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sexta-feira, 5 de julho de 2013

O Nascimento e o Controle






CONTROLE DE NASCIMENTO À LUZ DA BÍBLIA



“37 Demais disto, sacrificaram seus filhos e suas filhas aos demônios, 38 E derramaram sangue inocente, o sangue de seus filhos e de suas filhas que sacrificaram aos ídolos de Canaã; e a terra foi manchada com sangue. 39 Assim se contaminaram com as suas obras, e se corromperam com os seus feitos. 40 Então se acendeu a ira do SENHOR contra o seu povo, de modo que abominou a sua herança.” (Sl 106:37-40 )

V


 “O uso de meios artificiais, drogas e aplicações para prevenir a concepção tem, há séculos, sido visto como imoral, errado para o indivíduo e perigoso para a sociedade como um todo.” - John R Rice, 1946

“As medidas de controle de nascimento, se praticadas genericamente, seriam desastrosas para a moral pública e o bem estar público.” – John R Rice, 1946



1. Quando a Vida Começa?
2. Todas as pílulas para Controle de Nascimento causam Aborto?
3. O Controle de Nascimento é Pecado ?



1. Quando a Vida Começa?

Em 2005, o mundo médico discorda de Deus sobre quando a gravidez começa. A Dra. Vanessa Cullins, vice-presidente para negócios médicos da Federação da Paternidade Planejada da América foi inquirida se o controle hormonal do nascimento com pílulas causa aborto. Sua resposta foi: “Não. O aborto termina uma gravidez. [Mas pílulas de contracepção] Operam antes que a gravidez comece. A gravidez começa com a implantação do ovo fertilizado em desenvolvimento no útero da mulher.” No parágrafo seguinte ela admite: “...a implantação não ocorre até 5 a 7 dias após a fertilização”. Este ponto de vista representa a visão corrente do mundo médico sobre quando a gravidez começa. Quando Deus diz que a vida começa?

“11 ¶ Quanto a Efraim, a sua glória como ave voará, não haverá nascimento, não haverá gestação nem concepção. 12 Ainda que venham a criar seus filhos, contudo os privarei deles para que não fique nenhum homem....” (Os 9:11-12)


A Bíblia ensina claramente que a vida não começa no nascimento. Jacó e Esaú brigaram no útero de sua mãe (Gen 25:22). Farez brigou para nascer antes de Zara (Gen 38:29). Jeremias foi santificado enquanto estava no útero materno (Jer 1:5). João Batista saltou no ventre de sua mãe (Lucas 1:41,44); Lucas diz que ele [João Batista] estava cheio do Espírito Santo dentro do útero materno (Lucas 1:15).

A Bíblia também é clara que a vida não começa em algum momento no útero. David diz, no Salmo 139:16: “Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.” Deus olhou e conheceu David quando ele era ainda uma concepção em desenvolvimento no útero de sua mãe. Por isso ele fala de algumas de suas partes corporais (membros), “quando nem ainda uma delas havia”

Antes que alguma de suas partes corporais fossem desenvolvidas ou materializadas, Deus o conhecia e ele era Davi “…as quais em continuação foram formadas” descreve o desenvolvimento de uma criança no útero materno como Deus modelando-as [e transformando-as] num bebê pronto para nascer. O que Deus chama de “substância” de Davi, o mundo chama de bolo de tecido.

Claramente, a vida começa na concepção. Deus nos adverte em Eclesiastes 11:5 para não pensarmos conhecer o processo da gravidez: “Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas.”. Não sejamos tão presumidos para escolher um ponto arbitrário no tempo e considerar o momento quando a vida começa. Possamos pela fé aceitar o fato de que a vida começa na concepção.


2. Todas as Pílulas de Controle do Nascimento Causam Aborto?

“22 ¶ Se alguns homens pelejarem, e um ferir uma mulher grávida, e for causa de que aborte, porém não havendo outro dano, certamente será multado, conforme o que lhe impuser o marido da mulher, e julgarem os juízes. 23 Mas se houver morte, então darás vida por vida,” (Êx 21:22-23 )

Isto nos leva à nossa próxima discussão. Está no nosso direito fazer algo que termine a vida de uma criança em qualquer momento após a concepção? Em Êxodo 21:22, Deus comandou punir um homem por, mesmo sem intenção, ter causado um aborto espontâneo numa mulher. No versículo 23, Deus nos diz que se algum dano se seguir, o perpetrador deve pagar “vida por vida”, colocando igual valor pela vida da criança não nascida e pela do homem envolvido. Portanto, os que mesmo sem intenção terminam a vida de crianças não nascidas são culpados diante de Deus e os que o fazem intencionalmente são culpados de assassinato e devem receber pena de morte.

