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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

PORNOGRAFIA - Quanto mais você vê, menos vê

Na actualidade, em tudo existe pornografia e imoralidade, aliás, as Santas Escrituras relatam que no mundo jaz o maligno.

Quando falamos em pornografia, não nos referimos somente a filmes pornográficos, revistas etc, mas a pornografia e a imoralidade estão em palavras, músicas, actos e até mesmo em pensamentos.

A imoralidade, a prostituição, impureza e lascívia (sensualismo, eroticismo - Gálatas 5.19-), são os membros que formam a pornografia. A imoralidade está presente em músicas com letras profanas, festas movidas a álcool, sexo e drogas, e tudo isso leva à prostituição (e a prostituição leva à sepultura - Provérbios 7.27-) tornando-os impuros e, portanto, inaptos a entrada no Reino dos Céus.

Uma pessoa que diz ser cristã, mas é "viciada" em pornografia (tanto filmes como revistas e tudo quanto é imoral) não tem vontade própria, nem vida espiritual ativa; pois não consegue separar-se desse mal. A pornografia é como uma droga: Depois da primeira "olhada" fica difícil de se desfazer e separar-se desse pecado, que cada vez mais derrota e cega nosso lado espiritual, nos deixando casa vez mais frios.
 
Muitos jovens mantêm uma rotina regada pelo pecado, tendo como fonte a pornografia. Sabemos que errar é humano, porém Jesus Cristo passou 33 anos aqui na terra como ser humano, feito de carne, frágil, mas nunca caiu nas ciladas do inimigo. Ser humano não significa cair nas ciladas satânicas, mas errar, aprender com o erro e ajudar mais pessoas a não cairem na mesma cilada.
 
Muitos, por não terem conhecimento das escrituras e por falta de ocupação, acabam ocupando seu tempo praticando o que desagrada a Deus e entristeçe o Espírito Santo.
 
A pornografia nos desperta desejos impuros, os quais nos levam à ocupação de nossa mente com imoralidade (Devassidões, desonestidades, glutonarias -1Cor. 6.10; Gl. 5.21-), nos fazendo acreditar que aquilo é " o bom da vida".
 
Devemos ocupar nosso tempo livre para nos dedicarmos a Deus. Mat. 26. 41: "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca".


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O sexo casual e suas nefastas consequências nas mulheres jovens


Em sua reflexão televisiva semanal no programa "Chaves para um Mundo Melhor", o Arcebispo de La Plata (Argentina), Dom Héctor Aguer, analisou alguns estudos realizados em universidades nos Estados Unidos sobre o sexo casual e suas nefastas consequências, especialmente nas mulheres jovens.

Mas antes de entrar na matéria da questão, o Prelado expôs o seguinte prólogo: "Provavelmente vocês já escutaram críticas à Igreja dizendo que durante muito tempo ela teria estado obcecada com os pecados contra o sexto e o nono mandamento e que teria colocado na sua transmissão da moral cristã uma tinta escura sobre a problemática conjugal ou sexual, sobre a vida afetiva, etc. Bom essa crítica é absolutamente infundada".

"Em realidade, penso que querem infundir em nós uma espécie de complexo de culpa sobre este campo. E foi um complexo de culpa que deu resultado, porque muitas vezes não se fala, mesmo na pregação ou na catequese, dessa área da vida moral. Não é a mais importante, e não é a única evidentemente, mas se deslocou o foco de atenção a outros âmbitos morais como, por exemplo, as relações de justiça. A justiça é evidentemente uma virtude fundamental, mas também há outras virtudes que fazem parte da constelação moral do cristão; todas têm, ademais, a sua base em uma concepção a respeito da pessoa humana".

Depois desta introdução Dom Aguer entrou totalmente no comentário dos mencionados estudos: um deles "diz que quatro mil universitários foram entrevistados por dez universidades norte-americanas a respeito das consequências do sexo casual, impensado, imprevisto, sem compromisso emocional nem expectativas de futuro. As conclusões tratam de vincular esse tipo de relações com a problemática da saúde mental com consequências emocionais muito sérias especialmente nas mulheres jovens. Diz o estudo que provoca estresse, sentimento de culpa, arrependimento e tristeza nas jovens depois de um encontro sexual com um desconhecido".

