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sábado, 18 de Outubro de 2014

Estudo científico pode colocar o último prego no caixão do Naturalismo

Modificado a partir do original de Sarah Knapton
A morte é uma deprimente consequência da vida mas os cientistas podem ter encontrado uma luz no fundo do túnel. O maior estudo médico alguma vez feito em torno das experiências de quase-morte e experiências fora-do-corpo apuraram que algum tipo de consciência pode continuar a existir mesmo depois do cérebro se ter desligado por completo.
Experiencia_Fora_CorpoAté bem pouco tempo atrás, este tópico controverso era tratado com cepticismo generalizado, mas cientistas da Universidade de Southampton passaram quatro anos a examinar mais de 2,000 pessoas que haviam sofrido de paragens cardíacas em 15 hospitais do Reino Unido, Estados Unidos e Áustria. O que eles apuraram foi que cerca de 40% das pessoas que haviam sobrevivido descreveram algum tipo de "consciência" durante o tempo em que haviam estado clinicamente mortas (e antes dos seus corações terem sido reiniciados).
Um dos homens lembra-se até de ter saído do seu corpo e ter observado a sua ressuscitação a partir dum dos cantos do quarto. Apesar de ter estado inconsciente e "morto" por três minutos, o assistente social de 57 anos, morador em Southampton, detalhou as acções da equipa de enfermagem e descreveu o som das máquinas. O Dr Sam Parnia, antigo investigador da Universidade de Southampton, actualmente a trabalhar na State University of New York, e líder do projecto, afirmou:
Sabemos que o cérebro não pode funcionar quando o coração pára de bater. Mas neste caso, a percepção consciente parece ter continuado até três minutos depois do coração ter parado de bater, apesar do cérebro tipicamente parar de funcionar 20 a 30 segundos depois do coração parar de bater. O homem descreveu tudo o que existia no quarto, mas mais importante ainda, ouviu dois bips provenientes da máquina que produz um som com um intervalo de 3 minutos. Devido a isto, podemos saber quanto tempo durou a sua experiência.O homem pareceu bastante credível e tudo o que ele disse que lhe havia acontecido, realmente aconteceu como ele disse.
Dos 2060 pacientes que haviam sofrido uma paragem cardíaca, 330 sobreviveram e 140 afirmaram terem experimentado algum tipo de consciência durante o período em que estavam a ser ressuscitados. Embora muitos não tivessem conseguido lembrar detalhes específicos, alguns temas comuns emergiram. Um em cada cinco paciente afirmou que haviam sentido um incomum sentimento de paz ao mesmo tempo que um terço disse que o tempo havia abrandado ou avançado mais rapidamente.
Alguns lembram-se duma luz brilhante, um flash dourado ou o brilho do Sol. Outros recontaram sentimentos de medo ou de afogamento ou de ser arrastado através de águas profundas. Treze porcento dos pacientes afirmou ter-se sentido separado do seu corpo e o mesmo número afirmou que os seus sentidos haviam sido intensificados.
O Dr. Parnia acredita que muitas mais pessoas têm experiências quando elas se encontram perto da morte, mas as drogas ou os sedativos usados no processo de ressuscitação pode impedir que elas se lembrem.
Sam_ParniaAlgumas estimativas sugeriram que milhões de pessoas que haviam tido experiências vívidas em relação à morte mas as evidências científicas haviam sido, na melhor das hipóteses, ambíguas.
Muitas pessoas assumiram que isto nada mais eram que alucinações ou ilusões, mas estas experiências parecem estar de acordo com eventos reais.
Uma proporção ainda maior de pessoas pode ter experiências vívidas com a morte, mas não se consiga lembrar delas devido às consequências de lesões cerebrais ou da presença de drogas sedativas nos circuitos de memória.
Estas experiências merecem mais investigações.
O Dr David Wilde, psicólogo e pesquisador na Nottingham Trent University, encontra-se actualmente a compilar dados em torno das experiências fora-do-corpo, numa tentativa de descobrir algum tipo de padrão que faça algum tipo de ligação entre cada um dos episódios. Ele tem a esperança de que a mais recente pesquisa encoraje novos estudos em relação a este tópico controverso.
A maior parte dos estudos olha de forma retrospectiva, 10 ou 20 anos atrás, mas os pesquisadores foram em busca de exemplos e usaram uma amostra realmente grande, o que dá uma validação enorme ao trabalho. Existem muito boas evidências de que estas experiências estão a acontecer depois das pessoas estarem clinicamente mortas. Nós não sabemos o que está a acontecer e ainda estamos realmente no escuro em relação ao que acontece quando se morre; esperamos que este estudo incida uma lente cientifica sobre esse tópico.
O estudo foi publicado na revista com o nome de Resuscitation, e o Dr Jerry Nolan, o redactor-chefe da revista, afirmou:
O Dr Parnia e os seus colegas têm que ser congratulados por terem concluído um estudo fascinante que irá abrir a porta para mais pesquisas extensas em torno do que ocorre quando morremos.
Fonte: http://bit.ly/1sslsgh
Naturalismo_Morto* * * * * * *
Este tipo de experiência confirma mais uma vez que a alegação "a ciência nada diz sobre o sobrenatural" é falsa. A ciência investiga tudo o que ocorre no nosso mundo - quer tenha causas "naturais" ou "sobrenaturais".
Outra coisa que estas experiências demonstram é a forma como a investigação honesta das evidências imediatamente afasta os cientistas do Naturalismo. Se estes cientistas agissem como os militantes Naturalistas, nenhum experiência e averiguação poderia ser feita ao que os pacientes alegam uma vez que as conclusões claramente contradizem as teses naturalistas.
Pode ser que este tipo de experiências demonstrem duma vez por todas que todas as ideologias fundamentadas na tese de que nada mais existe para além do mundo físico são falsas.
"Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei: Deus o sabe), foi arrebatado até ao terceiro céu.
E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe)
Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, de que ao homem não é lícito falar"
2 Cor 12:2-4

domingo, 5 de Outubro de 2014

Igrejas liberais estão a morrer

Por Alexander Griswold

Por esta esta altura, todos nós já ouvimos o refrão que diz que as igrejas Americanas têm que liberalizar os seus ensinamentos em torno da sexualidade e do homossexualismo ou enfrentarão um declínio rápido. A lógica por trás deste argumento é simples: mais e mais Americanos estão a aceitar o homossexualismo e o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, incluindo um crescente número de religiosos Milenares [ed: em inglês a palavra "Millennials" é usada em referência às pessoas que atingiram a idade adulta por volta do ano 2000]. Enquanto as igrejas se mantiverem como as faces da oposição ao "casamento" homossexual, essas igrejas irão perder fiéis até à sua irrelevância quando o "casamento" e tornar num tópico político decidido (algo que nos é dito ser "inevitável").