Métodos de controle hormonal do nascimento, incluindo todos os tipos de pílulas de controle, adesivos, injeções de hormônio, implantes, etc. ... desempenham duas funções primárias:

1.) Suprimem a ovulação: Nenhum óvulo sendo liberado, a gravidez não é possível. Dependendo do método específico usado, a ovulação é suprimida em 40-95% do tempo. Nos outros 5-60% do tempo, um óvulo é liberado e pode ser fecundado.

2.) Eles enfraquecem e espessam a parede do útero. Isso torna a implantação da criança com 7 dias de concebida virtualmente impossível. Todos os métodos hormonais de controle têm esse efeito na parede do útero, 100% do tempo.

A lógica simples nos diz que se um óvulo pode ser liberado e fecundado 5-60% do tempo e a implantação está sendo evitada em 100% do tempo, um aborto silencioso está ocorrendo em 5-60% dos meses em que a mulher está tomando a pílula, porque a criança de 7 dias de existência é incapaz de se implantar e, portanto, morre. A “pílula do dia seguinte” funciona dentro do mesmo princípio para destruir a cobertura do útero, mas num período mais curto devido às maiores concentrações dos mesmos hormônios.

O valor de 5% é baseado no uso da pílula “combinada”, que é normalmente uma combinação de estrógeno e progesterona. O valor de 60% é baseado no uso de pílulas só de progesterona (“mini-pílulas”), adesivo, ou injeções/implantes de progesterona. Portanto, uma mulher que toma a pílula combinada por 'apenas' dois anos, estatisticamente terá um aborto químico durante esse tempo. Uma mulher que usar o método da progesterona pura por dois anos tem a possibilidade de 12 abortos silenciosos durante esse período, ou um a cada dois meses. Essas são as estimativas mais conservadoras disponíveis. Outras pesquisas indicam que as mulheres que tomam as pílulas combinadas poderiam estar ovulando em 50% do tempo e que 70% das mulheres que tomam a “mini-pílula” poderiam estar ovulando todos os meses. Em quase todos os casos esses bebês não seriam capazes de se implantar no útero e morreriam. 

“Com mais de 17 milhões de mulheres americanas usando a Pílula e outros aborto-facientes [isto é, abortivos] químicos, estima-se que a quebra da ovulação e da gravidez ocorrem tão frequentemente que...entre 7 a 12 milhões de crianças recém concebidas são mortas por abortos químicos no útero a cada ano. E muitas dessas mulheres nunca souberam que estavam grávidas.” (“Homicídios Infantis Através de Contraceptivos”- 1994, por Estudo da Comissão Ad Hoc de |Mortes por Aborto – Bardstown, KY-Fone: 502-348-3963).

“Na América, estima-se que os abortos químicos matam mais de 7 milhões de bebês a cada ano, enquanto os abortos cirúrgicos matam em torno de 1,5 milhões de bebês a cada ano.”

“Artigos científicos sugerem que a ovulação perdida ocorre em 4-15% de todos os ciclos em pacientes que tomam pílulas de controle de nascimento. Assim, como esse folheto indica, abortos químicos prematuros são uma preocupação real e significativa.” (Paddy Jim Baggot, M.D., Ob/Gyn, Fellow do Colégio Americano de Genética).

O termo “pílulas de controle de nascimento” é preciso, já que elas não evitam a contracepção, mas [sim] o nascimento. Talvez a razão por que Deus não tenha terminado com o holocausto de abortos na América seja porque o próprio povo de Deus esteja sem saber matando sua própria descendência.

