quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Portugal tem menos católicos e mais protestantes/evangélicos
domingo, 9 de setembro de 2012
A Inquisição e os ateus
No dia 9 de Junho de 721 A.D., o Duque Odo de Aquitaine derrotou Al-Samh ibn Malik al-Khawlani perante as paredes da sitiada cidade de Toulouse. Esta batalha, seguida pelas vitórias do Rei Pelayo das Astúrias e de Carlos Martel nas batalhas de Covadonga e Tours, deu término a um século de uma espantosa e bem sucedida expansão islâmica."
Pelos 760 anos que se seguiram, as conquistas dos Umayyads na península espanhola foram gradualmente revertidas por uma sucessão de Reis Cristãos, um longo processo perturbado pelas usuais mudanças de alianças e variados graus de ambição e competência militar em ambos os lados da divisão religiosa.A “Reconquista” foi finalizada com a queda da Granada muçulmana em 1492 às mãos das forças castelhanas do Rei Fernando.
A Inquisição Espanhola, que começou no ano de 1481, não pode ser entendida sem primeiro se reconhecer o significado desta épica guerra de 771 anos entre Cristãos e muçulmanos pela posse da península espanhola. Aquilo que o berbere Gen. Tariq ibn Zayid conquistou em apenas 8 anos - ao serviço do califado Umayyad - requereu um período 100 vezes mais longo para reconquistar.
Devido a isto, nem o Rei Fernando II de Aragão, nem a Rainha Isabel de Castela se encontravam inclinados a ariscar qualquer possibilidade de ter que repetir este grande empreendimento. Isabel, em particular, estava preocupada com as histórias em torno dos conversos, alegados Cristãos que fingiam ter convertido do Judaísmo mas que ainda practicavam a sua antiga fé. Isto era perturbador uma vez que era razoável assumir que aqueles que mentiam acerca da sua conversão religiosa, mentiam também acerca da sua lealdade à coroa unida, e era temido que os Judeus se encontravam outra vez a encorajar os líderes muçulmanos a tentar a recaptura da al-Andalus, tal como eles o tinham feito na captura original, 8 séculos antes. (“Continua a ser um facto que os Judeus, quer tenha sido de forma directa ou através dos seus correligionários em África, encorajaram os Maometanos a conquistar a Espanha” The Jewish Encyclopedia (1906). Vol XI, 485.).
Foi instalada uma comissão de investigação e os relatórios foram verificados. Foi por esta altura que os monarcas espanhóis requisitaram ao Papa Sixtus IV que ele criasse um ramo da Inquisição Romana que reportaria à coroa espanhola. Inicialmente, o papa recusou, mas quando Fernando ameaçou deixar Roma entregue a si própria, na eventualidade dum ataque turcos, ele acedeu de modo relutante e no dia 1 de Novembro de 1478 ele emitiu a “Exigit Sinceras Devotionis Affectus”, uma bula papal que estabelecia uma inquisição no reino de Castela de Isabel."
Temos a tendência de ficar com a impressão de que o Rei Fernando estava menos do que profundamente preocupado com a ameaça potencial dos conversos, e que agiu principalmente como forma de satisfazer os pedidos da sua esposa, uma vez que ele prontamente fez uso da sua nova autoridade fazendo absolutamente nada durante os dois anos que se seguiram.
Foi então que no dia 27 de Setembro de 1480, os primeiros dois inquisidores, Miguel de Morillo e Juan de San Martín, foram nomeados, o primeiro tribunal foi criado, e no dia 6 de Fevereiro de 1481, seis falsos Cristãos foram acusados, julgados e queimados naquele que foi o primeiro auto de fé da Inquisição Espanhola.
O que é que aconteceu entre Novembro de 1478 e Setembro de 1480 que inspirou este súbito ímpeto de acção? Embora historiadores tais como Henry Kamen declarem-se confusos sobre o que pode ter provocado a coroa espanhola, o ímpeto mais provável foi o que ocorreu no dia 28 de Julho, três meses antes da decisão do Rei Fernando.
Uma navegação turca liderada por Gedik Ahmed Pasha atacou a cidade aragonesa de Otranto, tomando-a no dia 11 de Agosto. Mais de metade dos 20,000 habitantes foram chacinados durante o saque à cidade. O arqui-bispo foi morto na catedral, e um dos líderes militares foi cerrado em dois enquanto ainda se encontrava vivo. O mesmo aconteceu a um bispo com o nome de Stephen Pendinelli.