Estes argumentos normalmente olham para a aceitação do homossexualismo por parte das igrejas como uma cenoura mas também como um vara. Não se dá o caso de condenar o homossexualismo levar as pessoas a abandonar as igrejas, mas sim que a sua aceitação irá trazer mais pessoas para a igreja. As pessoas envolvidas no movimento lgbt e os apoiantes dessa causa, muitos deles com uma visão bastante negativa da religião depois de décadas de guerra cultural,irão reconsiderar os ensinamentos das igrejas se as denominações removerem as suas restrições ao "casamento" homossexual e à ordenação de homossexuais.

Mas um certo número de denominações Cristãs já deram passos significativos rumo à liberalização da sua posição em torno do homossexualismo e do casamento, e as evidências, até agora, parecem indicar que o homossexualismo dificilmente é uma cura para os problemas de adesão de novos fiéis. Pelo contrário, todas as igrejas Americanas que rumaram em direcção à liberalização doos tópicos sexuais tem visto um declínio rápido dos seus membros.


A Igreja Episcopal


Em 2003, Gene Robinson tornou-se no primeiro homem abertamente homossexual e não-celibatário a ser consagrado como bispo da Igreja Episcopal. Como consequência da sua consagração, dioceses inteiras cortaram laços com a Igreja Episcopal, criando eventualmente a "Anglican Church of North America" (ACNA). Mas a Igreja Episcopal continuou a liberalizar os seus ensinamentos sexuais, colocando um fim à sua moratória a mais bispos homossexuais em 2006, e criando uma "cerimónia abençoada" para as duplas homossexuais em 2009.

Em 2002, o número de membros Americanos baptizados dentro da Igreja Episcopal era de 2.32 milhões. Por volta de 2012 esse número tinha caído para 1.89 milhões, um declínio de 18.4 por cento. Entretanto, a frequência religiosa caiu de uma forma mais acentuada. A frequência religiosa Dominical nas suas igrejas Americanas era de 846,000 em 2002, mas caiu 24.4 por cento por volta de 2012 para apenas 640,000. Outros sinais de vivacidade congregacional caíam ainda mais. Os baptismos caíram em cerca de 39 por cento, e os casamentos cerca de 44.9 por cento.

E quanto a ACNA? Ela, por outro lado, viu a sua membrasia a aumentar em 13 por cento e os seus cultos de Domingo a aumentar em 16 por cento durante os últimos cinco anos. Desde 2009,  ACNA estabeleceu 488 novas congregações, enquanto que durante todo o ano de 2012 tudo o que Igreja Episcopal conseguiu estabelecer foram quatro novas igrejas.


A Igreja Evangélica Luterana da América


A "Evangelical Lutheran Church of America" (ELCA) foi formada no ano de 1987, quando três denominações Luteranas se fundiram para criar a maior igreja Luterana dos Estados Unidos. Durante a maior parte da sua história, sempre foi permitido que os homens e mulheres homossexuais fossem pastores, desde que permanecessem celibatários. Mas após uma votação cerrada em 2009 durante a sua "Churchwide Assembly", a ordenação foi estendida para os homens e mulheres dentro de "relações  monogâmica sérias". Para além disso, a Assembleia aprovou a emenda que permitia as igrejas "reconhecer, apoiar e considerar publicamente os relacionamentos homossexuais monogâmicos duradouros."

Começando no ano da formação da ELCA, de 1987 a 2009 a redução média anual da membrasia era só de 0.62 por cento, mas depois da liberalização da posição da ELCA em relação à sexualidade, a membrasia caiu uns espantosos 5.95 por cento em 2010, e 4.98 por cento em 2011. Desde 20009 que mais de 600 congregações abandonaram a denominação, com dois-terços a unirem-se às denominações Luteranas mais conservadoras tais como "North American Lutheran Church" e "Lutheran Churches in Ministry for Christ".

Por volta dos finais do ano 2012, a ELCA havia perdido 12.3 por cento dos seus membros em três anos - cerca de 600,000 pessoas. Se a taxa actual de deserções se mantiver estável,  a ELCA deixará de existir em apenas duas décadas.


A Igreja Unida de Cristo


Há já muito tempo que a "United Church of Christ" (UCC) tem uma reputação de liberalismo irrestrito, chegando a roçar o radical. Em 2008, por exemplo, o pastor da maior congregação UCC era um tal de Reverendo Jeremiah Wright. A tendência da UCC para forçar as fronteiras tradicionais levou a inquestionáveis desenvolvimentos positivos (tais como o primeiro pastor Afro-Americano no princípio de 1785) e alguns desenvolvimentos idiotas (tais como os hinos que se recusam a identificar o Senhor Jesus como Macho). Sem surpresa alguma, em 2005 a UCC tornou-se na primeira denominação Protestante mainstream a apoiar o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, e tem sido desde então uma voz forte dentro do debate em torno "casamento" homossexual.

Embora a UCC tenha estado a sofrer uma hemorragia de membros há já várias décadas, o seu declínio acelerou rapidamente depois do voto em favor do "casamento" homossexual. Desde 2005, a UCC perdeu 250,000 dos seus membros, um declínio na ordem dos 20.4 por cento em sete anos. Embora anualmente uma média de 39 congregações tenham abandonado a UCC desde 1990 a 2004, mais de 350 congregações abandonaram a UCC nos três anos que se seguiram. O próprio quadro de pensões da UCC chamou ao declínio dos anos 2000 como "a pior década entre as 25 denominações Protestantes que reportaram os seus resultados", e admitiu que "... a taxa de declínio está a acelerar."

O ano de 2013 foi o ano dum marco sombrio para a denominação visto que a membrasia caiu para baixo do milhão. Se a taxa de membrasia pós-2005 não mudar, a denominação cessará de existir em 30 anos.


A Igreja Presbiteriana nos EUA


A "Presbyterian Church U.S.A." (PCUSA) já se encontrava a flertar com o relaxamento dos seus padrões sexuais desde a Assembleia Geral de 2006, quando foi votado de modo a que permitisse os conselhos de ordenação a essencialmente não prestar atenção ao casamento do clero se o candidato "aderisse aos fundamentos da fé Reformada". Por volta de 2010, a Assembleia Geral aprovou uma emenda de modo a remover por completo todos os padrões clericais em torno do comportamento sexual. Durante o ano actual. a Assembleia Geral votou de modo sobrepujante de modo a alterar o seu "Book of Order" de modo a redefinir o casamento como um contracto civil entre "duas pessoas", e permitir que os ministérios levem a cabo "casamentos" homossexuais onde quer que eles sejam legais.

Se tudo correr bem, por esta altura vocês já são capazes de ver onde isto acaba. Em 2006, 2.2 milhões de pessoas abandonaram a PCUSA, número que caiu em 22.4 por cento para 1.85 milhões por volta de 2013. O declínio da PCUSA acelerou de modo significativo depois deles terem aprovado a ordenação de clero homossexual não-celibatário em meados de 2011, o que, em 2012, levou à criação duma denominação alternativa com o nome de "ECO: A Covenant Order of Evangelical Presbyterians". Só em 2012, mais de 100,000 abandonaram a PCUSA.