Indicou que estes estudos mostram "que o contato sexual com estranhos é mais habitual em quem tem baixa autoestima, e que os estudantes universitários que tinham participado de encontros sexuais casuais apresentaram níveis mais baixos de autoestima, de satisfação e de felicidade que aqueles estudantes que não tinham tido relações ocasionais. O sexo casual também foi associado com angústia, ansiedade e depressão".

A respeito destes resultados, refletiu que os dados "referem-se à relação sexual irresponsável, sem vínculo afetivo estável e sem uma perspectiva de futuro, que para nós, cristãos, é obviamente o matrimônio e a fundação de uma família".

"Dizem que isso ocorre, sobretudo, nos jovens associados ao consumo social de álcool e de drogas que especialmente se combinam nas "prévias", nas que os jovens consomem em excesso, e que nesse estado é previsível que se descontrolem. No dia seguinte, se lembram do que aconteceu, ficam sabendo pelo relato dos outros e se sentem mal".

Além disso, destacou que "os psicólogos que intervêm neste tipo de estudos e de apreciações brindam alguns conselhos que têm uma boa cota de razoabilidade, mas que são também muito imperfeitos e, do ponto de vista de uma antropologia completa e integral, são deficientes. Estão propondo que o caminho para a maturidade sexual implica o fortalecimento da autoestima, o autocuidado com o controle dos impulsos, o diálogo entre pais e filhos, o diálogo com o casal e a proteção adequada".

Dom Aguer explicou que "chamam proteção adequada tentar evitar a gravidez não desejada e a transmissão de uma doença sexualmente transmissível, mas não dizem nada sobre o verdadeiro cuidado que também tem a ver com a autoestima e com a maturidade plena da personalidade: é a virtude da castidade, uma das virtudes do âmbito da moderação. Implica que o homem é um ser racional, e que, portanto, tem que orientar, e orientar desde dentro, os impulsos básicos fundamentais para uma ordem acorde com sua natureza e com sua condição de pessoa".

"Como dizia a princípio, nos deixaram com complexos porque sempre estamos falando da castidade e pode ser que tenha acontecido em outras épocas algumas ênfases mais fortes e excessos nesse campo, mas agora não se fala da castidade, como se tivesse desaparecido da constelação das virtudes humanas e cristãs. Mas disso se trata: como se chega à maturidade pessoal sem autocontrole, sem uma disciplina pessoal, sem a busca de uma ordem, sem que a razão, em todo caso, oriente os impulsos mais básicos e os faça servir à plena realização do homem?".

Nós sabemos, por outra parte, pela pregação cristã, pelos mandamentos da Lei de Deus, que a relação sexual tem seu pleno sentido e sua justificação moral no matrimônio. Aqui estamos falando do extremo oposto, precisamente, ao que chamam sexo casual, que terei que chamar de modo apropriado "promiscuidade".

Finalizando a sua reflexão, Dom Aguer manifestou que "desgraçadamente, parece que esta conduta é frequente entre os jovens em todo mundo, mas estes estudos que relacionam este descontrole sexual com problemáticas psicológicas muito concretas e com uma alteração e um retrocesso no processo de maturação de uma personalidade é muito significativo do ponto de vista da educação".

"Então, aqui, a conclusão é que temos que voltar a considerar as virtudes humanas e cristãs e, entre elas, no lugar que corresponde, também a virtude da castidade que faz com que as forças que Deus pôs no homem e na mulher estejam orientadas àquilo para o qual o pensou o Criador: o casal estável, consagrado no matrimônio, que é um bem social e o âmbito adequado para a comunicação da vida humana", concluiu o Arcebispo.

Fonte: http://bit.ly/19sGKmr

sábado, 13 de julho de 2013

Perder virgindade tarde pode ajudar a ter bons relacionamentos, diz estudo

Um estudo da Universidade do Texas, em Austin, nos Estados Unidos, sugere que indivíduos que tiveram a primeira experiência sexual mais velhos podem ter relacionamentos amorosos mais satisfatórios quando adultos. A pesquisa, divulgada nesta quinta-feira (18), foi publicada na edição deste mês do periódico "Psychological Science".

