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domingo, 30 de setembro de 2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Olhar para uma cruz causa "dores físicas e emocionais" aos militantes ateus


Aparentenmentes os activistas ateus tem algum tipo de prazer em gerar batalhas infindáveis. Durante o Natal, eles focam-se nas peças de Natividade; pelo final de todos os anos lectivos, os seus alvos são as orações levadas a cabo no princípio das actividades escolares.

 Embora estas batalhas se tenham tornado familiares, há uma que se distingue de todas as outras: os militantes ateus exigem que uma cruz encontrada nos destroços do 11 de Setembro não seja incluída no  museu que está a ser planeado como forma de comemorar as vidas perdidas nesse acto terrorista levado a cabo por muçulmanos.

A American Atheists (AA), um grupo que se esforça para avançar a sua causa secular, tem liderado o ataque contra a cruz "Ground Zero" desde Julho de 20'11 - a primeira vez que a organização deu início aos processos legais.

 Jessup escreve:
O processo  legal dos  ateus  alega  que  ao  incluir   a   cruz   no   seu   museu,  numa propriedade pública, o governo está inconstitucionalmente a dar apoio a uma religião. O processo  alega  também  que  a  mera  presença  da  cruz  pode  causar problemas emocionais -  e  até  físicos  -  entre  os  ateus  que se sintam ansiosos e até excluídos. 
Que grupo tão ridículo de meninas impressionáveis!

Curiosamente, mesmo que estas protecções se apliquem, o museu alega que "não há qualquer justificação legal para que o museu proíba a exibição dum item com significado histórico, artístico ou cultural, apenas e só porque o mesmo item possui um significado religioso".

A cruz do "World Trade Center" não foi um símbolo construído por pessoas usando os restos encontrados no Ground Zero depois do 11 de Setembro de 2001, mas sim algo que foi encontrado junto dos destroços, possuindo já a forma duma cruz Cristã. Isto num país com raízes Cristãs como os EUA tem um poder extraordinário, e os militantes ateus sabem disso.

 Mas para quê a raiva se para um genuíno ateu, a cruz não tem significado algum? Para um ateu, uma porção de destroços com a forma duma cruz tem o mesmo significado que outra porção de destroços com a forma dum círculo ou de outra forma qualquer. O ateu não se importa com símbolos Cristãos porque para ele esses símbolos não significam nada.

Semelhantemente, para um ateu, um Cristão que esteja em oração, está a falar sozinho. Para que, então, usar o poder do governo para proibir as pessoas de falarem sozinhas?

O perito legal da CNN Jeffrey Toobin qualifica o caso dos ateus de "ridículo" e diz que as propabilidades da cruz ser removidas "são literalmente nulas". Mesmo assim, o grupo de Silverman [AA] continua com a sua jihad anti-Cristã como forma de remover o mínimo indício da fé Cristã do museu.

Fonte


 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Dalai Lama e Sam Harris concordam: a religião não faz falta.

O Dalai Lama gerou uma discussão enorme esta semana ao escrever na sua página do facebook. que "a religião já não é algo adequado." Na 2ª-Feira passada, o líder budista tibetano, que tem 4,3 milhões de idiotastansospatos seguidores no Facebook, colocou o seguinte no seu mural:

As maiores religiões do mundo, com o seu ênfase no amor, na compaixão, na paciência, na tolerância e no perdão, podem e chegam a promover valores interiores. Mas a realidade do mundo actual mostra que fundamentar a ética na religião não é adequado. É por isso que estou cada vez mais convencido de que chegou o tempo para encontrar uma forma de espiritualidade e ética que está de todo para além da religião.

Como é normal em todas as argumentações morais que estão contra a Bíblia, o que o Dalai diz é auto-contraditório. Se "as maiores religiões do mundo" promovem "valores internos", e um desses valores é a certeza de que a religião é parte importante da vida do ser humano (perguntem a qualquer religioso), porque é que o Dalai diz que a religião não é adequada como forma de chegar a doutrinas éticas?

Para além disso, a crença de que a religião não é adequada, não é ela mesma uma doutrina ética? Se é, no que é que o Dalai a baseia? Na religião? Naquilo que o Dalai afirma deve ser a base para a ética? Para o Dalai saber que as religiões existentes não são adequadas para se determinarem as melhores opções éticas, ele tem que saber antecipadamente o que é eticamente válido e o que é eticamente inválido.