Mais uma vez, se as tendências pós-2006 se mantiveram, esta denominação deixará de existir por volta de 2037.


Entretanto, as igrejas ortodoxas . . . .


A resposta normal por parte dos Cristãos liberais comuns é afirmar que a frequência às igrejas e e religiosidade está em declínio em todo o lugar, e não só nas denominações que abraçaram o homossexualismo. Mas esta desculpa deixa de lado as denominações conservadores como as Assembleias de Deus, que têm estado a crescer de modo consistente e rápido há mais de 40 anos.

Apesar das muitas mãos que se esfregam devido à altamente conhecida posição contra o homossexualismo por parte da Igreja Católica, ela tem crescido de modo consistente nos EUA. Deus sabe que os Mórmons não têm qualqur tipo de problemas em crescer. Mesmo as denominações teologicamente conservadoras que se encontram em declínio, tais como a "Southern Baptist Convention", começaram o seu declínio muito mais tarde e duma forma menos drástica que as outras  denominações. A "Southern Baptist Convention" só diminuiu 3 por cento desde o seu ponto mais alto em 2007 - uma média de menos de 1 por cento anualmente - e tem, de facto, estado a aumentar as suas congregações.

De maneira geral, os apoiantes do "casamento" homossexual que se identificam como "Cristãos" muito provavelmente olharão para a membrasia da igreja com um tópico marginal. Os Cristãos têm a responsabilidade de aumentar as suas igrejas, mas têm também a responsabilidade de promover o que é justo aos Olhos de Deus. Mas por algum motivo estranho. parece que os Cristãos conservadores não têm que sacrificar uma responsabilidade para cumprir com a outra. 


......

E porque é que as igrejas entram em declínio mal elas aceitam como normal um comportamento sexual que Deus condena? Isto acontece assim porque quando nós decidimos que o entendimento claro das Escrituras não é autoritário nas nossas vidas, simplesmente porque ele interfere com o nosso prazer, então isso é o princípio do fim. No que toca à ética, qualquer Cristão sério irá olhar para a Bíblia como guia para o Carácter de Deus e para as nossas obrigações para com Ele, coisas que fazem parte da nossa relação. Se por acaso eu tenho uma namorada, e vamos a um restaurante, não posso passar o meu tempo a atirar-me à empregada e a olhar para todas as mulheres do restaurante.

Semelhantemente, quando uma pessoa alega ser Cristã, e afirma estar num relacionamento com Deus, isso é uma via de dois sentidos, e as nossas acções têm que respeitar a Deus tal como Ele é. Deus tem um plano para os relacionamentos entre homens e mulheres - um plano que inclui amor, casamento e sexo. Se por acaso nós decidimos que não nos importamos com Quem Ele é quando tomamos decisões em torno do amor, do casamento e do sexo, então a relação com Ele acabou, e tudo se centra em nós mesmos. Mas se é tudo sobre nós, então para quê ir para uma igreja?

A pergunta que decide de que lado estamos é: será que há duas pessoas nesta relação? Será que eu tenho que me preocupar com a Outra Pessoa, ou apenas e só projectar os meus sentimentos e os meus desejos para Ele, de modo que Ele nada mais seja que uma projecção de mim?

No meu relacionamento com Deus, sei que Ele é diferente de mim, e sei como Deus é pelo que leio na Bíblia e pelo que sei da forma como Deus operou no passado. De modo particular, eu posso claramente ver o que o Senhor Jesus fez através da história. Sei que Deus não é como eu, e que Ele valoriza coisas diferentes daquelas que eu valorizo. Sei que o que Ele quer para mim é, a longo prazo, melhor do que as coisas que actualmente me parecem tão importantes.

Estar num relacionamento significa que temos que ouvir a outra pessoa, e pensar na forma respeitá-la no momento em que vamos tomar uma decisão. Mal nós colocamos a nossa felicidade acima das coisas que preocupam a outra pessoa, acabou tudo.

Fonte deste comentário: http://bit.ly/1rnrlXi

* * * * * * *

Porque é que os activistas homossexualistas estão interessados em forçar as igrejas a aceitar o homossexualismo? Porque eles sabem que mal isso acontece, essa denominação entre em declínio, e o fim da influência social do Cristianismo é um dos propósitos do movimento homossexual.

O movimento homossexual dentro das igrejas opera como a actividade predatória dos gafanhotos: eles chegam, comem, e quando acabam com a destruição, partem para outro lugar. Sempre foi assim, e sempre vai ser assim. Esta analogia significa também que eles não irão descansar enquanto todas as igrejas não tiverem sido pervertidas, e, consequentemente, entrarem em declínio acelerado.

Resumindo, sempre que ouvirmos um esquerdista afirmar que os Cristãos "têm que se modernizar" se quiserem manter a sua relevância, convém deixar bem claro que todas as denominações que "modernizaram" a sua ética sexual estão em vias de deixarem de existir, enquanto as denominações que se firmam na ética sexual Cristã estão, no geral, em crescimento.

