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domingo, 4 de maio de 2014

Os terroristas ateus

A Arábia Saudita deu entrada a uma série de novas leis que definem os ateus como terroristas, segundo um relatório da "Human Rights Watch".

Numa série de decretos reais, e após uma porção de legislação com um alcance amplo ter sido feita para lidar com o terrorismo no geral, o rei Saudita Abdullah limitou todas as formas de dissidência política que podem "prejudicar a ordem pública".

As novas leis foram largamente instaladas para combater o crescente número de Sauditas que viaja para tomar parte da guerra civil na Síria, e regressa com treino recém adquirido e com ideias de derrubar a monarquia.

Como forma de combater isso, o Rei Abdullah emitiu o Decreto Real 44 que criminaliza a "participação em hostilidades fora do Reino" com penas de prisão que variam dos 3 aos 20 anos. No entanto, no mês passado mais normas foram emitidas pelo Ministério do Interior, identificando uma extensa lista de grupos que o governo qualifica de organização terrorista - incluindo a Irmandade Muçulmana.

O primeiro artigo das novas provisões definem o terrorismo como "apelar ao pensamento ateu de alguma forma, ou colocar em causa os fundamentos da religião islâmica sobre os quais este país foi fundado".

Joe Stork, (Human Rights Watch) firmou:
As autoridades Sauditas nunca toleraram qualquer tipo de crítica às suas políticas, mas estas leis e normas recentes quase que tornam qualquer expressão crítica ou associação independente num crime de terrorismo. Estes regulamentos cortam qualquer esperança que o Rei Abdullah tencione abrir o espaço para vozes dissidentes e grupos independentes.
A "Human Rights Watch" afirmou que estes novos regulamentos eram também um retrocesso às campanhas levadas a cabo para a protecção e liberdade de um certo número de activistas pelos direitos humanos que se encontram actualmente presos na Arábia Saudita. A organização disse ainda que Waleed Abu al-Khair e Mikhlif al-Shammari perderam recentemente os seus recursos legais, e irão dentro em breve dar início a penas de 3 meses e 5 anos (respectivamente) por terem criticado as autoridades Sauditas.

A organização disse que as novas provisões em torno do "terrorismo" tem dentro de si linguagem que o Ministério Público e os juízes já estão a usar para processar e condenar activistas independentes e dissidentes pacíficos.


* * * * * * *
Se estas medidas tivesse sido implementadas no Vaticano ou num país declaradamente Cristão, os grupos ateus de todo o mundo fariam manifestação atrás de manifestação como forma de acabar com a discriminação.

Mas como este tipo de combate não pode ser instrumentalizado contra o Cristianismo, os militantes ateus do mundo inteiro deixam que os ateus Sauditas sejam vítimas de discriminação.
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segunda-feira, 3 de março de 2014

10 razões pelas quais eu não sou ateu


Parece que existem mais ateus hoje do que alguma vez existiram. Mas eu não sou um deles, e eis  algumas razões:

1. Não é convincente.

Por definição, ateu é aquele que acredita que Deus não existe em parte alguma do universo. Os cientistas ainda nem sabem o que se encontra no fundo dos mares do nosso planeta Terra. Como é que alguém pode estar certo de que não há Deus em parte alguma do Universo? Nós não somos assim tão inteligentes. (...)



2. Nenhum ateu me inspira.

Não conheço nenhum ateu que me faça dizer "Quero ser como ele!"; o ateísmo não me dá energia.

3. Má reputação.

Para mim, existiram demasiados ateus malignos na História. O que é que os genocidas Adolf Hitler, Joseph Stalin, Mao Tse-Tung e Pol Pot tinham  em comum (só para mencionar alguns)? Nenhum deles acreditava em Deus. O ateísmo parece ser luz verde para que os ditadores matem largos números de pessoas inocentes. Sim, eu sei que os religiosos também podem ser canalhas, mas eles ainda têm que caminhar muito para chegarem ao nível das matanças históricas dos ateus.


4. Demasiada hipocrisia.

Os ateus falam de Deus mais do que qualquer outra pessoa. Num dia eles não acreditam em Deus, mas no dia seguinte eles blasfemam contra Ele porque acham que Ele é injusto e maligno. Não é possível aceitar as duas posições visto que é impossível ficar zangado com Alguém cuja existência é negada. 