Em quê é que ele se baseia para usar essa outra ética contra a ética das "maiores religiões do mundo" ?

O post colocado no mural do Dalai Lama obteve mais de 4700 comentários e mais de 53,920 partilhas. Devido ao facto do Dalai Lama ser uma das figuras religiosas mais populares do planeta, as suas palavras gerou tema de discussão em torno das suas intenções.

Christian Piatt, que escreveu um post reaccionário com o título de "Será Que o Dalai Lama Quer Acabar com Todas as Religiões?", afirmou:

Uma coisa é quando filósofos, ateus e até pessoas religiosas periféricas apelam a uma reavaliação, mas quando o próprio Dalai Lama afirma o mesmo, isso é suficiente para me fazer parar e pensar se esta caminho pós-Cristão por onde caminhamos no Ocidente não parte duma tendência mundial que está a tomar conta do zeitgest mundial.

Não, não é uma vez que, a nível global, o Cristianismo está em explosivo crescimento. As palavras de Dalai Lama podem ter ouvidos atentos junto da minoritária elite ocidental, mas estas mesmas palavras serão recebidas com espanto pelo resto do mundo - mesmo junto dos budistas.

O Huffington Post reporta que a actualização do mural foi, na verdade, retirado dum excerto dum livro publicado pelo Dalai Lama no ano passado com o título de "Para Além da Religião: Ética Para Todo o Mundo." Nele, o líder budista alega que a ética secular é mais importante que a religião organizada quando se trata de lidar com os problemas de hoje.

Alguns sugerem que por "ética secular" Dalai Lama refere-se à ciência - uma área pela qual ele tem demonstrado interesse vincado nos últimos anos.

Geoge Dvorsky, escrevendo para a i09, relata:

O conselho do Dalai Lama é bastante familiar, um que ecoa os sentimentos avançados pelo ateu Sam Harris - que também alega que a ciência pode responder questões morais. O Dalai não é nenhum estranho no discurso científico, e tem desenvolvido um fascínio enorme oela neurociência em particular. É bem possível, portanto, que o seu pensamento se tenha alinhado com o de Harris.


* * * * * * *

Esta notícia é boa para se usar contra os "Cristãos" e as "Cristãs" que têm o péssimo hábito de citar este homem como se as suas palavras tivesse algum tipo de autoridade moral. O povo do Tibete, que eu assumo ser um povo religioso (como a esmagadora maioria da humanidade o é), tem mesmo que procurar um novo líder porque o actual nada mais é que um esquerdista infiltrado.

Para além disso, convém perguntar ao Dalai? Será que o século 20 não foi suficiente para nós vermos os resultados da "ética secular" ? Mais de 500 milhões de abortos desde o inicio da década 80, 100 milhões de mortos pelo esquerdismo, 6 milhões mortos pelo nacional-SOCIALISMO, e muitos outros milhões mortos por ideologias racistas e supremacistas, mostram que a tal "ética secular" a que o Dalai se refere é um desastre.

Obviamente, isto não implica que não existam ideologias pseudo-religiosas causadoras de problemas. Para isso, basta ver o que os maometanos têm feito um pouco por todo o mundo. No entanto, antes do Dalai Lama querer excluir TODAS as religiões por motivos "éticos", ele tem que justificar essa ética na qual ele se baseia para excluir todas as religiões.


domingo, 9 de setembro de 2012

A Inquisição e os ateus


Levando em conta a quantidade de vezes que este assunto é levantado durante conversas e debates online com ateus comuns, é curioso que o livro de Richard Dawkins “The God Delusion” falhe em detalhar os "horrores" da Inquisição Espanhola. O falecido Christopher Hitchens evitava falar neste assunto, tal como o evita Daniel Dennett. Só o palhaço da "razão", Sam Harris, é suficientemente néscio para engolir a lenda antiga à medida que ele tenta qualificar as inquisições colectivas como um dos dois "episódios mais sombrios da história da fé."

