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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O sexo casual e suas nefastas consequências nas mulheres jovens


Em sua reflexão televisiva semanal no programa "Chaves para um Mundo Melhor", o Arcebispo de La Plata (Argentina), Dom Héctor Aguer, analisou alguns estudos realizados em universidades nos Estados Unidos sobre o sexo casual e suas nefastas consequências, especialmente nas mulheres jovens.

Mas antes de entrar na matéria da questão, o Prelado expôs o seguinte prólogo: "Provavelmente vocês já escutaram críticas à Igreja dizendo que durante muito tempo ela teria estado obcecada com os pecados contra o sexto e o nono mandamento e que teria colocado na sua transmissão da moral cristã uma tinta escura sobre a problemática conjugal ou sexual, sobre a vida afetiva, etc. Bom essa crítica é absolutamente infundada".

"Em realidade, penso que querem infundir em nós uma espécie de complexo de culpa sobre este campo. E foi um complexo de culpa que deu resultado, porque muitas vezes não se fala, mesmo na pregação ou na catequese, dessa área da vida moral. Não é a mais importante, e não é a única evidentemente, mas se deslocou o foco de atenção a outros âmbitos morais como, por exemplo, as relações de justiça. A justiça é evidentemente uma virtude fundamental, mas também há outras virtudes que fazem parte da constelação moral do cristão; todas têm, ademais, a sua base em uma concepção a respeito da pessoa humana".

Depois desta introdução Dom Aguer entrou totalmente no comentário dos mencionados estudos: um deles "diz que quatro mil universitários foram entrevistados por dez universidades norte-americanas a respeito das consequências do sexo casual, impensado, imprevisto, sem compromisso emocional nem expectativas de futuro. As conclusões tratam de vincular esse tipo de relações com a problemática da saúde mental com consequências emocionais muito sérias especialmente nas mulheres jovens. Diz o estudo que provoca estresse, sentimento de culpa, arrependimento e tristeza nas jovens depois de um encontro sexual com um desconhecido".

Indicou que estes estudos mostram "que o contato sexual com estranhos é mais habitual em quem tem baixa autoestima, e que os estudantes universitários que tinham participado de encontros sexuais casuais apresentaram níveis mais baixos de autoestima, de satisfação e de felicidade que aqueles estudantes que não tinham tido relações ocasionais. O sexo casual também foi associado com angústia, ansiedade e depressão".

A respeito destes resultados, refletiu que os dados "referem-se à relação sexual irresponsável, sem vínculo afetivo estável e sem uma perspectiva de futuro, que para nós, cristãos, é obviamente o matrimônio e a fundação de uma família".

"Dizem que isso ocorre, sobretudo, nos jovens associados ao consumo social de álcool e de drogas que especialmente se combinam nas "prévias", nas que os jovens consomem em excesso, e que nesse estado é previsível que se descontrolem. No dia seguinte, se lembram do que aconteceu, ficam sabendo pelo relato dos outros e se sentem mal".

Além disso, destacou que "os psicólogos que intervêm neste tipo de estudos e de apreciações brindam alguns conselhos que têm uma boa cota de razoabilidade, mas que são também muito imperfeitos e, do ponto de vista de uma antropologia completa e integral, são deficientes. Estão propondo que o caminho para a maturidade sexual implica o fortalecimento da autoestima, o autocuidado com o controle dos impulsos, o diálogo entre pais e filhos, o diálogo com o casal e a proteção adequada".

Dom Aguer explicou que "chamam proteção adequada tentar evitar a gravidez não desejada e a transmissão de uma doença sexualmente transmissível, mas não dizem nada sobre o verdadeiro cuidado que também tem a ver com a autoestima e com a maturidade plena da personalidade: é a virtude da castidade, uma das virtudes do âmbito da moderação. Implica que o homem é um ser racional, e que, portanto, tem que orientar, e orientar desde dentro, os impulsos básicos fundamentais para uma ordem acorde com sua natureza e com sua condição de pessoa".

"Como dizia a princípio, nos deixaram com complexos porque sempre estamos falando da castidade e pode ser que tenha acontecido em outras épocas algumas ênfases mais fortes e excessos nesse campo, mas agora não se fala da castidade, como se tivesse desaparecido da constelação das virtudes humanas e cristãs. Mas disso se trata: como se chega à maturidade pessoal sem autocontrole, sem uma disciplina pessoal, sem a busca de uma ordem, sem que a razão, em todo caso, oriente os impulsos mais básicos e os faça servir à plena realização do homem?".

Nós sabemos, por outra parte, pela pregação cristã, pelos mandamentos da Lei de Deus, que a relação sexual tem seu pleno sentido e sua justificação moral no matrimônio. Aqui estamos falando do extremo oposto, precisamente, ao que chamam sexo casual, que terei que chamar de modo apropriado "promiscuidade".