“11 ¶ Se tu deixares de livrar os que estão sendo levados para a morte, e aos que estão sendo levados para a matança; 12 Se disseres: Eis que não o sabemos; porventura não o considerará aquele que pondera os corações? Não o saberá aquele que atenta para a tua alma? Não dará ele ao homem conforme a sua obra?” (Pv 24:11-12 )


3. O Controle de Nascimento é Pecado?

“E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; ...” (Gn 1:28 )

O primeiro comando de toda a Bíblia é encontrado em Gênesis 1:28, quando Deus comanda a toda a humanidade que “sejam fecundos e multipliquem-se e preencham a terra.” O leitor distraído pode pensar que este comando foi dado a Adão e Eva somente e não se aplica aos cristãos de hoje. No entanto, a palavra chave neste versículo é “re-preencha” [Nota da tradutora: “replenish” é a palavra usada pela King James Bíblia] . A palavra "re-preencha” significa re-encha. Se este comando fosse só para Adão e Eva, por que eles seriam comandados para re-encher algo que nunca antes foi enchido? A palavra “re-preencha” é usada porque Deus está comandando a ocorrência de um processo contínuo. Cada geração da humanidade recebe o comando de re-preencher a terra. A NIV e outras perversões da Bíblia mudaram a palavra “re-preencher” para “encher”, que radicalmente altera este significado.

Muita gente acha que o comando de Deus no Antigo Testamento, para [o casal] ser fecundo e multiplicar não pertence aos cristãos de hoje porque a população da terra é muito maior do que era nos dias do Antigo Testamento. Um estudo cuidadoso do Pentateuco revela que quando as crianças de Israel deixaram o Egito, sua população era aproximadamente 2-3 milhões. Ainda em Deuteronômio 1:11 está: “O Senhor Deus de seus pais mil vezes mais do que sois e os abençoará conforme vos prometeu”. A vontade de Deus era, só para a nação de Israel, 2-3 bilhões. Ainda mais tantas outras nações que Deus ordenou em Gênesis 1:11 !

O maior número encontrado em toda a Bíblia é “milhares de milhões”. Este número se constitui no mínimo de 2 bilhões. “Abençoaram a Rebeca e lhe disseram: És nossa irmã: sê tu a mãe de milhares de milhares, e que a tua descendência possua a porta dos seus inimigos”– Genesis 24:60. Novamente, isto é uma referência à vontade de Deus a respeito do número do Seu povo escolhido.

Quando os filhos de Israel saíram do Egito nos dias de José, eles eram contados apenas com 70 [almas], enquanto o Egito era a nação mais poderosa do mundo. Quando os israelitas se tornaram escravos, menos de 360 anos depois, Faraó disse: “Eis que o povo dos filhos de Israel é mais numeroso e mais forte que nós” – (Êxodo 1:9). O povo de Deus se multiplicou num índice muito mais rápido que os egípcios mundanos. Conforme as fontes da Paternidade Planejada, muitos métodos de controle de nascimento foram inventados no antigo Egito. Isto pode explicar o forte contraste.

Antes de 1936, todos os dispositivos contraceptivos e métodos de controle de nascimento eram ilegais nos EUA. Em 1938, o juiz August Hand levantou a bandeira do controle de nascimento. Em 1965, no caso Griswold versus Connecticut US 479 (1965), a Suprema Corte dos EUA derrubou uma das últimas leis estatais proibindo a prescrição ou uso de contraceptivos por casais casados. O que o mundo e o governo civil consideravam imoral e mesmo criminoso, a Cristandade abraçou menos de 70 anos depois.

“Quero, pois, que as que são moças se casem, gerem filhos, governem a casa, e não dêem ocasião ao adversário de maldizer;” (1Tm 5:14 )

Por que os cristãos de hoje desejam limitar o tamanho de suas famílias por meio do controle de nascimento? Não há nenhuma razão porque um cristão recusaria a benção de crianças que não seja motivada por egoísmo ou falta de fé em Deus. A Bíblia ensina claramente que é o Senhor que abre o útero da mulher e lhe permite conceber uma criança. Quem somos nós para impedir a vontade de Deus?

