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sábado, 28 de abril de 2012

Coabitação aumenta probabilidade de divórcio

Via New York Times:

In a nationwide survey conducted in 2001 by the National Marriage Project, then at Rutgers and now at the University of Virginia, nearly half of 20-somethings agreed with the statement, “You would only marry someone if he or she agreed to live together with you first, so that you could find out whether you really get along.” About two-thirds said they believed that moving in together before marriage was a good way to avoid divorce.

But that belief is contradicted by experience. Couples who cohabit before marriage (and especially before an engagement or an otherwise clear commitment) tend to be less satisfied with their marriages — and more likely to divorce — than couples who do not.

And:

She was talking about what researchers call “sliding, not deciding.” Moving from dating to sleeping over to sleeping over a lot to cohabitation can be a gradual slope, one not marked by rings or ceremonies or sometimes even a conversation. Couples bypass talking about why they want to live together and what it will mean.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

domingo, 22 de abril de 2012

quarta-feira, 18 de abril de 2012

sexta-feira, 13 de abril de 2012

quarta-feira, 4 de abril de 2012

sexta-feira, 30 de março de 2012

Pesquisa americana revela: as pessoas que frequentam a igreja são mais felizes

Uma pesquisa americana realizada pela organização Gallup, com mais de 300.000 americanos durante o ano de 2011, descobriu que as pessoas que vão à igreja com frequência, relatam experimentar emoções mais positivas e menos negativas em geral do que aquelas que frequentam menos a igreja.

As emoções positivas na pesquisa incluíam sorriso, gargalhada, alegria, felicidade, aprendizado ou fazer algo interessante. As emoções negativas incluídas eram preocupação, tristeza, estresse e raiva.

A pesquisa mostra também que não apenas a frequência de um lugar de culto de forma geral trazia benefícios, mas também que os fiéis experimentaram uma “carga extra” emocional positiva aos domingos.

Enquanto as emoções positivas daqueles que frequentam a igreja ficavam acima da média em um domingo, as emoções positivas dos seculares culminavam no sábado e ficavam abaixo da média no domingo.

Segundo a pesquisa, o domingo é o único dia da semana quando os humores dos fiéis e os que não frequentam um serviço religioso muitas vezes divergem de forma significativa.

“Talvez alguns americanos seculares começam a temer o regresso ao trabalho na segunda-feira, então reduzem suas atividades sociais ou de lazer no domingo para se prepararem para o início da semana de trabalho”, afirma a pesquisa.

Fonte

A função da Bíblia

"Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado." (Romanos 3:20)

domingo, 25 de março de 2012

Lei Divina


sábado, 24 de março de 2012

Ex-testemunhas de Jeová querem ajudar antigos fiéis

Ex-testemunhas de Jeová encontraram-se hoje, no Porto, com o objectivo de criar "uma associação para ajudar as pessoas que saem daquela organização e de outras seitas religiosas", disseram à Lusa os seus promotores.

Vítor Máximo e César Rodrigues foram os primeiros a chegar, ambos são ex-membros daquela religião e porta-vozes deste movimento associativo, ainda numa fase muito embrionária.

O ponto de encontro foi um café situado frente à estação ferroviária de Campanhã e tanto Vítor como César vestiam uma camisola alusiva à sua condição de ex-membros, com a inscrição "Não à discriminação".

Mais tarde, o casal Horácio Silva e Lídia Ferreira, de Famalicão, juntou-se a eles e às críticas a uma organização da qual todos fizeram parte durante boa parte das suas vidas.

"As pessoas que estão lá dentro são psicologicamente apertadas, digamos que é uma espécie de bullying religioso", compara César, de S. João da Madeira, que preferiu ocultar a sua profissão "para não ser identificado"

Uma das queixas principais é o corte de relações com quem sai da religião, que os ex-membros dizem ir ao ponto de passarem a ser ignorados pelos pais, outros familiares e amigos, como se não existissem ou não os conhecessem.

Fonte

Relatório: 85% dos crimes de ódio na Europa é contra Cristãos

Relatório recente revela que 85% dos crimes de ódio perpetuados na Europa durante o ano de 2011 foram dirigidos a Cristãos.

O relatório, proveniente da organização "Observatory on Intolerance and Discrimination Against Christians in Europe", com base na Áustria, catalogou uma hierarquia de incidentes começando no vandalismo e insultos até à supressão de símbolos religiosos, profanações, "crimes de ódio, e violência religiosamente motivada.

O Dr. Gudrun Kugler, director do observatório, disse que os estudos sugerem que 85% dos crimes de ódio na Europa são dirigidos aos Cristãos. O mesmo afirma:

É tempo do debate público responder a esta realidade.
Na Escócia, 95% da violência com motivações religiosas aflige os Cristãos. Na França, 84% do vandalismo é dirigido aos locais de adoração Cristã.

