, The Native Races of the Pacific Slope—Mythology, H.H. Bancroft escreveu:
Nunca houve um mito sem um significado; . . . . não há uma única destas histórias, por mais absurdas e ilógicas que sejam, que não sejam baseadas num facto.
(1883).

Entre os estudiosos notáveis de gerações passadas que se dedicaram detalhadamente a analisar estes assuntos encontram-se James G. Frazer (Folklore in the Old Testament) e William Wundt (Elements of Folk Psychology).

Wundt, que fez os possíveis para construir um argumento razoável em favor da tese de que as lendas dispersas pelos povos reportam eventos distintos - e não o mesmo evento - foi forçado a admitir:

No entanto, resultante da combinação de todos estes elementos num todo (a destruição da Terra através da água, a salvação dum único homem e de animais através dum barco, etc), podemos afirmar sem hesitação que não poderiam ter surgido independentemente duas vezes.
(1916, p. 392)

Ou, como Dawson concluiu há mais de um século:

Sabemos agora que o Dilúvio de Noé não é um mito ou imaginação de homens primitivos ou apenas uma doutrina das Escrituras Hebraicas. . .

Nenhum evento histórico, antigo ou moderno, pode estar mais firmemente estabelecido que este.
(1895, pp. 4ff.)

. . . . . . . . . . .

Temos aqui então uma posição curiosa no mundo Cristão: temos evidências históricas a confirmar que o Dilúvio de Noé é, nas palavras de Dawson, "um evento firmemente estabelecido". Ao mesmo tempo temos "cristãos" carnais, ou seja, laodiceanos, a afirmar que o Dilúvio de Noé é um "mito".

Estas pessoas, que andam no meio de nós, falam a nossa língua e até usam a mesma terminologia que nós, mas que ao mesmo tempo chamam ao Livro mais Santo do Universo de "mito", são as pessoas mais perigosas que alguma vez vamos encontrar pelo simples facto de nós não sabermos o alcance do mal que elas podem causar.

Este tipo de indivíduos tem que ser controlado sem apelo nem agravo - nem que seja no meio dum culto, nem que seja um pastor ou um padre, nem que seja alguém da nossa família. Qualquer pessoa que se levante para chamar a Palavra de Deus de "mito", tem que ser refutada, desmascarada e exposta como um laodiceano.

Sem misericórdia.

A partir do momento que nós outorgamos para nós mesmos o poder de decidir quais as partes da Bíblia que são factuais e quais as partes que são "mito", caímos no mesmo erro que Eva caiu aquando do seu "encontro" com Satanás: estamos tentar ser "como Deus, sabendo distinguir entre o Bem e o Mal". Ou seja, estamos a usar o nosso intelecto como forma absoluta para se determinar a verdade Bíblica.

Isto é pura idolatria e rebelião contra o Criador. Quem age assim, não tem parte com Cristo.

Outra coisa que convém ressalvar dos dados históricos é o alcance dos mesmos: se realmente houve um Dilúvio (como a Bíblia e os dados históricos demonstram), então a datação evolucionista está para sempre destruída. Se as camadas geológicas não foram depositadas gradualmente e lentamente através dos mitológicos "milhões de anos", então toda a datação que dependa dessa crença não comprovada está errada.

É precisamente por isso que os evolucionistas odeiam quando evidências confirmam a historicidade de Génesis. Eles sabem que um Dilúvio global removeria por completo o seu argumento dos milhões de anos, e como tal, eles resistem ao que a ciência histórica mostra.

Mas esse é um erro do qual os evolucionistas irão se arrepender, quer seja enquanto vivos, quer seja depois da morte. Oremos para que seja ainda em vida, porque 5 segundos depois da morte já vai ser irremediavelmente tarde.

Modificado a partir do original

REFERENCIAS

Bancroft, H.H. (1883), Works: The Native Races of the Pacific Slope—Mythology (San Francisco, CA: A.L. Bancroft).

Clark, Harold W. (1968), Fossils, Flood and Fire (Escondido, CA: Outdoor Pictures).

Dawson, John William (1895), The Historical Deluge in Relation to Scientific Discovery (Chicago, IL: Revell).

Kearley, F. Furman (1979), “The Significance of the Genesis Flood,” Sound Doctrine, March/April.

Perloff, James (1999), Tornado in a Junkyard: The Relentless Myth of Darwinism (Arlington, MA: Refuge Books).

