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sábado, 19 de setembro de 2015

Pesquisas recentes podem confirmar que ninguém nasce ateu

E lá procurarão o Senhor, o seu Deus, e o acharão, se o procurarem de todo o seu coração e de toda a sua alma. - Deuteronómio 4:29
Por Joel Furches
Se por acaso uma criança perguntar aos seus pais o porquê do sol brilhar, a resposta mais rápida pode ser dizer-lhe que o sol brilha para nos dar luz ou para ajudar as plantas crescer. Subentendida nesta resposta, no entanto, está a suposição de propósito e design. A pergunta assume que o sol foi colocado lá por um motivo, e que a sua luz tem um propósito intencional - e não que os benefícios da sua luz são uma coincidência marginal dum processo natural.
Uma resposta mais analítica pode ser dizer que o sol brilha devido a um processo de fusão nuclear que produz prótons e ondas de luz tão intensas que eles chegam à Terra em quantidades suficientes para serem vistas. Claro que esta resposta explica o "como" o sol brilha, mas não explica o "porquê".
O facto das crianças parecerem estar construídas para fazerem perguntas em torno do "porquê", e o facto de pessoas de todas as áreas parecerem construídas para atribuir propósito e design às coisas do mundo natural é revelador.
sabedoria ateísta convencional declara que "todos nós nascemos ateus" - isto é, que nenhuma pessoa nasce a acreditar em Deus. Por outro lado, o reformador Protestante João Calvino alegou que todas as pessoas tinham um "sensus divinitatis", isto é, um sentido de Deus inerente. Mais tarde, o teólogo Cristão Alvin Plantinga alegou que a crença em Deus é "propriamente básica", isto é, que acreditar em Deus é tão fundamental como acreditar que nós existimos ou que o mundo externo e real - coisas que nós já acreditamos quando nascemos.
Este conceito de sensus divinitatis – que no passado se encontrava no domínio de teólogos marginais e Fundamentalistas Cristãos - está a receber confirmação por parte duma fonte pouco provável, nomeadamente, das pesquisas científicas.
Criança_VelaOs estudos que estão a ser levados a cabo estão a mostrar de modo gradual que a crença em Deus - ou algum outro aspecto geral do teísmo - pode estar embutida na própria essência das suposições humanas desde o momento de nascimento, e permanecer intacto, mesmo junto dos ateus.
No seu estudo de 2004 com o título de "Are Children ‘Intuitive Theists”, a Psicóloga Deborah Kelemen reuniu uma vasta gama de pesquisas que sugeriam que, começando na sua infância, as crianças têm uma suposição de que o mundo à sua volta foi criado, de que existe um propósito, e que as coisas dentro do mundo natural têm um design intencional. Assim diz Kelemen:
…embora as crianças não sejam totalmente indiscriminadas, elas exibem no entanto um viés geral que as leva a tratar os objectos e os comportamentos como existindo com um propósito, (Kelemen, 1999b, 1999c, 2003; but see Keil, 1992) e estão, de forma geral, inclinadas a olhar para os fenómenos naturais como intencionalmente criados, embora seja por parte dum agente não-humano. (Evans, 2000b, 2001; Gelman & Kremer, 1991).
No ano de 2011, num estudo de Oxford com o título de “Humans ‘predisposed’ to believe in gods and the afterlife", foi apurado que, através de toda a variedade de culturas, as pessoas não só estão instintivamente mais inclinadas para a crença em Deus, mas também numa natureza dualista - isto é, que os seres humanos são, ao mesmo tempo, seres físicos e seres não-físicos.
Os pesquisadores salientaram que o seu projecto não tinha como objectivo provar a existência de Deus ou algo que se pareça, mas apenas e só verificar se conceitos tais como deuses e o Além eram totalmente ensinados, ou se eram expressões básicas da natureza humana.
O estudo apurou que, independentemente da cultura, os instintos humanos tendiam a ser os mesmos quando o tópico eram os conceitos de Deus e do Além. Tal como a pesquisa de Kelemen, este estudo analisou as suposições fundamentais das crianças pequenas.