O observatório monitorizou também as restrições impostas aos Cristãos. Uma definição restritiva da liberdade de consciência significa que profissões tais como magistrados, médicos, enfermeiras, parteiras e farmacêuticos estão "lentamente a fechar as portas aos Cristãos."

Professores e pais "enfrentam problemas" quando não concordam com a ética sexual definida pelo Estado, concluiu o relatório.

Uma pesquisa no Reino Unido indicou que a percepção pública está de acordo. Setenta e quatro por cento dos inquiridos afirmou que há mais descriminação negativa contra os Cristãos do que contra as outras confissões religiosas.

Fonte

sábado, 17 de março de 2012

domingo, 11 de março de 2012

É importante combater a monopaternidade

"Eu consigo criar o meu filho sozinha. Quem é que precisa dum pai?"

Os filhos precisam dum pai porque, por melhor que a mãe seja, ela nunca vai ser um pai.

Um estudo levado a cabo na Austrália - em torno do comportamento dos rapazes que cresceram sem um pai - é elucidativo.

Os rapazes são mais inclinados para a violência se cresceram sem uma figura paterna. O estudo, levado a cabo pelo "Melbourne Institute of Applied Economic and Social Research" na "Faculty of Business and Economics", verificou que a presença duma figura paterna durante a adolescência dos rapazes servia de força de controle em relação ao comportamento desviante e actividades de risco.

Embora se tenha determinado que a presença envolvente e interacção entre os pais (homens) e os rapazes é benéfica, não ficaram explicados os benefícios positivos que as crianças que cresceram com os pais obtêm.

A Professora Deborah Cobb-Clark, Directora de Melbourne Institute disse:

A sensação de segurança gerada pela presença dum modelo masculino na vida do jovem tem efeitos protectores na criança, independentemente do nível de interacção entre a criança e o pai.

Os pais não só fornecem exemplos masculinos às crianças, como podem influenciar as suas preferências, valores e atitudes - ao mesmo tempo que lhes fornecem uma sensação de segurança e aumentam a sua auto-estima.

A sua presença aumenta também o nível de supervisão paterna em casa, o que pode levar à redução do comportamento delinquente. [...]

O nosso estudo incluiu pais residentes e não-residentes, pais biológicos e pais adoptivos e a sua influência no comportamento adolescente. Descobrimos que os jovens envolvem-se em mais delinquência na ausência duma figura paterna nas suas vidas.

O comportamento das raparigas adolescentes tem uma relação menor com isto, o que pode ser atribuído aos menores níveis de assumpção de riscos presente entre as fêmeas.

Adicionalmente, verificou-se que pertencer a famílias com rendimentos mais elevados não resolve o problema associado à delinquência juvenil.

* * * * * * * * * * *

Rapazes que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo actividades mais violentas. Mais uma evidência contra a noção de que basta uma mãe para a criança ter um desenvolvimento emocionalmente estável.

Curiosamente, o estudo alega que as raparigas não são afectadas pela ausência duma figura paterna. Mas isso deve-se à métrica usada para se determinar esse dado: comportamento delinquente.

Quando os estudos alargam as variáveis mensuráveis de modo a incluir outro tipo de comportamento desviante, existe uma ligação muito forte entre o nível de promiscuidade da rapariga e a presença (ou ausência) dum pai.


As raparigas que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo comportamento sexual de risco do que as raparigas que cresceram com um pai ou com uma figura paterna.

Mulheres adolescentes com idades entre os 15 e os 19 educadas num lar onde não havia figura paterna são significativamente mais susceptíveis de se envolverem em sexo pré-matrimonial do que mulheres adolescentes que cresceram em famílias compostas por um pai e uma mãe.

(Billy, John O. G., Karin L. Brewster and William R. Grady. "Contextual Effects on the Sexual Behavior of Adolescent Women." Journal of Marriage and Family 56 (1994): 381-404.)

* * * * * * * *

Portanto, rapazes que crescem sem um pai tendem a ser mais violentos e raparigas que crescem sem um pai tendem a ser sexualmente mais promiscuas. Olhando para estes dados, não é lógico defender a monopaternidade como modalidade familiar saudável e aconselhável.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Cuidado com as imitações

NOVA IORQUE, 17 de Fevereiro (C-FAM) Durante as duas semanas passadas, um comité de supervisão da ONU aparentemente irrelevante teve uma reunião com resultados inegavelmente importantes.

Incumbido de examinar as solicitações de inscrição de centenas de grupos de defesa de certas causas que desejam ganhar condição e entrada oficial na Organização das Nações Unidas, o comité no final recusou-se a recomendar a aprovação de várias organizações pró-aborto e anticatólicas polémicas.