terça-feira, 30 de Setembro de 2014

Pacto Faustiano

"E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz." - 2 Cor 11:14
Por Nick Redfern
Livro_Final_EventsNo meu livro Final Events, falei da estranha história dum grupo ao estilo think-tank, pertencente ao Governo Americano, com a alcunha de The Collins Elite. A sua crença é  de que o fenómeno OVNI tem - literalmente - origens demoníacas, e que o ponto de vista extraterrestrial é apenas uma engenhosa e enganosa artimanha usada por Satanás. O seu [de Satanás] propósito: permitir ainda mais aos seus seguidores enterrem as suas garras em todos nós, e levar-nos através dum percurso distintamente sombrio antes do Dia do Julgamento e a contagem final tenham início.
Como alguém que não tem qualquer visão particular em torno da natureza da religião e da vida-depois-da-morte, não tenho uma opinião real sobre a validade das crenças da  Collins Elite para além do facto de tal grupo think-tank  realmente existir. Mas o que me interessa mais do que qualquer coisa, é que um certo tema que percorre pela maior parte desta história, pode ser encontrado a nível oficial noutro lugar, e isso é algo que considero perturbador.
Fui colocado na pista do grupo Collins Elite por um homem chamado Ray Boeche. Para além de ser um sacerdote Anglicano, Ray é um antigo director-estadual (para o Nebraska) do grupo Mutual UFO NetworkMUFON. Numa entrevista verdadeiramente fascinante com Ray, em 2007, Ray falou-me da forma como ele havia sido clandestinamente abordado por dois físicos do Departamento de Defesa [ed: "Department of Defense" = DoD] que trabalhavam num programa secreto onde se tentava entrar em contacto com aqueles que Ray descreveu como "Entidades Não-Humanas" [ed: Non-Human Entities", ou “NHE’s]”.
Em termos UFOlógicos [ed: UFO = Unidentified Flying Object = OVNI], nós iríamos identificar estas identidades com o diminutivo, "Greys" com-olhos-escuros. As pessoas envolvidas no projecto DoD podem muito bem ter começado com essa visão, mas chegaram à conclusão que isso nada mais é que um terrível estratagema. Tal como o Collins Elite, as fontes garganta-funda de Ray finalmente aceitaram que as entidades envolvidas são demoníacas.
Mas há mais um interessante - e perturbador - aspecto dentro desta revelação: havia pessoas envolvidas no projecto que acreditavam que o estabelecimento de contactos com os NHEs numa forma de “Pacto Faustiano”, como maneira de entender e aproveitar os seus extraordinários e potencialmente letais poderes, poderia na verdade ser uma ajuda no desenvolvimento de armas com bases ocultas, tais como a habilidade de provocar assassinatos psíquicos.
Quer as entidades sejam demoníacas ou não, até hoje eu não sei. No entanto, o que eu sei é que a história está absolutamente repleta de exemplos onde as pessoas se envolveram com a esfera do ocultismo como um esforço concertado de entrar em contacto com entidades que se encontravam para alem do véu, apenas para ver as coisas a desabar à sua volta. Problemas de saúde (tanto mentais como físicas), muitos e alongados momentos de azar, desastre e infortúnio, loucura total, e até morte, são tudo sinais do que muitos qualificam de "repercussão psíquica". E pelo que o Ray Boeche ficou a saber, era precisamente isso que o projecto do DoD estava a sofrer - e é precisamente por isso que tive sérias preocupações em torno da continuação de tais pesquisas.
Mas desde a publicação do Final Events, deparei-me com mais dados perturbadores sugerindo que os pactos Faustianos ainda estão em operação - e têm estado há já muito tempo. Uma história deste tipo foi reportada por um homem previamente envolvido com um grupo militar Americano com o nome de Night Stalkers, que mantinha a tese de que o propósito do fenómeno da mutilação de gado era uma forma de apaziguamento das entidades ocultas, com quem elementos do mundo oficial estavam desesperadamente a tentar entrar em contacto e com quem esses elementos oficiais tentavam trabalhar em conjunto.
Essencialmente a sua história é a de que a remoção de órgãos vitais, e particularmente do sangue, do gado mutilado não é o trabalho de seres alienígenas – tal como muitos dentro da comunidade UFÓloga querem que acreditemos - mas sim, segundo a fonte, obra das próprias forças militares. Segundo me foi dito, isto é feito assim de modo a que o sangue e os órgãos vitais possam ser usados em antigos rituais de apaziguamento feitos em honra a divindades incrivelmente antigas, do tipo que podem oferecer algo em troca: poderes sobrenaturais que, se forem entendidos e aproveitados, podem até ser usadas como armas.
Isto, claramente, é muito semelhante ao teme central da história disponibilizada por Ry Boeche em 1991, isto é, fazer acordos com habitantes duma esfera sombria como forma de atingir uma quase-singular vantagem militar sobre os potenciais inimigos. E eu vejo outro exemplo disto.
Rosemary_Ellen_GuileyAcabei recentemente de ler um novo e fascinante livro de Rosemary Ellen Guiley e Philip Imbrogno com o nome de The Vengeful Djinn. O livro é um excelente estudo integral de toda a controvérsia em torno dos Djinns - duma perspectiva histórica, sobrenatural e cultural. E o livro deixa bem claro que os Djinns claramente não são entidades cujos caminhos nós devamos cruzar.
Mas, para além de ser um tremendo estudo do fenómeno Djinn, existe uma parte do livro que, aos meus olhos, claramente se destacou acima das outras.
A secção com o título de The Vengeful Djinn foca-se numa viagem que Imbrogno fez à Arábia Saudita em 1995. Durante a visita, Imbrogno ficou a saber das tentativas a longo prazo duma "unidade especial" dos militares Americanos de "capturar" um Djinn. Segundo o que foi dito a Imbrogno por parte dum primo do Príncipe Khalid bin Fahd, o propósito do programa era o de assegurar para os Governo dos EUA "um engenho tecnológico que permitisse que os jinn atravessasse paredes sólidas e viajar através de janelas dimensionais."
O primo do príncipe não sabia até que ponto tal operação havia sido bem sucedida. Se tal objectivo extraordinário tivesse sido atingido, no entanto, Imbrogno havia sido notificado que o mesmo teria ficado secreto, guardado junto dos membros pertencentes aos mais altos níveis hierárquicos. Semelhantemente, e enquanto visitava o Omã,  Imbrogno ouviu duma história em torno dos governos de Omã e dos Estados Unidos e como ambos sabia dos Djinns, e como estavam a tentar "lidar com eles".
Claramente, observamos algo que está de acordo com o relato de Ray Boeche, e com o fenómeno da mutilição de gado, isto é, fazer pactos com entidades sobrenaturais devido à percepção de que podem ser feitos ganhos segundo a perspectiva militar.
Admito que não tenho crenças firmes em torno da natureza de outras dimensões de existência, para além da minha certeza de que elas existem e elas parecem dominadas por entidades que não têm em mente o que é melhor para nós. E, consequentemente, não vejo bem algum a ser atingido duma situação onde as forças militares e governamentais têm a arrogância de acreditar que realmente podem lidar, enfrentar, e explorar estas entidades - e, por fim, atingir algo que, do ponto de vista da burocracia estatal, é considerado proveitoso: o desenvolvimento de armas sobrenaturais fantásticas.
Só existe um resultado positivo, e inevitável, de se fazer um pacto Faustiano com formas de vida sobrenaturais. O problema, no entanto, é que os resultados só é positivo para eles e não para nós.
Fonte: http://bit.ly/1BlBQ2U
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DemoniosBasicamente, o que o autor do texto diz é que as forças militares de alguns governos mundiais já se aperceberam que o fenómeno OVNIs não vem doutros planetas mas sim de outras dimensões de realidade. Ou seja, os "ETs" não viajam grandes distâncias para chegar à Terra; eles só atravessam uma dimensão para outra. Infelizmente, e tal como aconteceu com Eva no Paraíso, a sede por conhecimento sobrepõe-se ao Mandamento de Deus de nunca tentar obter verdades espirituais que não tenham sido filtradas por Ele mesmo, e eles propositadamente  tentam comunicar com estas entidades.
Os governos envolvidos nestes projectos pseudo-militares realmente acreditam que estas entidades lhes podem conferir algum tipo de "conhecimento" que lhes pode ser útil num hipotético confronto bélico. A óbvia realidade dos factos é que o confronto "bélico" já está a ocorrer, e eles (os seres humanos que tentam contactar estas entidades) é que são o campo de batalha.
Não deixa de ser bem revelador que as pessoas que se deixaram envolver nestes "contactos" demoníacos já se tenham apercebido que estas entidades não nos chegam doutros planetas mas sim doutras dimensões, mas ainda existam "Cristãos" que acreditam que "existe vida noutros planetas" ou que "os ETs estão a visitar a Terra".
Só existem duas fontes de conhecimento no mundo: Deus ou os demónios. Se por acaso o que tu acreditas em relação ao mundo espiritual não está de acordo com a Palavra de Deus, então já sabes de onde ele vem.
"Todo aquele que é da verdade ouve a Minha Voz."
~ João 18:37 ~