No dia 9 de Junho de 721 A.D., o Duque Odo de Aquitaine derrotou Al-Samh ibn Malik al-Khawlani perante as paredes da sitiada cidade de Toulouse. Esta batalha, seguida pelas vitórias do Rei Pelayo das Astúrias e de Carlos Martel nas batalhas de Covadonga e Tours, deu término a um século de uma espantosa e bem sucedida expansão islâmica."

Pelos 760 anos que se seguiram, as conquistas dos Umayyads na península espanhola foram gradualmente revertidas por uma sucessão de Reis Cristãos, um longo processo perturbado pelas usuais mudanças de alianças e variados graus de ambição e competência militar em ambos os lados da divisão religiosa.A “Reconquista” foi finalizada com a queda da Granada muçulmana em 1492 às mãos das forças castelhanas do Rei Fernando.

A Inquisição Espanhola, que começou no ano de 1481, não pode ser entendida sem primeiro se reconhecer o significado desta épica guerra de 771 anos entre Cristãos e muçulmanos pela posse da península espanhola. Aquilo que o berbere Gen. Tariq ibn Zayid conquistou em apenas 8 anos - ao serviço do califado Umayyad - requereu um período 100 vezes mais longo para reconquistar.

Devido a isto, nem o Rei Fernando II de Aragão, nem a Rainha Isabel de Castela se encontravam inclinados a ariscar qualquer possibilidade de ter que repetir este grande empreendimento. Isabel, em particular, estava preocupada com as histórias em torno dos conversos, alegados Cristãos que fingiam ter convertido do Judaísmo mas que ainda practicavam a sua antiga fé. Isto era perturbador uma vez que era razoável assumir que aqueles que mentiam acerca da sua conversão religiosa, mentiam também acerca da sua lealdade à coroa unida, e era temido que os Judeus se encontravam outra vez a encorajar os líderes muçulmanos a tentar a recaptura da al-Andalus, tal como eles o tinham feito na captura original, 8 séculos antes. (“Continua a ser um facto que os Judeus, quer tenha sido de forma directa ou através dos seus correligionários em África, encorajaram os Maometanos a conquistar a Espanha” The Jewish Encyclopedia (1906). Vol XI, 485.).

Foi instalada uma comissão de investigação e os relatórios foram verificados. Foi por esta altura que os monarcas espanhóis requisitaram ao Papa Sixtus IV que ele criasse um ramo da Inquisição Romana que reportaria à coroa espanhola. Inicialmente, o papa recusou, mas quando Fernando ameaçou deixar Roma entregue a si própria, na eventualidade dum ataque turcos, ele acedeu de modo relutante e no dia 1 de Novembro de 1478 ele emitiu a “Exigit Sinceras Devotionis Affectus”, uma bula papal que estabelecia uma inquisição no reino de Castela de Isabel."

Temos a tendência de ficar com a impressão de que o Rei Fernando estava menos do que profundamente preocupado com a ameaça potencial dos conversos, e que agiu principalmente como forma de satisfazer os pedidos da sua esposa, uma vez que ele prontamente fez uso da sua nova autoridade fazendo absolutamente nada durante os dois anos que se seguiram.

Foi então que no dia 27 de Setembro de 1480, os primeiros dois inquisidores, Miguel de Morillo e Juan de San Martín, foram nomeados, o primeiro tribunal foi criado, e no dia 6 de Fevereiro de 1481, seis falsos Cristãos foram acusados, julgados e queimados naquele que foi o primeiro auto de fé da Inquisição Espanhola.

O que é que aconteceu entre Novembro de 1478 e Setembro de 1480 que inspirou este súbito ímpeto de acção? Embora historiadores tais como Henry Kamen declarem-se confusos sobre o que pode ter provocado a coroa espanhola, o ímpeto mais provável foi o que ocorreu no dia 28 de Julho, três meses antes da decisão do Rei Fernando.

Uma navegação turca liderada por Gedik Ahmed Pasha atacou a cidade aragonesa de Otranto, tomando-a no dia 11 de Agosto. Mais de metade dos 20,000 habitantes foram chacinados durante o saque à cidade. O arqui-bispo foi morto na catedral, e um dos líderes militares foi cerrado em dois enquanto ainda se encontrava vivo. O mesmo aconteceu a um bispo com o nome de Stephen Pendinelli.