Uma das organizações problemáticas para recomendação era a organização não-governamental (ONG) argentina “Católicas por el Derecho a Decidir Cordoba.” A organização pertence a uma rede internacional de grupos que fazem defesa do aborto na América Latina que foi fundada em colaboração com a organização americana Catholics for Choice (Católicas pela Escolha).

Catholics for Choice (CFC) é talvez melhor conhecida por contradizer directamente a Igreja Católica ao afirmar que é possível ser católico e apoiar o aborto.

A organização teve seu pedido de recomendação negado quando o representante do Paquistão apontou para o fato de que o nome em sua solicitação de inscrição era diferente do nome sob o qual fora registada dentro de seu próprio país.

A Santa Sé explicou que sob a lei da Argentina a Igreja Católica é reconhecida como entidade pública e que uma organização não poderia usar o nome “católico” sem a aprovação da Igreja Católica.

Permitir que eles entrassem sob “Católicas por el Derecho a Decidir Cordoba” em vez de seu nome legalmente reconhecido de “Associación Civil Por El Derecho a Decidir” serviria para minar a lei da Argentina.

Outra organização pró-aborto, Women Deliver, teve também negado seu pedido de recomendação. Women Deliver é uma organização operada por defensores do aborto que militam sob a bandeira de saúde maternal a fim de fazer campanhas internacionais em favor de “direitos” mais amplos de saúde sexual e reprodutiva.

Durante a reunião, as organizações tiveram de responder a várias perguntas relacionadas aos seus membros, missão e atividades com organizações da ONU como o Fundo de População da ONU (FNUAP). No final, elas não conseguiram a aprovação do comité porque os países que compõem o comité ficaram insatisfeitos com as respostas delas.

Duas vezes durante a sessão, o comité foi pego em debate acalorado acerca da “Homosexuelle Initiative Wien”, uma organização homossexual com sede na Áustria. Além do fato de que Marrocos permaneceu insatisfeito com as respostas da organização às perguntas do comité, vários membros do comité, inclusive a Santa Sé, expressaram preocupação com a falta de seriedade com a qual o grupo pareceu estar tratando do processo de aprovação.

A Santa Sé questionou, de modo particular, a controversa afirmação da organização de que o único Estado dentro da União Europeia com uma lei de consentimento sexual mais baixa do que a Áustria era o Vaticano, onde era “doze”.

A Santa Sé não só apontou para o fato de que tal lei não existia no Vaticano, mas também explicou que a lei canónica só fazia referência à idade de consentimento para casamento que, fosse como fosse, não era doze anos de idade.

Considerando que a declaração do grupo era tanto factualmente quanto legalmente incorrecta, e que representava um ataque difamatório ao Vaticano, solicitou-se que o pedido de inscrição do grupo recebesse uma emenda antes de ser considerado para maior recomendação.

O comité de supervisão de dezanove membros é o principal ponto de entrada para qualquer organização não governamental que busca ganhar condição consultiva oficial na Organização das Nações Unidas.

Seu propósito é examinar meticulosamente as actividades de cada organização e decidir se recomendar a organização para aprovação final por parte do Conselho Económico e Social (cuja sigla em inglês é ECOSOC).

Tradução: Júlio Severo

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

A existência do mal confirma a Bíblia

I'll respond with an excerpt from one of my letters to Luke of Common Sense Atheism:

Why am I a Christian? Because I believe in evil. I believe in objective, material, tangible evil that insensibly envelops every single one of us sooner or later. I believe in the fallen nature of Man, and I am aware that there is no shortage of evidence, scientific, testimonial, documentary, and archeological, to demonstrate that no individual is perfect or even perfectible by the moral standards described in the Bible.

I am a Christian because I believe that Jesus Christ is the only means of freeing Man from the grip of that evil. God may not be falsifiable, but Christianity definitely is, and it has never been falsified.

The only philosophical problem of evil that could ever trouble the rational Christian is its absence; to the extent that evil can be said to exist, it proves not only the validity of Christianity but its necessity as well. The fact that we live in a world of pain, suffering, injustice, and cruelty is not evidence of God's nonexistence or maleficence, it is exactly the worldview that is described in the Bible.

In my own experience and observations, I find that worldview to be far more accurate than any other, including the shiny science fiction utopianism of the secular humanists.

2/18/2012 04:26:00 PM

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Testemunho de Jeremy Lin

Espero que o brilho do mundo não o faça perder o foco.


domingo, 12 de fevereiro de 2012

Whitney Houston partiu para a eternidade

A actriz e cantora Whitney Houston morreu aos 48 anos, informou sábado o agente Kristen Foster.