Rehwinkel, Alfred M. (1951), The Flood (St. Louis, MO: Concordia).

Roth, Ariel (1988), Origins: Linking Science and Scripture (Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing).

Schoch, Robert M. (2003), Voyages of the Pyramid Builders (New York: Jeremy P. Parcher/Putnam).

Wundt, William (1916), Elements of Folk Psychology, trans. Edward L. Schaub (New York: Macmillan).

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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Evangelical Pastor and Followers Violently Attacked by Hindu Mob


An Evangelical Pastor and Christian church goers were attacked by a violent Hindu mob, in what critics have identified as religious hate crimes.

According to sources, the Pastor, identified only as Pastor Kiran, was accompanied by a group of evangelical Christians while visiting a fellow church member in Nalgonda district, South East India's Andhra Pradesh state.

According to witnesses, an unidentified group of Hindu fundamentalists became outraged after they spotted Kiran and his group carrying some Christian literature, according to All India Christian Council (AICC).

The mob accused the evangelicals of plotting to conduct forced conversions, suggesting that Kiran and his group were seeking to convert non-Christians to Christianity whether or not the non-Christians were willing.

Although Kiran has vigorously denied the allegations, he and the church members were reportedly severely beaten although sources deny that there were any serious injuries.

It is believed that the pastor was taken to a local police station, by the angry Hindu mob, where law enforcement failed to file any charges against him which critics attribute to Kiran's innocence.

Hindu extremism appears to be on the rise in India, with an increase in attacks against Christian pastors becoming more prevalent.

On Wednesday, Protestant Pastor Pabita Mohan Kota's Kandhamal district home was attacked by what sources confirm was Hindu extremists, according to BosNewsLife.

Kota's wife, whose name is being withheld for security purposes, said that her family was attacked in a religious hate crime.

One of the extremists was, "...in an inebriated state due to consumption of liquor and came shouting towards our house...He pushed my daughters, shouting 'You Christians must not live here. It is not your permanent owned or legal land,'" Kota's wife told BosNewsLife.

Kota, who is an already frail old man, has seen his health worsen since the attack and one missionary described the toll which the attacks have had on the pastor and his family.

"Though damage to the house is not much, the mental torture, tension and fear is much and irreparable," Missionary K J Markose of the Catholic Montfort Missionaries group said.

Markose also said that the pastor is on trial vigorously denying "false claims" that critic argue have stemmed from heightened religious tensions.

Hinduism is the dominant religion in India with over 80 percent of the population identifying themselves as Hindu. Christians are still overwhelming minority, accounting for roughly 2 percent of the population.

The Evangelical Fellowship of India (EFI) are urging Christians to write to the Chief Minister and demand security for Christians and their churches.

Benge Nsenduluka
Christian Post Contributor

sábado, 28 de janeiro de 2012

Coabitação é degradante para a mulher

Mais casais vivem hoje em regime de coabitação do que em qualquer outra era da história, no entanto, os motivos que levam os homens a enveredar pela coabitação - e as suas preocupações - são vincadamente distintas das motivações femininas.

O estudo presente no Journal of Family Issues baseia-se em entrevistas pessoais aprofundadas e foca-se em sessões de grupos compostas por 192 indivíduos nos seus 20-quase-30 anos.

Em termos de sexo o grupo dividia-se em 50-50 (50% homens, 50% mulheres). Em termos de divisões rácicas, havia um número equivalente de caucasianos (brancos), negros e hispânicos.

Os tópicos incluíam os aspectos positivos e os negativos da coabitação, os motivos por trás da decisão da coabitação em substituição do casamento, motivos para não se coabitar, e o tipo de mudanças que poderiam ocorrer a partir do momento que o casal passasse a viver em regime de coabitação.

A socióloga Pamela Smock (University of Michigan Population Studies Center) afirmou:

Os homens e as mulheres espressaram expectativas distintas em relação ao relacionamento coabitante. Encontramos maior variação de sexo para sexo do que para grupo étnico para étnico. Isto sugere que há uma diferença substancial no papel que cada sexo atribui à coabitação durante a formação da união.
Smock levou a cabo o estudo juntamente com Huang of the University (California Hastings College of the Law), Wendy Manning (Bowling Green State University), e Cara Bergstrom-Lynch (East Connecticut State University). O estudo teve o financiamento da Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development.

Razões.