Mas o evento mais infâme foi quando foi dada aos homens capturados em Otranto a escolha de converter ao islão ou morrer. 800 mantiveram a sua fé Cristã e foram decapitados en masse num local hoje conhecido como a Colina dos Mártires. A armada turca prosseguiu o seu percurso atacando as cidades de Vieste, Lecce, Taranto e Brindisi, e destruindo a grande biblioteca em Monastero di San Nicholas di Casole antes de regressar ao território otomano em Novembro.
Não deixa de ser uma ironia histórica de proporções significativas que mais pessoas tenham morrido neste evento esquecido, que quase de certeza inspirou a Inquisição Espanhola, do que aquelas que morreram nas famosas chamas da Inquisição propriamente ditas. Apesar da reputação de ter sido uma das mais maldosas e letais instituições da história da humanidade, a Inquisição Espanhola foi uma das mais hunanas e decentes do seu tempo, e até uma que pode ser considerada a mais razoável, considerando as circunstancias
- A Inquisição Espanhola não tentou converter ninguém ao Cristianismo.
- Os Inquisidores não eram os psicóticos caracterizados por Dostoevsky e Edgar Allan Poe.
- A tortura raramente foi usada, e só o foi quando haviam evidências suficientes que indicavam que o acusado estava a mentir.
- O motivo principal que levou a existência duma Inquisição Espanhola foi o facto de Fernando e Isabel encorajarem os Judeus e os muçulmanos a converterem-se ao Cristianismo - em vez de pura e simplesmente expulsa-los a todos, como fizeram outros reinos europeus, .
Historiadores seculares que tiveram acesso aos arquivos do Vaticano em 1998, descobriram que dos 44,674 indivíduos julgados entre 1540 e 1700, apenas 804 foram registados como sendo relictus culiae saeculari. O relatório de 763 páginas indica que apenas 1% dos 125,000 julgamentos registados durante toda a inquisição resultou numa execução por parte da autoridade secular. Isto significa que, durante toda a sua infame história de 345 anos, a temida Inquisição Espanhola foi, anualmente, menos 14 vezes menos fatal que as mortes infantis que ocorrem a andar de bicicleta.
Se, como a certa altura descreveu o historiador Charles LeaIf, a Inquisição Espanhola foi o absolutismo teocrático no seu melhor, somos levados a concluir que foi um testemunho bastante positivo em favor do absolutismo teocrático.
É um testemunho para os estranhos caminhos da história que a Inquisição Espanhola permaneça notória até aos dias de hoje, especialmente quando se sabe que os 6,832 membros do clero Católico assassinados em 1936 durante o Terror Vermelho da República Espanhola são o dobro do número de vítimas durante os 345 anos da inquisição.
sábado, 14 de julho de 2012
Liberdade segundo a militância ateísta
Munido com dentes de alho, estacas e martelos, água benta e um colete à prova de balas, mergulhei no mundo da militância ateísta portuguesa mesmo a tempo de presenciar uma conversa iniciada por aquele que se auto-identifica como o "moderador-mor" do grupo "O Ateu Responde".
Ou seja, os Católicos devem ser taxados de forma distinta que o resto da população. Motivo? O facto de serem Católicos.
O problema é que os membros dessa outra confissão geralmente não têm qualquer tipo de problema com as manifestações Católicas numa país Católico. São os militantes ateus - e apenas eles - que os usam para levar a cabo o seu ódio ao Catolicismo.
Incrível. Onde é que já se viu tamanha coisa?
A Ana não entende o ridículo da sua situação ao queixar-se de que os Cristãos "obrigam os políticos a fazer-lhes a vontade" ao mesmo tempo que ela propõe que se use o Estado para remover todos os traços de Catolicismo do país.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Um em cada doze cristãos no mundo é brasileiro
Se eles deixam o tempo avançar, e dado o crescimento explosivo dos Evangélicos brasileiros, é provável que o futuro do Brasil seja ainda mais Cristão do que já é - para horror da esquerdalha militante.
Um em cada doze cristãos no mundo é um brasileiro (8% do total), de acordo com um estudo recente feito pelo Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, dos EUA, sob o título “Global cristianismo.”