Foi perguntado às crianças se a sua mãe saberia o que se encontrava dentro duma caixa que ela não conseguia ver. As crianças com três anos acreditavam que a sua mãe e Deus sempre saberiam o que se encontrava dentro das caixas, mas quando as crianças atingiam os 4 anos de idade, as crianças começavam a entender que as suas mães não era omnipresentes e nem omniscientes. No entanto, as crianças podem continuar a acreditar em seres sobrenaturais omniscientes e omnipresentes, tais como um deus ou deuses.
Também os adultos foram examinados para ver que tipo de crenças instintivas eles poderiam ter.
Experiências envolvendo adultos .... sugerem que pessoas das mais variadas culturas instintivamente acreditam que alguma parte da sua mente, alma ou espírito, continua a existir depois da morte.
Acreditem ou não, este experiência alargou-se também até à secção ateísta da população. Num estudo de 2011 com o título de "Anger toward God: Social-cognitive predictors, prevalence, and links with adjustment to bereavement and cancer", pessoas que se identificam como ateístas foram testadas com imagens e palavras relacionadas com Deus. Em um número estatisticamente significativo, estas imagens e palavras desencadearam sentimentos de raiva. Raiva não contra a religião ou contra as religiões mas contra Deus.
Mais ainda, estudos sugeriram que até os cientistas ou os altamente racionais, quando forçados a responder rapidamente perguntas relativas ao "porquê", tenderão a dar respostas que sugerem intencionalidade e design na natureza (e não um processo mecânico). Neil Degrasse Tyson, cientista popular e a voz da imensamente bem sucedida  série "Cosmos", expressou sua frustração em relação ao termo "Ateu":
.... é estranho que a palavra "Ateu" exista. Eu não jogo golfe. Existe alguma palavra para os não-jogadores de golfe? Será que os não-jogadores de golfe se reúnem e avançam com estratégias? Existe alguma palavra para os não-practicantes de esqui? Será que eles se encontram e falam do facto de não practicarem esqui?
Eu não consigo fazer isso. Não me consigo reunir com outras pessoas para discutir o porquê de ninguém que está na sala acreditar em Deus.
No entanto, esta pesquisa pode sugerir o porquê do termo "Ateu" ser necessário. Segundo o Professor Roger Trigg, Co-Director do projecto,
Este projecto sugere que a religião não se limita a ser algo peculiar que algumas poucas pessoas fazem ao Domingo, em vez de irem jogar golfe. Conseguimos reunir um corpo de evidências que sugerem que a religião é u facto comum na natureza humana através de todas as sociedades.
Isto sugere que as tentativas de se suprimir a religião são muito provavelmente de curta duração visto que o pensamento humano parece enraizado em conceitos religiosos, tais como a existência de agentes sobrenaturais ou deuses, e a possibilidade de vida para além da morte ou antes da vida.
* * * * * * * 
Embora a natureza espiritual do ser humano seja um problema para os naturalistas, ela tem uma explicação Bíblica que está de acordo com as pesquisas:
Ele fez tudo apropriado ao seu tempo. Também colocou no coração do homem o desejo profundo pela eternidade - Eclesiastes 3:11
Uma vez que fomos criados por Deus, e visto que Deus Quer-Se dar a conhecer ao ser humano (Deut 4:29) faz sentido que Ele tenha construído o ser humano predisposto para o sobrenatural ("eternidade").
Por outra lado, a posição anti-científica e ilógica de que ser humano nada mais é que o efeito dum processo aleatório, natural, sem propósito, sem finalidade, não fornece as ferramentas necessárias para explicar a natureza humana.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Líderes Russelitas ocultaram abusos infantis

Por Jeanne LeFlore

Segundo uma moção apresentada pelo "Pittsburg County District Court", toda a liderança da Igreja das Testemunhas de Jeová alegadamente ocultou os crimes de abuso de menores alegadamente levados a cabo por um homem identificado como um antigo ancião da igreja. A moção foi apresentada no dia 28 de Janeiro em ligação com as acusações de abuso levantadas contra Ronald Lawrence, de 76 anos.