De modo geral, as razões-chave em favor da coabitação foram:
* Querer passar mais tempo com o/a parceiro/a
* Partilhar as dificuldades económicas
* Testar a compatibilidade.

No entanto, a maneira como os homens e as mulheres falavam destes 3 motivos era muito díspares. Enquanto que as mulheres identificam o "amor" três vezes mais do que os homens como motivo para viver junto, os homens identificam o "sexo" quatro vezes mais do que a mulher como motivo para a coabitação.

Embora ambos os sexos tivessem identificado a coabitação como um estado temporário onde a compatibilidade seria "medida", grandes diferenças emergiram quando se falou nos propósitos finais da coabitação.

As mulheres olhavam para a mesma como um arranjo transicional tendo em vista o casamento, enquanto que os homens olham para o mesmo como uma forma de análise da relação - conveniente e de baixo-risco - com o objectivo de apurar se o relacionamento tinha o potencial para uma relação de longo duração.

Para além disto, aquando da qualificação deste "arranjo"alguns homens usaram termos degradantes para a mulher como "test-drive". Para estes homens, a mulher é um "objecto" a testar durante a coabitação, tal como se testa um carro antes de adquiri-lo.

No entanto, a maior diferença entre os sexos centrou-se no que cada grupo identifica como sendo as desvantagens da coabitação. As mulheres acreditam que viver junto envolve menos compromisso e legitimidade que o casamento, enquanto que os homens viam a coabitação como uma limitação à sua liberdade.

O resto pode ser lido aqui.

. . . . . . . . . .

Qualquer mulher que se deixe enganar pela coabitação está a reduzir as suas hipóteses de ter um casamento longo, satisfatório e realizador. Qualquer homem que proponha a coabitação a uma mulher, está implicitamente a dizer "Eu quero usufruir de tudo o que tu tens para dar como mulher, mas não quero qualquer tipo de compromisso sério contigo".

Que tipo de mulher aceita um "arranjo" tão degradante como este? Só mesmo a mulher que pensa que esta é a única forma de algum dia vir a casar, ou a forma mais "segura". Mas se isto é assim, e se ela se acha com tão pouco valor para ser reduzida a um "objecto" a ser "testado", então se calhar ela merece o tipo de sofrimentos que normalmente acompanham as relações sem compromisso.



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

domingo, 22 de janeiro de 2012

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Como combater a solidão

por Miss V.

Na minha solidão,
Encontro-Te!
Tu que és amparo,
E em Ti acredito!
És Força, és Divindade,
És mais do que qualquer
objecto caro,
Teu valor não tem medida,
És Alfa e Ómega,
És mais do que quer
que consiga expressar,
nas minhas humildes palavras!
A Tua palavra me é querida,
É amada por meu coração,
Tal como Amo acima de tudo,
Aquele ao que dedico,
Minha oração!
Ainda que me sinta só,
Na mais vasta imensidão,
Estás comigo,
E mesmo quando te abandonei,
Tu esperaste,
Mesmo quando não quis ver,
Tu Me Amaste!
Haverá Amor, mais verdadeiro,
Do que o d´Aquele
que nos Ama por inteiro?

sábado, 14 de janeiro de 2012

10 mentiras usadas pelos Cristãos como desculpa para não partilharem a Fé

  1. Isso é trabalho para o pastor ou para o padre." - Segundo Efésios 4:11, o trabalho dele é equipar-te para que tu possas fazer o trabalho.


  2. Não sei o que dizer.” - Há muita informação disponível para quem quer evangelizar.


  3. Eu vivo o Evangelho através do exemplo da minha vida.” - Muito bem. Agora abre a boca e anuncia a Boa Nova.


  4. Estou à espera do momento certo.” - Não existe tal coisa. O Espírito Santo falou através de Paulo em 2 Timóteo 4:2 e disse: "Que pregues a palavra, instes, a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina."


  5. Não tenho o dom do evangelismo." - Muitas pessoas não possuem o "dom do perdão" mas mesmo assim são ordenadas a perdoar - até os inimigos.


  6. Eles podem-me rejeitar.” - Não. O Senhor Jesus disse que eles vão rejeitar o que tens para dizer. Pelo menos na maioria das ocasiões.


  7. Tenho mau hálito!” - Usa rebuçados para o hálito!


  8. Não sei como iniciar esse tipo de conversa." - Que tal "quais são as tuas crenças espirituais?"


  9. Tenho medo!” - Eu também. São Paulo também tinha. Todos os Cristãos têm medo, mas isso não pode servir de desculpa para não se evangelizar. Oremos a Deus para que Ele nos dê PODER lá do Alto - Efésios 6:19.