Cientistas estudaram 1.659 irmãos do mesmo sexo, cujos dados constavam em um cadastro nacional de saúde na juventude nos EUA. Foram avaliados indivíduos que tivessem de 16 a 29 anos aproximadamente, segundo o site da universidade.

 Cada indivíduo foi classificado segundo a idade em que perdeu a virgindade - eles foram divididos entre precoces (tiveram sua primeira relação sexual antes dos 15), convencionais (entre 15 e 19 anos) e tardios (mais de 19 anos).

Entre os participantes que são casados ou vivem com o parceiro, os que tiveram iniciação sexual mais tarde, após os 19, tiveram mais propensão a dizer que estão  felizes com seus relacionamentos. Eles elogiaram mais seus parceiros, dizendo que recebem amor e carinho, e afirmaram mais que gostam de fazer coisas do dia-a-dia com seus companheiros.

 O resultado foi obtido mesmo levando em conta fatores genéticos e ambientais, afirmaram os cientistas ao site da Universidade do Texas. Eles ressaltaram que diferenças educacionais, religiosas, de renda ou índice de massa corpórea entre os indivíduos não alteraram a conclusão.

Embora o estudo tenha focado algumas questões da prática sexual precoce, não houve grande diferença entre os resultados obtidos pelos participantes que perderam a virgindade cedo (com menos de 15) e no período convencional (entre 15 e 19 anos).

O estudo afirma que a iniciação sexual precoce não é um fator de "risco" para relações românticas, mas, antes, que perder a virgindade tarde é um fator "de proteção" para o comportamento dos casais.

"Indivíduos que tem sua relação sexual durante o início da fase adulta, depois de ter atingido maturidade emocional e cognitiva, podem aprender de forma mais efetiva as habilidades de relacionamento do que os indivíduos que 'leram o script' quando eram adolescentes", disse a professora de psicologia Paige Harden, responsável pelo estudo, ao site da universidade.

Fonte

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Sexo casual prejudica as mulheres

Era suposto que as revoluções sexuais e feministas permitissem que as mulheres desfrutassem de sexo casual da mesma maneira que os homens sempre desfrutaram. No entanto, segundo a professora Anne Campbell da "Durham University" no Reino Unido, os sentimentos negativos reportados pelas mulheres após encontros sexuais de curta duração sugerem que elas não estão bem adaptadas. ( . . . )

De modo geral, os sentimentos femininos eram mais negativos que os masculinos: oitenta e cinco por cento dos homens tinha sentimentos positivos em relação a essas experiências fugazes, comparadas com 54 porcento das mulheres. 

Semelhantemente, os homens eram mais susceptíveis do que as mulheres de querer que os amigos soubessem dos seus encontros sexuais, e mais susceptíveis de se sentirem bem sucedidos quando a parceira era desejável aos olhos dos outros. Os homens reportaram também uma maior satisfação sexual após o evento, para além dum maior sentido de bem estar e confiança em si próprios.

O sentimento negativo predominante reportado pelas mulheres era o arrependimento por se sentirem que haviam sido "usadas" [ed: e foram usadas].  As mulheres eram mais susceptíveis de sentir que haviam baixado a guarda, e mais preocupadas com o potencial estrago que isso faria à sua reputação se as outras pesoas viessem a saber.

As mulheres qualificaram a experiência de menos sexualmente satisfatória e, contrariamente ao que se pensa, elas não viam o sexo casual como um prelúdio para um relacionamento de longa duração. [ed: ou seja, envolveram sexualmente com homens sem terem qualquer esperança num futuro relacionamento].

A Professora Campbell  explicou:

O que as mulheres pareciam ser contra não era o facto da relação sexual ser de curta duração, mas sim o facto dos homens não as apreciarem. As mulheres eram de opinião que esta falta de gratidão implicava que ela fazia isto [sexo casual] com qualquer pesssoa.

Segundo a Professora Campbell, embora as mulheres não classifiquem de modo positivo o sexo casual, o motivo que faz com que elas tomem parte no mesmo pode-se prender com as mudanças cíclicas menstruais que influenciam as suas motivações sexuais. Durante o fase ovulatória do seu ciclo (entre o dia 10 e o dia 18 do seu cíclo) as mulheres reportaram um aumento no desejo sexual e na excitação, com preferência para parceiros de curta duração.