Ronald era um ancião na "McAlester Jehovah Witness Church", segundo o Sargento-Detective Chris Morris. "Ele já não era um ancião mas ainda era membro da igreja," afirmou Morris. Segundo a moção, o Estado irá apresentar uma oferta de prova em relação ao encobrimento do crime por parte de Lawrence e por parte de “toda igreja, especialmente a liderança da 'Christian Congregation of Jehovah Witnesses'.

Em Novembro último Lawrence foi acusado de 19 crimes, incluindo 11 de molestação, 7 de sodomia forçada e uma acusação de violação por instrumentação. As alegadas vítimas nos casos foram duas raparigas pré-adolescentes e um rapaz que na altura tinha 5 anos. Lawrence foi preso pela polícia de McAlester depois de 3 pessoas se terem manifestado, alegando que haviam sido sexualmente abusadas por ele há cerca de 30 anos atrás.

Um affidavit do caso alega que uma mulher foi abusada desde que ela tinha 8 anos até aos seus 13 anos. Outra fêmea alegou que foi molestada por Lawrence desde os 10 aos 13 anos, e um rapaz alegou que foi abusado quando tinha 5 anos.

Lawrence disse à policia que "admitiu à sua igreja que todas estas alegações eram verdadeiras", de modo a que ele pudesse ser reintegrado na igreja depois de ter sido  "desassociado". O affidavit alega que Lawrence afirmou ter confessado aos membros da igreja os crimes, e ele nomeou 4 anciões da sua igreja que estavam cientes de alguns dos incidentes. Lawrence disse ainda à polícia que ele confessou à sua igreja alegações que incluíam um incidente com uma 4ª criança, um rapaz que disse aos seus pais ter sido "abusado sexualmente" por Lawrence dentro do vestiário dos homens da limpeza no "First National Bank".

Em Dezembro, o advogado de Lawrence, Warren Gotcher, deu entrada a uma moção alegando que as acusações deveriam ser rejeitadas visto que o estatuto de limitações havia expirado. Em resposta, a moção do procurador distrital declara que,visto que os alegados crimes não foram reportados à autoridades policias até 2013, o estatuto de limitações ainda não acabou.

A moção alegou que a Igreja Testemunhas de Jeová impediu que as vítimas avançassem com a queixas:

As acções da igreja, o banimento de Lawrence em mais do que uma ocasião, e as directrizes do corpo directivo impostas às vítimas e aos seus membros familiares em torno deste crime, foram acções de "encobrimento" e mais acções que impediam as vitimas de reportar os crimes às forças da lei.


Segundo a moção, o Estado do Oklahoma está a pedir ao tribunal que rejeite a moção do acusado (que pede que as acusações sejam rejeitadas), e que autorize que o assunto prossiga para uma audiência preliminar.

Lawrence foi liberto da cadeia no dia 24 de Novembro, e uma das condições da sua libertação, para além do pagamento da fiança de $50,000, foi que ele nunca entrasse em contacto com as vítimas do caso. Se ele for condenado, Lawrence pode passar o resto da sua vida na prisão.