  10. Pode acontecer eles fazerem-me uma pergunta para a qual eu não tenho respostas." - Tu não precisas de saber todas as respostas; tu apenas tens que os apresentar Àquele que tem todas as respostas.

Fonte

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O Messias e os ecos do Jardim do Éden

PORQUE brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um Renovo frutificará.

E repousará sobre Ele o espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de inteligência, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor.

E deleitar-se-á no temor do Senhor: e não julgará segundo a vista dos seus olhos, e nem repreenderá segundo o ouvir dos seus ouvidos;

Mas julgará com justiça os pobres, e repreenderá com equidade os mansos da terra: e ferirá a terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios matará o ímpio.

E a justiça será o cinto dos Seus lombos, e a verdade o cinto dos Seus rins.

E morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão e a nédia ovelha viverão juntos, e um menino pequeno os guiará.

A vaca e a ursa pastarão juntas, e seus filhos juntos se deitarão; e o leão comerá palha como o boi.

Isaías 11:1-7
...

Salmo 91

"AQUELE que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Omnipotente descansará. Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu Refúgio, a Minha Fortaleza, e nEle confiarei."

Salmos 91:1-2

sábado, 31 de dezembro de 2011

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

The Guardian destaca ascenção da música gospel no Brasil

O jornal britânico “The Guardian”, um dos mais importantes periódicos da Europa, destacou a ascensão da música gospel no Brasil, bem como sua visibilidade crescente.

O título da reportagem, “Gospel toca uma corda no Brasil, terra da bossa nova”, dá o tom do texto que lembra o Brasil como berço da bossa nova, mas que também é conhecido pelo samba e pelo funk.

A exaltação à música gospel no Brasil vem depois de uma abertura pela maior televisão secular do país, a rede Globo que promoveu o Festival Promessas. A publicação descreve o festival como “uma explosão de luzes fluorescentes, um rufar de tambores ensurdecedor e a declamação de uma parte do Salmo 91: ‘Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti’".

Para os evangélicos o Festival Promessas foi considerado uma abertura de Deus através da maior rede de televisão do Brasil para a transmissão do Evangelho.

É um novo tempo para o Evangelho no Brasil e traz para nós muita responsabilidade de seguir sendo mais crentes”, disse Fernanda Brum ao CP.

O especial de final de ano da Globo teve a duração de 75 minutos e alcançou a marca de treze pontos de média na Grande São Paulo, de acordo com números prévios do IBOPE.

O cantor Regis Danese é citado como um dos “artistas top” do segmento gospel. Ele teria declarado nos bastidores do show que “Hoje é um dia histórico para a música gospel brasileira. O povo de Deus deve louvar e agradecer a Deus por tudo isso".

De acordo com o The Guardian o mercado gospel está avaliado em R$ 1,5 bilhão em 2011, e várias gravadoras seculares, como a Som Livre e a Sony, começaram a ter interesse em participar do segmento.

Cantoras como Aline Barros e Fernanda Brum já disputam espaço nas agendas das gravadoras com cantores internacionalmente populares, como Britney Spears ou Justin Bieber, muitas vezes levando vantagem sobre eles.

Segundo Marina de Oliveira, o movimento dos cantores evangélicos para o mundo secular é de grande importância: "isto é maravilhoso, fantástico. Nossa capacidade de transmitir a palavra de Deus vai crescer absurdamente".

Marina ainda destacou um ditado que ilustra a ascensão da música gospel para o mainstream: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.

Enquanto o segmento desponta na grande mídia, compositores conhecidos ainda criticam o género. Mas, segundo o presidente de uma das maiores gravadoras gospels do Brasil, a MK Music, Arolde de Oliveira, as críticas são classificadas como preconceito em um país que é historicamente católico.

Segundo ele, a população evangélica foi inicialmente confinada à base da pirâmide social, e hoje possui extracto de quase 60 milhões de pessoas, representando uma parcela significativa da população e dos consumidores. “É um mercado grande”, diz Oliveira.

O mercado gospel também tem se mostrado relativamente imune à pirataria, pois por razões espirituais e morais, os evangélicos se recusam a adquirir itens falsificados ou mesmo a fazer downloads ilegais.