* * * * * * *

O que interessa reter desta notícia é que quando grupos sociais e partidos políticos motivam as mulheres, e especialmente, as raparigas jovens, a enveredar pela auto-destrutiva via do sexo casual, esses grupos estão a criar uma legião enorme de mulheres com a auto-estima inferior àquela que teriam se vivessem uma vida sexualmente responsável, de acordo com a vontade de Deus: castidade enquanto solteirias, fidelidade enquanto casadas.

Segundo a Dra Campbell, as mulheres ficam surpresas por descobrir que os homens com quem têm sexo casual não as valorizam por aí além. Aparentemente, os homens têm alguma obrigação moral de valorizar de igual modo as mulheres que tem sexo casual, e as mulheres que não têm sexo casual.

Por fim, esta tentativa de justificar a escolha feminina por sexo casual como consequência do seu cíclo menstrual não é benéfica para ninguém. Dizer que algumas mulheres escolhem ter sexo casual devido ao seu cíclo é minimizar a capacidade humana de escolher qual o comportamento a seguir. Certamente que o aumento do seu desejo sexual durante certas fases do mês pode ter alguma influência na sua escolha, mas a mulher, como ser dotado de livre arbítrio, pode sempre escolher não agir segundo os seus impulsos sexuais (tal como os homens).

sábado, 28 de janeiro de 2012

Coabitação é degradante para a mulher

Mais casais vivem hoje em regime de coabitação do que em qualquer outra era da história, no entanto, os motivos que levam os homens a enveredar pela coabitação - e as suas preocupações - são vincadamente distintas das motivações femininas.

O estudo presente no Journal of Family Issues baseia-se em entrevistas pessoais aprofundadas e foca-se em sessões de grupos compostas por 192 indivíduos nos seus 20-quase-30 anos.

Em termos de sexo o grupo dividia-se em 50-50 (50% homens, 50% mulheres). Em termos de divisões rácicas, havia um número equivalente de caucasianos (brancos), negros e hispânicos.

Os tópicos incluíam os aspectos positivos e os negativos da coabitação, os motivos por trás da decisão da coabitação em substituição do casamento, motivos para não se coabitar, e o tipo de mudanças que poderiam ocorrer a partir do momento que o casal passasse a viver em regime de coabitação.

A socióloga Pamela Smock (University of Michigan Population Studies Center) afirmou:

Os homens e as mulheres espressaram expectativas distintas em relação ao relacionamento coabitante. Encontramos maior variação de sexo para sexo do que para grupo étnico para étnico. Isto sugere que há uma diferença substancial no papel que cada sexo atribui à coabitação durante a formação da união.
Smock levou a cabo o estudo juntamente com Huang of the University (California Hastings College of the Law), Wendy Manning (Bowling Green State University), e Cara Bergstrom-Lynch (East Connecticut State University). O estudo teve o financiamento da Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development.

Razões.

De modo geral, as razões-chave em favor da coabitação foram:
* Querer passar mais tempo com o/a parceiro/a
* Partilhar as dificuldades económicas
* Testar a compatibilidade.

No entanto, a maneira como os homens e as mulheres falavam destes 3 motivos era muito díspares. Enquanto que as mulheres identificam o "amor" três vezes mais do que os homens como motivo para viver junto, os homens identificam o "sexo" quatro vezes mais do que a mulher como motivo para a coabitação.

Embora ambos os sexos tivessem identificado a coabitação como um estado temporário onde a compatibilidade seria "medida", grandes diferenças emergiram quando se falou nos propósitos finais da coabitação.

As mulheres olhavam para a mesma como um arranjo transicional tendo em vista o casamento, enquanto que os homens olham para o mesmo como uma forma de análise da relação - conveniente e de baixo-risco - com o objectivo de apurar se o relacionamento tinha o potencial para uma relação de longo duração.

Para além disto, aquando da qualificação deste "arranjo"alguns homens usaram termos degradantes para a mulher como "test-drive". Para estes homens, a mulher é um "objecto" a testar durante a coabitação, tal como se testa um carro antes de adquiri-lo.

No entanto, a maior diferença entre os sexos centrou-se no que cada grupo identifica como sendo as desvantagens da coabitação. As mulheres acreditam que viver junto envolve menos compromisso e legitimidade que o casamento, enquanto que os homens viam a coabitação como uma limitação à sua liberdade.