Mas o evento mais infâme foi quando foi dada aos homens capturados em Otranto a escolha de converter ao islão ou morrer. 800 mantiveram a sua fé Cristã e foram decapitados en masse num local hoje conhecido como a Colina dos Mártires. A armada turca prosseguiu o seu percurso atacando as cidades de Vieste, Lecce, Taranto e Brindisi, e destruindo a grande biblioteca em Monastero di San Nicholas di Casole antes de regressar ao território otomano em Novembro.

Não deixa de ser uma ironia histórica de proporções significativas que mais pessoas tenham morrido neste evento esquecido, que quase de certeza inspirou a Inquisição Espanhola, do que aquelas que morreram nas famosas chamas da Inquisição propriamente ditas. Apesar da reputação de ter sido uma das mais maldosas e letais instituições da história da humanidade, a Inquisição Espanhola foi uma das mais hunanas e decentes do seu tempo, e até uma que pode ser considerada a mais razoável, considerando as circunstancias
  • A Inquisição Espanhola não tentou converter ninguém ao Cristianismo.
  • Os Inquisidores não eram os psicóticos caracterizados por Dostoevsky e Edgar Allan Poe.
  • A tortura raramente foi usada, e só o foi quando haviam evidências suficientes que indicavam que o acusado estava a mentir.
  • O motivo principal que levou a existência duma Inquisição Espanhola foi o facto de Fernando e Isabel encorajarem os Judeus e os muçulmanos a converterem-se ao Cristianismo - em vez de pura e simplesmente expulsa-los a todos, como fizeram outros reinos europeus, .
À luz da sua reputação assombrosa, certamente que será uma surpresa para aqueles que acreditam que milhões de pessoas morreram durante a Inquisição Espanhola aprender que, durante os séculos 16 e 17, menos de 3 pessoas por ano foram condenadas à morte pela Inquisição através de todo o Império Espanhol - que se estendia de Espanha a Sicília e o Peru.

Historiadores seculares que tiveram acesso aos arquivos do Vaticano em 1998, descobriram que dos 44,674 indivíduos julgados entre 1540 e 1700, apenas 804 foram registados como sendo relictus culiae saeculari. O relatório de 763 páginas indica que apenas 1% dos 125,000 julgamentos registados durante toda a inquisição resultou numa execução por parte da autoridade secular. Isto significa que, durante toda a sua infame história de 345 anos, a temida Inquisição Espanhola foi, anualmente, menos 14 vezes menos fatal que as mortes infantis que ocorrem a andar de bicicleta.

Se, como a certa altura descreveu o historiador Charles LeaIf, a Inquisição Espanhola foi o absolutismo teocrático no seu melhor, somos levados a concluir que foi um testemunho bastante positivo em favor do absolutismo teocrático.

É um testemunho para os estranhos caminhos da história que a Inquisição Espanhola permaneça notória até aos dias de hoje, especialmente quando se sabe que os 6,832 membros do clero Católico assassinados em 1936 durante o Terror Vermelho da República Espanhola são o dobro do número de vítimas durante os 345 anos da inquisição.
* * * * * * *
Resumindo, o número de vítimas Católicas causado pelos esquerdistas e pelos anti-Cristãos espanhóis em apenas 1 ano (1936), é superior ao número de vítimas da Inquisição Espanhola em 345 anos.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Ensinar a abstinência funciona

Provérbios 22:6
"Ensina o menino no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele."

A sabedoria popular, promovida maioritariamente por grupos aborcionistas e grupos gayzistas, afirma que "não faz sentido" ensinar a virtude da abstinência aos jovens de hoje porque, dizem eles, independentemente do que lhes é dito, os jovens irão de qualquer modo se envolver em actos sexuais. Há cerca de 20 anos atrás, o primeiro estudo alargado em torno desta "sabedoria" popular revelou-se como mais um mito urbano promovido por motivos puramente ideológicos.

O estudo com a duração de 5 anos, levado a cabo por um grupo americano com o nome de "Project Respect", contou com a participação de 3,500 estudantes de 26 escolas. O mesmo concluiu que a educação sexual que se foca na abstinência reduz a gravidez juvenil. O livro usado durante o curso, com o nome de "Sex Respect: The Option of True Sexual Freedom.", ensina que a abstinência antes do casamento fornece a visão mais saudável para a vida, especialmente levando em conta as DST (doenças sexualmente transmitidas), os traumas emocionais [principalmente nas raparigas] e a gravidez.