A pesquisa analisou 200 países e constatou que o Brasil é o segundo país cristão com mais de 175 milhões de cristãos.
Os Estados Unidos lideram o topo da lista, com 247 milhões de cristãos. Terceiro lugar na lista está o México com 108 milhões.
O Brasil tem mais que o dobro de cristãos da Nigéria e cerca de três vezes mais que a Alemanha. A maioria dos brasileiros (cerca de 90 por cento) identificam-se como católicos ou protestantes.
O país era esmagadoramente católico depois de ter sido colonizado por Portugal no século 16. Em 1950, quase 94% dos brasileiros eram católicos. No entanto, desde a década de 80, o número de católicos têm diminuído, enquanto o número de protestantes aumenta consideravelmente.
De acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os católicos em 2009 responderam por 68,43% dos brasileiros, enquanto os evangélicos, pentecostais e tradicionais representaram 20,2%.
Apesar do declínio, a população católica brasileira de cerca de 134 milhões ainda é de longe o maior do mundo. Cerca de 1/8 dos católicos no mundo (12%) são brasileiros.
A comunidade protestante que cresce mais rápido é o segmento pentecostal, de acordo com uma pesquisa realizada em 2006 pelo Fórum Pew, o que representa 72% da população protestante.
No mundo os cristãos são o maior grupo religioso, segundo o estudo. Ao todo, cerca de 2 bilhões e 180 milhões são cristãos, que representam quase um terço dos cerca de 7 bilhões da população mundial.
O relatório “Global cristianismo” foi baseado principalmente em uma análise por país de mais de 2.400 fontes de dados, tais como censos e pesquisas nacionalmente representativas da população.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Os 10 últimos Papas condenam o socialismo, marxismo e comunismo.
“[…]o “comunismo”, o “socialismo”, o “nihilismo”, monstros horrendos que são a vergonha da sociedade e que ameaçam ser-lhe a morte” (Leão XIII, Encíclica Diuturnum Illud, 29 de junho de 1881 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 16).sexta-feira, 30 de setembro de 2011
A Igreja Católica e o Nacional Socialismo
“Só a Igreja Católica protestou contra o assalto hitlerista à liberdade”
(Albert Einstein)
“Uma palavra de sincera e profunda apreciação é devida pelos judeus ao Vaticano por sua intervenção em Berlim e Vichy em favor de seus correligionários torturados na França...
Foi uma iniciativa incentivada, honrosamente, por um bom número de católicos, mas para a qual o próprio Santo Padre, com sua intensa humanidade e sua clara compreensão das verdadeiras e mortais implicações dos assaltos contra o povo judeu, não precisou ser incentivado por ninguém.”
(Jornal Jewish Chronicle, de Londres, em 1942)
“Nestes tempos duros, nossos pensamentos, mais que nunca, voltam-se com respeitosa gratidão ao Soberano Pontífice, que fez tanto pelos judeus em geral... No nosso pior momento de provação, a generosa ajuda e o nobre apoio da Santa Sé foram decisivos.
Não é fácil encontrar as palavras adequadas para expressar o alívio e o consolo que o magnânimo gesto do Supremo Pontífice nos deu, oferecendo vastos subsídios para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados.
Os judeus romenos jamais esquecerão esses fatos de importância histórica.”
(Dr. Alexandre Safran, rabino-chefe da Romênia, 1944)
“Para a glória perene do povo de Roma e da Igreja Católica Romana, podemos afirmar que o destino dos judeus foi aliviado pelas suas ofertas verdadeiramente cristãs de assistência e abrigo.
Mesmo agora, muitos ainda permanecem em lares religiosos que abriram suas portas para protegê-los da deportação e da morte certa” (Boletim de uma Brigada Judaica em Roma, após a libertação dos aliados.)
“Se fomos resgatados, se os judeus ainda estão vivos em Roma, venham connosco e agradeçamos ao Papa no Vaticano.” (Um sobrevivente, citado num diário hebraico de Israel)
“Recebemos relatórios de nossos capelães militares na Itália sobre a ajuda e a protecção dos judeus italianos pelo Vaticano, pelos padres e pelas instituições da Igreja durante a ocupação nazista do país.