O resto pode ser lido aqui.

. . . . . . . . . .

Qualquer mulher que se deixe enganar pela coabitação está a reduzir as suas hipóteses de ter um casamento longo, satisfatório e realizador. Qualquer homem que proponha a coabitação a uma mulher, está implicitamente a dizer "Eu quero usufruir de tudo o que tu tens para dar como mulher, mas não quero qualquer tipo de compromisso sério contigo".

Que tipo de mulher aceita um "arranjo" tão degradante como este? Só mesmo a mulher que pensa que esta é a única forma de algum dia vir a casar, ou a forma mais "segura". Mas se isto é assim, e se ela se acha com tão pouco valor para ser reduzida a um "objecto" a ser "testado", então se calhar ela merece o tipo de sofrimentos que normalmente acompanham as relações sem compromisso.



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Percepção que os homens têm das mulheres tatuadas: pouco atraentes, promíscuas e bêbadas

This study examined social and physical perceptions of blonde and brunette women with different degrees of tattooing. Eighty-four female and 76 male undergraduates rated a series of 16 female line drawings that varied in 2 levels of hair colour and 8 levels of tattooing.

Ratings were made for physical attractiveness and sexual promiscuity, as well as estimates of the number of alcohol units consumed on a typical night out.

Results showed that tattooed women were rated as less physically attractive, more sexually promiscuous and heavier drinkers than untattooed women, with more negative ratings with increasing number of tattoos.

There were also weak interactions between body art and hair colour, with blonde women in general rated more negatively than brunettes.

Results are discussed in terms of stereotypes about women who have tattoos and the effects of such stereotypes on well-being.


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Women Preachers are Forbidden in the Bible

The Bible forbids women preachers, pastors, and leaders. The Communist agenda of feminism has turned American society upside down—deceiving women to murder their babies by abortion, destroy their families with rebellion, and throw away their marriages by divorce.

Lesbianism is flourishing in America, and every other sin because of the evils of feminism (which is rebellion against God's authority). Feminism has nothing to do with women's rights; it has to do with rebellion against masculine authority.

Just as Lucifer wanted to “be like the most High” in Isaiah14:14, and Eve wanted to be “as gods” in Genesis 3:5; likewise, so do evil feminists today want to be equal in authority in the marriage, home, and church.

The Word of God tells women to obey their own husband, remain silent in the church, and to “marry, bear children, guide the house, give none occasion to the adversary to speak reproachfully. For some are already turned aside after Satan” (1st Timothy 5:14-15). Career woman are turned aside after Satan, freezing their eggs, and living for filthy lucre.

Here is an excellent quote from the mighty evangelist, Dr. John R. Rice (1895-1980)...

And again Paul says that the weakness of a woman and her aptness to be misled is shown because “Adam was not deceived, but the woman being deceived was in the transgression.”

Satan found he could deceive Eve easier than he could deceive Adam. God made a woman after such a fashion that she should be a comfortable and obedient helpmeet, a mate who would fit to his will and plans.

So, in the nature of the case, women are not as well fitted for executive authority. If women are more easily led, they are not as good leaders. Every pastor knows that women are easier to enlist in good work.

But careful observers must admit that women are also easier led into false doctrine and into errors of various kinds.

But the argument here in 1 Timothy 2:14 is that Satan was able to deceive Eve when he could not deceive Adam, and that this is an evidence that women should not be placed in authority in churches and in Christian work. If he could deceive Eve easier in the Garden of Eden, he could deceive women easier now.

This means that women leaders are more likely to lead into heresy in doctrine and unscriptural practice than men. Women are not fitted to teach men or usurp authority over men, says this Scripture.

But also, in verse 15, God has a special duty and privilege for women in childbearing. If they submit themselves to God's plan in humility and meekness, then they shall be rescued, and preserved, when pangs of childbirth are come upon them.

When godly women have found sweet comfort and ease and help in the time when they go down into the valley of the shadows to bring forth a child for the Lord, receiving help from God because they were willing to take a woman's place in submission.

Let us consider carefully verses 11 and 12.