O estudo apurou que, passados que estavam dois anos após o curso, a taxa de gravidez junto das jovens que participaram no mesmo era metade da média nacional (10%). Menos rapazes estiveram também envolvidos em causar uma gravidez. Para além disso, havia um aumento de 20% no número de estudantes que, passados dois anos, concordavam que "os desejos sexuais são sempre controláveis."

Outras questões entre os mesmos jovens revelaram também o desenvolvimento de atitudes mais saudáveis em torno das doenças sexualmente transmitidas e casamento.

Os pais e as mães (bem como todas as pessoas com jovens a seu cargo) ficarão satisfeitos em saber que a educação que se centra na decência e na adopção de atitudes mais saudáveis em torno do dom do sexo, funciona. Provavelmente os educadores modernos estão a aprender um princípio que Deus havia já revelado há mais de 2500 anos. Se calhar a Bíblia está certa em mais este ponto porque o Seu Autor é mesmo o Criador Omnisciente, e Aquele que quer o melhor para a humanidade.

Fonte: "Study Show Teaching Abstinence Works." Educator Reporter, May 1991.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Livros mais lidos

sábado, 14 de julho de 2012

Liberdade segundo a militância ateísta

É sempre muito reveladora a forma como os militantes ateus falam entre si em relação ao que fariam se algum dia obtivessem poder suficiente para alterar as leis.

Munido com dentes de alho, estacas e martelos, água benta e um colete à prova de balas, mergulhei no mundo da militância ateísta portuguesa mesmo a tempo de presenciar uma conversa iniciada por aquele que se auto-identifica como o "moderador-mor" do grupo "O Ateu Responde".

Previsivelmente, os comentários não fugiram muito ao que seria de esperar.

Nada mau, para começar.


Como forma de acabar com a falta de respeito pelo outro, a Sofia sugere que se proíba o outro de manifestar publicamente a sua fé. Em nome da disciplina e do respeito, naturalmente.


Ou seja, os Católicos devem ser taxados de forma distinta que o resto da população. Motivo? O facto de serem Católicos.

"Melhora social", obviamente, é um conceito definido pelos militantes ateus.

"Just for starters", a Ana Coelho practicamente tornaria o Cristianismo uma religião ilegal num país onde os Católicos são a maioria.


Era uma "piada".

O Miguel tem razão neste ponto: é impossível dar fim a tendência religiosa do ser humano. Em vez de se debruçarem em torno do porquê disto ser assim, e o porquê do homem ser tendencialmente religioso, os militantes ateus querem tornar a religião practicamente ilegal.

Mais uma vez, quem define o que é "terrorismo psicológico" são os militantes ateus.

O pequeno facto da doutrina do Pecado Original não culpar as crianças por um crime que não cometeram é irrelevante. O que interessa é usar o Estado para dividir a família Cristã. Em nome da liberdade, como se sabe.

Erteh quer tratar todas as religiões como iguais quando 1) elas não são iguais e 2) nenhuma delas é discriminada no seu livre exercício mesmo sendo Portugal um país de esmagadora maioria Católica. Essencialmente o que Erteh quer fazer é o mesmo truque que os anti-Cristãos fazem por todo o mundo: em nome de "alguma outra fé", eles propõem a censura do Cristianismo como forma de "não ofender" membros de qualquer outra confissão.

O problema é que os membros dessa outra confissão geralmente não têm qualquer tipo de problema com as manifestações Católicas numa país Católico. São os militantes ateus - e apenas eles - que os usam para levar a cabo o seu ódio ao Catolicismo.


A Ana Coelho ficou perturbada por haver Católicos . . . num país onde 80% das pessoas se identificam com o Catolicismo!

Incrível. Onde é que já se viu tamanha coisa?


Exacto. Aquilo que eles se propõem a fazer mal tenham poder suficiente são apenas "piadas." Nós sabemos que são "piadas" porque eles nos dizem que são piadas. Certamente que, se um dia eles chegarem ao poder, o seu passado intolerante desaparecerá.

A Ana não entende o ridículo da sua situação ao queixar-se de que os Cristãos "obrigam os políticos a fazer-lhes a vontade" ao mesmo tempo que ela propõe que se use o Estado para remover todos os traços de Catolicismo do país.

