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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

PORNOGRAFIA - Quanto mais você vê, menos vê

Na actualidade, em tudo existe pornografia e imoralidade, aliás, as Santas Escrituras relatam que no mundo jaz o maligno.

Quando falamos em pornografia, não nos referimos somente a filmes pornográficos, revistas etc, mas a pornografia e a imoralidade estão em palavras, músicas, actos e até mesmo em pensamentos.

A imoralidade, a prostituição, impureza e lascívia (sensualismo, eroticismo - Gálatas 5.19-), são os membros que formam a pornografia. A imoralidade está presente em músicas com letras profanas, festas movidas a álcool, sexo e drogas, e tudo isso leva à prostituição (e a prostituição leva à sepultura - Provérbios 7.27-) tornando-os impuros e, portanto, inaptos a entrada no Reino dos Céus.

Uma pessoa que diz ser cristã, mas é "viciada" em pornografia (tanto filmes como revistas e tudo quanto é imoral) não tem vontade própria, nem vida espiritual ativa; pois não consegue separar-se desse mal. A pornografia é como uma droga: Depois da primeira "olhada" fica difícil de se desfazer e separar-se desse pecado, que cada vez mais derrota e cega nosso lado espiritual, nos deixando casa vez mais frios.
 
Muitos jovens mantêm uma rotina regada pelo pecado, tendo como fonte a pornografia. Sabemos que errar é humano, porém Jesus Cristo passou 33 anos aqui na terra como ser humano, feito de carne, frágil, mas nunca caiu nas ciladas do inimigo. Ser humano não significa cair nas ciladas satânicas, mas errar, aprender com o erro e ajudar mais pessoas a não cairem na mesma cilada.
 
Muitos, por não terem conhecimento das escrituras e por falta de ocupação, acabam ocupando seu tempo praticando o que desagrada a Deus e entristeçe o Espírito Santo.
 
A pornografia nos desperta desejos impuros, os quais nos levam à ocupação de nossa mente com imoralidade (Devassidões, desonestidades, glutonarias -1Cor. 6.10; Gl. 5.21-), nos fazendo acreditar que aquilo é " o bom da vida".
 
Devemos ocupar nosso tempo livre para nos dedicarmos a Deus. Mat. 26. 41: "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca".


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Submissão e casamento

Testemunho duma mulher visto neste site.
* * * * * * *
22:20. Saí da garagem e entrei em casa, poisando a mala do portátil e a pulseira e entrando na cozinha. Seis horas atrás, a panela de barro funcionou ao preparar a refeição para a família ao mesmo tempo que eu saía para ir dar a minha aula . . . na baixa. Agora, esta mesma panela encontrava-se no lavatório (inglês: "sink"), cheio de água e de sabão, húmida.
Pratos sujos encontravam-se no balcão. A panela com a broa de milho encontrava-se em cima de tudo, descoberta. Ouvi alguém a ressonar. Olhei para a sala-de-estar, e vi o meu marido deitado no sofá, a televisão ao fundo. Lágrimas de exaustão, raiva e mágoa escorreram pelos meus olhos.
Tirei o meu casaco, arregacei as mangas, e comecei com as limpezas. A cada prato que levava, ficava cada vez mais rancorosa. "Porque é que ele era incapaz de ver isto?" pensei. "Trabalho o dia inteiro, antes de ir dar aulas preparo um jantar caseiro para ele e para as crianças, e ele nem é capaz de se certificar que as coisas estão limpas".
O barulho do lava-louças acordou o marido dorminhoco. "Eu ia fazer isso antes de ir para a cama," disse ele, sentindo a minha irritação. "Bem, tu já foste para a  cama, não?" respondi, tentando saber quanto tempo ele tinha sido abençoado com um sono, sabendo que ambos estávamos acordados desde as 5 da manhã. "Deixa-me ajudar-te," disse ele. "Já estou quase a acabar. Não preciso da tua ajuda," menti. A sua testa franziu. "Faz como quiseres. Eu vou lá para cima," disse ele. 
Eu não sabia que ele tinha mesmo intenção se lavar os pratos mas que acidentalmente tinha adormecido no sofá porque também ele estava exausto. Não sabia que eletinha amorosamente passado o seu tempo com cada uma das crianças, lendo-lhes histórias antes de os colocar na cama, orando com eles antes deles dormirem.
Nessa noite ele foi para a cama sentindo-se desrespeitado. Eu fui para a cama sentindo-me mal amada.  Pequenas interacções como esta ocorreram com frequêmncia suficiente para criar uma divisão entre nós. Estes pequenos conflitos ficaram sem resolução, ou foram lidados de forma pouco saudável, o que causou que o nosso relacionamento fosse ficando cada vez mais estéril e no caminho da destruição. 
***
 