5. Céptico da explosão.

A teoria do big bang nunca me convenceu. Nunca experimentei qualquer tipo de explosão a criar seja o que for. O mundo é demasiado complexo para eu acreditar que o mesmo é o efeito duma explosão aleatória. Fé em Deus faz muito mais sentido para mim do que explosões. Isto, claro, deixando de lado que algo tinha que existir de modo a que pudesse explodir. Como é que essa matéria veio a existir?

6. A teoria da evolução não explica a criação.

Mesmo que se acredite que a vida evoluiu a partir dum organismo unicelular, isso não explica a forma como esse organismo veio a existir. Isto sem falar nos milhões de fósseis transicionais cuja existência Darwin previu, mas que nunca foram encontrados.

7. Muitas pessoas que eu admiro, acreditam em Deus

Eis uma pequena lista: George Washington, Mother Teresa, Albert Einstein, Sir Isaac Newton, Nicholas Copernicus, Galileu, Martin Luther King, Abraham Lincoln, Albert Schweitzer e.... Elvis (na verdade, eu não sou grande fã de Elvis mas resolvi incluí-lo na mesma.)

8. Demasiado conveniente

Os ateus não têm que se sentir responsáveis pelas suas acções visto que eles podem inventar as suas próprias regras. Eles podem fazer o que eles bem quiserem, independentemente de quem for prejudicado.

9. Demasiado grosseiros

A maior parte dos ateus que eu conheço são grosseiros. Se calhar eu conheço os ateus errados.

10. A sério? Tudo o que existe é isto?

Não me sinto atraído à ideia de que este mundo é tudo o que existe. E sem Deus, não faz qualquer sentido acreditar que há outro mundo à nossa espera. 

BÓNUS: Ainda há aquele pequeno problema da ressurreição.

Muito para desagrado do governo Romano, a ressurreição do Senhor Jesus Cristo catapultou o Cristianismo para um lugar de destaque durante o primeiro século.

Os Romanos poderiam ter parado o movimento logo no início  mostrando ao mundo o Corpo do Senhor Jesus ou uma explicação razoável para refutar a Sua ressurreição.  Eles não foram capazes de fazer qualquer uma das duas. 

hmmmmm....


sexta-feira, 19 de abril de 2013

O espírito de Nero


Professor da "Florida Atlantic University" (FAU), com o nome Deandre Poole, ensina uma aula com o nome de “Intercultural Communication” a partir dum livro escolar com o mesmo nome. Este livro fomenta uma práctica onde os estudantes escrevem o Nome do Senhor Jesus em letras enormes e pisam-No.

Ryan Rotela, estudante e aluno que segue esta aula (e que é um Mórmon devoto), recusou-se a pisar o Nome e queixou-se ao professor Poole, pedindo que "Nunca mais desse este exercicio uma vez que ele era ofensivo." Rotela disse também ao professor que faria queixas suas à universidade. Foi então, segundo Rotela, que a FAU respondeu suspendendo o professor suspendendo-o a ele (Rotela) da aula do professor Poole.

Mas as coisas ficam piores: segundo se sabe, a universidade está a desenvolver esforços para punir o aluno (e não o professor). Isto é obviamente questionável.

Uma pergunta importante é: Porque é que só um aluno achou questionável pisar o Nome de Jesus?

Não é fascinante que aqueles que negam o Senhor Jesus - desde os imperadores romanos, passando pelos muçulmanos, pela elite judaica dos primeiros 3 séculos, e acabando nos professores marxistas - tenham uma obsessão em forçar os outros a rejeitar simbolicamente o Nome do Senhor? Até parece que todos eles cantam do mesmo hinário.

Este é o tipo de "tolerância" que os pagãos e os militantes esquerdistas (ateus, feministas, activistas homossexuais, ambientalistas, etc) conferem aos Cristãos depois de terem sido bem sucedidos nas suas exigências de "respeito" e "tolerância".

Está a ficar cada vez mais óbvio que a genuína tolerância que a Civilização Ocidental Cristã conferiu aos pagãos e aos militantes esquerdistas pode ter sido um erro sério de proporções gigantescas, incluindo para os próprios pagãos e esquerdistas a quem foi conferida liberdade e que usam essa liberdade para destruir uma Civilização cuja construção durou mais de mil anos.

PS: Quais são as probabilidades deste mesmo professor pedir aos alunos que pisem no nome "Muhammad" ?

Fonte