A cantora enfrentava um grave problema de adição à droga que a levou a deixar de cantar durante anos.

A carreira de Whitney Houston ficou marcada por êxitos dos anos 80 e 90 como "How Will I Know", "Saving All My Love for You" e "I Will Always Love You", que lhe mereceram vários prémios Grammy, e pela participação no filme "The Bodyguard".

Fonte

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Modelo da Victoria’s Secret guarda-se para o marido

Kylie Bisutti, modelo da Victoria’s Secret, decidiu deixar de trabalhar para a marca porque esta não se enquadra com os seus ideais religiosos. O seu corpo é “sagrado” e deve ser exibido, em lingerie, apenas para o marido.

A californiana, de 21 anos, superou mais de 10.000 raparigas no casting, em 2009, para trabalhar para a conhecida marca de roupa interior.

A Victoria’s Secret era a meta principal da minha vida, era tudo o que eu queria para a minha carreira. Adorei o tempo que estive aqui, foi muito divertido. Mas quanto mais posava de lingerie mais me sentia mal devido à minha fé. Sou cristã e quanto mais lia a Bíblia mais me convencia de que não podia exibir assim o meu corpo”, afirmou Kylie Bisutti.

A jovem decidiu então que deveria parar de trabalhar para a marca. “Decidi que o meu corpo é algo sagrado e que devia ser exibido apenas para o meu marido. Não penso deixar as passerelles. Quero continuar a trabalhar como modelo, mas com marcas que respeitem a minha decisão de não exibir o meu corpo em roupa interior”, concluiu a modelo.

Fonte

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Consequências do pós-Cristianismo

Uma das características mais "fascinantes" dos militantes ateus é o enorme fosso que há entre o que eles afirmam acreditar na ciência e o seu comportamento observado empiricamente. A hipocrisia que frequentemente revelam não só é análoga à hipocrisia de tele-evangelistas caídos em desgraça, como excede a destes últimos uma vez que a hipocrisia é practicamente aceite entre os militantes ateus.

Desde Freud que nos é dito que o Cristianismo é mau para as pessoas. Desde Jean Meslier que nos é dito que o Cristianismo é mau para as sociedades. Por incrível que parece, nós continuamos a ouvir este mantra apesar das as evidências, dos documentários, dos testemunhos e dos dados científicos demonstrarem que o Cristianismo é bom para o indivíduo e significativamente positivo para a sociedade.

No entanto, apesar de décadas de evidências contraditórias à sua fé cega, os militantes ateus ainda lutam para uma sociedade totalmente anti-Cristã, baseada no naturalismo e tendo o mito da evolução como pano de fundo para as nossas origens. Pior ainda é que eles continuam a fazer isto mesmo quando esta visão começa a afectar o mundo à sua volta.

Mentiras, adultério, consumo de drogas, violação dos limites de velocidade, conduzir bêbado e roubar são tudo actividades que ão hoje vistas de uma forma mais aceitável que o eram no virar do século. Segundo uma pesquisa levada a cabo pela Universidade de Essex, a condenação e a censura das chamadas "desonestidades de menor grau" diminuíram, independentemente da classe social, salário ou educação.

Os níveis de integridade são ligeiramente superiores entre as mulheres, mas a maior variação verifica-se na faixa etária onde se observa uma crescente tolerância à desonestidade entre os jovens.

Fonte

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Não sei se é espantoso ou cómico que os académicos que levaram a cabo este estudo, que sem dúvida são todos avidos promotores duma sociedade livre da influência Cristã, falhem em unir o fenómeno observado com a causa adequada: redução da influência Cristã. Em vez do óbvio, eles divagam em explicações ridículas:

Nós achamos que isto ocorre porque os exemplos comportamentais existentes não são muito bons.
E porque é que as pessoas para quem os jovens olham como exemplos são eles também pobres em termos de comportamentos moralmente superiores?

A ideia de que uma sociedade pode abandonar os seus fundamentos Cristãos com apenas algumas consequências menores é um absurdo de todo o tamanho.

Os militantes ateus podem continuar a produzir uma panóplia de argumentos tendo em vista à sua tentativa de separar a moralidade de Deus, mas os dados científicos e históricos, juntamente com milhares de anos de exploração filosófica, demonstram isto não pode ser feito com sucesso.

Sem o Deus da Bíblia, as sociedades degeneram-se de modo irreversível. Claro que nós sabemos que é precisamente isso que os marxistas culturais querem. O que é notável é alguém ainda acreditar na propaganda anunciada pelos militantes ateus em favor de coisas como "eu posso ser bom sem Deus".

"Eu sou bom sem Deus porque segundo a minha definição de 'bom', roubar é perfeitamente aceitável"