Finalizando a sua reflexão, Dom Aguer manifestou que "desgraçadamente, parece que esta conduta é frequente entre os jovens em todo mundo, mas estes estudos que relacionam este descontrole sexual com problemáticas psicológicas muito concretas e com uma alteração e um retrocesso no processo de maturação de uma personalidade é muito significativo do ponto de vista da educação".

"Então, aqui, a conclusão é que temos que voltar a considerar as virtudes humanas e cristãs e, entre elas, no lugar que corresponde, também a virtude da castidade que faz com que as forças que Deus pôs no homem e na mulher estejam orientadas àquilo para o qual o pensou o Criador: o casal estável, consagrado no matrimônio, que é um bem social e o âmbito adequado para a comunicação da vida humana", concluiu o Arcebispo.

Fonte: http://bit.ly/19sGKmr

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Ensinar a abstinência funciona

Provérbios 22:6
"Ensina o menino no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele."

A sabedoria popular, promovida maioritariamente por grupos aborcionistas e grupos gayzistas, afirma que "não faz sentido" ensinar a virtude da abstinência aos jovens de hoje porque, dizem eles, independentemente do que lhes é dito, os jovens irão de qualquer modo se envolver em actos sexuais. Há cerca de 20 anos atrás, o primeiro estudo alargado em torno desta "sabedoria" popular revelou-se como mais um mito urbano promovido por motivos puramente ideológicos.

O estudo com a duração de 5 anos, levado a cabo por um grupo americano com o nome de "Project Respect", contou com a participação de 3,500 estudantes de 26 escolas. O mesmo concluiu que a educação sexual que se foca na abstinência reduz a gravidez juvenil. O livro usado durante o curso, com o nome de "Sex Respect: The Option of True Sexual Freedom.", ensina que a abstinência antes do casamento fornece a visão mais saudável para a vida, especialmente levando em conta as DST (doenças sexualmente transmitidas), os traumas emocionais [principalmente nas raparigas] e a gravidez.

O estudo apurou que, passados que estavam dois anos após o curso, a taxa de gravidez junto das jovens que participaram no mesmo era metade da média nacional (10%). Menos rapazes estiveram também envolvidos em causar uma gravidez. Para além disso, havia um aumento de 20% no número de estudantes que, passados dois anos, concordavam que "os desejos sexuais são sempre controláveis."

Outras questões entre os mesmos jovens revelaram também o desenvolvimento de atitudes mais saudáveis em torno das doenças sexualmente transmitidas e casamento.

Os pais e as mães (bem como todas as pessoas com jovens a seu cargo) ficarão satisfeitos em saber que a educação que se centra na decência e na adopção de atitudes mais saudáveis em torno do dom do sexo, funciona. Provavelmente os educadores modernos estão a aprender um princípio que Deus havia já revelado há mais de 2500 anos. Se calhar a Bíblia está certa em mais este ponto porque o Seu Autor é mesmo o Criador Omnisciente, e Aquele que quer o melhor para a humanidade.

Fonte: "Study Show Teaching Abstinence Works." Educator Reporter, May 1991.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Abstinência antes do casamento melhora a vida sexual

Fonte

COMPORTAMENTO

- Pesquisa de universidade americana ouviu duas mil pessoas; satisfação com aspecto sexual foi 15% maior entre casais que esperaram

- Casais que praticaram abstinência teriam relacionamento mais estáveis

28 de dezembro de 2010 | 10h 09

Casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória, segundo um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia.

Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais.

As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores).

Para os casais que ficaram no meio do caminho – tiveram relações sexuais após mais tempo de relacionamento, mas antes do casamento – os benefícios foram cerca de metade daqueles observados nos casais que escolheram a castidade até a noite de núpcias.

Mais de duas mil pessoas participaram da pesquisa, preenchendo um questionário de avaliação de casamento online chamado RELATE, que incluía a pergunta “Quando você se tornou sexualmente ativo neste relacionamento?”.

Religiosidade

Apesar de o estudo ter sido feito pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material.

“Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo”, diz ele.

“Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento.”

O sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livro Premarital Sex in America, acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento.

“Casais que chegam à lua de mel cedo demais – isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento – frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos em aspectos que tornam as relações estáveis e os cônjuges honestos e confiáveis.”

Por: BBC Brasil

Fonte: Estadao

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Testemunho: não é bom “morar junto”

Fonte

Cara Dra. ___,

Sinta-se à vontade para compartilhar minha história com outros casais que estejam vivendo juntos, de modo que possam também ver como pode ajudar seu amor a crescer, se passarem a morar separados. Por favor, nunca pare com o trabalho na “Sex Respect”!