sábado, 27 de Setembro de 2014

O mito de que as religiões são a causa principal das guerras

Por Robin Schumacher (editado por Matt Slick)
Os ateus e os humanistas seculares frequentemente fazem a alegação de que a religião é a causa primária da violência e das guerras combatidas pela humanidade através da História. Sam Harris, um dos mais vocais defensores do movimento anti-religioso, afirma no seu livro The End of Faith que a fé a religião são "as mais prolíficas fontes de violência da nossa história."
Embora não se possa negar que campanhas tais como as Cruzadas e a Guerra dos Trinta Anos dependiam da ideologia religiosa, está incorrecto afirmar que a religião tem sido a causa primária das guerras. Mais ainda, embora não haja debate em torno do facto do islão radical ter sido o espírito por trás do 11 de Setembro, é uma falácia dizer que todas as confissões religiosas contribuem de forma igual sempre que a violência e as guerras de inspiração religiosa se fazem sentir,
Uma fonte interessante de verdade em torno deste assunto são os três volumes de Philip and Axelrod com o nome de Encyclopedia of Wars, que documentam cerca de 1,763 guerras que foram levadas a cabo no decurso da história humana. De todas estas guerras listadas, os autores categorizam 123 como havendo tido natureza religiosa, que são uns espantosos e extremamente baixos 6.8% de todas as guerras. No entanto, quando se subtraem as guerras levadas a cabo em nome do islão (66), a percentagem é cortada em mais de metade para 3.23%.
 Guerras_ReligiosasGuerras_Religiosas_Grafico
Isto significa que, exceptuando o islão, todas as confissões religiosas do mundo causaram menos de 4% de todas as guerras e conflitos violentos da Historia. Mais ainda, as religiões não tiveram qualquer papel nas maiores guerras que resultaram no maior número de mortos. Certamente que isto coloca em causa o argumento de Harris, certo?
A realidade dos factos é que as motivações não-religiosas, bem como as filosofias naturalistas, são responsáveis por quase todas as guerras da História. As casualidades humanas resultantes de guerras levadas a cabo por motivação religiosa nada são quando comparadas às casualidades resultantes de guerras cujos regimes nada queriam saber do que Deus dizia - algo ressalvado por R. J. Rummel no seu trabalho com o nome Lethal Politics and Death by Government:
Ditadores_Nao_Religiosos_Casualidades

 Rummel afirma:

Quase 170 milhões de homens, mulheres e crianças foram baleados, espancados, torturados, esfaqueados, queimados, esfomeados, congelados, esmagados, forçados a trabalhar até à morte, enterrados vivos, afogados, enforcados, bombardeados ou mortos de qualquer outra forma através da qual os governos infligiram a morte a cidadãos desarmados desamparados, ou a estrangeiros O número de mortos poderia concebivelmente ser 360 milhões de pessoas. Isto é quase como se a nossa espécie tivesse sido devastada por uma Peste Negra moderna. E de facto, foi, mas foi uma peste de Poder e não de germes.
As evidências históricas são bastante claras: a religião não é a causa primária das guerras.
Se a religião não pode ser culpada pela maior parte das guerras e da violência, então qual é a causa primária? A causa primária é a mesma que despoleta todos os crimes, actos de crueldade, perdas de vida, e todas as outras coisas. O Senhor Jesus disponibiliza resposta em Marcos 7:21-23:
Porque, do interior do coração dos homens, saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfémia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro, e contaminam o homem.
Tiago (obviamente) concorda com o que o Senhor diz, quando escreve: (Tiago 4:1-2)
DONDE vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? Cobiçais, e nada tendes; sois invejosos, e cobiçosos, e não podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque nada pedis
.....
Resumidamente, as evidências revelam que os ateus estão bastante errados no que toca às guerras que eles tanto menosprezam. O pecado, e não a religião (e certamente que não o Cristianismo), é a causa primária das guerras e da violência.
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O que o Senhor Jesus Cristo nos revelou há quase 2,000 anos atrás, confirmou-se de forma gráfica e brutal nos regimes ateus do século 20: quanto mais o governo se afasta de Deus, mais susceptível ele é de se tornar genocida. Portanto, se os militantes ateus realmente se preocupam com as guerras e com a violência, tudo o que eles têm que fazer é garantir que os regimes dos seus países nunca adoptem o anti-Cristianismo, como filosofia dominante.
O governo é o maior genocida da história da humanidade, e desde logo, todos os "movimentos sociais" que apoiam o aumento do poder do governo na vida social, estão a pavimentar um caminho que pode acabar em genocídio. E temos a História para confirmar isto.