“Porque o SENHOR havia fechado totalmente todas as madres da casa de Abimeleque, por causa de Sara, mulher de Abraão.” (Gn 20:18 )

 “Vendo, pois, o SENHOR que Lia era desprezada, abriu a sua madre; porém Raquel era estéril.” (Gn 29:31)

“E lembrou-se Deus de Raquel; e Deus a ouviu, e abriu a sua madre.” (Gn 30:22)

 “5 Porém a Ana dava uma parte excelente; porque amava a Ana, embora o SENHOR lhe tivesse cerrado a madre. 6 E a sua rival excessivamente a provocava, para a irritar; porque o SENHOR lhe tinha cerrado a madre.” (1Sm 1:5-6 )

 “Abriria eu a madre, e não geraria? diz o SENHOR; geraria eu, e fecharia a madre? diz o teu Deus.” (Is 66:9)

 “Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão.” (Sl 127:3)

Se Deus é responsável por abrir e fechar o útero e Ele nos dá crianças como meio de nos abençoar e recompensar, por que rejeitaríamos o presente de Deus e nos esqueceríamos de Sua perfeita vontade em nossas vidas? Nada pode ser mais ofensivo que a rejeição de um presente dado com amor. É semelhante aqueles que rejeitam o presente de Deus da vida eterna e perecem no fogo do Inferno porque tem má vontade ao receber o dom da salvação.

O povo de Deus foi fortemente influenciado pelo sistema mundano sem Deus, e as doutrinas chave da Bíblia aqui apresentadas caíram todas de lado. Deixamos de condenar todos os métodos de controle do nascimento para permitir e mesmo promover a pílula, a mais hedionda forma de controle do nascimento. Seria de Deus que esta geração se levantasse e lutasse por essa doutrina chave da palavra de Deus e limpasse nossas igrejas do sangue de nossos filhos e filhas.


******

Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB)
Pastor Esteven L. Anderson - 2005 - solascriptura
Tradução Silva, Valdenira N. M. Do coração 


domingo, 30 de setembro de 2012

domingo, 11 de março de 2012

É importante combater a monopaternidade

"Eu consigo criar o meu filho sozinha. Quem é que precisa dum pai?"

Os filhos precisam dum pai porque, por melhor que a mãe seja, ela nunca vai ser um pai.

Um estudo levado a cabo na Austrália - em torno do comportamento dos rapazes que cresceram sem um pai - é elucidativo.

Os rapazes são mais inclinados para a violência se cresceram sem uma figura paterna. O estudo, levado a cabo pelo "Melbourne Institute of Applied Economic and Social Research" na "Faculty of Business and Economics", verificou que a presença duma figura paterna durante a adolescência dos rapazes servia de força de controle em relação ao comportamento desviante e actividades de risco.

Embora se tenha determinado que a presença envolvente e interacção entre os pais (homens) e os rapazes é benéfica, não ficaram explicados os benefícios positivos que as crianças que cresceram com os pais obtêm.

A Professora Deborah Cobb-Clark, Directora de Melbourne Institute disse:

A sensação de segurança gerada pela presença dum modelo masculino na vida do jovem tem efeitos protectores na criança, independentemente do nível de interacção entre a criança e o pai.

Os pais não só fornecem exemplos masculinos às crianças, como podem influenciar as suas preferências, valores e atitudes - ao mesmo tempo que lhes fornecem uma sensação de segurança e aumentam a sua auto-estima.

A sua presença aumenta também o nível de supervisão paterna em casa, o que pode levar à redução do comportamento delinquente. [...]

O nosso estudo incluiu pais residentes e não-residentes, pais biológicos e pais adoptivos e a sua influência no comportamento adolescente. Descobrimos que os jovens envolvem-se em mais delinquência na ausência duma figura paterna nas suas vidas.

O comportamento das raparigas adolescentes tem uma relação menor com isto, o que pode ser atribuído aos menores níveis de assumpção de riscos presente entre as fêmeas.

Adicionalmente, verificou-se que pertencer a famílias com rendimentos mais elevados não resolve o problema associado à delinquência juvenil.

* * * * * * * * * * *

Rapazes que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo actividades mais violentas. Mais uma evidência contra a noção de que basta uma mãe para a criança ter um desenvolvimento emocionalmente estável.

Curiosamente, o estudo alega que as raparigas não são afectadas pela ausência duma figura paterna. Mas isso deve-se à métrica usada para se determinar esse dado: comportamento delinquente.

Quando os estudos alargam as variáveis mensuráveis de modo a incluir outro tipo de comportamento desviante, existe uma ligação muito forte entre o nível de promiscuidade da rapariga e a presença (ou ausência) dum pai.


As raparigas que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo comportamento sexual de risco do que as raparigas que cresceram com um pai ou com uma figura paterna.

Mulheres adolescentes com idades entre os 15 e os 19 educadas num lar onde não havia figura paterna são significativamente mais susceptíveis de se envolverem em sexo pré-matrimonial do que mulheres adolescentes que cresceram em famílias compostas por um pai e uma mãe.