Estamos profundamente comovidos diante dessa extraordinária manifestação de amor cristão – tanto mais porque sabemos dos riscos corridos por aqueles que se prontificaram a abrigar os judeus.
Do fundo de nossos corações enviamos a V. Santidade a expressão de nossa imorredoura gratidão.” (Um Comitê da Junta Judaica Americana de Bem-Estar Social, escrevendo ao próprio Pio XII)
“Agora que os Aliados vitoriosos quebraram nossas cadeias e nos libertaram do cativeiro e do perigo, que nos seja permitido expressar nossa profunda e devota gratidão pelo conforto e ajuda que Vossa Santidade se dignou de nos garantir com paternal preocupação e infinita ternura ao longo dos anos de nosso internamento e perseguição...
Ao fazê-lo, Vossa Santidade, como a primeira e a mais alta autoridade na Terra, ergueu sua voz universalmente respeitada, em face de nossos perigosos inimigos, para defender abertamente nossos direitos e a dignidade humana...
Quando estávamos ameaçados de deportação para a Polónia, em 1942, Vossa Santidade estendeu sua mão paternal para nos proteger, e deteve a transferência dos judeus internados na Itália, com isto salvando-nos da morte quase certa.
Com profunda confiança e esperança de que a obra de Vossa Santidade será coroada com sucesso continuado, expressamos nossos agradecimentos de coração e rogamos ao Todo-Poderoso: Que Vossa Santidade possa reinar por muitos anos na Santa Sé e exercer sua benéfica influência sobre o destino das nações.” (Carta de veteranos de um campo libertado, a Pio XII)
Congresso Judaico Mundial enviou um telegrama à Santa Sé, agradecendo pela protecção dada “sob condições difíceis, aos judeus perseguidos na Hungria sob domínio alemão”.
“Agradeço ao Papa e à Igreja, do fundo do meu coração, por toda a ajuda que nos deram.” (O rabino-chefe de Jerusalém, Isaac Herzog)
“Eu disse a ele que meu primeiro dever era agradecer-lhe, e através dele a toda a Igreja Católica, em nome do público judeu, por tudo o que fizeram em todos os países para resgatar judeus - para salvar as crianças e os judeus em geral.
Estamos profundamente agradecidos à Igreja Católica pelo que ela fez naqueles países para salvar nossos irmãos.” (Moshe Sharett, um eminente sionista, resumindo a sua entrevista pessoal com o Papa.)
O Dr. Leon Kubowitzky, do Conselho Mundial Judaico, ofereceu uma vasta doação em dinheiro ao Vaticano, “em reconhecimento pela obra de Santa Sé ao resgatar judeus das perseguições fascista e nazista”.
“A Igreja Católica e o papado deram prova de que salvaram tantos judeus quanto puderam". (Raffaele Cantoni, do Comitê Judaico de Bem-Estar Social da Itália)
domingo, 21 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Padre recusa-se a validar uniões não-Cristãs
O pároco de Benavente, Tarcísio Pinheiro, recusa baptizar na sua paróquia filhos de pais que vivem em união de facto, celebraram casamento no civil, ou cujos padrinhos não sejam baptizados ou casados pela Igreja.
Empenhado em cumprir as regras do direito canónico, Tarcísio Pinheiro explicou que "as crianças quando impedidas de serem baptizadas em bebés podem-no fazer aquando da catequese, altura em que já possuem o uso da razão".
O padre acrescenta que apenas baptiza crianças fruto de casamento civil quando os pais estão divorciados de anteriores casamentos católicos. "Esta é uma situação irreversível, porque os pais não podem voltar a casar-se pela Igreja", explicou o sacerdote.
Tarcísio Pinheiro adiantou que sempre baptizou filhos de mães solteiras e afirma não compreender por que razão há párocos que não seguem as mesmas regras no baptismo.
O sacerdote disse ficar descontente por outros padres de paróquias vizinhas aceitarem baptizar crianças nessas situações, facto que levou a que fizesse uma exposição ao Cardeal--patriarca. Acrescenta ainda que "os párocos de Salvaterra de Magos e de Alverca defendem iguais restrições no baptismo".