segunda-feira, 22 de Setembro de 2014

10 Problemas com o Ateísmo

Por Kirk Hastings
1) Cosmologia
Universo_Evidencias- Sabemos cientificamente que o universo teve um ponto inicial de existência - isto é, que não é eterno. Nada do que existe no mundo físico poderia ter surgido do nada. O Argumento Cosmológico de Kalam diz que tudo o que tem um início tem uma causa. e o universo teve um ponto inicial de existência o que implica que tem uma Causa. A melhor explicação para a origem do Universo é Deus
- Os cientistas já apuraram que tudo no universo está calibrado de forma precisa ("fine-tuned") para tornar a vida possível na Terra. O microscópio usado para sondar eléctrons revelou um mundo de complexidade irredutível que não de poderia ter construído por fases ou etapas graduais. A análise do ADN revela uma ordem altamente especificada e complexa que é o cunho do design inteligente. O design da vida biológica e o universo biocêntrico apontam para a realidade do Planeador Inteligente.
2) Moralidade
- Do onde se originaram os padrões morais? Se eles nada mais são que invenções humanas, então não existem genuínos padrões morais universais em relação ao bem e ao mal; a consequência disto é o relativismo moral. Mas as pessoas não acreditam que não existe um padrão moral supremo em relação ao bem e ao mal; pelo contrário, todos nós agimos e vivemos como se existisse um. Com Deus, nós temos um padrão real  e transcendental em torno do bem e do mal.
3) O Mal e o Sofrimento
- Os ateus frequentemente apelam para a presença do mal e do sofrimento como argumento contra Deus. Mas de onde é que os ateus obtiveram a sua ideia de "injustiça"? chamar algo de "mal" ou "injusto" requer conhecimento do bem e da justiça. De onde nos chegam estes padrões? Falhas e defeitos num mundo altamente ordenado e arquitectado é melhor explicado como resultado do mesmo ter sido entretanto estragado (tal como Génesis descreve).
4) Sábios Cristãos por toda a História.
- A História está repleta de Cristãos com elevada inteligência e que mantinham que o Cristianismo era verdadeiro e racional; o Cristianismo não só é uma fé cega racional, como também tem sido normal o mundo da filosofia académica sempre estar dominado por pensadores Cristãos.
5) Ateísmo e Niilismo
- O ateísmo inevitavelmente leva ao desespero e ao niilismo. O niilismo é definido como o acreditar que não existe significado nem propósito na vida e nem nas coisas que fazemos, e que não há bases para a moralidade e nem existem motivos racionais para a nossa existência. O ateísmo não tem nada de verdadeiramente positivo para oferecer ao mundo (a menos que "roube" algo da visão do mundo Cristã).
6) Razão e Inteligência
- Porque é que somos capazes de pensamentos racionais? Se a nossa mente é o produto de acidentes aleatórios e não Duma Inteligência Racional (Deus), porque é que as assim chamadas "capacidades racionais" são capazes de determinar o que é verdade? Se a nossa mente nada mais é que um produto da evolução irracional, então não existem motivos para se aceitar a precisão dos nossos processos mentais. Portanto, a visão ateísta do "conhecimento" é auto-refutante.
7) O argumento antropológico de Pascal
- Blaise Pascal (1623-1662) disse que o Cristianismo fornece a melhor explicação para o paradoxo da grandiosidade humana e da maldade humana, Os humanos têm uma enorme capacidade para o mal mas também para o bem. A doutrina Bíblica da queda é a que melhor explica a nossa enorme capacidade para o mal, ao mesmo tempo que o facto de termos sido criados à Imagem de Deus explica a grandiosidade humana.
8) O Senhor Jesus Cristo
- Dado que o Senhor Jesus Cristo é Uma Realidade Histórica (e existem evidências suficientes que confirmam esta posição), e o Novo Testamento é uma descrição acertada da Sua Vida (algo também confirmado pelas evidências), como é que o ateu O explica? Passados que estão 2000 anos, Ele ainda é a Vida mais inspiracional e influente que alguma vez existiu.
Será que Ele era um mentiroso? Se levarmos em conta a Sua honestidade escrupulosa, poucas pessoas avançaram com a hipótese de que Ele mentiu de forma consciente em relação à Sua Divindade. Será que Ele era lunático? Poucas pessoas iriam defender a tese de que Ele era mentalmente perturbado devido à beleza e perfeição espiritual dos Seus ensinamentos. Será que os eventos em torno da Sua Vida são lendas? Já foi confirmado que as descrições Bíblicas da Sua Vida foram escritas num curto espaço de tempo depois da Sua morte, e isto é muito pouco tempo para o aparecimento e estabelecimento de lendas em torno da Sua Vida. A única conclusão lógica é que Ele realmente foi Quem Ele disse que era.
9) A influência positiva do Cristianismo
- O Cristianismo está a crescer rapidamente pelo mundo. Até a sua existência, e a sua proliferação, passados que estão quase 2,000 anos, é um problema sério para os ateus.
- Os ateus adoram apontar para os erros dos Cristãos sempre que eles não seguem os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo, mas eles ignoram a imensa influência positiva que os Cristãos exerceram por toda a História - em tais áreas como ajuda humanitária, artes, filosofia, reformas sociais, ciência, literatura, estabelecimento de hospitais, e muitas outras coisas. Muitos estudos demonstram que seguir o Cristianismo tende a aumentar a felicidade, a saúde mental e até a saúde física das pessoas.
10) O Ateísmo é um absurdo e é perigoso
Comunismo- Durante o século 20, mais de 100 milhões de pessoas foram mortas apenas e só por 52 líderes ateus, no entanto das 1,763 guerras registadas na The Encyclopedia of Wars, só 123 (7%)  foram motivadas pela religião - e 4% dessas guerras forma motivadas pela religião islâmica.
- A maior parte dos ateus alega que não acreditam em Deus devido à "ausência" de evidências em favor da Sua existência, no entanto Thomas Nagel, um filósofo, disse a certa altura que "Eu quero que o ateísmo seja verdadeiro.... Não se dá o caso de não acreditar em Deus.... Eu não quero que Deus exista".  O cientista Stephen Jay Gould explicou o ateísmo como sendo "superficialmente perturbador e aterrador ... [mas ele é] essencialmente emancipador e emocionante".
A verdadeira motivação da maior parte dos ateus é a pura rebelião contra Deus - e não a consequência concreta da análise das evidências - e o desejo de não terem que responder a ninguém pela sua falta de limites morais verdadeiro motivo (nem nesta vida, nem na próxima).
- James Spiegel, no seu livro "The Making of an Atheist", disse:
A queda para o ateísmo é causada por factores morais e psicológicos complexos, e não por uma assumida ausência de evidências em favor da existência de Deus. O ateu intencionalmente rejeita Deus, embora isto seja precipitado por indulgência moral e por um relacionamento danificado com a figura paterna. Logo, a escolha para o paradigma ateu é motivado por factores não-racionais, alguns dos quais são psicológicos, e outros são morais por natureza.
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Portanto, os motivos maiores para a rejeição da existência de Deus não são racionais mas emocionais, morais e psicológicos No entanto, todos nós temos livre arbítrio para aceitar ou rejeitar a Deus - e em última análise, seremos julgados por essa escolha.

Existe vida noutros planetas?

