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terça-feira, 14 de maio de 2013

A Submissão da Mulher - Parte I







Se me amais, guardais os meus mandamentos.
João 14:15





A  NATUREZA  DESTA  SUBMISSÃO


   Esta submissão não envolve caráter pessoal. Não implica na inferioridade pessoal da mulher ao Homem. Não hesito em dizer que em muitas coisas ela é superior: nas qualidades nobres que formam o caráter, na paciência e perseverança, na gentileza, no altruísmo, em ministrar aos que sofrem, no amor – ela é superior ao Homem.

            Esta submissão também não toca o que diz respeito à salvação, pois: “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3:28). Citar este versículo num esforço de destruir a doutrina da submissão da mulher ao Homem é ignorar o contexto e opor Escritura com Escritura. Este versículo ensina que todos são salvos do mesmo jeito, isto é, pela fé em Cristo Jesus (Gálatas 3:26).

            Não é uma questão de capacidade. Geralmente há mulheres que dizem que são hábeis oradoras. Não negamos isto, mas capacidade não é critério para o que é certo. Pode-se ser exímio jogador, mas esta não é uma razão porque deve ter licença para jogar. O sucesso que as mulheres têm no púlpito engana e afasta a muitos da fé. Por tal analogia de raciocínio, pode-se provar que Moisés fez bem em ferir a rocha (Números 20:11). Ele conseguiu a água, mas desobedeceu a Deus, perdendo assim, o privilégio de entrar na terra prometida. Será através de um sucesso maravilhoso que o anti-cristo ordenará a adoração dos Homens. Leia II Tessalonicenses 2:1-11 e Apocalipse 13.

            Esta submissão da mulher ao Homem é uma questão de posição. É inferioridade de posição e não de pessoa. O presidente de um país é superior a qualquer outro Homem em posição e autoridade, mas isto não significa necessariamente que ele seja superior a todos os outros em caráter e capacidade. A mulher é submissa ao Homem em relação à autoridade e sua obrigação correspondente. Perdemos o alvo completamente quando falamos sobre os direitos da mulher. Não é uma questão de direitos iguais, mas de tarefas idênticas. Quer seja no estado, no lar ou na igreja, a mulher tem que ocupar um lugar de submissão. Isto significa que o Homem tem uma medida maior de responsabilidade diante de Deus. Esta é a parte da questão da responsabilidade e menos dos tão-chamados direitos da mulher, e seria melhor para todos se fosse entendido e obedecido.

            Na adoração pública a responsabilidade de falar e ensinar não é colocada sobre a mulher, mas sim sobre o Homem. “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja” (I Coríntios 14:34-35). “A mulher aprenda em silêncio, com toda sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio” (I Timóteo 2:11-12). Que responsabilidade há para os Homens de nossas igrejas perceberem que a responsabilidade principal pela condição das igrejas estão sobre os ombros deles! E não podem escapar desta responsabilidade! O se entregar o trabalho da igreja às mulheres e crianças, como geralmente muitos fazem, é contrário à Palavra de Deus. Deixe-me fazer algumas observações. 

Deus nunca fez provisão para que uma mulher ocupasse o trono de Israel. Elas não tinham parte no ministério sacerdotal do tabernáculo nem do templo. Deus nunca fez uma aliança com uma mulher. Quando o governo de Israel se desfez, Deus descreveu as condições de maneira figurada dizendo: “Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres dominam sobre ele” (Isaías 312). O mesmo princípio se aplica às mulheres na nova dispensação. Cristo nunca chamou uma única mulher para ser apóstolo. Ele nunca chamou mulher nenhuma para pregar Seu evangelho. Todos os diáconos da igreja em Jerusalém eram Homens. Se Cristo chamasse mulheres para exercerem um ministério público, como explicaríamos sua espera de 2000 anos antes de fazê-lo? Até há pouco tempo, nenhuma mulher reivindicava tal chamado. 

            No lar, o lugar de autoridade é dado ao Homem. Dizer que há uma mesma autoridade entre marido e esposa é tolice total. Autoridade igual é o mesmo que não haver autoridade. Ela deve ser colocada ou no homem ou na mulher. Onde Deus a colocou? Com o marido ou com a mulher? A Bíblia diz que foi com o marido. O pai é mais responsável pela conduta dos filhos do que a mãe. “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor” (Efésios 6:4). No hino de gratidão, após receber mais 15 anos de vida, Ezequias disse: “O pai aos filhos fará notório a tua verdade”. Isaías 38:19. O Senhor disse sobre Abraão: “ Porque eu tenho conhecido, e sei que ele há de ordenar a seus filhos e à sua casa depois dele”. Gênesis 18:19. O pai, não a mãe, é o principal responsável pelo vestir, para onde vai, pelas pessoas com quem anda, da filha. A responsabilidade do marido e pai, à luz da Palavra de Deus é um assunto tremendamente solene. E esta responsabilidade é o resultado da autoridade divinamente ordenada.


A  RAZÃO  PARA  ESTA  SUBMISSÃO

            A submissão da mulher ao Homem tem sua origem e base na criação. “Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva”. II Timóteo 2:13. O Homem e a mulher não foram criados simultaneamente. O Homem foi criado primeiro, e a mulher foi criada para o Homem. (I Coríntios 11:9). Outra razão dada está no fato da mulher ter sido enganada na transgressão. (I Timóteo 2:14). Estas são as únicas razões encontradas na Bíblia sobre o assunto da sujeição da mulher ao Homem. Falar sobre condições locais em Corinto ou qualquer outro lugar como base para a ordem que as mulheres fiquem caladas nas igrejas é aumentar o que está escrito na Palavra de Deus. É caso do sábio ser pai do pensamento.

            Já se usou muita habilidade hoje, num esforço para se deixar de lado os ensinamentos claros da Bíblia. Quem defende com convicção este assunto sofre zombaria e intimidação. São chamados de machistas e taxados de não cooperarem por não apoiarem o que se opõe de maneira tão óbvia à Palavra de Deus. As ordens encontradas na Bíblia podem ser classificadas como morais e positivas. Uma ordem moral é aquela em que se pode ver uma razão moral, tal como: “Não matarás” e “Não furtarás”, etc. Uma ordem positiva é aquela onde não há razão moral aparente. Ela se baseia no prazer soberano de Deus. A ordem que Deus deu a Moisés de falar à rocha, em vez de ferí-la, é uma ordem positiva. A proibição de tocar na arca, que Uzá fez perdendo a vida, é uma ordem positiva. A ordem para batizar é positiva. E a ordem para as mulheres ficarem caladas nas igrejas também é positiva. A única razão que pode se dar em se obedecer a ordens positivas é que Deus as deu. A maior prova de espiritualidade não é a obediência a ordens morais, pois até os que não são salvos podem cumprí-las. Mas cumprir as ordens positivas de Deus é andar pela fé.


***
Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB)
Silva, Valdenira N. M. Do coração de Valdenir - 
solascriptura
ROSCO BRONG, Deão - Mark W. Fenison

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