domingo, 27 de abril de 2014
Argélia e o crescimento do Cristianismo
domingo, 23 de fevereiro de 2014
A Igreja Católica é a Instituição que mais caridade fez e faz no mundo.
No Brasil, até 1950, quando não existia nenhuma política de saúde pública eram as casas de caridade da Igreja que cuidavam das pessoas que não tinham condições de pagar um hospital?
A Igreja Católica mantém na Ásia: 1.076 hospitais; 3.400 dispensários; 330 leprosários; 1.685 asilos; 3.900 orfanatos; 2.960 jardins de infância. Na África: 964 hospitais; 5.000 dispensários; 260 leprosários; 650 asilos; 800 orfanatos; 2.000 jardins de infância. Na América: 1.900 hospitais; 5.400 dispensários; 50 leprosários; 3.700 asilos; 2.500 orfanatos; 4.200 jardins de infância. Na Oceania: 170 hospitais; 180 dispensários; 1 leprosário; 360 asilos;60 orfanatos; 90 jardins de infância. Na Europa: 1.230 hospitais; 2.450 dispensários; 4 Leprosários; 7.970 asilos; 2.370 jardins de infância.
Será que existe qualquer empresa ou instituição que faz pelo menos isso?
Fontes:http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=jZeH9OQkFlY
http://temaspolemicosigreja.blogspot.com/2010/10/igreja-catolica-maior-instituicao-de.html
http://jornalpartilha.blogspot.com/2007/10/histria-das-ipsss-em-portugal.html
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223380820T2vFD3xo1Yc47NV1.pdf
http://cotidianoespiritual.blogspot.com.br/2011/10/igreja-catolica-maior-obra-caritativa.html
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Será que a Bíblia condena a escravatura?
Existe hoje em dia uma tendência de olhar para a escravatura como algo do passado, mas estima-se que, actualmente, cerca de 27 milhões de pessoas encontram-se sujeitas a um tipo de escravatura: trabalho forçado, tráfico sexual, propriedade hereditária, etc.
Como pessoas que foram libertas da escravatura do pecado, os seguidores do Senhor Jesus Cristo devem ser os grandes batalhadores na luta contra a escravatura humana. No entanto, urge perguntar: porque é que Bíblia não fala de um modo assertivo contra a escravatura?
Porque é que a Bíblia, na verdade, parece apoiar a práctica da escravatura? A Bíblia não condena de modo específico a práctica da escravatura, mas dá instruções em relação à forma como os escravos devem ser tratados (Deuteronómio 15:12-15, Efésios 6:09, Colossenses 4:1).
Muitos olham para isto como uma justificação para defender que a Bíblia apoia todas as formas de escravatura. O que muitos não entendem é que a escravatura dos tempos Bíblicos é muito diferente da forma de escravatura que foi practicada nos últimos séculos em várias partes do mundo.
A escravatura presente na Bíblia mão era baseada exclusivamente na raça uma vez que as pessoas não eram escravizadas com base na sua nacionalidade ou na cor da sua pele. Nos tempos Bíblicos, a escravatura era mais uma questão de estatuto social onde as pessoas frequentemente se vendiam como escravas quando não conseguiam pagar as suas dívidas ou para providenciar para as suas famílias.
Por altura da composição do Novo Testamento, por vezes médicos, advogados e até políticos eram escravos de outras pessoas. Algumas chegavam até a escolher serem escravas uma vez que todas as suas necessidades seriam suprimidas pelos seus donos.
A escravatura dos últimos séculos era frequentemente baseada exclusivamente na cor da pele. Nos Estados Unidos, muitos negros foram considerados escravos devido à sua nacionalidade; muitos donos de escravos realmente acreditavam que os negros eram seres humanos inferiores (algo suportado pela teoria da evolução mas refutado pela Bíblia).
Sem sombra de duvida que a Bíblia condena de modo absoluto a escravatura baseada na raça. Consideremos a escravatura que os Hebreus sofreram enquanto se encontravam no Egipto, onde eles eram escravos involuntariamente (Êxodo 13:14). As pragas que Deus enviou contra o Egipto demonstram o que Deus pensa da escravatura fundamentada na raça (Êxodo 7-11).
Portanto, sim, a Bíblia condena algumas formas de escravatura mas permite outras formas de escravatura. A palavra chave aqui é que a escravatura que a Bíblia permitia não era de forma alguma baseada na raça que existiu no mundo durante os últimos séculos.
A isto acresce-se o facto do Novo Testamento condenar a práctica de "roubo de homens", que foi o que aconteceu no continente Africano durante muitos anos: Os africanos eram presos por caçadores de escravos que mais tarde os vendiam aos traficantes de escravos (que os traziam para o Novo Mundo de modo a trabalharem nas plantações e nas quintas).
Esta práctica é tão desprezada pelo Criador que na Lei de Moisés, a pena para quem levada a cabo era a morte:
Outro ponto crucial a reter é que o propósito da Bíblia é apontar para o caminho da salvação, e não para reformar a sociedade. A Bíblia frequentemente lida com os assuntos de dentro para fora. Se uma pessoa sete o amor, a misericórdia e a graça que Deus gratuitamente dá a quem aceitar a Sua Salvação, Ele irá reformar a sua alma, alterando a forma como ele pensa e age.
A pessoa que experimentou o dom de Deus que é a Salvação e a liberdade perante a escravatura do pecado, Deus reforma a sua alma e essa pessoa apercebe-se que escravizar outras pessoas contra a sua vontade está errado.
A pessoa que, de modo genuíno, experimentou a graça de Deus, será, por sua vez, graciosa para com os outros. Essa é a prescrição Bíblica para acabar com a escravatura. Fonte: http://tinyurl.com/puy3qjg
* * * * * * *
A ler: "Será que Richard Dawkins tem o gene escravagista?"
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Evangélicos não-Europeus mais optimistas
Seven-in-ten evangelical leaders who live in the Global South (71%) expect that five years from now the state of evangelicalism in their countries will be better than it is today. But a majority of evangelical leaders in the Global North expect that the state of evangelicalism in their countries will either stay about the same (21%) or worsen (33%) over the next five years.
In addition, most leaders in the Global South (58%) say that evangelical Christians are gaining influence on life in their countries. By contrast, most leaders in the Global North (66%) say that, in the societies in which they live, evangelicals are losing influence. U.S. evangelical leaders are especially downbeat about the prospects for evangelical Christianity in their society; 82% say evangelicals are losing influence in the United States today, while only 17% think evangelicals are gaining influence.
These are among the key findings of a survey by the Pew Research Center’s Forum on Religion & Public Life of 2,196 evangelical leaders from 166 countries and territories who were invited to attend the Third Lausanne Congress of World Evangelization, a 10-day gathering of ministers and lay leaders held in October 2010 in Cape Town, South Africa.
To read the full report, click here.