1. The woman is to learn in silence, with all subjection.

2. A woman is not to teach. Certainly not to teach men, but evidently not to teach general groups, including men.

3. A woman is never to have authority over men.

4. And then again it is emphasized that a woman is to be “in silence” in such public services.

We know well that God does not want Christian women to remain silent outside the mixed public service. Titus 2:3,4 plainly commands “the aged women likewise . . . that they may teach the young women.”

Here we are plainly told that old women may teach young women, and should do so. But they are to teach them, among other things, “to be obedient to their own husbands” (v. 5).

Women are to be in silence, then, as far as teaching the whole church is concerned, or teaching men, or groups including men, but older women may teach younger women.

...So when Paul said, “I suffer not a woman to teach, nor to usurp authority over the man, but to be in silence,” it seems clear to me he is forbidding a woman to take a place as a public teacher of men. A woman is to be silent in the public assembly in the sense that she is not to teach as an official of the church.

She particularly is to be silent as far as teaching men is concerned. That is plainly forbidden. No woman, according to this passage, is to be allowed to teach a class of men, or to teach a mixed class including men, nor to teach the church in a public assembly, including men.

It is equally clear that no woman is to take a place as an official of a church, having authority over men. No woman could be pastor of a church, according to this plain verse. To do so would be a usurpation of authority that was forbidden her.”

In New Testament churches a woman's place was to be taught, not to teach. A woman's place was to be silent, not to be a public speaker. A woman's place was to be in submission, and not to be in authority. Certainly this Scripture forbids any woman to be a preacher or pastor or evangelist.”

SOURCE: Dr. John R. Rice; quote from Bobbed Hair, Bossy Wives, and Women Preachers; pg. 41-43; copyright 1941 by SWORD OF THE LORD publishers, Murfreesboro, Tennessee; ISBN 0-87398-065-4

Women are going to ultimately do what they want to do, and then look for excuses in an attempt to justify their decisions. For example: Women don't have an abortion for any particular reason; but rather, have an abortion because that's what they wanted to do in the first place, and then they look for reasons to justify their decision.

The Evils of Divorce and Feminism

Women do the same thing when they file for divorce, grasping for any and all reasons they can find in a sinful attempt to justify divorce. Nearly all women who file for divorce demonize their husband, sinfully railing against him in self-righteous hypocrisy; but God hates divorce and there are no Biblical grounds for it.

Only by wrestling the Scriptures can the sin of divorce be justified. Jesus plainly taught that divorce only happens “because of the hardness of your hearts”(Matthew 19:8).

Satan has deceived feminist women today, INDOCTRINATING them to feel liberated by killing their own babies, steal their own future of a happy family, and destroying their own marriages.

Satan saw you coming and you swallowed the bait hook, line, and sinker. Satan skinned you alive and left you miserable, childless, and lonely. I don't care how much money you make, how many vacations you take, how successful a career you may have, how big of a house you may own... a house does not make a HOME! It is God's will for every woman who is able, to bare children and raise them AT HOME.

Our modern U.S. society is so anti-Christian, anti-family, and anti-American. We are living in a morally-toxic society where it's neighbor rising up against neighbor. Feminism even has women freezing eggs (endlessly searching for the non-existent Mr. Right). Feminism will ruin your life ladies. Don't let modern culture dictate how you live.

You don't need all of the electronic toys and conveniences of modern society. What you do need is a Christian home. Don't allow demons into your home through the TV, worldly music, and dirty women's catalogs.

These are evils plaguing American society. It's the same women who laugh and scorn at my preaching who have abortions, divorce their husbands, and support gay rights. No one has a right to be immoral. Freedom is the right to BE wrong, not to DO wrong. Sin is a choice.

The problem today is that most people today put God on trial, coming up with all sorts of hypothetical situations to question the wisdom of God. What if my husband tells me to drink beer? Should I obey him? What if a mother cannot afford to care for her baby? Shouldn't she have an abortion? These are the thoughts of the wicked. God has told us how to live in the Bible.

God tells us in Proverb 3:5-7 not to lean upon our own understanding; but rather, to trust the Lord and acknowledge Him in all our ways. God tells us to fear Him and to depart from evil. You either want to do things God's way or not.

The Bible forbids women from entering the pulpit to teach men, nor are women to take on positions of leadership over men. To do so is a sin. Eve meant well, but she destroyed her own life, and led her husband into sin. Sin always takes you farther than you wanted to go, keeps you longer than you planned to stay, and costs you more than you intended to pay. Satan is a beautiful liar (2nd Corinthians 11:13-15).