Ninguém da Igreja Testemunhas de Jeová respondeu às várias chamadas que foram feitas, e Lawrence não pôde ser contactado para emitir um comentário.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A anormalidade do ateísmo

Crianças Orar

O Dr Justin Barrett, um pesquisador sénior do "Centre for Anthropology and Mind" da Universidade de Oxford, alega que os jovens possuem uma predisposição para acreditar Num Ser Supremo porque assumem que tudo o que existe no mundo foi criado com um propósito. Ele afirma que as crianças têm fé mesmo quando não foram ensinadas pelas escolas ou pela família; ele alega também se as crianças fossem criadas sozinhas numa ilha deserta, ele acabariam por acreditar em Deus. Falando para a BBC Radio 4, Barretttt afirmou:

A preponderância de evidências científicas recolhidas durante os últimos 10 anos mostrou que há muito mais coisas embutidas no desenvolvimento natural das mentes infantis do que pensávamos - incluindo uma predisposição para ver o mundo natural como algo criado e com um propósito, e para ver algum tipo de Inteligência por trás desse propósito. Se colocássemos um grupo de crianças numa ilha e eles crescem isoladas do resto do mundo, e sozinhas, acho que elas acabariam por acreditar em Deus.

Numa palestra a ser dada no Instituto Faraday da Universidade de Cambridge na Terça-feira, o Dr Barrett citará experiências psicológicas levadas a cabo com crianças que ele afirma demonstrarem que as crianças instintivamente acreditam que quase tudo foi criado com um propósito.

Num dos estudos foi perguntado a crianças com 6 e 7 anos o porquê da existência do primeiro pássaro, ao que eles responderam "para fazer música bonita" e "porque serve para tornar o mundo mais agradável".

Outra experiência levada a cabo com bebés de 12 meses sugeriu que eles ficaram surpreendidos por verem um filme onde uma bola rolante aparentemente criou uma pilha de blocos organizada a partir duma pilha de blocos desorganizada. O Dr Barrett afirmou que existem evidências de que, aos 4 anos, as crianças entendem que, embora alguns objectos podem ser feitos pelos homens, o mundo natural é diferente.

Ele acrescentou que isto significa que as crianças são mais susceptiveis de acreditar no criacionismo do que na teoria da evolução, apesar do que lhes possa ser dito pelos pais ou professores. O Dr Barrett disse ainda que alguns antropólogos apuraram que em algumas culturas as crianças acreditam em Deus mesmo quando o ensino religioso lhes foi barrado.

O desenvolvimento normal e natural das mentes infantis faz com que elas sejam mais susceptíveis na criação Divina e no design inteligente. Em contraste, a teoria da evolução é anti-natural e relativamente difícil de acreditar.

Fonte: http://ow.ly/oZhMo

 * * * * * * * *
Aparentemente, o cérebro humano está construído para ver propósito e ordem no mundo natural - algo que rapidamente nos leva para outra dimensão de existência uma vez que essa ordem e esse propósito nunca poderiam ser auto-imposto. Portanto, sempre que um militante ateu alega que "todos nós nascemos ateus", ele está a fazer uma declaração que contradiz as evidências.

Obviamente que se pode dizer que estas experiências foram feitas com crianças com 6 ou 7 anos, ou com as de 12 meses (e não com recém-nascidos) mas é difícil aceitar que essa natural inclinação do cérebro humano seja algo ensinado ou instalado pela sociedade. Aliás, o próprio Dr Barrett sugere que isso é algo inato e imutável.

 O que o ateísmo e a teoria da evolução fazem no cérebro humano é rejeitar a natural tendência humana de ver um propósito e uma causa nos efeitos naturais, e acreditar que o universo em si é um efeito sem causa - um sistema sem Um Engenheiro - algo que é, nas palavras do texto de cima, "anti-natural".

 Convém ressalvar que só porque uma coisa é "difícil de acreditar" isso não a torna falsa. O ponto deste texto é demonstrar que o argumento "todos nascemos ateus" é cientificamente falso. Mas como já sabemos, os ateus não ligam muito à ciência (http://ow.ly/oZoFv).

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

É a universalidade do sentimento religioso uma evidência contra o ateísmo?

