terça-feira, 20 de março de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Testemunho de Jeremy Lin
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Durante o tempo que vês este vídeo, 2 Cristãos terão sido mortos

Oremos pelos nos nossos irmãos e irmãs a suportar tribulação constante em países islâmicos, na Índia e nos países esquerdistas (Cuba, China, Coreia do Norte, etc).
Que o Todo Poderoso Senhor Jesus Cristo seja Glorificado pelo seu sacrifício.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Aldo Nascimento Ex-Bruxo Parte 1/19
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Testemunho: não é bom “morar junto”
Cara Dra. ___,
Sinta-se à vontade para compartilhar minha história com outros casais que estejam vivendo juntos, de modo que possam também ver como pode ajudar seu amor a crescer, se passarem a morar separados. Por favor, nunca pare com o trabalho na “Sex Respect”!
Meus próprios pais se divorciaram há 15 anos, por isso eu estava determinada a não me entregar de cara em um casamento. Foi por isso que eu me mudei para uma casa para morar com o Jim, para que pudéssemos desenvolver nosso relacionamento, e conhecer melhor um ao outro primeiro... assim eu pensava.
A coisa foi de maravilhosa a terrível em apenas quatro meses. Eu estava me anulando para fazê-lo feliz. Eu me sentia insegura sempre que havia o menor problema no relacionamento. E eu estava usando o sexo de uma maneira que era falsa para mim. A relação sexual era minha maneira de afirmar, para mim mesma, que “o relacionamento ainda está firme”. Era o meu modo de dizer: “fique comigo, eu sou boa para você!” (mesmo quando o sexo não era assim tão bom), e de tentar me convencer de que “ele ainda me ama”.
As perguntas importantes nunca foram respondidas, coisas como: “E se aparecesse um bom emprego em outro estado?”, ou: “E se ele decidir voltar a estudar?”, ou: “A pílula está me deixando depressiva – eu devo parar de tomar?”. Nós dois sempre acabávamos voltando para a cama de novo, sem resolver as coisas. Eu cheguei ao ponto de ter vontade de gritar: “Pare com o sexo, eu só quero que você converse comigo!”.
Depois de ouvir suas palestras sobre castidade, eu pensei que a castidade poderia ser melhor do que a insegurança, baixa-estima e vazio que eu estava sentindo por conta desse relacionamento. Então eu falei para o Jim que gostaria de sair, me mudar, e repensar as coisas. Eu queria que ele realmente me enxergasse, e me ouvisse como pessoa, algo que o nosso envolvimento sexual tinha dificultado muito a ele. Eu queria amizade e perspectivas.
Devo dizer que depois do “choque inicial”, Jim aceitou o desafio. Nós passamos um ano inteiro nos conhecendo melhor, de todos os modos possíveis (menos na cama). Devemos ter gasto mais de mil horas só conversando! E eu sabia que não estava entrando em alguma coisa só por querer ser como todo mundo, por necessidade ou carência afetiva: eu estava exercitando a verdadeira inteligência sexual. Isso me deu um novo respeito para comigo mesma, e para com Jim.
Nós vamos nos casar. Levou um tempo, mas agora sabemos que nosso amor é real, e estamos comprometidos um com o outro para a vida toda.
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Traduzido de: http://www.sexrespect.com/doneletters.html
segunda-feira, 11 de abril de 2011
A alegria do Senhor
Numa das suas viagens missionárias a Angola, o Pastor Marcelo foi convidado pelos líderes locais para visitar uma senhora. Segundo as pessoas que convidaram o Pastor, a mulher havia perdido os filhos, o marido e outros membros da família na guerra.
Quando o Pastor recebeu o convite, ele pensou para consigo que o motivo por trás do convite era para ele tentar de alguma forma dizer algumas palavras que pudessem minimizar a dôr da senhora. Foi com este espírito que ele e as outras pessoas se puseram a caminho.
Quando eles chegaram perto da casa, e estando o Pastor totalmente convencido que haveria de encontrar uma mulher destruída emocionalmente e totalmente de rastos, o que ele encontrou surpreendeu-o profundamente.
No lugar de encontrar um trapo de mulher (em termos emocionais) , alguém sem alegria de viver, alguém amargo e sem forças para continuar a viver, o que o Pastor encontrou foi uma mulher a viver numa casa pobre, sem filhos, sem marido e com muito poucas posses a cantar:
Obrigado Deus!Tu és Bom Deus!
Como é possível que alguém a viver na miséria possa dar Glória a Deus e cantar com alegria genuína? Como é possível que alguém que perdeu os filhos e o marido na guerra possa estar grata ao Deus Todo Poderoso pela vida que leva? Isto é o tipo de coisa que só pode ser explicada do forma lógica se Deus existe.
Este é um dos (muitos) grandes mistérios de Deus e algo que não pode ser experimentado sem se pertencer à família de Deus. A resposta não está na mulher mas em Quem Deus é. Deus é "Pai de órfãos e juiz de viúvas" (Salmo 68:5) e Ele tem o poder de Deus de confortar os corações (Salmo 10:17).
Esta senhora tem a Alegria do Senhor na sua alma porque tem forma de explicar o mundo à sua volta, e tem a firme convicção de que vai viver para sempre com o Criador. Ela sabe que está perdoada e aceite na família de Deus, portanto, a sua vida temporária nada se compara com a Glória que está para vir.
É esta firmeza que lhe faz continuar a combater o bom combate, sabendo que um dia o sofrimento vai terminar.
Há uns anos atrás eu li uma frase que dizia algo mais ou menos parecido com isto:
A melhor evidência para a existência de Deus é a vida que não pode ser explicada sem Deus.Quando penso na história do Pastor Marcelo e penso na senhora angolana, vejo que quem primeiramente disse esta frase estava 100% correcto.