Cresci como produto da segunda vaga do feminismo, tendo aprendido dos média que os homens eram opressores, disparatados, e incompetentes. Talvez como consequência disso, passei quase uma década do meu casamento a "lutar pelos meus direitos" com o meu marido. Criticava-o e mandava nele sempre que podia.
Não se dava o caso dele ser má pessoa, mas sim o caso de eu ter sido treinada a ver opressão e dominação em potência nos homens. Eu ficava irritada com a sua falta de atenção em relação aos detalhes em casa, ou em relação aos detalhes em torno do bebé. Fiz questão de lhe mostrar com regularidade os seus erros, esperando que o seu comportamento mudasse. 
Os meus métodos tornaram-no defensivo e destruíram o nosso relacionamento. Rapidamente vi-me num casamento com um homem que havia parado de partilhar os seus pensamentos e sentimentos comigo.
Sendo um Cristã practicante, eventualmente cruzei-me com um versículo da Bíblia que, inicialmente, me irritou: Efésios 5:33, "e a mulher reverencie o marido."  Outro verso sugeriu que eu me "submetesse" ao meu marido, e a minha reacção foi a mesma. Nem queria acreditar que Deus tencionava que eu reverenciasse um homem que, aos meus olhos, não tinha interesse em fazer o nosso relacionamento funcionar. 
Uma década mais tarde, posso dizer que esses dois conceitos - "reverência" e "submissão" - salvaram o meu casamento.  E isto não aconteceu porque eu passei a ser um capacho, ou parei de partilhar os meus sentimentos. Aprendi que a submissão Bíblica, essencialmente, significa "não sejas uma concorrente contenciosa com ele."
Depois de aprender isso, passei a discutir menos com ele. Parei de rodopiar os meus olhos com descontentamento sempre que ele tinha algo a dizer - mesmo que eu pensasse na altura que o que ele dizia não era a melhor das ideias. Passei a practicar o verso Bíblico que diz para estar "pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar." [Tiago 1:19]
 
Comecei a perguntar-lhe sobre a sua vida e comecei a ter interesse nele como pessoa. Decidi que ele era mais importante para mim, quer houvesse loiça para lavar ou peúgas espalhadas pelo chão. Houve algumas coisas que ele fez que poderiam ser consideradas falhas graves mas que já não pareciam ter importância quando eu passei a olhar para ele como pessoa de valor. Eu conseguia perdoá-lo - e passei a ver a minha natureza falha mais claramente. 
Decidi também que passaria a fazer todas estas coisas para a Glória de Deus, e não como forma de obter algum tipo de resposta do meu marido. O meu marido levou alguns anos a notar a diferença no meu comportamento, mas por essa altura, já não importava. A minha relação com Deus havia, entrentanto, crescido, e eu já não tinha uma necessidade assim tão grande da afeição do meu marido. Deus preencheu o vazio no meu coração, o mesmo que eu havia tentado preencher com o meu marido. 
Rapidamente, o comportamento do meu marido começou também a mudar; ele começou a levar-me mais frequentemente para jantares românticos, começou a fazer mais trabalhos variados dentro de casa, e até "raptou" uma das minhas aulas nocturnas.
Num dos gestos mais românticos que alguma vez vi, ele deu uma mini-palestra de 10 minutos para cerca de 100 pessoas onde ele disse a amiga e esposa espectacular que eu era. Para além disso, ele deu-me de presente uma linda pulseira, cheia de encantos, e disse o que cada um de nós representava.Não havia um único olho seco no local. 
***
 
Correndo o risco de soar subserviente e anacrónica, eu sugiro às esposas que respeitem os seus maridos como forma de melhorar os seus casamentos. O nosso ministério sem fins lucrativos Greater Impact Ministries, ensina um curso às mulheres casadas, e eu escrevi um livro, The Respect Dare, que ensina às mulheres a forma de se unirem a Deus e aos seus maridos de forma mais profunda, aprendendo a comunicar o respeito.
Muitas das sugestões são bastante simples. Nós sugerimos às mulheres que não critiquem os seus maridos, mas em vez disso demonstrem apreciação diária e tomem atenção às coisas boas que ele faz.  Ensinamos a forma de discordar sem ser competitiva ou sem gerar atitude defensiva no marido. . . .  Encorajamos as mulheres a investir nelas mesmas e nas amizades, a serem arrojadas, valentes e encontrar o propósito de Deus para as suas vidas (e a segui-lo).
Quando elas fazem isto, elas notam que todos os seus relacionamentos melhoram - e não só o seu relacionamento com o marido. 
Muitas delas, como eu, têm agora casamentos onde elas e os respectivos esposos buscam a opinião um do outro, tomam decisões juntos e são mais felizes.  Nenhum deles é perfeito, mas o casamento é melhorado devido ao esforço de ambos. 
Escolhi dar uma chance ao respeito porque sou Cristã e tento (ênfase em "tento") seguir os ensinamentos Bíblicos em torno da forma como devo viver. Mas mesmo que não tivesse esta confiança na Bíblia, aprender a comunicar o respeito e o amor tem um impacto profundo nos casamentos.
( . . . . )

sábado, 28 de janeiro de 2012

Coabitação é degradante para a mulher

Mais casais vivem hoje em regime de coabitação do que em qualquer outra era da história, no entanto, os motivos que levam os homens a enveredar pela coabitação - e as suas preocupações - são vincadamente distintas das motivações femininas.