Será que existem extraterrestres (ETs) e OVNIs a visitar o planeta Terra ou serão eles espíritos malignos (demónios) mascarados de ETs? Será que os ETs são reais? Vamos analisar estas questões detalhadamente.
Uma sondagem levada a cabo pela agência noticiosa Americana FOX News apurou que cerca de 39% homens Americanos, e 30% das mulheres, aceitam a existência de objectos voadores não identificados (OVNIs). Há quinze anos atrás, aquando dos 50 anos do alegado avistamento dum OVNI em Roswell, uma pesquisa foi levada a cabo pela CNN. Os resultados dessa sondagem foram:
1. 80% dos Americanos acreditava que o governo escondia conhecimento em torno dos ETs.
2. 54% acreditava que existia vida inteligente fora da Terra.
3. 44% afirmou que, se por acaso se encontrassem com um ET, eles (os ETs) seriam amistosos (26% afirmou que eles seriam inimigos).
4. 39% acreditava que os ETs não teriam aparência humanóide.
No Canadá, 3 milhões de pessoas afirmaram terem visto um OVNI e uma em cada cinco pessoas do mundo acredita que os ETs andam no meio de nós. Para além disso, existe até uma Religião OVNI. Alguns dos mais conhecidos grupos religiosos, incluindo Portas do Céu, Raelismo, Nação do Islão, Igreja de Cientologia, têm crença nos OVNIs e nos ETs.
A percentagem de pessoas e grupos religiosos que acreditam em alienígenas e ETs não pode ser ignorado, e nem se pode dizer que os OVNIs e os alienígenas mais não são que fantasias. Existem evidências suficientes que validam a tese de que algo está  acontecer. Será que são mesmo OVNIs e alienígenas cinzentos ou será algo mais sinistro está a acontecer?
Sir_John_DeeSir John Dee era um matemático, astrónomo, astrólogo, ocultista e consultor da Rainha Isabel I. Dee dedicava muito do seu tempo às artes ocultistas e juntamente com o seu parceiro Edward Kelley, escreveu sobre a arte cerimonial da magia baseado na evocação e ordenação de vários espíritos. Foi aqui que a Magia Enochiana se originou e um dos seus grandes seguidores foi Aleister Crowley.
Dee invocava espíritos, incluindo anjos, demónios e até alienígenas. Tal como se pode ver na foto de cima, os mágicos fazem círculos mágicos como forma de se protegerem de qualquer dano causado por estes espíritos que executam o que eles (os mágicos) pedem. Estes espíritos fazem o ocultista pensar que ele está no controle, mas na verdade estes seres estão a manipular o ocultista da forma como eles bem querem - acto que tem o nome de decepção.
[E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. 2 Cor 11:14]
Alguns dos demónios invocados têm a aparência de alienígenas cinzentos. Actualmente, as pessoas dão descrições deste demónios quando entram em contacto com eles. Sir Dee não entrou em contacto com alienígenas de outras partes da galáxia; na verdade, estas entidades era forças satânicas que têm o expresso propósito de destruir a humanidade
Em 1918, e enquanto levava a cabo um ritual de magia e sexo com o nome de Almalantrah juntamente com Roddie Minor, Aleister Crowley entrou em contacto com uma entidade com o nome de Lam. O contacto inicial levou a inúmeros outros contactos com OVNIs e ETs. Crowley, que acreditava que Lam era a alma dum lama Tibetano , fez um retrato do mesmo e declarou que quando olhava para o retrato, entrava em contacto com Lam.
Definitivamente que Lam não é um alienígena engraçado como o que foi retratado no filme ET mas sim é um espírito demoníaco que se mascara de ET proveniente do espaço. O retrato de Crowley tem uma semelhança espantosa com os alienígenas cinzentos. Olhem atentamente para as fotos que se seguem para verem a misteriosa semelhança; Lam está do lado esquerdo e a imagem dum alienígena cinzento está no centro.
Crowley_lam-and-grey-aliens-jpg-2
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A errónea crença na existência de vida em outros planetas é consequência lógica da crença na teoria da evolução; a lógica é bastante simples: se a vida evoluiu na Terra, porque é que ela não teria evoluído em outras partes do universo? Por outro, quem sabe que Deus criou da forma como está descrita Génesis e Êxodo 20:11 (em seis dias de +/- 24 horas), sabe também que não existe vida noutras parte do universo.
Curiosamente (e daí talvez não) algumas fontes alegam que quanto mais forte é a crença na Bíblia, menos susceptível a pessoa é de se envolver no ocultismo e, desde logo, menos susceptível de se envolver em movimentos OVNIs ou ETs. Isto parece confirmar algo dito por antigo erudito Cristão, "Quando as pessoas deixam de acreditar em Deus, eles não passam a acreditar em nada, mas sim em qualquer coisa".
Conclusão:
Não há vida inteligente em nenhum outro lugar do universo senão na Terra; consequentemente, não existem seres de outros planetas a raptar pessoas pela calada da noite para levar a cabo "experiências médicas". O que há é demónios a aproveitarem-se da fé evolucionista generalizada para levar a cabo aquela que provavelmente é uma das mais fortes e perigosas decepções da  história da humanidade.
Se por acaso tu és Cristão e já passaste por momentos de terror semelhantes a presenças nocturnas ou vozes estranhas pela casa, fica sabendo que nada é mais Poderoso que o Sangue do Cordeiro; nós podemos ter a certeza disto não só porque Deus nos diz na Sua Infalível Palavra, mas também porque pessoas que passaram por experiências e contactos com estes demónios terminaram a manifestação invocando o Nome do Todo Poderoso Senhor Jesus Cristo.
E, tudo quanto pedirdes em Meu Nome, Eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.
João 14:13

segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Divórcio e arrependimento

A decisão de avançar com um divórcio nem sempre é fácil, e para muitos podem até existir o que eles consideram ser "bons motivos" para acabar com um casamento. No entanto, segundo um estudo, 50% de todos os divorciados têm arrependimentos em torno da sua separação. Os pesquisadores apuraram que depois do pó ter assentado, 54% começam a ter segundas ideias em relação à sabedoria da sua decisão, e muitos apercebem-se que ainda amam o ex-parceiro.

Para alguns, o arrependimento é tão severo que 42% das pessoas inquiridas afirmaram passar por momentos em que levantam a hipótese de voltar a dar uma outra chance ao relacionamento, com uma larga percentagem a fazer isso mesmo, e 21% continuarem ainda juntos. Alguns destes 21% chegam a afirmar que estão mais felizes ou mais fortes do que estavam antes do divórcio.

Uma das mulheres que se arrepende de se ter divorciado do marido é a escritora Jane Gordon. A mãe de três filhos separou-se do homem que foi seu marido durante25 aanos, e já se encontra divorciada há 12 anos. Em 2009 ela disse o seguinte ao Daily Mail:

Quando eu e o meu marido nos separamos, a visão que eu tinha do divórcio era simplista. Acreditava que o divórcio era uma separação simples e imaginei um "novo começo" iria resolver todos os meus problemas. Tal como eu descobri duramente, só agora, depois de ter recebido o meu decreto nisi, é que comecei a aperceber-me da gravidade do que fiz. Não foi uma decisão tomada de ânimo leve, mas eu não tinha ideia da verdadeira complexidade que ocorre quando se desvenda uma vida que havia sido vivida em conjunto com alguém por mais de 20 anos.

Um porta-voz da pesquisa, que inquiriu 2,000 homens e mulheres do Reino Unido que se haviam divorciado ou que haviam dado um tempo à sua relação de longa duração com mais de 5 anos, afirma:

Obter um divórcio é um passo enorme para qualquer relação, e por vezes, as palavras "Quero o divórcio" podem ser ditas no calor do momento. Mas mal as coisas acalmam e se pensam nas coisas, muitos apercebem-se que o divórcio é a última coisa que eles querem, mas por essa altura, podem sentir que é demasiado tarde para voltar atrás. E mesmo que o arrependimento não ocorra imediatamente, lidar com as consequências duma separação pode levar a ter segundas intenções.

Mas é bom ver que algumas pessoas conseguiram falar dos seus arrependimentos e tentaram dar uma segunda chance ao relacionamento.

O estudo apurou que uma em cada cinco pessoas relatou que o arrependimento teve início imediatamente, mas outros 19% afirmaram ter arrependimento no espaço duma semana depois de terem dito a palavra "D" [Divórcio]. Outros ainda admitiram que gostariam que as coisas voltassem a ser como eram antes do divórcio se ter tornado oficial, especialmente quando eles começaram a dividir os bens ou quando começaram a dizer aos outros que estavam a terminar com a relação.

O estudo, comissionado como parte da publicação do DVD "The Love Punch", alegou também que 95% do tempo que estiveram longe um do outro ajudou a salvar a sua relação. Outros 33% afirmaram que este mesmo tempo serviu para dar um passa atrás e analisar o que realmente correu mal no seu casamento, enquanto que outros disseram que o período longe um do outro serviu para colocar de parte as suas diferenças.