Homem Orando
Um estudo maciço levado a cabo junto das mais varadas culturas do mundo apurou que a fé religiosa é natural, até instintivo, no ser humano. Roger Triggm, professor na Universidade de Oxford, afirmou:

Temos tendência para ver propósito no mundo. Vemos operacionalidade. Pensamos que algo se encontra por lá, mesmo que não sejamos capazes de a observar. ... Toda esta forma de pensar tem tendência a acumular-se até desenvolver-se uma forma de pensar religiosa.

Trigg é co-director do projecto de Oxford (com a duração de 3 anos) que incorporou mais de 40 estudos distintos levados a cabo por dezenas de pesquisadores observando países desde a China até a Polónia, passando pelos Estados Unidos e a Micronésia.

 Estudos levados a cabo por todo o mundo apuraram resultados similares, incluindo a amplamente disseminada crença em algum tipo de vida depois da morte e uma tendência instintiva para sugerir que os fenómenos naturais têm um propósito. Trigg afirma que "para as crianças, em particular, era muito fácil pensar duma forma religiosa".

Mas o estudo apurou que mesmo os adultos eram muito susceptíveis por atribuir a um Agente Invisível a responsabilidade por um evento natural. Segundo Justin Barrett, o outro co-director do projecto, o estudo não diz nada sobre a existencia de Deus, deuses ou se existe algum tipo de vida depois da morte.

Este projecto não tem como finalidade prover a existência de Deus ou a existência de deuses. Só porque uma forma de pensar é mais fácil para o ser humano não significa que é a verdadeira forma de pensar, nem que é um facto.

Trigg vai mais longe e afirma que tanto ateus como os religiosos podem usar este estudo em seu favor. Segundo Trigg, o famoso secularista Richard Dawkins "pode aceitar os nossos estudos e afirmar que nós temos que ultrapassar esta fase da nossa vida." Mas as pessoas com fé religiosa podem alegar que a universalidade do sentimento religioso server o propósito de Deus.

Os religiosos podem dizer coisas como "Se Deus existe . . . então Ele criaria em nós uma inclinação natural de O buscar."

Trigg acrescenta que o bem-sucedido estudo pode não tomar uma posição no que toca à existência de Deus, mas ele tem implicações profundas para a liberdade religiosa:

Se nós temos algo que se encontra tão enraizado na natureza humana, contrariá-lo é de qualquer forma não permitir que os seres humanos realizem os seus interesses básicos. Existe um impulso muito forte para olhar para a religião como algo privado.

Trigg discorda desta opinião e acrescenta:

[A religião] não é algo do interesse de alguns mas sim algo que faz parte da natureza básica do ser humano. Isto mostra que ela é mais universal, prevalecente e profundamente enraizada, e isto é algo que tem que ser considerado. Não se pode fingir que ela não está lá.

O estudo, com o nome de "Cognition, Religion and Theology Project", sugerem fortemente que a religião não enfraquecerá com o tempo, afirmou Trigg:

A tese da secularização dos anos 1960, a meu ver, estava irremediavelmente condenada ao fracasso.

Ateísmo Perigoso
Demasiada exposição ao ateísmo pode ter consequências mentais irreversíveis
Fonte:  http://ow.ly/oZzbg

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Este é o tipo de dado científico que seria de esperar se Deus realmente existisse, e se Ele fosse um Ser com o desejo de Ser conhecido pelas suas criaturas. Um sistema psicológico embutido no ser humano que o torna mais susceptível de acreditar em Deus (e sabemos que a fé no Deus da Bíblia tem resultados sociais, psicológicos, médicos e emocionais benéficos) só faz sentido se Deus realmente existe.

Se Deus não existe, e - como dizem alguns evolucionistas - a fé em Deus e a religiosidade são coisas danosas para o ser humano, como é que se explica que algo alegadamente tão "danoso" tenha sobrevivido tanto tempo dentro da espécie humana, e tenha efeitos sociais tão bons para quem está nele envolvido?