Meus próprios pais se divorciaram há 15 anos, por isso eu estava determinada a não me entregar de cara em um casamento. Foi por isso que eu me mudei para uma casa para morar com o Jim, para que pudéssemos desenvolver nosso relacionamento, e conhecer melhor um ao outro primeiro... assim eu pensava.

A coisa foi de maravilhosa a terrível em apenas quatro meses. Eu estava me anulando para fazê-lo feliz. Eu me sentia insegura sempre que havia o menor problema no relacionamento. E eu estava usando o sexo de uma maneira que era falsa para mim. A relação sexual era minha maneira de afirmar, para mim mesma, que “o relacionamento ainda está firme”. Era o meu modo de dizer: “fique comigo, eu sou boa para você!” (mesmo quando o sexo não era assim tão bom), e de tentar me convencer de que “ele ainda me ama”.

As perguntas importantes nunca foram respondidas, coisas como: “E se aparecesse um bom emprego em outro estado?”, ou: “E se ele decidir voltar a estudar?”, ou: “A pílula está me deixando depressiva – eu devo parar de tomar?”. Nós dois sempre acabávamos voltando para a cama de novo, sem resolver as coisas. Eu cheguei ao ponto de ter vontade de gritar: “Pare com o sexo, eu só quero que você converse comigo!”.

Depois de ouvir suas palestras sobre castidade, eu pensei que a castidade poderia ser melhor do que a insegurança, baixa-estima e vazio que eu estava sentindo por conta desse relacionamento. Então eu falei para o Jim que gostaria de sair, me mudar, e repensar as coisas. Eu queria que ele realmente me enxergasse, e me ouvisse como pessoa, algo que o nosso envolvimento sexual tinha dificultado muito a ele. Eu queria amizade e perspectivas.

Devo dizer que depois do “choque inicial”, Jim aceitou o desafio. Nós passamos um ano inteiro nos conhecendo melhor, de todos os modos possíveis (menos na cama). Devemos ter gasto mais de mil horas só conversando! E eu sabia que não estava entrando em alguma coisa só por querer ser como todo mundo, por necessidade ou carência afetiva: eu estava exercitando a verdadeira inteligência sexual. Isso me deu um novo respeito para comigo mesma, e para com Jim.


Nós vamos nos casar. Levou um tempo, mas agora sabemos que nosso amor é real, e estamos comprometidos um com o outro para a vida toda.
___________

Traduzido de: http://www.sexrespect.com/doneletters.html

sábado, 2 de abril de 2011

Há coisas que não são negociáveis

In a recent thread, I wrote the following:

Satan is in the world. We try to deny it, but he is there. Satan hates everything that is good, and the patriarchal family is clearly a Good. Not only does it produce good, but it’s very design comes straight from God and mimics our relationship with Him. The concept of “marital rape” is not part of His design, and is part of an effort to destroy that design. It can only come from one place therefore… from Satan himself. Anybody who promotes it is promoting Satan’s policies. Think about that, and shudder.

Melodrama? No, this is the simple truth. We are dealing with the forces of evil here, not reasonable, dissenting opinions. Soon we will see the result of his work all around us, and it will shock us. But why should we be shocked? Evil begets evil.

It is not until we understand that we are at war with Satan himself, and that he is busy all around us and within us, that we can begin to rectify the situation. Even the financial collapse will merely sink us all into ever-increasing decline unless we understand why we got there in the first place. We got there by following Satan, rather than God.

We already know what we have to do; it is all in the Good Book. But we do not want to do it because we are wicked.

This is the central problem of our society: the denial of Satan. If you deny Satan, and assume that every statement is “just an opinion”, then you deny truth and therefore absolute morality. Everything is open to debate, discussion, and deliberation. It’s all about how we feel about things, or what our mood is, or exploiting a loophole, or whether something pleases us.

But that is a Satanic view of morality! We saw that in the Garden, we saw that in the Desert; that is how Satan reasons with us.

“But did he really say…” “What about…” “There could be an exception if…” “Well, if he wanted you to be happy he’d…”

Satan is a master rhetorician, and he knows how to twist our minds with clever arguments. Is that how God works? Does that sound like God? God does not speak that way. God is Truth, so communicating with God is not rhetoric (the art of persuasion) but dialectic (the search for truth).

Why do we allow people to drag us into debates about things that are not debatable?

  • A husband cannot rape his wife because it is impossible for a husband to rape his wife, by very definition of being a husband. This is always true.
  • Adultery is wrong because it is theft, fornication, and the breaking of a sacred covenant. This is always true.
  • Abortion is murder because unjustly killing someone is murder. This is always true.
  • Divorce is evil because God hates divorce. Every divorce is a sign of deep human failing, and results in the tragic breakdown of the world’s most important institution: the family. This is always true.

These are things which are not negotiable, and I refuse to negotiate any longer. I will not bargain with evil. Evil must conform to good, not the other way around. We have given way enough, and it is time for some push-back.