No doubt, many women today will laugh and joke about the things Dr. Rice has said from the Bible about women preachers; but the Bible says what it says. God said what He meant, and meant what He said. We live in a careless generation of scoffers, rebels, and critics.

It doesn't surprise me that whorish woman who dress immodestly, dance sensually in public, idolize Rock music stars, abort their babies, support lesbianism, and sit around watching heathen soap operas and vile prime-time TV shows, would also mock my preaching from the Word of God. There is no middle ground on the issue of women sharing authority in the home, nor in the church.

Certainly, a husband ought to submit to his wife in some areas because he loves her (Ephesians 5:21); BUT, it is wicked sin when a wife fails to completely obey her husband in any areas where the husband makes a decision.

The wife must submit first before the husband submits in any way to please his wife. Many divorces are caused by a rebellious wife who places DEMANDS upon her husband and he won't budge, so she divorces him in rebellion and hated because she cannot get her sinful way.

Rebellious women often file for divorce as an expression of a rebellious heart; she wants to wear the pants, and so she usurps authority over her husband by using her marriage license as a weapon in court against him. God will judge such women for their rebellion (witch God equates with witchcraft in 1st Samuel 15:23). It is wickedness (Jeremiah 3:20).

God will have the last Word and is our Judge. Those who obey God will be oh so glad in eternity; but those who laugh at God's man, reject the Word of God, and live selfish lives of sin doing their own thing, will be very sorry. END


“IN EVERY THING”

“Why does not the Bible limit a wife's obedience to her husband? Why does the Scripture not say, as many wish it did say, that a wife should be subject to her husband as long as he is right and true to the Bible?

Or why does it not say, as Mrs. Goforth interprets it in How I Know God Answers Prayer, that a wife should be subject to her husband in all matters but spiritual matters? But that is not what the Bible commands.

Rather the Bible says, 'Wives, submit yourselves unto your own husbands, as unto the Lord,' that is, as unto Jesus Christ, and so of course in complete submission. And again, 'Therefore as the church is subject unto Christ, so let the wives be to their own husbands in every thing' (Eph. 5:22,24).”

SOURCE: Success-Prone Christians, by Dr. John R. Rice; chapter 2; pg. 44,45

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Tatuagens em mulheres desagradam 50% dos homens

Segundo nova pesquisa realizada no Reino Unido, 47% dos homens atualmente não acham mais tatuagem um fator atraente. O jornal Daily Mail noticiou os dados do levantamento do site Ask Jeeves. Para 86% dos homens e mulheres participantes, a tatuagem agora se tornou “lugar comum”, e não necessariamente algo atraente.

De acordo com 55% dos participantes masculinos, a cantora Amy Winehouse, por exemplo, ficou “pior” com suas muitas tatuagens. [...] Em contrapartida, 38% das mulheres que participaram da enquete tampouco curtem homens muito tatuados, sendo que 74% delas acham que o jogador de futebol David Beckham, por exemplo, “exagerou” na quantidade de tattoos.

Outros dados da pesquisa mostram que um a cada três britânicos entre 16 e 44 anos têm ao menos uma tatuagem. Deste grupo, 23% declararam que agora se arrependem de terem marcado a pele com o desenho.

“Tattoos, obviamente, estão mais populares do que nunca. Mas essa pesquisa sugere que é uma das coisas que parecem ótimas à primeira vista e que depois viram arrependimento conforme as pessoas envelhecem – disse a porta-voz do levantamento do Ask Jevees, Nadia Kelly.

(ClicRBS)

Nota: Se você queria mais um motivo para não se tatuar, ei-lo aí. Mas esse tipo de pesquisa faz pensar em outras marcas permanentes. Assim como muitos se arrependem de ter feito tatuagens, há decisões na vida que também deixam marcas permanentes e que deveriam ser mais bem ponderadas antes de ser tomadas, para não haver arrependimento depois. Com quem namorar e casar; que faculdade cursar; amizades a cultivar; religiosidade; etc. - são decisões importantes que podem determinar o sucesso/felicidade ou fracasso/tristeza para toda a vida.[MB]