-Fonte-
Se os Cristãos não se firmarem neste ponto, dificilmente haverá argumento contra o baptismo de crianças adoptadas por homossexuais. Afinal, dentro do Cristianismo a "união de facto" é tão "casamento" como o gaysamento.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
A perseguição purifica a Igreja
"Muitas vezes Deus usa situações e eventos da nossa vida para nos ensinar verdades que nós já deveríamos ter aprendido através da Bíblia. Se não aprendemos com a Bíblia, Deus usa outra forma de nos ensinar."Depois de vêr esta notícia (onde se fala da união entre Católicos e Evangélicos da defesa de verdades Bíblicas como o direito à vida e a defesa do casamento - não confundir com gaysamento) o que aquele pastor falou numa sala escura duma igreja em Algés veio-me à memória outra vez.
De facto, é preciso que hajam violentas perseguições, atentados contra a vida e contra a normalidade sexual, fragilização de instituições fundamentais para a sociedade e descriminação religiosa, para os Cristãos finalmente aprenderem o que o Espírito Santo quis dizer quando inspirou Paulo a escrever o seguinte há cerca de 2000 anos atrás:
Somente deveis portar-vos dignamente, conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo, pela fé do evangelho.Finalmente os Cristãos apercebem-se que aquilo que nos divide é ridículo se levarmos em conta a violente guerra espiritual em que estamos envolvidos.Filipenses 1:27
O Criador já havia dito através da Sua Palavra para nós andarmos "firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor" porque o nosso "trabalho não é vão no Senhor" (1 Cor 15:58), mas durante a nossa caminhada questões periféricas tornaram-se primárias e questões obrigatórias (anunciar o Evangelho, dar testemunho da Verdade, defender a vida e o casamento) tornaram-se opcionais.
Devido a isso, Deus deu espaço de manobra aos anti-Cristãos para estes avançarem contra a Igreja de modo a que os Cristãos finalmente possam despertar do sono espiritual em que estavam mergulhados há décadas.
Os fortes e violentos ataques que os Cristãos têm sofridos em todo o mundo estão a ter efeitos contrários àqueles que seriam desejados pelo inimigo das nossas almas, mas estão a ter os efeitos desejados por Aquele que Se entregou por nós.
Esta aproximação entre Católicos e Evangélicos (bem como a aproximação que tem ocorrido entre Cristão e Judeus) pode ser um forte sinal de algo está para acontecer a nível global. Da forma como a moral tem decaído ultimamente, algo tem que acontecer. O nosso propósito e garantir que estamos incorporados na Família de Deus.
domingo, 27 de março de 2011
5.000 ingleses pedem para ingressar na Igreja Católica.
No domingo passado, 13 de março, cerca de cinco mil pessoas -incluindo 900 ex-anglicanos- reuniram-se na Catedral de Westminster, para expressar seu desejo de formar parte da Igreja Católica.
Conforme informou a agência SIR, os 900 ex-anglicanos querem participar do Ordinariato Pessoal de Nossa Senhora de Walsingham, segundo a Constituição Apostólica “Anglicanorum coetibus” que em janeiro passado entrou em vigor como resposta ao pedido de alguns ex-anglicanos para formar parte da Igreja Católica.
Em total são 61 os ex-líderes anglicanos que apresentaram sua petição de ingresso à Igreja, “o testemunho de tantas pessoas que tomaram esta decisão que mudará suas vidas é muito alentador”, explicou Dom Kieran Thomas Conry, responsável pela evangelização e catequese da Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales ao SIR.
Dom Conry assegurou que a cada ano, muitas pessoas se aproximam das dioceses com experiências e talentos únicos, “a comunidade católica lhes dá as boas-vindas com afeto, amizade e o compromisso de oração”.
Para formar parte da Igreja Católica, os ex-anglicanos devem viver uma etapa de transição que inclui antes do chamado “processo de iniciação cristã para adultos”, consistente em um período de preparação apoiado na oração e a formação.
Em novembro de 2009, a Santa Sé publicou a Constituição Apostólica “Anglicanorum coetibus” para a criação do Ordinariato Pessoal dirigido àqueles anglicanos que queiram entrar em plena comunhão com a Igreja Católica.
O Arcebispo de Westminster, e presidente da Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales, Dom Vincent Gerard Nichols, explicou que esta disposição está aberta a todos os anglicanos e ex-anglicanos do mundo, e não só para aqueles da Inglaterra e Gales.