Lilith

Is the creature in Isaiah 34:14 a "screech owl"?

The creature’s Hebrew name is “לילית (Liyliyth)” or “Lilith.” The KJV translators most likely followed Rabbi Abraham ibn Ezra (1089 — 1164) who interpreted this word as meaning "the screech owl" (Rabbi A. J. Rosenberg, Isaiah: A New English Translation, Vol. 2, (The Judaica Press Inc. : New York, 1989), p. 281). The precise meaning of the word has been debated. The New English Translation’s footnote says, “The precise meaning of לילית (lilit) is unclear, though in this context the word certainly refers to some type of wild animal or bird.” The ESV translates the word as “night bird,” which is compatible with the KJV reading since the screech owl is a night bird.

Over time Lilith came to be regarded as a demoness in the Hebrew demonology. However, the demonization of Lilith occurred through the Talmud and Midrash which came centuries after Isaiah referred to the name. Nonetheless, the KJV translators acknowledged the possibility of Lilith being a demon by suggesting “night-monster” in the margin. Interestingly, Lilith the demon had close associations with owls. It was believed that she had the appearance of an owl, having the wings and talons of an owl. She is depicted thus in some ancient artwork.


Lilith, a demon with the appearance of an owl
Image by Aiwok (11 February 2011): from Wikipedia entry on "Lilith"

Fonte

Criança na igreja



Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. - Mateus 11:25


Mas, qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar. - Mateus 18:0


Vede, não desprezeis algum destes pequeninos, porque, eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêem a face de meu Pai, que está nos céus. - Mateus 18:10


Assim, também, não é a vontade do vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca. - Mateus 18.14


E qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que crêem em mim, melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e que fosse lançado no mar. - Marcos 9:42

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Inquisição Espanhola foi catorze vezes menos letal que bicicletas infantis

"À luz de sua reputação atormentadora, certamente surpreenderá aqueles que acreditam que milhões de pessoas morreram na Inquisição Espanhola aprender que durante os séculos 16 e 17 menos de três pessoas por ano foram sentenciadas à morte pela Inquisição em todo o Império Espanhol, que ia da Espanha à Sicília e Peru [1]. [...] O que significa que através dos seus infames 345 anos [considerando três breves suspensões], a terrível Inquisição Espanhola foi, numa base anual, cerca de catorze vezes menos letal que bicicletas infantis [2]".



Theodore Beale, The Irrational Atheist, pág. 219 (Kindle):
[1] Henry Kamen, The Spanish Inquisition: A Historical Revision. New Haven: Yale University Press, 1997, pág. 203;
[2] Facts About Injuries To Children Riding Bicycles. Safe Kids Worldwide.


quinta-feira, 24 de maio de 2012

terça-feira, 22 de maio de 2012

Atleta olímpica dos EUA admite ser virgem aos 29 anos

A atleta norte-americana Lolo Jones, sétima classificada na final dos 100 metros barreiras nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, admitiu numa entrevista televisiva que ainda é virgem aos 29 anos e que está a procurar namorado através das redes sociais.

"Manter-me virgem tem sido mais difícil do que treinar para os Jogos Olímpicos ou acabar o curso", disse a barreirista ao programa 'Real Sports', do canal de televisão por cabo HBO, acrescentando que só manterá relações sexuais após o casamento.

Lolo Jones é muito ligado à religião, tendo chegado a viver com a mãe e os irmãos na cave de uma igreja quando a família se mudou para Baton Rouge, no estado do Louisiana, onde a jovem se afirmou no atletismo.

Especialista nas provas de 100 metros e de 100 metros barreiras, a norte-americana sagrou-se campeã mundial de pista coberta nos 60 metros barreiras em 2008 (Valência) e 2010 (Doha), mas sofreu a maior desilusão da sua vida nos Jogos Olímpicos de 2008.

Depois de ser apontada como a favorita na final dos 100 metros barreiras, Lolo embateu numa barreira e perdeu preciosos centésimos de segundo. Ficou-se pela sétima posição enquanto a compatriota Dawn Harper vencia a medalha de ouro.

Fonte

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Amor de Deus

quinta-feira, 3 de maio de 2012