Cinquenta e seis porcento das pessoas declararam que a sua separação fez com que eles se apercebessem do quanto que eles valorizavam o seu casamento, enquanto que 46% dos inquiridos disse que a separação fez com que eles apreciassem mais a sua cara metade, mais do que eles apreciavam antes da separação.

Os Dez Motivos Mais Comuns Para se Arrepender dum Divórcio
1. Saudades do parceiro
2. Sentimentos de falhanço
3. Continuar a amar o parceiro
4. Aperceber-se que estava a ser irrazoável
5. Sentir-se sozinha
6. Descobrir que a galinha da vizinha nem sempre é melhor que a minha
7. O ex-parceiro encontrar outra pessoa
8. Aperceber-se que não estão melhores sozinhas
9. Prejudicar o relacionamento com os filhos
10. A vida das crianças ser afectada

Fonte: http://dailym.ai/1qDqJN9

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O texto que se segue foi escrito pelo editor deste blogue: http://wp.me/pqyhO-bl0

Este artigo foi feito pela Mona Charen, e o estudo foi levado a cabo pelo "Institute for American Values". É um artigo antigo mas estive a ler um livro que menciona o estudo e como tal, achei que iria colocá-lo no blogue.
Agora, o "Institute for American Values" (www.americanvalues.org) emitiu um novo estudo com alguns dados intrigantes em torno dos efeitos do divórcio nos casais infelizes. Parece que mais um grande mito está prestes a ruir - o mito de que pelo menos o divórcio faz com que os casais infelizes fiquem mais felizes. 
Segundo uma pesquisa, levada a cabo por uma equipa de pesquisadores familiares, adultos que se encontravam infelizes num casamento, e que entretanto se divorciam, não se encontravam mais felizes, passados que estavam cinco anos, do que os casais que também estavam infelizes mas que haviam permanecido juntos. E dois terços dos casais infelizes que haviam ficado juntos encontravam-se felizes passados que estavam cinco anos. Mesmo entre aqueles que haviam classificado o seu casamento de "muito infeliz", quase 80% afirmaram que, cinco anos depois, eles permaneciam casados mas que desta vez estavam felizes. 
Estas pessoas não eram queixosos insatisfeitos ou aborrecidos. Eles haviam ultrapassado problemas sérios, tais como o alcoolismo, a infidelidade, negligência emocional, depressão, doença, trabalho e problemas financeiros. 
Até mais surpreendente, os casais infelizes que entretanto se haviam divorciado revelaram sintomas de depressão ligeiramente superiores cinco anos mais tarde do que os casais que não se haviam divorciado. (Eles reportaram, no entanto, maior desenvolvimento pessoal.) E - pensem o que quiserem - a amostra dos divorciados revelou uma taxa de consumo de álcool superior ao grupo dos casados. [...] 
Os dados revelaram que, se o casal se encontra infeliz, as probabilidades deles se encontrarem felizes cinco anos mais tarde centravam-se na ordem dos 64% se eles ficassem juntos, e 19% se eles se divorciassem e voltassem a casar. (Os autores estão cientes que cinco anos é um tempo relativamente curto e que muitas pessoas que se divorciam voltam a casar, e alguns de maneira que lhes traz felicidade)
Como foi que os casas infelizes deram a volta À situação? O estudo apurou três técnicas: a primeira foi a persistência. Muitos casais não chegam a resolver os problemas, mas sim a transcendê-los. Ao viverem um dia de cada vez, avançando através das suas dificuldades, muitos casais descobrem que o próprio tempo melhorou as coisas. Mais ainda, estes casais continuaram a ter uma visão negativa do divórcio. "A galinha da minha vizinha é melhor que a minha" explicou um dos maridos "mas é uma ilusão." 
Os outros casais foram mais agressivos. Aqueles que os pesquisadores qualificaram de tipo "ética laboral marital" resolveram os seus problemas arranjando mais tempo privado um para o outro, buscando aconselhamento (do clero ou de profissionais), recebendo ajuda por parte dos sogros ou por parte de outros membros familiares, ou, como em alguns casos, ameaçando com o divórcio ou consultando um advogado de divórcio. 
Na terceira categoria estavam os casais do tipo "buscadores de felicidade pessoal", que encontraram outras formas de melhores o seu contentamento geral, mesmo que não conseguissem melhorar de maneira vincada a sua felicidade marital. 
Certamente que a pesquisa encontrou alguns casamentos cuja salvação era impossível, e alguns casais divorciados encontravam-se mais felizes do que alguns que haviam permanecido juntos. Isto é o que seria de esperar. 
Mas o aspecto mais revelador desta pesquisa é a luz que ele incide na importância da atitude em torno do casamento. Aqueles que entram no casamento com uma visão sombria (alguns diriam, acertada) do divórcio, e com uma motivação -  religiosa ou não - muito forte para o evitar, não só são menos susceptíveis de se divorciar, como são também os menos susceptíveis de se encontrarem infelizes. Estas são as notícias importantes deste estudo. Há já algum tempo que sabemos que o compromisso era bom para as crianças de tais casamentos. Também já sabiamos que o compromisso era bom para a sociedade. Mas até hoje, não sabiamos que o compromisso fazia com que os próprios casais fossem mais susceptíveis de se encontrarem felizes.
Acho que o ponto final é um argumento muito bom. Actualmente, muitas pessoas jovens escolhem os parceiros com base em critérios superficiais (aparência, dinheiro, popularidade). O propósito do casamento é, na sua opinião, ser feliz, e o seu parceiro tem como função fazer-lhe feliz. Esta á visão que eles têm do casamento.

Mas isto ignora a realidade do que é o casamento. O casamento não é um contrato, mas sim um pacto. As pessoas que se casam têm que entrar no casamento porque eles querem a responsabilidade de amar outro pecador em privado. O casamento não se centra nos sentimentos e na melhoria de vida.

A coisa mais importante que se deve buscar no parceiro é a sua habilidade de amar de uma maneira auto-sacrificada e a capacidade de manter um compromisso de longa duração. Ambas estas capacidades estão danificadas quanto mais a pessoa passa por separações dolorosas visto que desta forma as pessoas tornam-se incapazes de confiar e, em vez disso, passam  reter o amor e o compromisso como forma de se protegerem.

Após esses discursos, Jesus deixou a Galiléia e veio para a Judéia, além do Jordão. Uma grande multidão o seguiu e Ele curou seus doentes. Os fariseus vieram perguntar-lhe para pô-Lo à prova: É permitido a um homem rejeitar sua mulher por um motivo qualquer? Respondeu-lhes Jesus: Não lestes que o Criador, no começo, fez o homem e a mulher e disse: Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e os dois formarão uma só carne? Assim, já não são dois, mas uma só carne.
Portanto, não separe o homem o que Deus uniu.


Mateus 19:1-6