(Billy, John O. G., Karin L. Brewster and William R. Grady. "Contextual Effects on the Sexual Behavior of Adolescent Women." Journal of Marriage and Family 56 (1994): 381-404.)

* * * * * * * *

Portanto, rapazes que crescem sem um pai tendem a ser mais violentos e raparigas que crescem sem um pai tendem a ser sexualmente mais promiscuas. Olhando para estes dados, não é lógico defender a monopaternidade como modalidade familiar saudável e aconselhável.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ter filhos reduz chance de doenças cardíacas, afirma estudo

O justo anda na sua sinceridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele.
Provérbios 20:7

Homens que não tem filhos têm maior chance de morrer devido a doenças cardíacas, de acordo com estudo realizado pela Universidade Stanford, na Califórnia. A pesquisa foi realizada com 135 mil homens e apontou que os que não possuíam filhos tinham risco 17% maior de morrer de doenças cardiovasculares.

O estudo foi feito durante 10 anos apenas com homens casados e durante esse período, 10% dos homens morreram, um em cada cinco de doenças cardíacas.

O pesquisador Dr. Michael Eisenberg acredita que algum fator relativo à paternidade, como eventuais mudanças de comportamentos e de hábitos relativos à saúde, protege contra essas doenças e faz os homens com filhos viver por mais tempo.

A descoberta pode ser relacionada com outras pesquisas já existentes que mostram a relação entre baixos níveis de testosterona e o desenvolvimento de certas doenças cardiovasculares. Não há confirmação, entretanto de que todos os homens participantes do estudo organizado pela universidade que não tinham crianças eram inférteis.

Os pesquisadores acreditam que encontrar a relação entre infertilidade e doenças cardíacas contribuirá para prevenir doenças antes que elas apareçam.

O estudo foi publicado na revista Human Reproduction.

(Fonte)


Levanta em redor os teus olhos, e vê; todos estes já se ajuntaram, e vêm a ti: teus filhos virão de longe, e tuas filhas se criarão a teu lado.

Isaías 60:4

sexta-feira, 25 de março de 2011

Crianças que vivem com os pais biológicos são mais felizes

Inglaterra - Segundo um estudo recente, crianças que vivem com os pais naturais possuem uma "satisfação de vida" superior. Semelhantemente o estudo declara que as refeições em família são importantes. Os achados vem do estudo da "Understanding Society", uma pesquisa que questionou cerca de 14,000 famílias.

O estudo apurou que:

Não viver com ambos os pais naturais tem um impacto negativo maior do que a sua situação financeira.
O estudo declara que "a satisfação de vida é mais elevada entre aqueles que vivem com ambos os pais naturais". Paralelamente, foi reportado que "crianças que comem uma refeição nocturna com a família pelo menos 3 vezes por semana são mais susceptíveis de reportar estarem completamente felizes com a situação familiar do que as crianças que nunca comem em família ou que comem menos de 3 vezes por semana juntos".

De acordo com a pesquisa, 60% dos jovens reportou estar "completamente satisfeito" com a sua família, mas as crianças que vivem com um só parente eram menos susceptíveis de reportar estarem "completamente felizes"

O estudo verificou que, "depois de se levarem em conta várias características, os casais que coabitam eram significativamente menos felizes nas suas relações que os em casamento.

Ressalvando a importância do sono, a reportagem diz que "os casados reportam um melhor sono enquanto que os divorciados/separados são mais susceptíveis de possuírem problemas durante o sono".


Esta notícia é mais uma a juntar a todas as outras que demonstram como a família nuclear é fundamental para a criança e, mais tarde, para a sociedade em si. Se a família não funciona, a sociedade também não.

Isto talvez explique a necessidade que os marxistas culturais tem em corromper e destruir a família uma vez que famílias estáveis geram crianças emocionalmente saudáveis, que por suas vez se tornam adultos menos susceptíveis de caírem nas mentiras dos "revolucionários".

Além disso, uma criança que cresça num ambiente saudável tem mais hipótese de avançar nos estudos e tornar-se financeiramente independente das "ajudas" do Estado. Mas isto é exactamente o que os marxistas não querem uma vez que pessoas financeiramente independentes são mais difíceis de controlar.