como o seu envolvimento cívico, relacionamentos sociais, crenças políticas, situação económica e perfil demográfico.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Pessoas que frequentam igrejas são, em média, mais simpáticas
como o seu envolvimento cívico, relacionamentos sociais, crenças políticas, situação económica e perfil demográfico.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Pesquisa americana revela: as pessoas que frequentam a igreja são mais felizes
As emoções positivas na pesquisa incluíam sorriso, gargalhada, alegria, felicidade, aprendizado ou fazer algo interessante. As emoções negativas incluídas eram preocupação, tristeza, estresse e raiva.
A pesquisa mostra também que não apenas a frequência de um lugar de culto de forma geral trazia benefícios, mas também que os fiéis experimentaram uma “carga extra” emocional positiva aos domingos.
Enquanto as emoções positivas daqueles que frequentam a igreja ficavam acima da média em um domingo, as emoções positivas dos seculares culminavam no sábado e ficavam abaixo da média no domingo.
Segundo a pesquisa, o domingo é o único dia da semana quando os humores dos fiéis e os que não frequentam um serviço religioso muitas vezes divergem de forma significativa.
“Talvez alguns americanos seculares começam a temer o regresso ao trabalho na segunda-feira, então reduzem suas atividades sociais ou de lazer no domingo para se prepararem para o início da semana de trabalho”, afirma a pesquisa.
Fonte
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Consequências do pós-Cristianismo
Desde Freud que nos é dito que o Cristianismo é mau para as pessoas. Desde Jean Meslier que nos é dito que o Cristianismo é mau para as sociedades. Por incrível que parece, nós continuamos a ouvir este mantra apesar das as evidências, dos documentários, dos testemunhos e dos dados científicos demonstrarem que o Cristianismo é bom para o indivíduo e significativamente positivo para a sociedade.
No entanto, apesar de décadas de evidências contraditórias à sua fé cega, os militantes ateus ainda lutam para uma sociedade totalmente anti-Cristã, baseada no naturalismo e tendo o mito da evolução como pano de fundo para as nossas origens. Pior ainda é que eles continuam a fazer isto mesmo quando esta visão começa a afectar o mundo à sua volta.
Mentiras, adultério, consumo de drogas, violação dos limites de velocidade, conduzir bêbado e roubar são tudo actividades que ão hoje vistas de uma forma mais aceitável que o eram no virar do século. Segundo uma pesquisa levada a cabo pela Universidade de Essex, a condenação e a censura das chamadas "desonestidades de menor grau" diminuíram, independentemente da classe social, salário ou educação.
Os níveis de integridade são ligeiramente superiores entre as mulheres, mas a maior variação verifica-se na faixa etária onde se observa uma crescente tolerância à desonestidade entre os jovens.
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Não sei se é espantoso ou cómico que os académicos que levaram a cabo este estudo, que sem dúvida são todos avidos promotores duma sociedade livre da influência Cristã, falhem em unir o fenómeno observado com a causa adequada: redução da influência Cristã. Em vez do óbvio, eles divagam em explicações ridículas:
Nós achamos que isto ocorre porque os exemplos comportamentais existentes não são muito bons.E porque é que as pessoas para quem os jovens olham como exemplos são eles também pobres em termos de comportamentos moralmente superiores?
A ideia de que uma sociedade pode abandonar os seus fundamentos Cristãos com apenas algumas consequências menores é um absurdo de todo o tamanho.
Os militantes ateus podem continuar a produzir uma panóplia de argumentos tendo em vista à sua tentativa de separar a moralidade de Deus, mas os dados científicos e históricos, juntamente com milhares de anos de exploração filosófica, demonstram isto não pode ser feito com sucesso.
Sem o Deus da Bíblia, as sociedades degeneram-se de modo irreversível. Claro que nós sabemos que é precisamente isso que os marxistas culturais querem. O que é notável é alguém ainda acreditar na propaganda anunciada pelos militantes ateus em favor de coisas como "eu posso ser bom sem Deus".