Para Marina de Oliveira, as gravadoras seculares estariam tentando “sugar o último gole do copo de suco, pois eles sabem que o negócio do mercado fonográfico secular pode morrer antes do mercado gospel”.

Já para Luiz Gleizer, diretor da Globo, a emissora não poderia ignorar a proporção que assumiu a música gospel no Brasil. Segundo ele, o canal “percebeu a importância progressiva da música gospel na vida cultural do Brasil”.

Ele acrescentou ainda que o evento reafirmou a laicidade da emissora: “a Globo não é um canal católico - é secular, laico e republicano".

"Jesus pregou aos pecadores, ele falou com prostitutas ... Precisamos parar de falar bobagem e pregar a palavra de Deus, falar de Jesus. Precisamos pregar a palavra aos nossos vizinhos, no trabalho, você tem que fazer a diferença", Regis Danese é citado na matéria.

Fonte

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Brasileiros no exterior encontram força na religião para enfrentar dificuldades


O sonho de morar em outro país, vivenciar outra cultura e conhecer lugares famosos que estampam cartões postais, nem sempre é livre de dificuldades e percalços. Com isso, muitos imigrantes brasileiros em outros países acabam buscando na religião a ajuda e o conforto para os problemas enfrentados no dia a dia em um país estranho.

O jornal do SBT, de terça-feira (27), mostrou um pouco dos obstáculos que os brasileiros enfrentam por entrarem em uma terra distante.

Em Londres, na Inglaterra, por exemplo, são muitas as diferenças do Brasil: o idioma, lugares não conhecidos, dirigir pelo lado direito, e mesmo características comportamentais , trazem dificuldades de adaptação.

O brasileiro Frederico Camdo, que mora na Inglaterra há mais de 10 anos, conta que no início sentiu a barreira do idioma. Ele trabalhava em um restaurante e quase chegou a ser demitido por não falar fluentemente o inglês.

A vida e o caminho difícil a ser trilhado faz com que os imigrantes procurem uma igreja ou congregação para terem algum apoio durante sua estadia.

“A maioria vem com um sonho e eles pensam que vai ter um tapete vermelho os esperando. Quando eles encaram a realidade – pessoas com cara fechada, dificuldades no trabalho e com a língua, tudo isso faz com que procure algum apoio”, diz o pastor Edmilson Bueno, de uma congregação em Londres.

Os cultos em inglês, na sua maioria, possuem tradução simultânea, o que atrai os que falam somente português. Os frequentadores são na maioria brasileiros, mas portugueses, angolanos e moçambicanos também marcam presença.

Segundo um frequentador que não se identificou, a “presença nos cultos é uma forma de se sentir seguro, acolhido, fazer novas amizades.”

France Sales desembarcou na Inglaterra com o sonho de ser jogador de futebol. Decepcionado com o objetivo não realizado, ele saiu do isolamento em que vivia frequentando um culto evangélico. “Aqui tive um encontro com Deus e fiz amigos, pois todos são brasileiros”, revelou.

Segundo o Conselho de Pastores da Inglaterra, há 104 igrejas evangélicas com cultos em português em todo o país. Ao todo, já são contabilizados 30 mil brasileiros. Estimativas ainda apontam que de cada 10, pelo menos sete brasileiros se converteram no exterior.

Jussara Teixeira


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O que a Bíblia diz sobre o inferno

Key Facts About Eternity

(1) Everyone will exist eternally either in heaven or hell (Daniel 12:2,3; Matthew 25:46; John 5:28; Revelation 20:14,15).

(2) Everyone has only one life in which to determine their destiny (Hebrews 9:27).

(3) Heaven or hell is determined by whether a person believes (puts their trust) in Christ alone to save them (John 3:16, 36, etc.).

Key Passages About Hell

(1) Hell was designed originally for Satan and his demons (Matthew 25:41; Revelation 20:10).

(2) Hell will also punish the sin of those who reject Christ (Matthew 13:41,50; Revelation 20:11-15; 21:8).

(3) Hell is conscious torment.

  • Matthew 13:50 “furnace of fire…weeping and gnashing of teeth”
  • Mark 9:48 “where their worm does not die, and the fire is not quenched”
  • Revelation 14:10 “he will be tormented with fire and brimstone”

(4) Hell is eternal and irreversible.