Não é mais lógico aceitar que o ateísmo - e não a religião - é que é uma crença anti-natural e totalmente contrária à natureza básica do ser humano?

domingo, 30 de setembro de 2012

sábado, 14 de julho de 2012

Criança na igreja



Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. - Mateus 11:25


Mas, qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar. - Mateus 18:0


Vede, não desprezeis algum destes pequeninos, porque, eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêem a face de meu Pai, que está nos céus. - Mateus 18:10


Assim, também, não é a vontade do vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca. - Mateus 18.14


E qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que crêem em mim, melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e que fosse lançado no mar. - Marcos 9:42

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Durante o tempo que vês este vídeo, 2 Cristãos terão sido mortos


Durante o tempo que leva tu a veres este vídeo, 2 Cristãos terão sido martirizados pela sua fé no Senhor Jesus Cristo.

Oremos pelos nos nossos irmãos e irmãs a suportar tribulação constante em países islâmicos, na Índia e nos países esquerdistas (Cuba, China, Coreia do Norte, etc).


Que o Todo Poderoso Senhor Jesus Cristo seja Glorificado pelo seu sacrifício.




"e outros experimentaram escárnios e açoites, e ainda cadeias e prisões. Foram apedrejados e tentados; foram serrados ao meio; morreram ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não era digno)" - Hebreus 11:36-38

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mini Pregador

"Amazing Grace" cantada por criança de 2 anos

Quanto tempo até ser proibido aos pais Cristãos ensinarem os seus superiores valores morais Cristãos aos seus próprios filhos?

Até lá, fica este vídeo.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Imagens: Oração

"E se o meu povo, que se chama pelo Meu Nome, se humilhar, e orar, e buscar a Minha Face e se converter dos seus maus caminhos, então Eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." - 2 Crónicas 7:14




sexta-feira, 25 de março de 2011

Crianças que vivem com os pais biológicos são mais felizes

Inglaterra - Segundo um estudo recente, crianças que vivem com os pais naturais possuem uma "satisfação de vida" superior. Semelhantemente o estudo declara que as refeições em família são importantes. Os achados vem do estudo da "Understanding Society", uma pesquisa que questionou cerca de 14,000 famílias.

O estudo apurou que:

Não viver com ambos os pais naturais tem um impacto negativo maior do que a sua situação financeira.
O estudo declara que "a satisfação de vida é mais elevada entre aqueles que vivem com ambos os pais naturais". Paralelamente, foi reportado que "crianças que comem uma refeição nocturna com a família pelo menos 3 vezes por semana são mais susceptíveis de reportar estarem completamente felizes com a situação familiar do que as crianças que nunca comem em família ou que comem menos de 3 vezes por semana juntos".

De acordo com a pesquisa, 60% dos jovens reportou estar "completamente satisfeito" com a sua família, mas as crianças que vivem com um só parente eram menos susceptíveis de reportar estarem "completamente felizes"

O estudo verificou que, "depois de se levarem em conta várias características, os casais que coabitam eram significativamente menos felizes nas suas relações que os em casamento.

Ressalvando a importância do sono, a reportagem diz que "os casados reportam um melhor sono enquanto que os divorciados/separados são mais susceptíveis de possuírem problemas durante o sono".


Esta notícia é mais uma a juntar a todas as outras que demonstram como a família nuclear é fundamental para a criança e, mais tarde, para a sociedade em si. Se a família não funciona, a sociedade também não.

Isto talvez explique a necessidade que os marxistas culturais tem em corromper e destruir a família uma vez que famílias estáveis geram crianças emocionalmente saudáveis, que por suas vez se tornam adultos menos susceptíveis de caírem nas mentiras dos "revolucionários".

Além disso, uma criança que cresça num ambiente saudável tem mais hipótese de avançar nos estudos e tornar-se financeiramente independente das "ajudas" do Estado. Mas isto é exactamente o que os marxistas não querem uma vez que pessoas financeiramente independentes são mais difíceis de controlar.