O estudo presente no Journal of Family Issues baseia-se em entrevistas pessoais aprofundadas e foca-se em sessões de grupos compostas por 192 indivíduos nos seus 20-quase-30 anos.

Em termos de sexo o grupo dividia-se em 50-50 (50% homens, 50% mulheres). Em termos de divisões rácicas, havia um número equivalente de caucasianos (brancos), negros e hispânicos.

Os tópicos incluíam os aspectos positivos e os negativos da coabitação, os motivos por trás da decisão da coabitação em substituição do casamento, motivos para não se coabitar, e o tipo de mudanças que poderiam ocorrer a partir do momento que o casal passasse a viver em regime de coabitação.

A socióloga Pamela Smock (University of Michigan Population Studies Center) afirmou:

Os homens e as mulheres espressaram expectativas distintas em relação ao relacionamento coabitante. Encontramos maior variação de sexo para sexo do que para grupo étnico para étnico. Isto sugere que há uma diferença substancial no papel que cada sexo atribui à coabitação durante a formação da união.
Smock levou a cabo o estudo juntamente com Huang of the University (California Hastings College of the Law), Wendy Manning (Bowling Green State University), e Cara Bergstrom-Lynch (East Connecticut State University). O estudo teve o financiamento da Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development.

Razões.

De modo geral, as razões-chave em favor da coabitação foram:
* Querer passar mais tempo com o/a parceiro/a
* Partilhar as dificuldades económicas
* Testar a compatibilidade.

No entanto, a maneira como os homens e as mulheres falavam destes 3 motivos era muito díspares. Enquanto que as mulheres identificam o "amor" três vezes mais do que os homens como motivo para viver junto, os homens identificam o "sexo" quatro vezes mais do que a mulher como motivo para a coabitação.

Embora ambos os sexos tivessem identificado a coabitação como um estado temporário onde a compatibilidade seria "medida", grandes diferenças emergiram quando se falou nos propósitos finais da coabitação.

As mulheres olhavam para a mesma como um arranjo transicional tendo em vista o casamento, enquanto que os homens olham para o mesmo como uma forma de análise da relação - conveniente e de baixo-risco - com o objectivo de apurar se o relacionamento tinha o potencial para uma relação de longo duração.

Para além disto, aquando da qualificação deste "arranjo"alguns homens usaram termos degradantes para a mulher como "test-drive". Para estes homens, a mulher é um "objecto" a testar durante a coabitação, tal como se testa um carro antes de adquiri-lo.

No entanto, a maior diferença entre os sexos centrou-se no que cada grupo identifica como sendo as desvantagens da coabitação. As mulheres acreditam que viver junto envolve menos compromisso e legitimidade que o casamento, enquanto que os homens viam a coabitação como uma limitação à sua liberdade.

O resto pode ser lido aqui.

. . . . . . . . . .

Qualquer mulher que se deixe enganar pela coabitação está a reduzir as suas hipóteses de ter um casamento longo, satisfatório e realizador. Qualquer homem que proponha a coabitação a uma mulher, está implicitamente a dizer "Eu quero usufruir de tudo o que tu tens para dar como mulher, mas não quero qualquer tipo de compromisso sério contigo".

Que tipo de mulher aceita um "arranjo" tão degradante como este? Só mesmo a mulher que pensa que esta é a única forma de algum dia vir a casar, ou a forma mais "segura". Mas se isto é assim, e se ela se acha com tão pouco valor para ser reduzida a um "objecto" a ser "testado", então se calhar ela merece o tipo de sofrimentos que normalmente acompanham as relações sem compromisso.



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ter filhos reduz chance de doenças cardíacas, afirma estudo

O justo anda na sua sinceridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele.
Provérbios 20:7

Homens que não tem filhos têm maior chance de morrer devido a doenças cardíacas, de acordo com estudo realizado pela Universidade Stanford, na Califórnia. A pesquisa foi realizada com 135 mil homens e apontou que os que não possuíam filhos tinham risco 17% maior de morrer de doenças cardiovasculares.

O estudo foi feito durante 10 anos apenas com homens casados e durante esse período, 10% dos homens morreram, um em cada cinco de doenças cardíacas.

O pesquisador Dr. Michael Eisenberg acredita que algum fator relativo à paternidade, como eventuais mudanças de comportamentos e de hábitos relativos à saúde, protege contra essas doenças e faz os homens com filhos viver por mais tempo.

A descoberta pode ser relacionada com outras pesquisas já existentes que mostram a relação entre baixos níveis de testosterona e o desenvolvimento de certas doenças cardiovasculares. Não há confirmação, entretanto de que todos os homens participantes do estudo organizado pela universidade que não tinham crianças eram inférteis.

Os pesquisadores acreditam que encontrar a relação entre infertilidade e doenças cardíacas contribuirá para prevenir doenças antes que elas apareçam.

O estudo foi publicado na revista Human Reproduction.

(Fonte)


Levanta em redor os teus olhos, e vê; todos estes já se ajuntaram, e vêm a ti: teus filhos virão de longe, e tuas filhas se criarão a teu lado.

Isaías 60:4