  • Revelation 14:11 “the smoke of their torment goes up forever and ever and they have no rest day and night”
  • Revelation 20:14 “This is the second death, the lake of fire”
  • Revelation 20:15 “If anyone’s name was not found written in the book of life, he was thrown into the lake of fire”

Erroneous Views of Hell

(1) The second chance view – After death there is still a way to escape hell.

Answer: “It is appointed unto men once to die and after that the judgment” (Hebrews 9:27).

(2) Universalism – All are eternally saved.

Answer: It denies the truth of salvation through Christ which means that a person decides to either trust in Christ or else he/she rejects Christ and goes to hell (John 3:16;3:36).

(3) Annihilationism – Hell means a person dies like an animal – ceases to exist.

Answer: It denies the resurrection of the unsaved (John 5:28, etc. – see above). It denies conscious torment (see above).

Objections to the Biblical View of Hell

(1) A loving God would not send people to a horrible hell.

Response: God is just (Romans 2:11).

(2) Hell is too severe a punishment for man’s sin.

Response: God is holy-perfect (1 Peter 1:14,15).

Biblical Terms Describing Where the Dead Are

  • Sheol - a Hebrew term simply describing “the grave” or “death” – Does not refer to “hell” specifically
  • Hades - A Greek term that usually refers to hell – a place of torment (Luke 10:15; 16:23, etc.)
  • Gehenna - A Greek term (borrowed from a literal burning dump near Jerusalem) that always refers to hell – a place of torment (Matthew 5:30; 23:33)
  • “Lake of fire”- the final abode of unbelievers after they are resurrected (Revelation 20:14,15)
  • “Abraham’s bosom” - (Luke 16:22) a place of eternal comfort
  • “Paradise” - (Luke 23:43) a place of eternal comfort
  • “With the Lord” - a key phrase describes where church age believers are after death (Philippians 1:23; 1 Thessalonians 4:17; 2 Corinthians 5:8)
  • “New heavens and earth” – where believers will be after they are resurrected (Revelation 20:4-6; 21:1-4)

Conclusion

Our curiosity about the abode of the dead is not completely satisfied by biblical terms or verses. What we do know is that either eternal torment in hell or eternal joy in heaven awaits all people after death, based on whether they trust in Christ’s payment for sin or reject Christ.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Milagre de recuperação de jovem dado como morto faz amigos ateus voltarem à Igreja

Um jovem universitário do Arizona, que sofreu um acidente automobilístico e teve morte cerebral decretada pelos médicos, está se recuperando. O facto foi considerado um verdadeiro milagre pela família e equipe médica.

Sam Schimdt, de 21 anos, respirava com a ajuda de aparelhos, como consequência de um acidente de carro, e já estava sendo preparado para doar seus órgãos. Entretanto, ele recentemente começou a responder aos estímulos do tratamento, quando ele apertou o dedo dos médicos que testavam as suas reacções.

De acordo o ABC News, sua mãe, Susan Reagan declarou que ele está se recuperando totalmente e isso está fazendo com que seus amigos ateus decidissem voltar à igreja,

Ninguém poderia me dar um presente de Natal melhor do que esse. Nunca, nunca. Eu tenho amigos ateus que me ligaram e disseram que estão voltando para a igreja após esse milagre", confirmou Susan.

Schimdt teve lesões em seu cérebro bastante graves depois do acidente sendo necessário um helicóptero para transferi-lo até um hospital especializado em neurologia, em Phoenix, Arizona. Lá foram realizadas cirurgias para a retirada do aneurisma que estava ameaçando a sua vida.

Dois meses após a cirurgia, ele saiu do estado de coma. Hoje, ele já consegue respirar sem a ajuda de aparelhos, andar com a ajuda de muletas e conversar normalmente.

Sam também é confiante na interferência de Deus em sua recuperação. "É um milagre. Vendo como eu estava antes e agora, vejo que progredi bastante", comemora o jovem, ainda com a fala vagarosa, característica que deve melhorar com o tempo e com os tratamentos, segundo informou o site ABC News.

O renomeado neurocirurgião Robert Spetzler designou a recuperação de Sam como ‘espantosa’ e se disse ‘realmente surpreso’. "Tinha tudo para dar errado. Ele tinha hemorragia, um aneurisma e teve um derrame. Eu fiquei realmente surpreso com sua melhora em tão pouco tempo".

Sam agora só quer voltar a ter uma vida normal, com os movimentos de caminhar e a fala fluente. Os médicos já garantiram que isso é inteiramente possível, com a fisioterapia e o período de reabilitação.

Fonte